A Experiência do usuário e a Tecnologia no Controle de Acesso

Diante de um mercado dinâmico, competitivo, diversificado e de amplas gerações (boomers, X, Y, Z), os candidatos que estão em busca de um novo local para trabalhar ponderam e buscam algo muito mais abrangente do que apenas o salário ou possibilidade de crescimento de carreira.

Na busca por esta atração e retenção de talentos, as empresas oferecem vários benefícios para se destacarem em meio ao mercado de trabalho, como por exemplo: Auxílio Educação, Auxílio Saúde, etc.
No dinamismo do mercado de trabalho, hoje, estes benefícios não se traduzem mais em retenção de talentos ou sinônimo de um bom lugar pra se trabalhar.

Com a alta oferta de benefícios nas empresas, oferecer benefícios se transformou no mínimo aceitável ou a base para a busca de um bom emprego. Agora, as organizações estão focadas em atualizar e difundir uma cultura pela empresa, e principalmente, em qualidade de vida e experiências positivas no ambiente de trabalho.

As pessoas entre 25 e 65 anos passarão 80% do tempo trabalhando, então para proporcionar uma qualidade de vida melhor através do ambiente de trabalho é preciso garantir uma melhor experiência ao cotidiano dos colaboradores. Esta experiência positiva não trará como resultado apenas retenção de talento.

O resultado deste investimento é muito maior: melhores experiências para o colaborador promovem engajamento, envolvimento e produtividade, desempenhando uma melhora significativa na organização financeira da empresa.

O protagonismo do Controle de Acesso na experiência do local de trabalho

De antemão pode não parecer, mas, o controle de acesso e a segurança na empresa reflete diretamente na qualidade de vida dos colaboradores. Como? Provendo segurança física, monitoramento e controle com experiências positivas.

Com o boom das startups, as grandes empresas precisaram incorporar à sua cultura a essência de inovação e para isso, precisaram modificar também a experiência de seus colaboradores, dando mais liberdade (aguçando o senso de inovação) e dando uma cara mais “jovem” a seus ambientes físicos.

Além disso, acompanhando essa demanda, as tecnologias para controle de acesso evoluem para uma experiência em que o usuário não tenha em seu visual um bloqueio, como uma porta ou catraca, que apresentam esta impressão de “retenção”. Os novos sistemas de controle de acesso permitem que o acesso seja sempre livre e somente em caso de não permissão, gere o bloqueio, fechando o acesso físico ou avisando à Central de Monitoramento sobre o ocorrido.

Outro movimento em comum nas organizações é a atualização do Dress Code (Código de Vestimenta). Com a popularização de culturas startup, o Dress Code se tornou menos rígido e trouxe ao empregado a possibilidade de usar aquela roupa mais confortável no dia a dia de trabalho. E aí com toda esta mudança surge a pergunta: o crachá ainda se faz útil?

Muitos dos dispositivos utilizados atualmente já desconsideram o crachá e passaram a realizar a validação de entradas e saídas apenas por biometria (impressão digital), senha ou Bluetooth. Mesmo com alguns argumentos de objeção; por exemplo: através da foto impressa no cartão é possível saber se você é mesmo a pessoa detentora daquele crachá.

Mas, sejamos francos, depois de imprimir aquele crachá, quantas vezes você mudou o cabelo, aboliu ou incluiu o uso de óculos? Será que a foto do seu crachá realmente representa você hoje? Outra antiga consideração para o uso do crachá é a distinção visual do tipo de pessoa pelo cartão, facilitando a identificação de um colaborador interno entre as pessoas externas (visitantes, terceiros, etc).

Com a atual expansão de espaços coworking e trabalhos colaborativos, onde a diversidade, equidade e inovação estão mais presentes, esta distinção da pessoa se torna algo ultrapassado, obsoleto. A tecnologia atual já nos permite realizar o reconhecimento fácil e rápido em tempo real através da biometria, sem uso de qualquer crachá.

Aqui há um destaque para o uso da digital (dedo), do handkey (validação pela mão), validação facial e até mesmo da íris. Estes são exemplos de recursos de controle de acesso que podem realizar uma validação precisa da pessoa. Outra tecnologia que contribui com a substituição do crachá é o smartphone. Sim, e sabe o motivo? Você não vive sem ele! Quando você o esquece em casa, com certeza, retorna para buscá-lo, ao contrário do seu crachá.

Com o smartphone, hoje temos dois principais recursos de tecnologia integrados à aplicativos móveis. A primeira o Bluetooth, onde todo o gerenciamento e validação do acesso é realizado pelo APP e a comunicação com o hardware é transferida pela tecnologia Bluetooth. Outro recurso é o QRCode, que pode ser gerado temporariamente pelo APP e utilizado na validação nos equipamentos de controle do mesmo modo que ocorre para crachás do tipo barras.

Uma outra aplicação muito interessante para o QRCode é a distribuição desta credencial via Chat Boot. Como no caso da Sara (Assistente Virtual da Senior) que permite integração via Whatsapp. Todas estas tecnologias trazem a essência do controle de acesso, aliadas à inovação e a segurança tecnológica, apresentando aos usuários uma experiência positiva no gerenciamento de acessos e na segurança física de todos.

Também é preciso destacar que esta experiência se prolonga ao uso de seus sistemas. Afinal, do que adianta um local de trabalho maravilhoso com uma ferramenta de trabalho precária? Com a adesão dos softwares em nuvem e distribuídos em plataformas, como no SeniorX, o feedback de usuários é tempestivo e muito mais assertivo.

Fonte: Senior Sistemas