Tecnologia e conhecimento nunca se esgotam

Giscard Faria, do departamento de Pesquisa, Arquitetura e Tecnologia da Senior, já esteve do outro lado do mundo e acredita que a busca por conhecimento é o que leva as pessoas à conquista de novos desafios.

Quando se mudou de mala e cuia para Santa Catarina, o mineiro Giscard Faria trouxe na bagagem mais que o sonho de ficar perto da praia. Sua experiência em tecnologia de ponta, conhecimento em projetos aplicados em gigantes do mercado, visão de mundo e uma ímpar capacidade multidisciplinar o permitem surfar uma onda de tecnologia em pleno crescimento – e contribuem para que a Seniortenha um departamento de Pesquisa, Arquitetura e Tecnologia integrado e funcional.

“Tem muita coisa acontecendo na Senior. E tem muita coisa por fazer ainda”, afirma ele, que trabalha como Arquiteto de Software há pouco mais de cinco anos. “Quando vim pra cá, a Senior era uma simples casinha de dois andares e em nada se parecia com a empresa onde eu trabalhava antes – a multinacional NEC, especializada em telecomunicações, localizada na Av. Paulista, coração de São Paulo/SP. Contudo, em pouco tempo percebi que tinha muito a aprender e a Senior, apesar de ‘pequena’, tinha muito a acrescentar na carreira.”

— Mas, por quê trocar?

“A partir do momento que você decide constituir família, São Paulo se torna uma cidade muito cansativa”, conta Giscard. Depois de oito meses em Joinville/SC por conta de um projeto na Whirpool e já namorando uma menina de Jaraguá do Sul/SC – que depois se tornou sua esposa –, uma mudança parecia o melhor caminho.

Giscard se recorda com carinho sobre a escolha pela faculdade de Ciências da Computação – recomendação de um tio Engenheiro. O início, um pouco conturbado pela falta de conhecimento na área deu espaço ao gosto pelos incansáveis estudos e pelas grandes oportunidades, mesmo dentro de uma mesma empresa. De um estágio na NEC, Giscard saltou para o primeiro emprego na companhia. Em seguida, veio a primeira integração de midleware, o primeiro projeto internacional, as primeiras customizações, adaptações para segmentos automotivos, atendimentos a legislações…

Na contramão de boa parte da inquieta Geração Y, Giscard só trabalhou em duas empresas. “Na NEC eu viajava muito, pulava pra lá e pra cá o tempo todo”, lembra. “Acredito que as pessoas buscam coisas novas quando não gostam do que fazem, quando não têm desafios.” Na NEC, sua primeira parada foi no Japão para desenvolver e integrar drives e midlewares via RFID – tecnologia que despontava na época, por volta de 2003 – em equipamentos da América Latina e América do Norte. Em seguida, foi e voltou algumas vezes para os EUA, entre 2006 e 2008. De volta ao Brasil, atuou com projetos de segurança na área criminal, se envolveu com hardwares, se aprofundou no segmento automotivo e, quando os desafios pareciam estabilizar, resolveu entrar num Mestrado. “Foi ali que tudo o que eu acreditava sobre construção de conhecimento foi desconstruído. Sempre achei que poderíamos somar conhecimento uns sobre outros, como andares em um edifício. Mas entendi que dentro da nossa mente o espaço é infinito e, com uma boa terraplanagem, novos prédios podem ser erguidos e novos conhecimentos podem ser construídos.”

— Será que nossa mente pode ser comparada a um imenso banco de dados?

“Tecnologia nunca se esgota. Sempre aparece algo novo, sempre podemos aprender algo novo, sempre podemos criar algo novo. E se você gosta do que faz, sempre vão existir desafios”, entusiasma-se. “Ser flexível é bem importante e só se alcança a simplicidade com conhecimento. E aqui na Senior não faltam desafios.”

Fonte: Senior

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