<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Administração de Pessoal &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
	<atom:link href="https://inovar-asc.com.br/tag/administracao-de-pessoal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://inovar-asc.com.br</link>
	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Sep 2025 15:21:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>Cálculo de adicional noturno: como fazer de forma correta</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/calculo-de-adicional-noturno-como-fazer-de-forma-correta/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/calculo-de-adicional-noturno-como-fazer-de-forma-correta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 15:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Ponto Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Ponto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6560</guid>

					<description><![CDATA[Com o aumento da complexidade na gestão de jornadas e remunerações, garantir que todos os direitos dos colaboradores sejam corretamente pagos se tornou essencial para as empresas. Nesse contexto, o cálculo adicional noturno se destaca como um dos pontos que exige maior atenção. O cálculo de adicional noturno é uma rotina importante para a área [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o aumento da complexidade na gestão de jornadas e remunerações, garantir que todos os direitos dos colaboradores sejam corretamente pagos se tornou essencial para as empresas. Nesse contexto, o cálculo adicional noturno se destaca como um dos pontos que exige maior atenção.</p>



<p>O cálculo de adicional noturno é uma rotina importante para a área de Departamento Pessoal e folha de pagamento. Além de impactar diretamente o salário dos colaboradores, exige atenção à legislação trabalhista, à convenção coletiva e ao correto controle da jornada noturna para evitar erros e passivos trabalhistas.</p>



<p>Neste artigo, explicamos o que é adicional noturno, como ele funciona, qual seu percentual e como fazer o cálculo de forma segura — com exemplos, regras da CLT e dicas para automatizar o processo no RH.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é adicional noturno?</h2>



<p>O adicional noturno é um valor extra pago aos colaboradores que trabalham durante o período da noite. Segundo o artigo 73 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a jornada noturna compreende o trabalho executado entre 22h de um dia e 5h do dia seguinte.</p>



<p>Para trabalhadores rurais, considera-se jornada noturna o trabalho entre as 21h de um dia e 5h do dia seguinte. E, na pecuária, a hora noturna é das 20h de um dia até as 4h do próximo dia.</p>



<p>O objetivo do pagamento do adicional noturno é compensar o desgaste físico e mental provocado pelo trabalho em horários biologicamente mais sensíveis. Além disso, também é uma maneira de mostrar reconhecimento pelo trabalho exercido nessa faixa de horário atípica, servindo como incentivo e oportunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem tem direito a receber adicional noturno? Ele é obrigatório?</h2>



<p>O benefício de adicional noturno é pago para trabalhadores com carteira assinada que desempenham atividades no período da noite, conforme os horários definidos na CLT ou convenção coletiva.</p>



<p>Portanto, o pagamento do benefício é obrigatório para trabalhadores que atuam sob o regime da CLT durante esse período. Assim, as jornadas de trabalho emturnos diurnos ou vespertinos não dão direito ao benefício.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o percentual do adicional noturno na CLT?</h2>



<p>O percentual mínimo definido pela CLT para o adicional noturno é de 20% sobre o valor da hora diurna (hora normal), conforme o artigo 73. No entanto, convenções ou acordos coletivos de trabalho podem estabelecer percentuais maiores, variando conforme a categoria profissional.</p>



<p>Já para trabalhadores rurais, o adicional noturno é de 25%, com base na&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5889.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 5.889/1973</a>, a qual estabelece as normas reguladoras diferentes para o trabalho rural.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como calcular as horas noturnas?</h2>



<p>Para entender como calcular o adicional noturno, primeiro é importante saber como a CLT define a hora noturna. A CLT estabelece que a hora noturna tem duração reduzida de 52 minutos e 30 segundos, ao invés de 60 minutos. Isso significa que, mesmo trabalhando um total de 7 horas entre 22h e 5h, o colaborador recebe como se tivesse trabalhado 8 horas.</p>



<p>Esse fator deve ser considerado no cálculo do salário com adicional noturno e também no banco de horas ou controle de jornada.</p>



<p>Dito isso, o cálculo do adicional noturno envolve três variáveis principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Valor da hora normal;</li>



<li>Horas trabalhadas no período noturno;</li>



<li>Percentual de adicional aplicado.</li>
</ul>



<p>A fórmula básica é:</p>



<p><strong>Adicional noturno = (Valor da hora normal x Percentual de adicional) x Número de horas noturnas trabalhadas</strong></p>



<p>Confira este exemplo prático: se um colaborador ganha R$ 20 por hora e trabalhou 5 horas no período noturno, com adicional de 20%, o cálculo será o seguinte:</p>



<p>(20 x 20%) x 5 = 4 x 5 =<strong>&nbsp;R$ 20 de adicional noturno.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o adicional noturno impacta a folha de pagamento</h2>



<p>O adicional noturno tem impacto na folha, pois afeta diretamente o custo com pessoal. Esse benefício deve ser incluído na base de cálculo de encargos e direito do trabalhador, como INSS, FGTS, férias, 13º salário e rescisões. Portanto, além de impactar o salário mensal, influencia também os tributos e o compliance da empresa.</p>



<p>Para garantir o pagamento correto do adicional noturno, é importante entender os impactos específicos do cálculo. Confira algumas dicas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">O adicional noturno é calculado sobre o salário base?</h3>



<p>Sim. Em geral, o adicional noturno é calculado com base no valor da hora normal (salário-base dividido pela jornada contratual). Porém, os adicionais de insalubridade e periculosidade compõem a base de cálculo quando são devidos. Ainda, em algumas categorias, há convenções coletivas que determinam outra forma de base de cálculo — por isso é importante consultar o sindicato da categoria.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como é calculado o adicional noturno no 13º salário e nas férias?</h3>



<p>O adicional noturno integra o salário do trabalhador e, portanto, deve ser considerado no cálculo de médias para fins de 13º salário e das férias, incluindo o adicional de 1/3 de férias.</p>



<p>Ignorar esse acréscimo pode gerar passivos trabalhistas e ações judiciais por parte dos colaboradores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O adicional noturno afeta o FGTS e INSS?</h3>



<p>Sim. Por ser verba de natureza salarial, o adicional noturno entra no cálculo da contribuição previdenciária (INSS) e da base do FGTS. Ele também impacta o cálculo de verbas rescisórias, como aviso prévio e férias indenizadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre adicional noturno e horas extras?</h3>



<p>A diferença entre adicional noturno e horas extras está na natureza da compensação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adicional noturno: compensação por trabalhar no período noturno, com base no percentual previsto pela CLT ou convenção.</li>



<li>Hora extra: compensação por exceder a jornada contratual, em qualquer período. Geralmente equivale ao acréscimo de 50% (dias úteis) ou 100% (domingos e feriados).</li>
</ul>



<p>Ambos os adicionais podem coexistir quando o colaborador faz horas extras no período noturno. Nesse caso, ambos os adicionais serão acumulados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Existe diferença no cálculo de adicional noturno para diferentes jornadas de trabalho?</h3>



<p>Segundo a CLT, o adicional noturno é pago para as horas trabalhadas entre 22h e 5h. Portanto, diferentes tipos de jornada de trabalho podem afetar o cálculo do benefício, dependendo do horário de trabalho.</p>



<p>A jornada 12×36, por exemplo, é comum em áreas como saúde e segurança. Nela, o colaborador trabalha 12 horas seguidas e&nbsp;<a href="https://www.senior.com.br/blog/folga-no-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">folga</a>&nbsp;as 36 horas seguintes. Nesse caso, o adicional noturno também se aplica às horas trabalhadas entre 22h e 5h, como nas demais jornadas.</p>



<p>Outra jornada comum, principalmente em indústrias, é o terceiro turno, que em algumas empresas vai das 15h às 23h. Nesses casos, o trabalhador tem direito ao adicional sobre o tempo trabalhado entre 22h e 23h.</p>



<p>Porém, dependendo do acordo coletivo, o percentual do adicional noturno e a forma de compensação podem variar. Também pode haver diferença no cálculo caso o trabalho nesse período decorra da natureza das atividades da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar erros no cálculo do adicional noturno? (Checklist para não errar!)</h2>



<p>A rotina do cálculo do adicional em jornadas de trabalho noturnas pode parecer simples, mas envolve detalhes técnicos e legais que, quando ignorados, geram distorções na folha de pagamento e riscos de passivos trabalhistas.</p>



<p>Pensando nisso, preparamos o checklist a seguir com os erros mais comuns e dicas de como evitá-los:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Erro comum&nbsp;no cálculo de adicional noturno&nbsp;</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>O que fazer para evitar&nbsp;</strong></td></tr><tr><td>❌&nbsp;Desconsiderar a hora reduzida (52m30s)&nbsp;</td><td>✔️&nbsp;Use&nbsp;um sistema de folha&nbsp;que permita a configuração&nbsp;correta&nbsp;do tempo de hora noturna&nbsp;e automatize o processo&nbsp;</td></tr><tr><td>❌&nbsp;Aplicar o percentual sobre a base salarial incorreta&nbsp;</td><td>✔️&nbsp;Use&nbsp;o salário-hora normal como base, acrescido&nbsp;dos adicionais de insalubridade e periculosidade&nbsp;(quando&nbsp;devidos), conforme previsto em CLT ou convenção&nbsp;</td></tr><tr><td>❌&nbsp;Não incluir o adicional em&nbsp;médias de&nbsp;férias, 13º e&nbsp;nas verbas rescisórias&nbsp;</td><td>✔️&nbsp;Aproveite&nbsp;o benefício de um&nbsp;sistema de folha&nbsp;que integre&nbsp;o adicional às médias salariais corretamente</td></tr><tr><td>❌&nbsp;Ignorar regras da convenção coletiva&nbsp;</td><td>✔️ Consulte a Convenção/Acordo Coletivo e mantenha o sistema de folha atualizado com as particularidades da sua categoria </td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios de um sistema de folha de pagamento para cálculo de adicional noturno</h2>



<p>A melhor forma de evitar erros comuns no cálculo do adicional noturno é automatizar o processo com um sistema de folha de pagamento confiável e atualizado.</p>



<p>Automatizar o cálculo com um sistema especializado traz inúmeras vantagens para o RH e o DP, veja as principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eliminação de erros manuais:</strong> cálculo automático com base em parâmetros legais e acordos coletivos.</li>



<li><strong>Integração com o ponto eletrônico:</strong> o sistema reconhece as horas noturnas trabalhadas automaticamente.</li>



<li><strong>Conformidade legal:</strong> atualizações automáticas com base na CLT, convenções e leis vigentes.</li>



<li><strong>Produtividade:</strong> menos tempo gasto com planilhas e conferências.</li>



<li><strong>Transparência:</strong> o colaborador consegue visualizar os cálculos e conferi-los com facilidade.</li>
</ul>



<p>O sistema de folha de pagamento da Senior é totalmente aderente ao cálculo de adicional noturno. Ele conta com funcionalidades que facilitam o trabalho do RH, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificação dos colaboradores alocados na escala do terceiro turno de trabalho, inclusive por departamento;</li>



<li>Cálculo proporcional do adicional noturno de acordo com os dias trabalhados no mês;</li>



<li>Relatórios para facilitar o controle e conferência das horas noturnas e valores calculados;</li>



<li>Integração nativa com a solução de gestão do ponto, otimizando o acompanhamento de horas trabalhadas e valores adicionais devidos;</li>



<li>Aderência completa com obrigações legais, como o eSocial.</li>
</ul>



<p>Com o sistema de folha de pagamento da Senior, sua empresa reduz os custos operacionais ao automatizar processos manuais de cálculos, garantindo produtividade para o RH e transparência para o colaborador.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/calculo-de-adicional-noturno-como-fazer-de-forma-correta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a Convenção Coletiva de Trabalho beneficia empregados e empresas</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/como-a-convencao-coletiva-de-trabalho-beneficia-empregados-e-empresas/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/como-a-convencao-coletiva-de-trabalho-beneficia-empregados-e-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[lei trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6552</guid>

					<description><![CDATA[No dia a dia das empresas, é comum surgir dúvidas sobre direitos e obrigações trabalhistas específicas de cada categoria. Nesse contexto, a convenção coletiva de trabalho se torna referência para acordos entre empregadores e colaboradores. Entender o que é a Convenção Coletiva de Trabalho é essencial para empresas que desejam garantir compliance trabalhista e oferecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia a dia das empresas, é comum surgir dúvidas sobre direitos e obrigações trabalhistas específicas de cada categoria. Nesse contexto, a convenção coletiva de trabalho se torna referência para acordos entre empregadores e colaboradores.</p>



<p>Entender o que é a Convenção Coletiva de Trabalho é essencial para empresas que desejam garantir compliance trabalhista e oferecer condições justas e seguras aos colaboradores. Esse instrumento, negociado entre sindicatos de trabalhadores e sindicatos patronais, define direitos, benefícios, jornada de trabalho e regras específicas para categorias profissionais.</p>



<p>Para gestores de RH, aplicar corretamente a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) significa não apenas cumprir a lei, mas também promover um ambiente de trabalho organizado, transparente e alinhado às necessidades da empresa e dos empregados.</p>



<p>Na sequência deste artigo, vamos explicar como funciona uma convenção coletiva, seus principais benefícios, as diferenças em relação a outros tipos de acordos e como garantir sua correta aplicação na prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é Convenção Coletiva de Trabalho?</h2>



<p>A Convenção Coletiva de Trabalho é um instrumento jurídico que estabelece regras e direitos específicos para categorias, negociado diretamente entre sindicatos representantes de trabalhadores e de empregadores. Ela regulamenta condições de trabalho que vão além da&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>, garantindo direitos adicionais, benefícios e parâmetros de segurança para os colaboradores.</p>



<p>Ao contrário da legislação geral, que se aplica a todos os trabalhadores, a Convenção Coletiva de Trabalho é direcionada a setores ou categorias específicas. Entre as questões que ela pode abranger, podemos citar gestão de jornada de trabalho, remuneração, política de férias, adicionais, benefícios, condições de segurança no trabalho e políticas internas que complementam a legislação vigente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferença entre convenção coletiva, acordo coletivo de trabalho e dissídio coletivo</h2>



<p>Convenção Coletiva de Trabalho, acordo coletivo e dissídio coletivo não são sinônimos, embora essa confusão seja recorrente. Vamos entender os termos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Convenção Coletiva de Trabalho (CCT):</strong> é negociada entre o sindicato da categoria profissional e o sindicato patronal, tornando-se aplicável a todos os colaboradores da categoria na base territorial da negociação.</li>



<li><strong>Acordo Coletivo de Trabalho (ACT):</strong> por outro lado, é negociado diretamente entre a empresa e o sindicato da categoria, válido apenas para os empregados daquela empresa e categoria. Essa distinção é fundamental para garantir que a empresa aplique corretamente os direitos previstos, evitando conflitos legais e sanções.</li>



<li><strong>Dissídio Coletivo:</strong> é um processo judicial, que pode ser ajuizado tanto pelo sindicato, quanto pelo Ministério Público do Trabalho, para resolver conflitos trabalhistas, quando as partes não conseguem chegar a um acordo. Esse tipo de processo, costuma decorrer de tentativas frustradas de negociações de uma Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho e necessitam da intervenção de um juíz ou tribunal para estabelecer as melhores condições de trabalho e remuneração por meio de uma sentença normativa com validade máximo de 4 anos, prazo em que as partes devem negociar um novo acordo.</li>
</ul>



<p>Os dissídios coletivos podem ter dois tipos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Natureza Econômica:</strong> quando visa criar novas normas ou alterar as existentes, abordando questões como reajustes salariais, horas extras, benefícios e outras condições de trabalho;</li>



<li><strong>Natureza Jurídica:</strong> que busca interpretar normas legais, de costume ou de outros acordos que já estão em vigor, como divergência de entendimento sobre determinada cláusula da convenção ou acordo coletivo de trabalho.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a Convenção Coletiva de Trabalho?</h2>



<p>O processo começa com a negociação da CCT, conduzida pelos sindicatos das partes envolvidas. Durante a negociação, são discutidas questões como política salarial e reajustes, a jornada de trabalho e as escalas, os benefícios corporativos, as políticas de segurança e saúde ocupacional e as regras de remuneração e bonificações viáveis.</p>



<p>Quando as cláusulas estiverem definidas, o documento é formalizado e registrado no Ministério do Trabalho e Emprego, tornando-se obrigatório para todas as empresas e empregados da categoria. A remuneração dos colaboradores deve respeitar os mínimos estabelecidos pela Convenção Coletiva de Trabalho, podendo apenas ser ampliada em favor dos trabalhadores, mas nunca reduzida em relação à CLT.</p>



<p>Em 2017, a Reforma Trabalhista reforçou a importância das convenções coletivas e acordos coletivos, permitindo maior flexibilidade em negociações, desde que não violem direitos fundamentais. As mudanças incluem a prevalência daquilo que foi negociado sobre o que está na legislação, em alguns casos, e a possibilidade de acordos específicos e individuais (entre empresa e colaborador) sobre jornada, banco de horas e os intervalos.</p>



<p>Também deu o reconhecimento legal para as negociações que são feitas de forma digital, permitindo que a tecnologia entre como um facilitador do processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho</h3>



<p>Os direitos trabalhistas garantidos na convenção coletiva vão além das normas previstas na CLT e podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acordos de jornada de trabalho na CCT, estabelecendo banco de horas ou turnos diferenciados, de acordo com as necessidades do segmento;</li>



<li>Benefícios adicionais, como vale-alimentação, auxílio-creche e planos de saúde;</li>



<li>Políticas a serem inseridas no Sistema SST (Saúde e segurança no trabalho), garantindo a integridade física e mental dos colaboradores;</li>



<li>Direitos relativos à remuneração variável, às bonificações e valores adicionais;</li>



<li>Proteção em casos de desligamento, estabilidade ou regras de rescisão de contrato de trabalho e aviso prévio.</li>
</ul>



<p>Esses direitos complementam a CLT, trazendo mais previsibilidade e proteção aos colaboradores. É também uma boa oportunidade para facilitar a gestão de benefícios e para estabelecer, de forma jurídica e formal, o compliance trabalhista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios da CCT para empregados e empregadores</h2>



<p>A Convenção Coletiva de Trabalho oferece vantagens para ambos os lados. Para os empregados, gera mais segurança e clareza sobre direitos e deveres, benefícios adicionais garantidos, estabilidade no trabalho e na remuneração e participação das negociações representadas pelo sindicato.</p>



<p>Já para os empregadores, reduz os conflitos trabalhistas, possibilita a personalização de condições de trabalho para o setor e apoia o sindicato na aplicação de políticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implicações legais da convenção coletiva</h2>



<p>A Convenção Coletiva de Trabalho e a legislação trabalhista estão intrinsecamente relacionadas. A CLT garante que a CCT tenha validade e prevalência sobre normas internas da empresa, desde que respeitados os direitos fundamentais estabelecidos em lei. Não a cumprir adequadamente pode gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Multas e sanções administrativas;</li>



<li>Reclamatórias trabalhistas;</li>



<li>Danos à reputação da empresa, prejudicando a percepção como marca empregadora.</li>
</ul>



<p>Entender as implicações legais da Convenção Coletiva de Trabalho é, portanto, essencial para garantir a conformidade e evitar riscos jurídicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como aplicar a Convenção Coletiva de Trabalho na empresa</h2>



<p>Aplicar a Convenção Coletiva de Trabalho de forma correta exige atenção a diferentes etapas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Leitura completa do documento:</strong> entender todos os direitos e obrigações.</li>



<li><strong>Parametrização correta de informações nos softwares de folha de pagamento e controle de ponto:</strong> garantir que salários, benefícios, jornadas e adicionais sejam informados e calculados corretamente.</li>



<li><strong>Treinamento interno e capacitação de colaboradores:</strong> informar gestores e RH sobre regras específicas da categoria.</li>



<li><strong>Atualização periódica:</strong> acompanhar a data de vigência e as novas negociações da convenção coletiva.</li>



<li><strong>Registro e controle:</strong> manter documentação organizada para auditorias e fiscalizações.</li>
</ol>



<p>Soluções digitais de folha de pagamento e de ponto eletrônico ajudam a automatizar a aplicação da Convenção Coletiva de Trabalho, reduzindo erros e garantindo que todos os colaboradores recebam corretamente seus direitos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel dos sindicatos na CCT</h3>



<p>Os sindicatos são os principais agentes na negociação da Convenção Coletiva de Trabalho. Eles representam os interesses da categoria, patronal e de empregados, definindo os direitos e os benefícios adicionais, os ajustes de jornada e de escalas de trabalho, as regras de remuneração e os procedimentos de segurança.</p>



<p>O papel dos sindicatos na negociação é garantir equilíbrio entre empregadores e empregados, promovendo negociações justas e transparentes. Isso ocorre de forma estratégica ao:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preparar um levantamento de necessidades da categoria, como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), procedimentos de saúde ocupacional ou treinamentos de segurança;</li>



<li>Definir objetivos claros para empregadores e empregados, que deve ser baseado em dados objetivos;</li>



<li>Avaliar impactos financeiros e operacionais;</li>



<li>Utilizar dados de mercado e pesquisas salariais;</li>



<li>Manter a transparência e a comunicação durante todo o processo de discussão.</li>
</ul>



<p>Negociações bem conduzidas fortalecem relações trabalhistas e asseguram que benefícios garantidos pela CCT sejam aplicados de forma justa. A convenção coletiva também pode estabelecer regras de segurança no trabalho, complementando as normas da CLT e das Normas Regulamentadoras (NRs).</p>



<p>Ao integrar essas políticas aos sistemas de RH e SST, a empresa se torna capaz de manter a conformidade legal e prevenir acidentes de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CCT: uma ferramenta importante para a gestão de pessoas</h2>



<p>A Convenção Coletiva de Trabalho é uma ferramenta importante para a gestão de pessoas, garantindo direitos, benefícios e segurança tanto para empregados quanto para empregadores. Compreender seu funcionamento, negociar de forma estratégica e aplicar corretamente na empresa evita conflitos legais e promove um ambiente de trabalho mais organizado, seguro e produtivo.</p>



<p>Para empresas que desejam otimizar a aplicação da CCT, integrar os processos aos sistemas de folha de pagamento e gestão de ponto eletrônico é fundamental investir em tecnologia.</p>



<p>As soluções HCM da Senior são totalmente integradas, referência no mercado e atendem a CLT, eSocial e demais exigências legais, incluindo as Convencões Coletivas de Trabalho e Acordos Coletivos.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/como-a-convencao-coletiva-de-trabalho-beneficia-empregados-e-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encargos sociais: o que são, impactos financeiros e cálculo</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/encargos-sociais-o-que-sao-impactos-financeiros-e-calculo/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/encargos-sociais-o-que-sao-impactos-financeiros-e-calculo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 17:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Exigências Legais]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[legislação trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6503</guid>

					<description><![CDATA[Ao calcular o custo real de um colaborador, muitas empresas focam apenas no salário-base, ignorando uma parte fundamental das obrigações legais: os encargos sociais. Presentes em todas as relações formais de trabalho, os encargos sociais representam um conjunto de tributos, contribuições e obrigações que impactam diretamente a folha de pagamento e o orçamento das organizações. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao calcular o custo real de um colaborador, muitas empresas focam apenas no salário-base, ignorando uma parte fundamental das obrigações legais: os encargos sociais.</p>



<p>Presentes em todas as relações formais de trabalho, os encargos sociais representam um conjunto de tributos, contribuições e obrigações que impactam diretamente a folha de pagamento e o orçamento das organizações.</p>



<p>Mais do que uma obrigação contábil, a gestão eficiente desses encargos é uma questão estratégica para os departamentos de Recursos Humanos e Financeiro. Isso porque erros no cálculo, atrasos no recolhimento ou falhas no cumprimento das obrigações acessórias podem gerar multas, autuações fiscais, processos na justiça e passivos trabalhistas.</p>



<p>Neste artigo, vamos explicar o que são encargos sociais, quais são os principais tributos, como realizar o cálculo correto e como a tecnologia pode ajudar as empresas a automatizar o controle e o recolhimento dos encargos sociais, reduzindo riscos e aumentando a eficiência na gestão da folha de pagamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são encargos sociais?</h2>



<p>Encargos sociais são as obrigações financeiras que a empresa assume ao contratar um colaborador, além do salário bruto. Eles têm como objetivo garantir a proteção social do trabalhador, custeando benefícios previdenciários, trabalhistas e fundos destinados a políticas públicas de emprego.</p>



<p>De forma simples, podemos dizer que os encargos sociais são <strong>tributos e contribuições obrigatórias</strong> que incidem sobre a folha de pagamento, regulamentados por leis federais como a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e normas complementares, como o eSocial.</p>



<p>Entender a composição e o peso dos encargos sociais é essencial para a formação de uma política salarial, planejamento orçamentário e decisões sobre contratações. Em um cenário de aumento da fiscalização digital, principalmente com a presença do eSocial, o cuidado com a correta gestão desses encargos se tornou ainda mais importante para as empresas sob a <strong>perspectiva legal e reputacional</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A diferença entre encargos sociais e encargos trabalhistas</h3>



<p>Uma dúvida comum entre profissionais de RH é sobre a diferença entre encargos sociais e encargos trabalhistas. Enquanto os encargos sociais referem-se às <strong>contribuições recolhidas aos órgãos públicos</strong> (como INSS, FGTS e terceiros), os encargos trabalhistas englobam os <strong>direitos do trabalhador</strong> previstos pela legislação trabalhista, como férias, 13º salário, horas extras, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais encargos sociais obrigatórios?</h2>



<p>A lista de encargos sociais pode variar conforme o regime tributário da empresa e o segmento de atuação, mas os principais são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>INSS (Instituto Nacional do Seguro Social):</strong> a contribuição patronal que financia a Previdência Social, garantindo benefícios como aposentadoria e auxílio-doença;</li>



<li><strong>FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço):</strong> um direito do trabalhador, funcionando como uma poupança. O empregador deposita mensalmente 8% sobre o salário bruto para empregados em regime padrão e 2% para jovens aprendizes;</li>



<li><strong>Riscos de Acidente de Trabalho (RAT):</strong> essa contribuição custeia os benefícios concedidos pelo INSS em casos de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. A alíquota base (1%, 2% ou 3%) varia conforme o grau de risco da atividade principal da empresa;</li>



<li><strong>FAP (Fator Acidentário de Prevenção):</strong> aqui temos um ponto importante que impacta diretamente o RAT! O FAP é um multiplicador, que varia de 0,5 a 2,0, aplicado sobre a alíquota do RAT. Ele funciona como um incentivo: empresas que investem em segurança e saúde, e consequentemente registram menos acidentes, podem ter seu imposto reduzido pela metade (FAP 0,5). Já as que têm um índice de acidentalidade maior, acabam pagando mais, podendo até dobrar o valor do encargo (FAP 2,0). Ou seja, cuidar da segurança da equipe impacta positivamente tanto as pessoas quanto as finanças da empresa.</li>



<li><strong>Terceiros:</strong> são contribuições destinadas a entidades como o Sistema S (Senai, Sesc, Senac), Sebrae e Incra. O percentual varia bastante, pois depende do enquadramento da empresa em diferentes fundos e entidades.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://hubs.ly/Q03yDXmW0"></a></h2>



<h2 class="wp-block-heading">Como calcular os encargos sociais na folha de pagamento?</h2>



<p>O cálculo dos encargos sociais parte da base salarial do colaborador. Portanto, o valor varia de acordo com a remuneração do trabalhador, desde que cumpra a porcentagem exigida. Veja um exemplo simplificado de cálculo para um salário de R$ 3.000, considerando como o FAP (Fator Acidentário de Prevenção) pode alterar o valor:</p>



<p><strong>INSS Patronal (20%):</strong>&nbsp;R$ 600,00</p>



<p><strong>FGTS (8%):</strong>&nbsp;R$ 240,00</p>



<p><strong>RAT Ajustado (Alíquota RAT x FAP):</strong></p>



<p>Vamos supor que a alíquota RAT da empresa seja de 2%.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cenário Positivo (FAP 0,5):</strong> Se a empresa investe em segurança e tem um FAP de 0,5 (o mínimo), a alíquota final cai para 1% (2% x 0,5). O valor do encargo seria de R$ 30,00.</li>



<li><strong>Cenário Negativo (FAP 2,0):</strong> Se a empresa tem um alto índice de acidentes e seu FAP é 2,0 (o máximo), a alíquota dobra para 4% (2% x 2,0). O valor do encargo sobe para R$ 120,00.</li>
</ul>



<p><strong>Terceiros (aproximadamente 5,8% dependendo do setor):</strong>&nbsp;R$ 174,00</p>



<p>Total aproximado de encargos sociais, além do salário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>No cenário com FAP favorável: R$ 1.044,00</li>



<li>No cenário com FAP desfavorável: R$ 1.134,00</li>
</ul>



<p>Esse cálculo pode variar bastante conforme a atividade econômica e outras particularidades. No entanto, com essa simulação, já fica nítido como a gestão da segurança do trabalho, refletida no FAP, impacta diretamente os custos da folha de pagamento e o caixa da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto dos encargos sociais no custo de um colaborador</h2>



<p>Em média, os encargos sociais representam de 60% a 80% do salário bruto de um colaborador no Brasil. Na prática, isso significa que uma vaga com salário de R$ 3.000 pode gerar um custo final de até R$ 4.660 para a empresa, sem considerar os benefícios espontâneos (plano de saúde, vale alimentação/refeição, etc).</p>



<p>Esse impacto influencia diretamente o planejamento orçamentário, a precificação de produtos e serviços e a sustentabilidade financeira do negócio.</p>



<p>Além disso, erros no cálculo ou no recolhimento desses encargos podem resultar em multas, autuações fiscais e passivos trabalhistas, prejudicando o fluxo de caixa e a reputação corporativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o eSocial impacta a gestão dos encargos sociais</h2>



<p>Desde a implementação do eSocial, o controle e a apuração dos encargos sociais se tornaram ainda mais rigorosos, visto que os órgãos fiscalizadores aumentaram a sua capacidade de cruzar informações e identificar irregularidades.</p>



<p>Atualmente, todas as informações relacionadas às contratações, aos salários, ao pagamento de encargos e eventos trabalhistas precisam ser enviadas em tempo real ao governo federal.</p>



<p>Dessa forma, o eSocial trouxe mais transparência, mas também exige que as empresas tenham processos bem estruturados e&nbsp;<strong>sistemas integrados</strong>&nbsp;para evitar inconsistências nas informações prestadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir erros e otimizar a gestão de encargos sociais no RH</h2>



<p>Para garantir a correta apuração e pagamento dos encargos sociais, o RH deve adotar algumas boas práticas. Dentre elas, estão a padronização dos processos de folha de pagamento, a automatização dos cálculos com o uso de um&nbsp;<strong>software especializado em RH</strong>&nbsp;e a realização de auditorias periódicas para identificar inconsistências no pagamento e mitigar riscos.</p>



<p>É importante também sempre manter o cadastro dos colaboradores atualizados, principalmente nas situações de reajuste de salário, promoção ou se o colaborador sofreu algum acidente de trabalho.</p>



<p>E, para se manter sempre em conformidade com a legislação, é essencial acompanhar as atualizações da legislação trabalhista e tributária e capacitar a equipe de RH sobre o tema, assegurando o compliance empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a tecnologia pode ajudar na gestão de encargos sociais</h2>



<p>Entender o que são os encargos sociais, como calculá-los e como gerenciá-los de forma eficiente é essencial para qualquer empresa que deseja manter a conformidade legal e otimizar seus custos com a folha de pagamento.&nbsp;<strong>Uma boa gestão de encargos sociais ainda permite maior previsibilidade financeira e evita surpresas desagradáveis com multas e passivos.</strong></p>



<p>Com soluções especializadas, como as da Senior, o RH automatiza cálculos, integra dados com o eSocial e garante segurança em todas as etapas do processo. Isso significa mais tempo para o time focar em estratégias de gestão de pessoas e menos preocupações com burocracia.</p>



<p>O Sistema de Folha de Pagamento da Senior oferece recursos completos para a gestão de encargos sociais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cálculo automático de encargos sociais, com base nas alíquotas vigentes e conforme a classificação tributária da empresa;</li>



<li>Geração de relatórios gerenciais e de compliance, facilitando a tomada de decisões;</li>



<li>Integração com o eSocial, garantindo que as informações sejam enviadas de forma correta e dentro dos prazos;</li>



<li>Gestão de obrigações acessórias, com controle de vencimentos e geração de guias de recolhimento;</li>



<li>Simulação de custo de contratação, considerando os encargos sociais para ajudar no planejamento de novas vagas.</li>
</ul>



<p>Com esse suporte de uma tecnologia especializada, o RH ganha eficiência operacional, reduz riscos fiscais e melhora o controle financeiro dos custos com pessoal. Além disso, permite que os gestores tenham uma visão completa antes de tomar decisões.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/encargos-sociais-o-que-sao-impactos-financeiros-e-calculo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exame admissional: o que é, como funciona e o que pode reprovar</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/exame-admissional-o-que-e-como-funciona-e-o-que-pode-reprovar/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/exame-admissional-o-que-e-como-funciona-e-o-que-pode-reprovar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 15:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[admissão digital]]></category>
		<category><![CDATA[eSocial]]></category>
		<category><![CDATA[Exigências Legais]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança dos colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[sst]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6489</guid>

					<description><![CDATA[O exame admissional protege a saúde do trabalhador, garante segurança jurídica para a empresa e pode ser automatizado de forma eficiente. Saiba tudo neste artigo! O exame admissional é um dos principais requisitos para a contratação de um novo colaborador sob o regime CLT. Previsto na legislação trabalhista brasileira desde a criação da&#160;Consolidação das Leis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O exame admissional protege a saúde do trabalhador, garante segurança jurídica para a empresa e pode ser automatizado de forma eficiente. Saiba tudo neste artigo!</p>



<p>O exame admissional é um dos principais requisitos para a contratação de um novo colaborador sob o regime CLT. Previsto na legislação trabalhista brasileira desde a criação da&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consolidação das Leis do Trabalho</a>, o procedimento tem como objetivo garantir que o trabalhador esteja apto a exercer as funções exigidas pelo cargo, com segurança para si e para a empresa.</p>



<p>Esse procedimento atua como uma ferramenta preventiva, fundamental para a área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), assegurando a conformidade com a legislação trabalhista e com a LGPD no RH.</p>



<p>No cenário atual, em que as empresas buscam agilidade e segurança na admissão, contar com soluções tecnológicas para automatizar essa etapa é um diferencial. Mas ainda existem muitas dúvidas sobre como funciona, quais são os exames exigidos, o que pode reprovar um candidato e como digitalizar esse processo.</p>



<p>Neste guia, tiramos as principais dúvidas sobre o exame admissional e como integrar esse procedimento de forma segura e eficiente ao seu RH.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é exame admissional?</h2>



<p>O exame admissional é uma avaliação médica obrigatória exigida antes da contratação de um profissional. Segundo o artigo 168 da CLT, esse procedimento deve ser realizado por um médico do trabalho, que gera um documento chamado Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). O ASO aponta se o candidato está apto ou inapto para exercer as atividades da função para a qual está sendo admitido.</p>



<p>Em resumo, o exame admissional é o processo de avaliação da saúde do trabalhador, enquanto o ASO é o documento gerado após essa análise. Ou seja, o ASO é o resultado formal do exame admissional.</p>



<p>O objetivo principal do exame admissional é proteger a saúde do trabalhador e evitar riscos ocupacionais. Na perspectiva da empresa, trata-se de uma forma de prevenção legal e de mitigação de riscos, inclusive de futuras ações judiciais. O procedimento também contribui para uma gestão de saúde ocupacional mais responsável e transparente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a lei determina sobre o exame admissional?</h2>



<p>A CLT determina que toda contratação sob esse regime deve ter a realização de um exame médico admissional. A ausência desse procedimento pode gerar passivos trabalhistas e comprometer o compliance empresarial.</p>



<p>A empresa também deve ter consciência de que o exame admissional deve ser feito antes do início das atividades laborais. Se o colaborador começar trabalhar sem o ASO pode gerar infração trabalhista grave à empresa.</p>



<p>O exame admissional é válido até a próxima avaliação médica ocupacional prevista – caso do exame periódico, de retorno ao trabalho ou demissional. O prazo máximo costuma variar de 1 a 2 anos, dependendo do grau de risco da atividade, conforme estabelece a&nbsp;<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-7-nr-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NR-7</a>.</p>



<p>A responsabilidade financeira do exame admissional fica a cargo da empresa. Sendo assim, o trabalhador não arca com qualquer custo relacionado ao processo admissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre exame admissional e exame periódico?</h2>



<p>Embora ambos estejam ligados à saúde ocupacional, o exame admissional e o periódico têm finalidades e momentos distintos. Saber diferenciá-los ajuda a entender melhor os cuidados obrigatórios com a saúde dos colaboradores.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Admissional:</strong> feito antes do início das atividades laborais;</li>



<li><strong>Periódico:</strong> realizado em intervalos regulares durante o vínculo empregatício, conforme o risco da função.</li>
</ul>



<p>Ambos são exigidos por lei e fazem parte do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), que está relacionado à manutenção da saúde laboral das pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é avaliado no exame admissional?</h2>



<p>Há uma variação de acordo com a atividade desempenhada pelo colaborador. Analisando os riscos ocupacionais. Via de regra, o exame admissional inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avaliação clínica geral (pressão arterial, ausculta cardíaca, análise de sinais vitais);</li>



<li>Análise de histórico de doenças;</li>



<li>Avaliação postural e de mobilidade;</li>



<li>Exames laboratoriais (quando exigido pela função);</li>



<li>Avaliação oftalmológica e auditiva, se a atividade exigir;</li>



<li>Testes toxicológicos (obrigatórios em determinadas categorias como motoristas, segundo a Lei nº 13.103/2015).</li>
</ul>



<p>A empresa não pode exigir exames que caracterizem discriminação ou violem a privacidade do colaborador, como testes de gravidez, HIV, ou outros não relacionados à função.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode gerar um ASO inapto?</h2>



<p>A reprovação no exame admissional ocorre quando o médico do trabalho identifica alguma condição física ou mental que impossibilite o desempenho das atividades da função. No entanto, o selo de inapto não significa que o candidato é incapaz de trabalhar, mas apenas que não está apto para aquele cargo específico.</p>



<p>Doenças ocupacionais preexistentes, limitações funcionais severas ou uso de medicamentos que comprometam a segurança são fatores comuns que levam à reprovação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exame admissional remoto: é permitido?</h2>



<p>Em tempos de transformação digital no RH, uma das dúvidas recorrentes é sobre a possibilidade de realização de exame admissional de forma remota. É possível que isso aconteça, mas existem restrições.</p>



<p>A telemedicina ocupacional foi regulamentada e pode ser aplicada, desde que garantida a segurança e o compliance de dados pelo RH.</p>



<p>Nesse contexto, contar com os parceiros adequados é um bom caminho. Nós oferecemos soluções integradas com empresas de telemedicina que permitem a gestão completa de exames ocupacionais com conformidade legal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como garantir conformidade no exame admissional?</h2>



<p>Empresas que buscam segurança jurídica e eficiência operacional devem automatizar e integrar o processo de admissão do RH à tecnologia. O uso da nossa solução de SST permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Emissão e armazenamento automático de ASOs;</li>



<li>Assinatura eletrônica do médico do trabalho no ASO;</li>



<li>Integração com clínicas e prestadores de serviço de medicina ocupacional;</li>



<li>Acompanhamento de prazos e vencimentos de exames;</li>



<li>Relatórios e indicadores de saúde ocupacional;</li>



<li>Conformidade com a legislação trabalhista e com a LGPD.</li>
</ul>



<p>Automatizar o exame admissional com um sistema de SST integrado é a melhor forma de garantir precisão, rastreabilidade e aderência às normas legais, como a LGPD e a NR-7. Assim, o processo se torna mais eficiente, transparente e seguro para todos os envolvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a tecnologia apoia sua gestão de saúde ocupacional?</h2>



<p>O exame admissional é muito mais do que uma mera exigência formal da CLT: trata-se de uma etapa estratégica para garantir segurança jurídica, prevenção de riscos e cuidado com a saúde dos colaboradores desde o primeiro contato com a empresa.</p>



<p>Mais do que assegurar que o trabalhador está apto a desempenhar suas funções com segurança, o procedimento contribui para desenvolver uma cultura de responsabilidade e de bem-estar no ambiente corporativo.</p>



<p>Com a transformação digital impactando todas as áreas da gestão de pessoas, um RH moderno precisa contar com tecnologias que otimizem processos e garantam conformidade sem interferir na rotina. É por isso que a Senior oferece soluções completas para a gestão da Saúde e Segurança do Trabalho, permitindo que o exame admissional – e os demais ocupacionais – sejam gerenciados com facilidade.</p>



<p>A Solução de SST da Senior ainda contribui com a transformação digital do RH com tecnologias de GED (Gestão Eletrônica de Documentos), assinatura eletrônicas, processos automatizados e personalização das necessidades específicas do negócio.</p>



<p>Também é integrada à Solução de Admissão Digital, o que permite ao RH receber as informações admissionais em um único local, eliminando controle e armazenamento paralelo, já que o colaborador pode inserir o ASO diretamente na plataforma de admissão digital.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/exame-admissional-o-que-e-como-funciona-e-o-que-pode-reprovar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Horário de trabalho: regras, direitos e flexibilização</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/horario-de-trabalho-regras-direitos-e-flexibilizacao/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/horario-de-trabalho-regras-direitos-e-flexibilizacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Home Office]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6383</guid>

					<description><![CDATA[O horário de trabalho é um dos aspectos mais importantes da relação entre empregadores e funcionários. É ele que define os períodos em que o colaborador deve estar à disposição da empresa, impactando diretamente a produtividade do negócio, a qualidade de vida do profissional e a regularidade com a legislação trabalhista. Ainda que as empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O horário de trabalho é um dos aspectos mais importantes da relação entre empregadores e funcionários. É ele que define os períodos em que o colaborador deve estar à disposição da empresa, impactando diretamente a produtividade do negócio, a qualidade de vida do profissional e a regularidade com a legislação trabalhista.</p>



<p>Ainda que as empresas tenham demandas e prazos a cumprir, é importante que estejam atentas ao que a legislação estabelece. Mas é necessário ir além: pensar na qualidade de vida do colaborador deve estar na perspectiva organizacional, visto que mais flexibilidade para o time costuma retornar mais produtividade e engajamento.</p>



<p>Mas qual a diferença entre horário de trabalho e jornada de trabalho? Como as empresas devem gerenciá-los corretamente? E quais são as vantagens de investir em sua flexibilização?</p>



<p>Leia neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o tema, incluindo as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o papel da tecnologia nesta gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o horário de trabalho?</h2>



<p>O horário de trabalho corresponde ao&nbsp;<strong>período diário em que o funcionário deve cumprir suas atividades na empresa</strong>, conforme estabelecido no contrato de trabalho. Ele deve respeitar as normas da CLT, os acordos sindicais e as políticas internas da organização.</p>



<p>Além disso, o horário de trabalho pode variar de acordo com a função, o regime de contratação e a necessidade da empresa, sendo fundamental que sua definição seja clara e transparente para evitar conflitos. Isso significa que o horário de trabalho e quaisquer especificidades (como o teletrabalho) devem constar no contrato de trabalho do empregado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferença entre horário de trabalho e jornada de trabalho</h2>



<p>Embora sejam termos frequentemente usados como sinônimos, há uma diferença importante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Horário de trabalho:</strong> período em que o colaborador deve estar disponível para o trabalho. Exemplo: das 9 às 18 horas. Precisa ser registrado por um relógio de ponto.</li>



<li><strong>Jornada de trabalho:</strong> corresponde à quantidade total de horas trabalhadas por dia e por semana (por exemplo, 44 horas semanais). Ela pode ser dividida em jornadas 5×1, 5×2, 4×2 e 6×1. Ou seja, trabalha-se cinco dias para folgar 1. Há também regras de 12×36 ou 24×48: cumpre-se 12 horas de jornada e 36 horas ininterruptas de folga.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que a CLT determina sobre o horário de trabalho?</h2>



<p>A legislação trabalhista no Brasil estabelece regras sobre o limite de horas trabalhadas, pausas e pagamentos de horas extras. Segundo a CLT:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A jornada regular <strong>não pode exceder 8 horas diárias e 44 horas semanais</strong> – conforme estabelece artigo 7º da Constituição. A Reforma Trabalhista de 2017 liberou, conforme seu artigo 59-A, 12 horas de horário de trabalho, desde que compensadas por 36 horas ininterruptas de descanso.</li>



<li>O trabalho além da jornada deve ser <strong>remunerado como hora extra com adicional de no mínimo 50% sobre a hora normal.</strong></li>



<li>Pausas obrigatórias incluem <strong>1 a 2 horas de almoço para jornadas acima de 6 horas</strong> – categorias específicas, podem ter suas próprias regras, como o controle de jornada de motorista.</li>



<li>O limite diário de horas extras pode ser <strong>flexibilizado com banco de horas</strong>, desde que respeitadas as regras da legislação e aquelas combinadas entre o empregador e o colaborador.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os tipos de jornada de trabalho e quais as regras?</h2>



<p>A legislação trabalhista brasileira prevê diferentes tipos de jornada de trabalho, que variam conforme a carga horária, o regime de contratação e a natureza das atividades exercidas. Entender quais são essas modalidades — como jornada fixa, flexível, parcial, 12×36 e teletrabalho — é essencial tanto para empregadores quanto para trabalhadores que desejam conhecer seus direitos, deveres e possibilidades de organização da rotina profissional.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jornada fixa:</strong> horários estabelecidos sem variação, como por exemplo, das 8 às 17 horas;</li>



<li><strong>Jornada flexível:</strong> permite que o funcionário escolha seus horários dentro de uma faixa determinada pela empresa;</li>



<li><strong>Jornada de meio período:</strong> aplicada a funcionários que trabalham menos de 8 horas diárias;</li>



<li><strong>Jornada 12×36:</strong> o colaborador trabalha 12 horas seguidas e descansa 36 horas consecutivas;</li>



<li><strong>Teletrabalho:</strong> o funcionário cumpre suas atividades remotamente, o que pode acontecer em horários mais flexíveis.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o impacto do horário de trabalho na produtividade e bem-estar?</h2>



<p>O horário de trabalho influencia diretamente a eficiência dos colaboradores. Modelos muito rígidos podem levar ao cansaço excessivo e à queda na produtividade, enquanto a flexibilização pode aumentar o engajamento e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>



<p>Uma pesquisa do DataSenado colocou a duração da jornada de trabalho na quarta colocação entre os <strong>principais desafios que os trabalhadores brasileiros enfrentam em relação à qualidade de vida</strong>. Ela apareceu atrás apenas do valor do salário, do deslocamento e das condições de trabalho ofertadas. A carga horária foi considerada ruim ou péssima para 17% dos entrevistados.</p>



<p>Nesse contexto, empresas que adotam políticas mais flexíveis tendem a ter funcionários mais satisfeitos e motivados. Isso impacta diretamente na retenção de colaboradores, uma vez que se sentirão mais engajados e podem permanecer na empresa por mais tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A flexibilização do horário de trabalho e o teletrabalho</h3>



<p>Com a transformação digital, cada vez mais empresas estão adotando modelos híbridos ou totalmente remotos, permitindo que os colaboradores tenham mais flexibilidade em sua rotina. Algumas vantagens desses modelos de trabalho incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mais produtividade:</strong> funcionários podem trabalhar nos horários em que são mais produtivos;</li>



<li><strong>Redução do absenteísmo:</strong> menos atrasos e faltas devido a imprevistos;</li>



<li><strong>Melhor qualidade de vida:</strong> mais capacidade de equilibrar vida pessoal e profissional.</li>
</ul>



<p>De acordo com o estudo do DataSenado mencionado anteriormente, pouco mais de um quarto dos trabalhadores do país (26%) afirmam que o seu trabalho poderia ser realizado de maneira remota.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle de ponto e registro do horário de trabalho</h2>



<p>Mesmo em regimes de trabalho híbridos ou remotos, a legislação ainda exige que empresas com mais de 20 funcionários realizem o controle do ponto, garantindo o cumprimento das jornadas e evitando passivos trabalhistas. Os métodos mais comuns são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ponto eletrônico:</strong> sistemas digitais que registram a entrada e a saída dos colaboradores;</li>



<li><strong>Ponto biométrico:</strong> utiliza impressão digital ou reconhecimento facial para maior segurança;</li>



<li><strong>Aplicativos de registro de ponto:</strong> permitem a marcação via dispositivo móvel, facilitando a marcação e a gestão do ponto das equipes remotas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Os direitos e deveres do trabalhador sobre pausas e horas extras</h3>



<p>De acordo com a legislação, os funcionários têm direitos assegurados pela CLT relacionados ao horário de trabalho. Destaque para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Intervalos obrigatórios:</strong> jornadas acima de 6 horas exigem pausa para refeição de no mínimo 1 hora;</li>



<li><strong>Horas extras:</strong> devem ser pagas com adicional de pelo menos 50% sobre o valor da hora normal;</li>



<li><strong>Banco de horas:</strong> permite compensação de horas trabalhadas além da jornada, desde que acordado por escrito entre empresa e funcionário, por acordo coletivo ou individual.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a tecnologia pode ajudar na gestão do horário de trabalho?</h2>



<p>Em um mundo cada vez mais digital, as soluções tecnológicas se tornam grandes aliadas das empresas para otimizar a gestão de ponto, administrar o horário de trabalho e estar em conformidade com a legislação. O Sistema de Ponto Eletrônico da Senior&nbsp;<strong>descentraliza a gestão do ponto</strong>, dando mais autonomia e acessibilidade aos colaboradores. Da mesma forma, gera mais&nbsp;<strong>produtividade e eficiência</strong>&nbsp;para o RH e as lideranças.</p>



<p>Com a Solução de Ponto da Senior, sua empresa&nbsp;<strong>reduz custos</strong>&nbsp;com pagamentos indevidos de horas extras e banco de horas, elimina erros e retrabalho e&nbsp;<strong>conquista a confiança dos colaboradores</strong>&nbsp;com&nbsp;<strong>cálculos precisos</strong>&nbsp;na folha de pagamento.</p>



<p>A solução conta ainda com recursos como&nbsp;<strong>geolocalização</strong>,&nbsp;<strong>reconhecimento facial com IA</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>marcação online e offline</strong>.</p>



<p>Encontrar o equilíbrio entre estar à disposição da empresa e melhorar a qualidade de vida dos colaboradores está no cerne das questões que envolvem o horário de trabalho. Seguir o que a CLT estabelece, adotar modelos flexíveis e utilizar tecnologia para otimizar a gestão são estratégias essenciais para garantir um ambiente de trabalho produtivo e equilibrado.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/horario-de-trabalho-regras-direitos-e-flexibilizacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Faltas injustificadas no trabalho: o que diz a lei e como calcular</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/faltas-injustificadas-no-trabalho-o-que-diz-a-lei-e-como-calcular/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/faltas-injustificadas-no-trabalho-o-que-diz-a-lei-e-como-calcular/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 16:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Ponto Eletrônico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6292</guid>

					<description><![CDATA[Entenda o que diz a lei sobre faltas no trabalho, quais são justificadas e injustificadas, os impactos para a organização e como calcular o desconto em folha. Faltas no trabalho podem acontecer em diversas situações: por questões de saúde, problemas pessoais, imprevistos, entre outros. No entanto, quando essa ausência não é comunicada ou não está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entenda o que diz a lei sobre faltas no trabalho, quais são justificadas e injustificadas, os impactos para a organização e como calcular o desconto em folha.</p>



<p>Faltas no trabalho podem acontecer em diversas situações: por questões de saúde, problemas pessoais, imprevistos, entre outros. No entanto, quando essa ausência não é comunicada ou não está entre as previsões legais, ela se torna uma&nbsp;<strong>falta injustificada</strong>, que pode acarretar descontos salariais e até mesmo punições mais severas.&nbsp;</p>



<p>Neste artigo, vamos explorar as faltas injustificadas no trabalho e o que está previsto na legislação trabalhista sobre o tema. Além disso, descubra como o RH pode gerenciar e prevenir essas ausências para minimizar os impactos no ambiente de trabalho e nos resultados da empresa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são faltas injustificadas no trabalho?&nbsp;</h2>



<p>As faltas injustificadas são aquelas em que&nbsp;<strong>o colaborador não apresenta qualquer justificativa formal ou documentação que valide o motivo da ausência conforme os critérios legais</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na prática, ocorre quando um trabalhador não comprova o motivo de sua ausência por meio de atestados médicos, certidões de óbito ou outros documentos válidos.  </p>



<p>Legalmente, essas ausências dão ao empregador o direito de descontar o valor correspondente da remuneração e aplicar eventuais sanções, de acordo com a política da empresa e a frequência da ausência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a CLT sobre faltas?&nbsp;</h2>



<p>A legislação brasileira aborda as faltas no <strong>art. 473 da CLT</strong>. Este artigo define as situações em que o colaborador pode se ausentar sem sofrer desconto no salário ou punição — as chamadas de <strong>faltas justificadas</strong>.  </p>



<p>As faltas justificadas&nbsp;<strong>podem, ainda, ser</strong>&nbsp;<strong>baseadas no regulamento interno da empresa</strong>. No entanto, quando a falta não se enquadra em nenhuma dessas situações (CLT ou regulamento), ela é considerada uma&nbsp;<strong>falta injustificada</strong>.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Faltas justificadas: quais podem ser abonadas?</strong>&nbsp;</h3>



<p>Como dito, o art. 473 da CLT lista as situações de faltas justificadas. São elas:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Falecimento de parentes próximos</strong> (cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou dependente econômico declarado na carteira de trabalho): até dois dias consecutivos. </li>



<li><strong>Casamento do colaborador</strong>: até três dias consecutivos. </li>



<li><strong>Nascimento de filho, adoção ou guarda compartilhada</strong>: até cinco dias consecutivos, contados a partir da data de nascimento. </li>



<li><strong>Doação voluntária de sangue</strong>: um dia a cada 12 meses de trabalho, mediante comprovação. </li>



<li><strong>Alistamento eleitoral</strong>: até dois dias, consecutivos ou não. </li>



<li><strong>Cumprimento de exigências do Serviço Militar</strong>: pelo tempo necessário. </li>



<li><strong>Realização de provas de vestibular</strong> para ingresso em instituição de ensino superior: pelo tempo necessário. </li>



<li><strong>Comparecimento em juízo</strong>: pelo tempo necessário, quando convocado judicialmente. </li>



<li><strong>Participação em reunião oficial de organismo internacional</strong>, representando entidade sindical, em que o Brasil seja membro: pelo tempo necessário. </li>



<li><strong>Acompanhamento de esposa ou companheira durante a gravidez</strong>: até seis consultas médicas ou exames complementares, conforme necessário. </li>



<li><strong>Acompanhamento de filho de até seis anos em consulta médica</strong>: um dia por ano. </li>



<li><strong>Realização de exames preventivos de câncer</strong>: até três dias por ano, mediante comprovação. </li>
</ul>



<p>Além das situações previstas pela CLT, acordos e convenções coletivas, bem como políticas internas podem ampliar essas possibilidades, permitindo o abono desde que aprovados pelo setor de RH.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Faltas injustificadas: exemplos</strong>&nbsp;</h3>



<p>Como a legislação não prevê todas as possibilidades de faltas injustificadas, listamos abaixo algumas razões comuns para esse tipo de ausência:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Problemas pessoais</strong>: conflitos familiares, questões financeiras, imprevistos com moradia , problemas com transporte, idas ao banco ou cartório, entre outros. </li>



<li><strong>Questões de saúde sem atestado</strong>: sintomas leves como dores de cabeça, mal-estar, resfriados ou outros problemas de saúde que o colaborador acredita não precisar de atestado. </li>



<li><strong>Imprevistos com terceiros</strong>: ausências por emergências com amigos, familiares não dependentes ou vizinhos. </li>
</ul>



<p>Se essas ausências, portanto,&nbsp;<strong>não são comunicadas e não se encaixam nas políticas internas, nem estão previstas na legislação trabalhista, são consideradas injustificadas</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando as faltas injustificadas geram desconto em folha de pagamento?&nbsp;</h2>



<p>Sempre que uma falta é considerada injustificada,&nbsp;<strong>o empregador tem o direito de realizar o desconto proporcional ao salário do colaborador</strong>, com base na remuneração diária. Além disso, o desconto abrange o Descanso Semanal Remunerado (DSR), uma vez que a falta injustificada impacta o pagamento dos dias de descanso.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O cálculo para o desconto da falta é simples:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Divida o salário do colaborador por 30</strong> (ou o número de dias do mês, caso o colaborador seja mensalista). </li>



<li><strong>Multiplique pelo número de faltas injustificadas</strong> no mês. </li>



<li>Para incluir o DSR, multiplique o valor da diária pelo número de dias de descanso na semana em que ocorreu a falta (geralmente 1, correspondente ao domingo). </li>
</ol>



<p>Para ilustrar o cálculo do desconto para faltas injustificadas, imagine o caso de Maria, uma analista administrativa com&nbsp;<strong>um salário mensal de</strong>&nbsp;<strong>R$ 4.500</strong>. Se Maria faltar três dias sem justificativa na mesma semana, o desconto no salário será calculado assim:&nbsp;</p>



<p>Desconto da falta:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>R$ 4.500 / 30 dias = R$ 150 por dia. </li>



<li>R$ 150 x 3 dias = R$ 450 de desconto no salário. </li>
</ol>



<p>Desconto do DSR:&nbsp;</p>



<p>R$ 150,00 x 1 dia de descanso = R$ 150.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, o total a ser descontado do salário de Maria será de&nbsp;<strong>R$ 450 (faltas) + R$ 150 (DSR)</strong>. Ou seja: R$ 600.&nbsp;</p>



<p>Além do desconto no salário e no DSR, faltas injustificadas podem impactar outros itens na folha de pagamento:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Vale-transporte e vale-refeição</strong>: em alguns casos, os benefícios como vale-transporte e vale-refeição podem ser descontados proporcionalmente aos dias não trabalhados, dependendo da política interna da empresa e do acordo ou convenção coletiva aplicável. </li>



<li><strong>Benefícios atrelados à assiduidade</strong>: empresas que oferecem bônus, prêmios ou gratificações relacionadas à frequência ou assiduidade podem deixar de conceder esses valores caso o colaborador tenha faltas injustificadas.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as consequências das faltas injustificadas nas férias?&nbsp;</h2>



<p>Além do desconto salarial, as faltas injustificadas <strong>também podem afetar as férias</strong>. Segundo o art. 130 da CLT, o excesso de faltas injustificadas durante o período aquisitivo (12 meses de trabalho) pode reduzir o período de férias, de acordo com o total de ausências acumuladas: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>30 dias de férias</strong>: para quem não teve mais de 5 faltas injustificadas. </li>



<li><strong>24 dias de férias</strong>: para quem teve de 6 a 14 faltas injustificadas. </li>



<li><strong>18 dias de férias</strong>: para quem teve de 15 a 23 faltas injustificadas. </li>



<li><strong>12 dias de férias</strong>: para quem teve de 24 a 32 faltas injustificadas.  </li>
</ul>



<p>Esse ajuste nas férias é uma medida para incentivar a presença regular e minimizar os impactos das ausências no desempenho das equipes e nos resultados da empresa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Faltas recorrentes podem resultar em demissão?&nbsp;</h2>



<p>Faltas injustificadas recorrentes podem gerar consequências graves para o trabalhador. A CLT prevê, além dos descontos salariais e nas férias, que em casos de reincidência ou abuso, o empregador pode tomar medidas disciplinares.&nbsp;</p>



<p>Essas medidas incluem&nbsp;<strong>advertências, suspensões e até demissão por justa causa</strong>, de acordo com o art. 482 da CLT. Ele permite que a desídia no desempenho das funções – ou seja, a negligência em cumprir o contrato de trabalho, como faltas recorrentes e injustificadas – seja considerada motivo para a rescisão do contrato de trabalho por justa causa.&nbsp;</p>



<p>A CLT não especifica um número mínimo de faltas injustificadas para justa causa, mas a justiça do trabalho considera um período de ausência de 30 dias consecutivos como abandono de emprego. Para demissões por justa causa, as empresas devem seguir procedimentos de advertência e notificação. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o RH pode gerenciar e prevenir faltas injustificadas?&nbsp;</h2>



<p>Gerenciar as faltas é fundamental para manter a produtividade e o clima organizacional. O setor de RH, com apoio de gestores, pode adotar algumas práticas eficazes para reduzir as faltas injustificadas, tais como:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Comunicação clara das políticas de jornada de trabalho</strong>: esclarecer aos colaboradores as políticas da empresa, informando sobre as situações que permitem faltas justificadas, o procedimento para comunicá-las e os documentos necessários. </li>



<li><strong>Controle de ponto e monitoramento</strong>: utilizar sistemas de ponto eletrônico que registram automaticamente a presença, ausência e horários dos colaboradores, facilitando a análise de frequência e identificando padrões de faltas. </li>



<li><strong>Feedback e diálogo</strong>: incentivar a comunicação aberta entre gestores e colaboradores, permitindo que estes compartilhem dificuldades e busquem orientações para minimizar ausências. </li>



<li><strong>Programas de qualidade de vida e flexibilidade</strong>: oferecer alternativas, como horários flexíveis e banco de horas, pode ajudar a reduzir o absenteísmo e permitir que os colaboradores ajustem suas jornadas sem recorrer a faltas. </li>



<li><strong>Acompanhamento de padrões de faltas</strong>: identificar colaboradores que têm histórico de faltas recorrentes e buscar soluções com a liderança e o próprio colaborador para prevenir ausências no futuro. </li>
</ol>



<p>É importante que RH e gestores investiguem as origens dessas faltas, para identificar problemas que possam estar afetando o colaborador e a equipe. Com isso, é possível oferecer suporte adequado, ajustar políticas internas e prevenir impactos na produtividade e motivação.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que o gestor pode fazer ao notar um aumento nas faltas injustificadas?</strong>&nbsp;</h3>



<p>Quando as faltas começam a se tornar frequentes em uma equipe, é fundamental que o gestor tome algumas providências, tais como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conversar com o colaborador</strong> sobre o aumento nas faltas, buscando entender o motivo por trás das ausências. </li>



<li><strong>Aplicar políticas de advertência progressiva</strong>, de acordo com o contrato de trabalho e as regras internas. </li>



<li><strong>Rever a política jornada de trabalho</strong> para ajustar possíveis medidas preventivas, como treinamentos sobre o impacto das faltas e opções de flexibilização de horário. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto das faltas injustificadas no desempenho da empresa</strong>&nbsp;</h3>



<p>A ausência frequente de colaboradores, especialmente quando não há justificativas, gera um impacto direto nos resultados da empresa. Entre os principais problemas causados pelas faltas injustificadas estão:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redução na produtividade da equipe</strong>: colegas precisam cobrir a falta de outros, o que pode gerar sobrecarga e reduzir a eficiência. </li>



<li><strong>Impacto nos prazos e entregas</strong>: as faltas podem comprometer o cumprimento de metas e a qualidade dos resultados. </li>



<li><strong>Aumento nos custos operacionais</strong>: muitas empresas precisam contratar temporários ou pagar horas extras para compensar as ausências. </li>



<li><strong>Problemas de clima organizacional</strong>: colaboradores que se ausentam frequentemente podem gerar insatisfação na equipe, desmotivando o grupo e comprometendo o ambiente de trabalho. </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a tecnologia pode ajudar&nbsp;</h2>



<p>Ao longo do artigo, foi possível observar que as faltas injustificadas representam um desafio para as empresas, impactando a produtividade e o clima organizacional. Para minimizar os efeitos desses problemas e facilitar a análise, as empresas podem implementar um sistema de controle de ponto. Ele ajuda a melhorar o gerenciamento de presença e a transparência das regras.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<strong>Solução de Ponto da Senior</strong>&nbsp;é uma ferramenta eficaz para essa gestão, oferecendo agilidade e flexibilidade na gestão de jornadas. Com ele, é possível acessar em tempo real diversos&nbsp;<em>dashboards</em>&nbsp;com informações sobre faltas, horas extras e incidentes. Dessa maneira, o monitoramento e a regularização do ponto se torna muito mais fácil.&nbsp;</p>



<p>Além disso, com o aplicativo mobile, os colaboradores ganham autonomia para realizar marcações e justificar ausências. Enquanto a integração com o reconhecimento facial aumenta a segurança, evitando fraudes e mantendo a empresa em conformidade com a legislação trabalhista (Portaria 671 do Ministério do Trabalho).  </p>



<p>Esta solução também automatiza o controle de banco de horas e reduz a necessidade de intervenção do RH, otimizando o fechamento de folha de pagamento e cumprindo exigências legais como a LGPD.&nbsp;</p>



<p>Ao adotar uma solução completa e eficiente como a Solução de Ponto da Senior,&nbsp;<strong>sua empresa melhora a gestão de faltas e &nbsp;proporciona uma experiência mais flexível e prática para todos</strong>, fortalecendo a produtividade e garantindo a segurança no cumprimento das leis.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/faltas-injustificadas-no-trabalho-o-que-diz-a-lei-e-como-calcular/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atestado médico: obrigações e mudanças com o Atesta CFM</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/atestado-medico-obrigacoes-e-mudancas-com-o-atesta-cfm/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/atestado-medico-obrigacoes-e-mudancas-com-o-atesta-cfm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 18:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança dos colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[sst]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital no RH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6279</guid>

					<description><![CDATA[Entenda o que é o atestado médico, sua importância para a gestão da saúde ocupacional e FAP e como o Atesta CFM transformará a gestão de atestados médicos nas empresas. O atestado médico é um documento essencial na gestão de pessoas, garantindo os direitos dos colaboradores e o cumprimento da legislação trabalhista. Para o RH, a gestão correta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entenda o que é o atestado médico, sua importância para a gestão da saúde ocupacional e FAP e como o Atesta CFM transformará a gestão de atestados médicos nas empresas.</p>



<p>O atestado médico é um documento essencial na gestão de pessoas, garantindo os <strong>direitos dos colaboradores</strong> e o <strong>cumprimento da legislação trabalhista</strong>. Para o RH, a gestão correta dos atestados vai além de um simples registro; ela é estratégica para identificar padrões de absenteísmo, <strong>prevenir erros na folha de pagamento</strong> e manter a conformidade legal.  </p>



<p>No entanto, muitas empresas ainda enfrentam&nbsp;<strong>desafios na gestão de atestados</strong>. Dentre eles, a validação do documento, especialmente no que diz respeito a sua&nbsp;<strong>autenticidade</strong>.&nbsp;</p>



<p>Infelizmente, a <strong>fraude</strong> em atestados médicos é comum. Apesar dessa prática poder levar à <strong>demissão por justa causa</strong>, além da possibilidade de responder criminalmente, diversas notícias já mostraram a ocorrência de compra e venda de atestados falsos. </p>



<p>Para mitigar essa situação, há uma novidade: o&nbsp;<strong>Atesta CFM</strong>. Essa plataforma digital promete&nbsp;<strong>transformar a gestão de atestados médicos</strong>. Quer saber mais? Continue lendo este artigo. Nele, você encontra tudo sobre atestado médico e ainda fica por dentro do Atesta CFM, que estará disponível a partir do dia 05 de novembro de 2024 e será de uso obrigatório a partir de março de 2025.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o atestado médico?&nbsp;</h2>



<p>O atestado médico é um documento emitido por um profissional de saúde para comprovar a necessidade de afastamento do trabalho de um colaborador, seja por motivo de doença, acidente ou outra condição de saúde.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse documento é essencial para<strong>&nbsp;justificar a ausência</strong>&nbsp;e garantir que o trabalhador não tenha prejuízos no salário e nos benefícios enquanto está afastado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Da mesma forma, serve para proteger a empresa, assegurando o cumprimento das normas trabalhistas e de&nbsp;<strong>saúde ocupacional</strong>. Isso porque possibilita o acompanhamento da saúde dos colaboradores, além de minimizar riscos no ambiente de trabalho.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Obrigações legais relacionadas ao atestado médico</h2>



<p>No Brasil, o atestado médico é regulamentado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O artigo 473 da CLT é o principal dispositivo legal que trata do atestado médico no Brasil. Ele garante ao trabalhador o direito de se ausentar do trabalho, sem prejuízo de salário, em caso de necessidade de cuidados médicos comprovada por atestado.  </p>



<p>Além disso, é importante observar que convenções e acordos coletivos de trabalho também podem estabelecer condições específicas sobre atestados médicos. Vale destacar que o colaborador tem&nbsp;<strong>até 48 horas</strong>&nbsp;para apresentar o atestado à empresa.&nbsp;</p>



<p>Já o RH tem a obrigação de verificar a autenticidade e armazenar o documento adequadamente, garantindo a&nbsp;<strong>conformidade com as normas de auditoria e de proteção de dados</strong>. Especialmente com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).&nbsp;</p>



<p>Adiante, falaremos sobre o Atesta CFM, que vem para ajudar o setor na conferência da veracidade do atestado. Continue lendo para saber mais!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de atestados médicos&nbsp;</h2>



<p>Há diversos tipos de atestados médicos, e o RH deve estar preparado para tratar cada um deles. Confira os principais tipos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Atestado de consulta médica ou exame</strong>: documento emitido após uma consulta médica ou realização de exame, justificando a ausência do colaborador em período determinado. </li>



<li><strong>Atestado de acompanhamento</strong>: usado quando o colaborador precisa acompanhar um familiar a consultas médicas, cirurgias ou outros procedimentos de saúde. </li>



<li><strong>Atestado de gravidez de risco</strong>: documento específico para casos em que a gestante apresenta complicações na gravidez, justificando o afastamento parcial ou total das atividades laborais. </li>



<li><strong>Atestado odontológico</strong>: emitido por um cirurgião-dentista, é válido para justificar ausências em casos de tratamentos dentários. </li>



<li><strong>Atestado por doença (até 15 dias)</strong>: válido para justificar o afastamento por até 15 dias. Após esse período, é necessário recorrer ao INSS para solicitar auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). </li>



<li><strong>Atestado de óbito</strong>: utilizado para justificar o afastamento do colaborador em caso de falecimento de familiar, conforme a legislação trabalhista. </li>



<li><strong>Atestado por acidente de trabalho</strong>: emitido quando o colaborador sofre um acidente de trabalho, sendo fundamental para o afastamento e direito ao auxílio por incapacidade temporária. </li>



<li><strong>Atestado para licença maternidade</strong>: justifica o afastamento durante o período de licença-maternidade, sendo o mínimo de 120 dias. </li>



<li><strong>Atestado de saúde ocupacional</strong>: comprova a aptidão ao trabalho em caso de admissão (exame admissional), bem como é feito periodicamente para certificar que o colaborador continua apto a trabalhar (exame periódico). </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Diferença entre atestados médicos de até 15 dias e acima de 15 dias&nbsp;</h3>



<p>O tratamento dos atestados médicos depende da duração do afastamento do colaborador:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Atestado médico até 15 dias</strong>: quando o afastamento é de até 15 dias consecutivos, a empresa é responsável pelo pagamento do salário do colaborador. Nesse período, é necessário que o atestado seja entregue ao RH para que o trabalhador não tenha prejuízo em sua folha de pagamento. </li>



<li><strong>Atestado médico acima de 15 dias</strong>: se o afastamento ultrapassar 15 dias consecutivos, o trabalhador deve ser encaminhado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o recebimento do auxílio por incapacidade temporária. Nesse caso, o RH tem um papel importante no processo de encaminhamento, orientando o colaborador sobre os procedimentos necessários para o requerimento do benefício e realizando a comunicação adequada ao eSocial. </li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Principais desafios na gestão de atestados médicos&nbsp;</h2>



<p>O setor de RH, assim como as lideranças, pode enfrentar desafios no tratamento de atestados médicos. Entre os desafios mais comuns estão:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Falta de agilidade na gestão de atestados: </strong>empresas que concentram o recebimento e lançamento de atestados médicos nos líderes ou diretamente no RH, podem notar atrasos no registro desses documentos em sistema. Afinal, o volume de atestados pode ser alto e fazer isso manualmente toma bastante tempo. </li>



<li><strong>Impacto na folha de pagamento:</strong> o atraso no lançamento de atestados ou a falta de integração entre sistemas de ponto e folha de pagamento podem causar problemas no holerite do colaborador. Desde pagamentos ou descontos indevidos no salário, até erros em crédito de benefícios. Aqui também pode ocorrer o recolhimento incorreto de impostos. </li>



<li><strong>Controle de conformidade:</strong> sem uma solução automatizada e integrada, garantir que todos os atestados sejam devidamente registrados e processados pode ser um desafio. Além de que pode expor a empresa a riscos de multas e não conformidades legais. </li>
</ul>



<p>Vale lembrar que uma <strong>gestão correta e eficaz de atestados</strong> assegura o cumprimento da legislação e contribui diretamente para a precisão do indicador de absenteísmo. </p>



<p>Dessa forma, será possível identificar padrões de ausência, ajustar&nbsp;<strong>estratégias de retenção</strong>&nbsp;e desenvolvimento de colaboradores e atuar de maneira mais estratégica para melhoria do clima organizacional.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que deve conter em um atestado médico válido?&nbsp;</h2>



<p>Um atestado médico válido precisa conter algumas informações obrigatórias para ser aceito pelo RH e evitar inconsistências legais. Veja os principais itens que devem constar:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Identificação do profissional de saúde</strong>: nome completo, número do registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) ou outro conselho profissional. </li>



<li><strong>Data de emissão</strong>: deve ser a mesma do atendimento ou do diagnóstico. </li>



<li><strong>Período de afastamento</strong>: número de dias de repouso ou afastamento indicados pelo médico. </li>



<li><strong>CID (Código Internacional de Doenças)</strong>: não é obrigatório, mas pode ser incluído caso o colaborador autorize. </li>



<li><strong>Assinatura e carimbo do médico</strong>: a assinatura deve ser legível e, preferencialmente, acompanhada de carimbo com informações do profissional. </li>
</ul>



<p>Esses elementos garantem a autenticidade e evitam questionamentos sobre o documento apresentado pelo colaborador.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando o atestado médico pode ser recusado pelo RH?&nbsp;</h3>



<p>Existem situações em que um atestado médico pode ser recusado pelo RH, especialmente se ele não atender aos&nbsp;<strong>requisitos mínimos de validade</strong>. Alguns dos principais motivos para a recusa incluem:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ausência de informações obrigatórias, como as citadas acima. </li>



<li>Erros ou rasuras no documento que possam comprometer sua autenticidade. </li>



<li>Indícios de falsificação, como assinaturas suspeitas ou carimbos ilegíveis. </li>



<li>Atestados emitidos por profissionais não habilitados ou fora de sua área de atuação (por exemplo, um clínico geral atestando um problema odontológico). </li>
</ul>



<p>O RH precisa ser&nbsp;<strong>criterioso</strong>&nbsp;e garantir que as regras da empresa e a legislação trabalhista sejam respeitadas ao checar a validade dos atestados apresentados pelos colaboradores.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Atesta CFM e como ele funciona?&nbsp;</h2>



<p>Por falar na veracidade de atestados, aqui entra o <strong>Atesta CFM</strong>, que é uma plataforma criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para validar atestados médicos de forma digital.  </p>



<p>Lançado em setembro deste ano, <strong>a ferramenta possibilita que os atestados sejam emitidos, validados, verificados e encaminhados ao empregador de maneira online</strong>. Tudo isso confere mais segurança e autenticidade para o documento. </p>



<p>Com o Atesta CFM, há mais <strong>transparência</strong> para o colaborador e para o profissional de saúde. Além disso, o processo de gestão de atestados se torna mais <strong>ágil e seguro</strong> para as empresas, reduzindo o tempo de processamento no RH e facilitando o controle das ausências médicas, bem como a Gestão do FAP (Fator Acidentário de Prevenção). </p>



<p>Muito mais do que apenas um recurso para facilitar o dia a dia do profissional de RH,&nbsp;<strong>a ferramenta será de uso obrigatório para todas as empresas a partir de março de 2025.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quer otimizar a gestão de atestados médicos no seu RH?&nbsp;</h2>



<p>Agora você já sabe o que um atestado médico precisa ter para ser válido, quais os principais tipos de atestados que existem, os desafios para gestão de afastamentos e o que é o Atesta CFM.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Que tal começar a ganhar mais agilidade e precisão na administração dos atestados médicos e na gestão da saúde e segurança do trabalho (SST) como um todo?</strong>&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/atestado-medico-obrigacoes-e-mudancas-com-o-atesta-cfm/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalho no feriado: como funciona e o que diz a lei?</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/trabalho-no-feriado-como-funciona-e-o-que-diz-a-lei/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/trabalho-no-feriado-como-funciona-e-o-que-diz-a-lei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 18:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Exigências Legais]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de folha]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Ponto Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[lei trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6276</guid>

					<description><![CDATA[Descubra tudo sobre o trabalho no feriado e esteja preparado para esclarecer as dúvidas dos colaboradores e calcular corretamente a folha de pagamento. O trabalho no feriado é uma realidade para muitos brasileiros,&#160;especialmente em setores que não podem interromper suas atividades&#160;—&#160;como saúde, segurança, transporte e, em algumas situações, comércio.&#160;&#160; Esses trabalhadores são essenciais para garantir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Descubra tudo sobre o trabalho no feriado e esteja preparado para esclarecer as dúvidas dos colaboradores e calcular corretamente a folha de pagamento.</p>



<p>O trabalho no feriado é uma realidade para muitos brasileiros,&nbsp;<strong>especialmente em setores que não podem interromper suas atividades</strong>&nbsp;—&nbsp;como saúde, segurança, transporte e, em algumas situações, comércio.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esses trabalhadores são essenciais para garantir o funcionamento de serviços fundamentais à sociedade, independentemente da data. Além disso, setores como lazer e turismo também costumam operar nos feriados, devido ao aumento da demanda durante esses períodos.&nbsp;</p>



<p>No entanto, o trabalho em feriados ainda é trabalho e, portanto,&nbsp;<strong>regido pela legislação trabalhista</strong>. Essas normas visam proteger os direitos dos trabalhadores, garantindo a manutenção do<strong>&nbsp;equilíbrio entre as necessidades empresariais e os direitos dos funcionários</strong>. Evita-se, assim, abusos, mantendo-se um ambiente de trabalho justo e produtivo.&nbsp;</p>



<p>Neste artigo, abordaremos como o trabalho em feriados é regulamentado pela legislação brasileira. Assim como quais são os direitos dos colaboradores, as obrigações das empresas e como funcionam as compensações e remunerações. Também exploraremos questões relacionadas ao home office, banco de horas, estagiários e outros aspectos essenciais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conceito de feriado</h2>



<p>É importante não confundir dias festivos com dias de feriado. Embora alguns dias festivos possam ser considerados feriados, nem todos o são.&nbsp;<strong>Feriados são datas específicas estabelecidas por lei federal, estadual ou municipal. Nesse caso, o trabalho é suspenso ou, se realizado, deve ser compensado conforme a legislação.</strong>&nbsp;Já os dias festivos podem ser ocasiões comemorativas que não possuem caráter legal de feriado.&nbsp;</p>



<p>Um exemplo comum é o Carnaval que, apesar de ser amplamente celebrado em todo o país, não é considerado um feriado nacional. A Lei nº 9.093/1995, que trata dos feriados civis e religiosos, não inclui a terça-feira de Carnaval como feriado.  </p>



<p>Portanto, o trabalho pode ser exigido normalmente nesse período, salvo em localidades onde há decretos municipais ou estaduais que determinem o contrário.&nbsp;</p>



<p>Essa distinção entre dias festivos e feriados é fundamental para que empregadores e empregados compreendam corretamente seus direitos e deveres trabalhistas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a lei sobre trabalho no feriado?</h2>



<p>O trabalho em feriados é, via de regra, vedado pelo&nbsp;<strong>artigo 70 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</strong>&nbsp;— garantindo, assim, o direito ao descanso físico e mental dos trabalhadores.&nbsp;</p>



<p>No entanto, <strong>a Lei 605/1949 (Lei do Repouso Semanal Remunerado)</strong> estabelece exceções.  </p>



<p>De acordo com o seu&nbsp;<strong>artigo 9</strong>, em atividades em que não é possível suspender o trabalho nos feriados civis e religiosos, o empregador deve pagar a&nbsp;<strong>remuneração em dobro ao trabalhador</strong>&nbsp;ou conceder outro dia de&nbsp;<strong>folga compensatória</strong>.&nbsp;</p>



<p>A legislação trabalhista brasileira assegura, portanto, que o trabalho em feriados deve ser uma exceção E quando for necessário, o empregado deve ser adequadamente compensado. Nesse sentido, o&nbsp;<strong>artigo 59 da CLT</strong>&nbsp;permite que a compensação de horas seja acordada entre empregador e empregado.</p>



<p>Isso ocorre por meio de&nbsp;<strong>acordos individuais ou coletivos</strong>, inclusive através do sistema de&nbsp;<strong>banco de horas</strong>. Assim, garante que o trabalhador receba a devida compensação, seja por meio de remuneração em dobro ou folga compensatória.&nbsp;</p>



<p>Essas normas formam uma estrutura jurídica sólida, equilibrando as necessidades dos setores essenciais com a proteção do direito ao descanso dos trabalhadores. Dessa forma, oferece compensações justas para aqueles que precisam trabalhar nessas datas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No restante deste artigo, vamos explorar com mais detalhes e exemplos como a legislação funciona na prática. Cada tópico será abordado de acordo com as normas estabelecidas na CLT e na Lei 605/1949. A seguir, entenda exatamente como esses direitos são garantidos na prática.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem pode&nbsp;ou deve&nbsp;trabalhar no feriado?&nbsp;</h3>



<p>Como vimos anteriormente, existem alguns setores que, devido à sua natureza essencial, não podem interromper suas atividades. Agora, vamos explorar mais detalhadamente esses segmentos e entender por que o trabalho no feriado é permitido, além das implicações para os trabalhadores envolvidos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Saúde</strong>: hospitais, clínicas, postos de saúde e farmácias estão entre os estabelecimentos que não podem suspender suas atividades Isso porque são essenciais para o cuidado da vida humana e o bem-estar da população. Assim, médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais da saúde podem ser convocados para trabalhar em feriados, com direito à devida compensação. </li>



<li><strong>Segurança</strong>: tanto a segurança pública quanto a privada são áreas que demandam a continuidade de suas operações. Polícias, bombeiros e equipes de vigilância privada, por exemplo, precisam estar disponíveis para garantir a ordem e a segurança da população. Esses profissionais, por atuarem em setores críticos, são frequentemente convocados para trabalhar em feriados. </li>



<li><strong>Transporte</strong>: o transporte é outro setor essencial que deve continuar operando em feriados. Empresas de ônibus, companhias aéreas, terminais de transporte, portos entre outros, não podem interromper o fluxo de passageiros e mercadorias. Especialmente em feriados prolongados, quando a demanda por transporte costuma aumentar. </li>



<li><strong>Comércio</strong>: embora o comércio não seja tradicionalmente considerado um setor essencial, muitas convenções coletivas permitem que shoppings, supermercados e restaurantes funcionem em feriados, dado o aumento da demanda durante essas datas. No entanto, para que o trabalho nesses setores seja permitido, ele deve estar previsto em <strong>convenções coletivas</strong> ou <strong>acordos sindicais</strong>, assegurando que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Supermercados e centros de compras costumam negociar escalas de trabalho com seus funcionários, oferecendo folgas compensatórias ou remuneração em dobro para aqueles que atuam nesses dias. </li>
</ul>



<p>Adicionalmente, algumas&nbsp;<strong>indústrias que operam em regime contínuo</strong>&nbsp;– ou seja, que precisam manter suas máquinas em funcionamento 24 horas por dia – também podem convocar seus colaboradores para trabalhar em feriados.</p>



<p>Essas indústrias, como a de siderurgia e produção de energia, necessitam operar sem interrupções para evitar perdas produtivas. Nestes casos, a convocação de trabalhadores em feriados também é regida por convenções coletivas ou acordos previamente firmados entre as empresas e os sindicatos da categoria.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como é calculada a remuneração para quem trabalha no feriado?</h3>



<p>A Lei 605/1949, que regula o repouso semanal remunerado e o pagamento de salários nos feriados, estabelece que o trabalhador tem direito a receber a&nbsp;<strong>remuneração em dobro</strong>&nbsp;pelo dia de feriado trabalhado. Esse direito é uma forma de compensar o trabalhador pela perda de um dia de descanso que é garantido pela legislação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, se um funcionário tem um salário de R$ 2.000 por mês e sua jornada semanal é de 44 horas, ele receberá aproximadamente R$ 66 por dia de trabalho. Logo, se esse colaborador trabalhar em um feriado, ele deverá receber R$ 132 por esse dia.&nbsp;</p>



<p>Além disso, se o colaborador fizer <strong>horas extras</strong> no feriado, essas horas também devem ser remuneradas com um adicional de, no mínimo, 50% sobre o valor da hora normal. Assim, o valor das horas extras em um feriado deve ser calculado com o dobro da hora normal e o adicional de horas extras. </p>



<p>Vale lembrar que acordos e convenções coletivas podem estabelecer valores diferentes de adicional de horas extras. Por isso, é importante atentar às normas de cada categoria.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Compensação de horas e folga por trabalho no feriado: como funciona?</strong>&nbsp;&nbsp;</h3>



<p>Quando o trabalhador é convocado para atuar em feriados, ele tem direito a uma compensação, que pode ser feita de duas maneiras:&nbsp;</p>



<p>1)&nbsp;<strong>Remuneração em dobro</strong>&nbsp;</p>



<p>2)<strong>Folga compensatória</strong>&nbsp;</p>



<p>A escolha entre essas alternativas deve ser previamente acordada entre a empresa e o colaborador, ou estar prevista em acordo ou convenção coletiva.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<strong>folga compensatória</strong>, que substitui o pagamento em dobro, deve preferencialmente ser concedida na mesma semana em que o feriado foi trabalhado. Assim, evita-se que o descanso regular do empregado seja comprometido. Entretanto, caso haja acordo entre as partes, essa folga pode ser usufruída em até 30 dias após o feriado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A concessão da folga compensatória, contudo, deve ser feita de forma que não impacte o funcionamento da organização. Empresas que seguem uma&nbsp;<strong>escala de trabalho</strong>&nbsp;devem planejar essas folgas de maneira a garantir a continuidade do serviço e o direito do trabalhador ao descanso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Banco de horas no feriado</strong>&nbsp;</h3>



<p>As empresas que utilizam o sistema de banco de horas podem aproveitar esse mecanismo para compensar o trabalho em feriados. O banco de horas permite que as&nbsp;<strong>horas trabalhadas em feriados sejam acumuladas e trocadas por dias de folga no futuro</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Entretanto, essa prática só pode ser implementada mediante&nbsp;<strong>acordo ou convenção coletiva</strong>&nbsp;ou formalização no&nbsp;<strong>contrato de trabalho</strong>. Portanto, se o banco de horas não for autorizado, a empresa deve seguir a regra padrão de remuneração em dobro ou folga compensatória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho no feriado é obrigatório?</strong>&nbsp;</h2>



<p>O trabalho em feriados só pode ser exigido se estiver claramente estabelecido no&nbsp;<strong>contrato de trabalho</strong>&nbsp;ou em acordos e&nbsp;<strong>convenções coletivas</strong>. Nos setores essenciais, como explicamos antes, o trabalho em feriados é geralmente obrigatório devido à necessidade de continuidade dos serviços prestados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Caso o trabalho no feriado não esteja previsto no contrato, acordo ou convenção coletiva, o trabalhador pode recusar a convocação, e o empregador não pode impor sanções</strong>. Contudo, em atividades essenciais ou em empresas com acordo sindical, o empregado que se recusar pode enfrentar sanções trabalhistas. Alguns exemplos são advertências e até mesmo demissão por justa causa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Feriados no home office: como funciona?</strong>&nbsp;</h2>



<p>A <strong>Lei nº 14.442/2022</strong> regulamenta o teletrabalho no Brasil, e as regras do trabalho em feriados se aplicam da mesma forma para quem trabalha nesta modalidade. Isso significa que, se um funcionário em teletrabalho for convocado para trabalhar em um feriado, tem direito a <strong>remuneração em dobro</strong> ou <strong>folga compensatória</strong>. Ou seja, funciona como qualquer outro colaborador que trabalhe presencial. </p>



<p>No contrato de trabalho do colaborador em regime de teletrabalho deve constar qual a regra de trabalho no feriado, ou seja, se o colaborador seguirá os feriados do local de sua residência ou não.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estagiário pode trabalhar no feriado?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Embora a <strong>Lei do Estágio</strong> não proíba expressamente o trabalho em feriados, é fundamental prever essa questão no <strong>termo de compromisso</strong> entre a empresa e o estagiário. Vale lembrar que o estágio tem uma função educacional. Por isso, é importante garantir que o estagiário tenha tempo suficiente para suas atividades acadêmicas. Ou seja, que o trabalho em feriados não interfira no processo de aprendizagem. </p>



<p>Assim sendo, se for necessário que o estagiário trabalhe em um feriado, é importante que a empresa respeite as normas acordadas no termo de compromisso e as regras aplicáveis ao trabalho dos estagiários.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a empresa deve registrar o trabalho no feriado no sistema de ponto?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Para evitar problemas com a fiscalização trabalhista e garantir que todas as obrigações sejam cumpridas, é essencial que os colaboradores façam o registro de ponto adequadamente. Já o&nbsp;<strong>departamento de RH</strong>&nbsp;deve conferir se as horas trabalhadas em feriados foram devidamente apuradas no&nbsp;<strong>sistema de ponto</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse registro deve incluir as horas extras realizadas, o adicional noturno (se aplicável) e a compensação por folgas ou pagamento em dobro. Garantir a conformidade no sistema de ponto eletrônico evita passivos trabalhistas, protege a empresa de sanções e facilita o processo de cálculo da folha de pagamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Automatize a rotina do RH com a Senior!</strong>&nbsp;</h3>



<p>Para que todas essas obrigações sejam devidamente cumpridas e os processos relacionados ao trabalho em feriados sejam otimizados, contar com sistemas de gestão de ponto e folha de pagamento eficientes é essencial.</p>



<p><strong>O Sistema de Folha de Pagamento da Senior é a solução ideal para garantir a precisão dos cálculos de remuneração. Enquanto o Sistema de Ponto Eletrônico faz o mesmo nas compensações e banco de horas, de maneira correta e ágil, sem margem para erros. </strong>Os benefícios incluem: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cálculo ágil e preciso</strong>: facilite o processo de cálculo da folha de pagamento e minimize erros operacionais. </li>



<li><strong>Conformidade legal</strong>: garanta que sua empresa esteja sempre em compliance com a legislação trabalhista e a LGPD. </li>



<li><strong>Solução integrada</strong>: automatize todas as rotinas de Departamento Pessoal em uma plataforma única, eliminando processos manuais. </li>



<li><strong>Autoatendimento com IA</strong>: a assistente virtual Sara facilita a resolução de dúvidas dos colaboradores em tempo real. </li>



<li><strong>Redução de custos operacionais</strong>: automatize processos, eliminando o uso de papel e economizando recursos. </li>
</ul>



<p>Com o&nbsp;<strong>Sistema de Folha de Pagamento | Senior HCM</strong>, sua empresa estará sempre em dia com as obrigações trabalhistas, promovendo mais eficiência e segurança jurídica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho no feriado: descomplicou?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Como vimos, o trabalho no feriado é uma exceção legalmente prevista, além de uma realidade em diversos setores essenciais e comerciais no Brasil. Para garantir um equilíbrio entre as necessidades operacionais das empresas e os direitos dos trabalhadores, a legislação oferece mecanismos claros de compensação e remuneração.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Agora que você já sabe como funcionam essas regras, poderá melhorar sua atuação como empregador, agindo de forma justa e dentro da lei.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com o apoio de ferramentas de gestão eficazes, como o Sistema de Folha de Pagamento da Senior, as empresas podem automatizar o cumprimento dessas obrigações, assegurando conformidade legal e eficiência nos processos de RH. Além de proteger seus colaboradores e o próprio negócio de eventuais riscos legais.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/trabalho-no-feriado-como-funciona-e-o-que-diz-a-lei/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assinatura da folha de ponto: o que é, como funciona e vantagens</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/assinatura-da-folha-de-ponto-o-que-e-como-funciona-e-vantagens/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/assinatura-da-folha-de-ponto-o-que-e-como-funciona-e-vantagens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 15:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Ponto Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto eletrônico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6199</guid>

					<description><![CDATA[Saiba como funciona a assinatura da folha de ponto de forma eletrônica, sua importância, os benefícios, validade jurídica e por que adotar a assinatura digital. A assinatura da folha de ponto é um procedimento essencial para a gestão de Recursos Humanos, pois&#160;garante a validação dos registros de jornada de trabalho dos colaboradores. Com a transformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Saiba como funciona a assinatura da folha de ponto de forma eletrônica, sua importância, os benefícios, validade jurídica e por que adotar a assinatura digital.</p>



<p>A assinatura da folha de ponto é um procedimento essencial para a gestão de Recursos Humanos, pois&nbsp;<strong>garante a validação dos registros de jornada de trabalho dos colaboradores</strong>. Com a transformação digital, muitas empresas estão adotando a&nbsp;<strong>assinatura eletrônica</strong>&nbsp;para otimizar e agilizar esse processo. Assim, estão adaptando essa nova realidade ao contexto trabalhista.&nbsp;</p>



<p>Neste artigo, exploraremos o que é a assinatura da folha de ponto, como funciona, o que diz a legislação e quais são suas principais vantagens, com destaque especial para o&nbsp;<strong>Sistema de Ponto Eletrônico da Senior</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a assinatura da folha de ponto?</strong>&nbsp;</h2>



<p>A assinatura da folha de ponto é o processo pelo qual os colaboradores&nbsp;<strong>validam os registros de suas jornadas de trabalho</strong>. Esse procedimento pode ser realizado de forma manual ou eletrônica, dependendo do sistema de ponto adotado pela empresa.&nbsp;</p>



<p>A validação da folha de ponto&nbsp;<strong>proporciona transparência entre empregadores e empregados.&nbsp;</strong>Assegura que ambas as partes concordem com os horários registrados e eventuais alterações de tratamento (como inclusão manual de marcações por falta de registro eletrônico). A conferência do espelho de ponto e concordância expressa ajuda a garantir a precisão dos registros e evitar futuros passivos trabalhistas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Assinatura eletrônica vs. assinatura digital: existe diferença?</strong>&nbsp;</h3>



<p>Na verdade, a assinatura eletrônica e a assinatura digital são iguais. Entretanto, a assinatura digital é ainda mais qualificada. Entenda mais detalhes a seguir.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é a assinatura eletrônica?</strong>&nbsp;</h4>



<p>A assinatura eletrônica é um termo abrangente que inclui&nbsp;<strong>qualquer método eletrônico utilizado para assinar um documento</strong>. Ela pode englobar várias formas de validação, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Senhas numéricas;</li>



<li>Tokens;</li>



<li>SMS;</li>



<li>Geolocalização</li>



<li>Biometria (como impressões digitais ou reconhecimento facial);</li>



<li>E outras tecnologias.  </li>
</ul>



<p>A principal característica da assinatura eletrônica é sua&nbsp;<strong>versatilidade. Além disso, é notável como agiliza processos ao fornecer uma maneira rápida e prática de validar a identidade de um signatário.&nbsp;</strong>Por exemplo, um funcionário pode validar sua folha de ponto ao receber uma mensagem SMS com um código de verificação que deve ser inserido no sistema.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é a assinatura digital?</strong>&nbsp;</h4>



<p>A assinatura digital é um&nbsp;<strong>tipo específico de assinatura eletrônica</strong>, que utiliza criptografia assimétrica para garantir a segurança e a autenticidade. Ela requer um&nbsp;<strong>certificado digital</strong>, que funciona como uma identidade digital para a pessoa ou organização. Este certificado é emitido por uma autoridade certificadora confiável e garante que a assinatura digital seja legalmente válida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios da assinatura eletrônica</strong>&nbsp;</h2>



<p>A assinatura eletrônica passou a ter validade jurídica com a Lei nº 14.063/2020. Como consequência, as empresas contam com mais segurança jurídica e diversos benefícios. Confira: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redução de custos</strong>: ambas ajudam a reduzir custos operacionais ao eliminar a necessidade de papel e armazenamento físico de documentos; </li>



<li><strong>Sustentabilidade</strong>: a eliminação do uso de papel contribui para práticas mais sustentáveis, reduzindo o impacto ambiental. Empresas que adotam a assinatura eletrônica podem promover suas práticas de ESG (Environmental, Social and Governance – Ambiental, Social e Governança). Dessa forma, atraem clientes e parceiros que valorizam a sustentabilidade; </li>



<li><strong>Agilidade</strong>: aceleram o processamento de documentos, permitindo que acordos e processos sejam concluídos rapidamente. Por exemplo, a assinatura eletrônica permite que contratos e documentos sejam assinados em minutos. Tudo isso independentemente da localização dos signatários (que, ainda, evitam perda de tempo e dinheiro com deslocamentos); </li>



<li><strong>Segurança</strong>: garantem a autenticidade e a integridade dos documentos, protegendo contra fraudes e manipulações; </li>



<li><strong>Conformidade com a LGPD</strong>: facilita o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo o manuseio seguro de dados pessoais e a proteção de acessos não autorizados aos dados de colaboradores e clientes.  </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ponto eletrônico</strong>&nbsp;</h2>



<p>O ponto eletrônico é um <strong>sistema informatizado que registra os horários de entrada, saída e intervalos dos funcionários</strong>. Empresas que utilizam sistemas de ponto eletrônico, como a solução de ponto da Senior, desfrutam de maior controle e eficiência na gestão da jornada de trabalho. Ou seja, é mais fácil gerir a assiduidade e a pontualidade dos colaboradores. Assim como é possível  identificar padrões para tomar decisões fundamentadas sobre a gestão de pessoal. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a&nbsp;</strong><strong>assinatura da folha de ponto de forma eletrônica</strong><strong>?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Para que a assinatura da folha de ponto ocorra de forma eletrônica, a empresa deve adotar um <strong>sistema de ponto digital</strong>. Após a implementação, os colaboradores podem validar seus registros de jornada de trabalho de maneira simples e segura. Isso acontece através de login no sistema e métodos de autenticação como biometria ou reconhecimento facial: desfrutando, assim, de flexibilidade e praticidade. </p>



<p>Por exemplo, um colaborador pode usar seu smartphone para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acessar o sistema de ponto;</li>



<li>Verificar seus horários;</li>



<li>Fazer a assinatura da folha de ponto eletronicamente com seus dados de acesso e autenticação. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>É seguro usar a assinatura eletrônica da folha de ponto?</strong>&nbsp;</h3>



<p>Sim, desde que a empresa utilize sistemas que cumpram com as diretrizes legais e de segurança da informação. Aqui estão alguns motivos que garantem essa segurança:&nbsp;</p>



<p><strong>1. Tecnologias de autenticação seguras</strong>: a assinatura eletrônica pode utilizar diversos métodos de autenticação confiáveis. Alguns exemplos são: biometria (impressão digital ou reconhecimento facial), senhas seguras e tokens. Essas tecnologias garantem que a identidade do colaborador seja verificada com precisão, evitando falsificações. Vamos explorar essas tecnologias:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Biometria</strong>: utiliza características físicas únicas de uma pessoa, como as impressões digitais, para identificação. Isso a torna uma forma altamente segura de autenticação, já que é quase impossível replicar ou falsificar características individuais. Por exemplo, ao usar a impressão digital, o sistema compara a digital do usuário com um padrão previamente armazenado. Se houver correspondência, o acesso é concedido; </li>



<li><strong>Reconhecimento facial</strong>: também considerada uma autenticação biométrica, o reconhecimento facial analisa vários pontos no rosto do usuário. Dessa forma, cria um mapa facial único, sendo difícil de fraudar, pois considera fatores como a distância entre os olhos, a largura do nariz e a forma das maçãs do rosto, tornando a autenticação extremamente precisa e segura;</li>



<li><strong>Senhas seguras</strong>: esse tipo de senha combina letras, números e caracteres especiais, criando uma sequência difícil de adivinhar. A segurança de uma senha pode ser aumentada com a exigência de alterações periódicas e a proibição de reutilização de senhas antigas. Além disso, a implementação de políticas de senha forte e a educação dos usuários sobre a criação de senhas robustas são práticas essenciais;</li>



<li><strong>Tokens</strong>: podem ser dispositivos físicos, como um chaveiro eletrônico, ou virtuais, como aplicativos móveis com autenticação de dois fatores (2FA). Este último gera códigos de autenticação únicos e temporários que mudam em intervalos regulares e são usados junto com uma senha para fornecer um nível adicional de segurança. Por exemplo, mesmo que uma senha seja comprometida, um invasor ainda precisaria do token físico ou do acesso ao aplicativo para obter o código necessário para autenticação;</li>
</ul>



<p><strong>2</strong>.&nbsp;<strong>Criptografia de dados:</strong>&nbsp;sistemas de assinatura eletrônica frequentemente utilizam criptografia avançada para proteger os dados durante a transmissão e armazenamento. Isso impede que informações sensíveis sejam interceptadas ou alteradas por terceiros, garantindo a integridade dos documentos.</p>



<p><strong>3. Registro de atividades:</strong> sistemas de ponto eletrônico mantêm um registro detalhado de todas as atividades relacionadas à assinatura da folha de ponto. Isso inclui quem assinou, quando e de onde, proporcionando uma trilha de auditoria que pode ser verificada em caso de processos trabalhistas ou a pedido de órgãos como o Ministério do Trabalho (MTE) — esses registros detalhados são essenciais para a transparência e a responsabilidade; </p>



<p><strong>4. Prevenção de fraudes:</strong>&nbsp;a utilização de métodos de autenticação biométrica e outras tecnologias avançadas reduz significativamente o risco de fraudes e manipulações nos registros de ponto. Essas tecnologias garantem que a identidade do colaborador seja verificada com precisão, evitando falsificações e protegendo assim empresa e colaboradores;&nbsp;</p>



<p><strong>5. Armazenamento seguro:</strong>&nbsp;documentos assinados eletronicamente são armazenados de forma segura em servidores protegidos, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Esses documentos não podem ser alterados uma vez assinados, isso garante que os registros estejam sempre disponíveis, íntegros e protegidos contra perda ou acesso não autorizado.&nbsp;</p>



<p>Como você pôde perceber até aqui, a assinatura eletrônica da folha de ponto é uma solução eficiente, prática e segura para empresas que buscam otimizar seus processos de RH. Com respaldo legal e diversas vantagens, esse método está se tornando cada vez mais comum e essencial para a gestão moderna de Recursos Humanos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Senior pode ajudar com a otimização da gestão da jornada e a</strong><strong>&nbsp;assinatura da folha de ponto</strong><strong>?</strong>&nbsp;</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Sistema de Ponto Eletrônico | Senior HCM</strong>&nbsp;é uma&nbsp;<strong>solução completa para a gestão de jornada de trabalho</strong>. Ele proporciona&nbsp;<strong>autonomia e facilidade no registro de ponto, que pode ser feito</strong>de qualquer lugar e a qualquer hora, por meio da marcação web e mobile, por reconhecimento facial, geolocalização e enquadrado como REP-P.</p>



<p>A Solução de Ponto da Senior também conta com assinatura da folha ponto de maneira eletrônica por meio de páginas da Web ou dispositivos móveis.&nbsp;Assim, o colaborador ganha uma&nbsp;nova experiência, muito mais transparente e segura, o que aumenta sua confiança.&nbsp;</p>



<p>Sem falar que a solução permite a descentralização do processo de ajuste e aprovação de ponto, reduzindo custos e aumentando a produtividade das lideranças e do RH.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;<strong>Sistema de Ponto Eletrônico | Senior HCM</strong>&nbsp;se destaca por sua flexibilidade, segurança e conformidade legal, proporcionando uma gestão de jornada de trabalho eficiente e integrada. Empresas que adotam a tecnologia estão melhor posicionadas para enfrentar os desafios da transformação digital e para criar um ambiente de trabalho mais eficiente e seguro.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/assinatura-da-folha-de-ponto-o-que-e-como-funciona-e-vantagens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Substituição da DIRF: o que muda para as empresas?</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/substituicao-da-dirf-o-que-muda-para-as-empresas/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/substituicao-da-dirf-o-que-muda-para-as-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 20:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[e-Social]]></category>
		<category><![CDATA[EFD-Reinf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inovar-asc.com.br/?p=6116</guid>

					<description><![CDATA[A DIRF será extinta em 2025, e algumas empresas ainda estão em dúvidas quanto a essa alteração. Isso porque ela traz uma série de mudanças que buscam a simplificação tributária e a modernização nos processos de entregas fiscais. Estabelecido pela Instrução Normativa 2.096/2022, a mudança prevê a substituição da DIRF pela EFD-Reinf, que estava sendo preparada desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A DIRF será extinta em 2025, e algumas empresas ainda estão em dúvidas quanto a essa alteração. Isso porque ela traz uma série de mudanças que buscam a simplificação tributária e a modernização nos processos de entregas fiscais.</p>



<p>Estabelecido pela <a href="http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=125062" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instrução Normativa 2.096/2022</a>, a mudança prevê a substituição da DIRF pela EFD-Reinf, que estava sendo preparada desde a implantação do eSocial, concretizada em 2025. A alteração provocou uma grande movimentação nos setores de Recursos Humanos, Departamento Pessoal e área contábil das empresas, ao trazer uma ruptura nos processos. </p>



<p>Mas, afinal, o que muda com o fim da DIRF para empresas?&nbsp;Para esclarecer todas as suas dúvidas, preparamos este artigo. Confira as novidades da DIRF!&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a DIRF?</h2>



<p>A Declaração de Imposto Retido na Fonte (DIRF) é um documento que deve ser emitido anualmente pela fonte pagadora – seja ela pessoa jurídica ou pessoa física. Trata-se de uma obrigação tributária acessória, utilizada para informar a&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Receita Federal</a>&nbsp;sobre os valores de imposto de renda (IR) e outras contribuições retidas no pagamento de terceiros.</p>



<p>Na prática, a DIRF informa os valores totais recolhidos pela fonte pagadora de IR sobre o pagamento de todos os colaboradores e outros contratados, incluindo empresas, no ano anterior à emissão. Ou seja, os dados deste ano são referentes aos valores pagos em 2023 e assim sucessivamente</p>



<p>A previsão para a substituição da Dirf pela DCTFWeb era 2024, mas a coordenação do eSocial resolveu prorrogar para 2025 (Ano Calendário 2024) porque a versão 1.2 do eSocial não comtemplava todas as alterações necessárias para a substituição, portanto será publicada uma nova versão do eSocial (S-1.3) para a substituição da DIRF em 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">DIRF: por que ela deixará de existir?</h2>



<p>Como vimos até aqui, a DIRF é uma obrigação tributária acessória que auxilia a empresa a declarar os valores referente ao pagamento de colaboradores e terceiros, e informá-los à Receita Federal.</p>



<p>Entretanto, a partir de 2025, o envio de informações referente ao Imposto Retido pelas organizações sobre a remuneração dos colaboradores será alterado. Isso porque a DIRF será substituída pelo eSocial e pela EFD-Reinf a partir do dia 1º janeiro de 2024.</p>



<p>Na prática, com o fim da DIRF, as informações serão centralizadas em uma única plataforma, o eSocial. Antes, o envio das obrigações acessórias era feito por diferentes sistemas, e assim, os dados ficavam dispersos.</p>



<p>Apesar de estar com os dias contados, a DIRF ainda se mantém por um tempo, até o EFD-Reinf estar pronto para receber as informações referente às retenções.</p>



<p>Veja como fica a entrega das declarações para os próximos meses:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>DIRF 2024 e 2025:</strong> devem ser preenchidas e emitidas pelo PGD DIRF;</li>



<li><strong>DIRF 2026:</strong> a declaração referente ao ano calendário de 2025 deve ser efetuada pelo envio de informações ao eSocial e EFD-Reinf.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">O que é EFD-Reinf?&nbsp;&nbsp;</h3>



<p> A Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais – EFD Reinf é um dos módulos do Sistema de Escrituração Digital (SPED), que engloba as obrigações acessórias relacionadas às contribuições sociais e previdenciárias. Além disso, com a extinção da DIRF, ela passa a ser utilizada para informar à Receita Federal sobre as retenções relacionadas a serviços tomados, prestados, Imposto de Renda e à receita bruta. O EFD-Reinf é um módulo complementar ao eSocial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">DIRF: quem deve entregar em 2025?</h2>



<p>A obrigatoriedade da DIRF se aplica para todos que, durante o ano de 2024, efetuaram pagamentos, creditados em rendimentos com retenção na fonte de IR ou contribuições sociais, como PIS, COFINS e CSLL. Isso vale, inclusive, se o valor tiver sido pago em apenas um mês do ano.</p>



<p>Na prática, a DIRF para pessoa física e pessoa jurídica deve ser entregue nos seguintes casos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Com retenção do IR</h3>



<p>Caso tenham retido IR em pagamentos ou créditos de rendimentos, mesmo em um único mês no ano anterior:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Empresas privadas residentes no Brasil;</li>



<li>Empresas públicas:</li>



<li>Organizações individuais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Sem retenção do IR</h3>



<p>Caso ainda não tenham retido IR, são obrigadas a emitirem a DIRF:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Companhias regionais e nacionais responsáveis pela administração de desportos olímpicos;</li>



<li>Candidatos a cargos eletivos, incluindo vices e suplentes;</li>



<li>Pessoas físicas e jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil que tenham efetuado pagamento, crédito, entrega ou remessa a pessoas físicas e jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Quais as orientações para o preenchimento da DIRF?</h3>



<p>A DIRF deve ser preenchida e emitida por meio do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Gerador do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Receitas (PGD DIRF)</a>, disponível no site da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Receita Federal</a>. Após efetuar o download, é necessário informar os seguintes dados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Valores pagos ou creditados a pessoas jurídicas e físicas que residem no país e estão sujeitas à retenção do IR na fonte;</li>



<li>Valores retidos na fonte referente à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), do COFINS e a contribuição do PIS/PASEP;</li>



<li>Informações relacionadas às pessoas físicas e jurídicas remuneradas no ano anterior, incluindo nome, CPF/CNPJ e montante recebido por cada um.</li>
</ul>



<p>Com as informações devidamente preenchidas, é necessário transmitir a declaração por meio do PGD, utilizando o certificado digital da empresa ou do responsável. Portanto, mesmo com o&nbsp;<a href="https://www.senior.com.br/blog/novo-prazo-da-reinf-e-o-fim-da-dirf-com-ou-sem-emocao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fim da DIRF</a>, a entrega do documento com os valores retidos em 2024, ainda deve ser efetuado em 2025.</p>



<p>O prazo para entrega da DIRF é até 28 de fevereiro, sendo que o não cumprimento acarreta multa de 2% ao mês sobre o montante informado na declaração. Adicionalmente, é imposta uma penalidade de 200 reais para indivíduos, organizações inativas e organizações que&nbsp;<a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/optar-pelo-simples-nacional" target="_blank" rel="noreferrer noopener">optaram pelo Simples Nacional</a>. Para os demais casos, o valor é de 500 reais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mudanças no eSocial</h3>



<p>O sistema do eSocial passará por mudanças na Versão S-1.3 , tendo um layout mais simplificado para receber as informações sobre o IR relacionado aos rendimentos dos serviços.</p>



<p>No entanto, algumas coisas permanecem as mesmas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Folha de pagamento:</strong> continuam a ser apresentadas por meio dos eventos S-1200, S-1202, S-1207, S-2299 e S-2399;</li>



<li><strong>Cálculo do IRRF:</strong> assim como a DIRF, o eSocial não calcula o imposto automaticamente. Ou seja, os dados informados serão utilizados para validar a Declaração de Ajuste Anual, assim como já acontece pela DIRF anualmente;</li>



<li><strong>Evento S-1210:</strong> as informações necessárias para a DIRF serão transmitidas através do envio do S-1210.</li>
</ul>



<p>Quer saber o que muda no evento S-1210 com a substituição da DIRF na prática? Então, confira este webinar da Senior sobre o assunto:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Talk HCM | Aprenda na prática o que mudou no S-1210 para atender a DIRF 💚" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oZfm4M-S0N0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">DIRF e MP 1202: o que muda para as empresas?</h2>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/161853" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MP 1202</a>&nbsp;é uma medida provisória instituída em 2011 e prorrogada em 2019 – por meio do Progr<a href="https://www.gov.br/pgfn/pt-br/servicos/orientacoes-contribuintes/acordo-de-transacao/perse/transacao-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ama Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE)</a>. O documento previa a desoneração parcial sobre a folha de pagamento para alguns setores da indústria. Na prática, os benefícios fiscais estabeleciam a redução dos impostos federais a 0% (PIS, COFINS e CSLL) até fevereiro de 2027.</p>



<p>Prevista para ser extinta em 2023, a MP 1202 foi prorrogada pelo Congresso em dezembro do mesmo ano, e acabou sendo derrubada pelo Governo Federal. Ainda em 2023, os parlamentares derrubaram o veto por meio da&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14784.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 14.784/23</a>. Dois dias após, o presidente Lula editou a medida, revogando a Lei.</p>



<p>Com a<a href="https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2024/02/28/volta-da-cobranca-previdenciaria-para-17-setores-da-economia-e-revogada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;revogação de trechos da MP 1202</a>, as empresas que estavam inscritas no programa voltam a pagar as alíquotas novamente. Em síntese, a mudança prevê que as organizações contempladas pela MP devem substituir a contribuição previdenciária de 20% sobre os salários, por uma alíquota menor, variando de 1 a 4,5%, conforme o setor e serviço prestado.</p>



<p>No dia 2 de abril, o presidente do Senado decidiu não prorrogar a validade de parte da medida provisória editada pelo governo para acabar com a desoneração da folha de pagamentos. A decisão, na prática, mantém a desoneração da folha para municípios com até 156 mil habitantes, que havia sido revogada pela medida provisória.</p>



<p>O modelo proposto de reoneração é dividido em dois grupos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O primeiro inclui 17 atividades listadas pelo CNAE e estabelece um aumento progressivo da alíquota, iniciando em 10% até atingir 17,5% em 2027, para que, em 2028, o valor volte a ser 20%;</li>



<li>Já o segundo grupo lista 25 atividades, que devem começar a pagar uma alíquota de 15% para chegar a 18,75% em 2027, retornando para 20% em 2028.</li>
</ul>



<p>Em contrapartida, a MP exige que as empresas contempladas mantenham a quantidade de empregados igual ou superior em 1º de janeiro de cada ano, o descumprimento pode levar à perda do benefício.</p>



<p>A discussão continua no congresso. Caso seja aprovada, os setores contemplados deverão voltar a pagar impostos sobre a folha de pagamento dos colaboradores. Isso significa que deverão informar os valores à Receita Federal por meio do EFD-Reinf. Antes, os dados eram apresentados anualmente pelo DIRF.</p>



<p>O assunto vai longe no âmbito político, no entanto, sua empresa deve estar preparada para lidar com as mudanças. Por isso, entender as novidades na declaração do IRRF é fundamental para evitar problemas futuros.</p>



<p>Depois de ler esse conteúdo, você ainda está com dúvidas? Então, assista este webinar sobre o assunto: </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Talk HCM | Aprenda na prática o que mudou no S-1210 para atender a DIRF 💚" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oZfm4M-S0N0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conheça <a href="https://inovar-asc.com.br/erp/senior-gestao-de-pessoas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> toda as soluções que oferecemos para você manter o compliance com a legislação brasileira os envios ao eSocial automaticamente e com tranquilidade.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/substituicao-da-dirf-o-que-muda-para-as-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
