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	<title>Agronegócio &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
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		<title>Gestão de pessoas no agro: desafios e oportunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 12:50:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O perfil do trabalhador do agronegócio mudou: de funções operacionais para profissionais tecnicamente e digitalmente capacitados, capazes de tirar proveito das tecnologias que integram a rotina do campo Um dos pilares da economia nacional – responsável por cerca de 25% do PIB e 50% das exportações nacionais –, o agronegócio gera emprego e renda em [&#8230;]]]></description>
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<p>O perfil do trabalhador do agronegócio mudou: de funções operacionais para profissionais tecnicamente e digitalmente capacitados, capazes de tirar proveito das tecnologias que integram a rotina do campo</p>



<p>Um dos pilares da economia nacional – responsável por cerca de 25% do PIB e 50% das exportações nacionais –, o agronegócio gera emprego e renda em todo o país. Um de seus maiores desafios atuais, porém, não está apenas na produção ou tecnologia, mas nas pessoas. A gestão de pessoas no agro se consolida como um diferencial essencial para a produtividade, a inovação e a sustentabilidade no campo.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/pesquisas/panorama-de-agronegocios" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Segundo a consultoria Robert Half</a>, uma das principais dificuldades atuais das empresas do agronegócio no Brasil é encontrar mão de obra qualificada. Esse cenário se intensificou com a transformação digital do campo, que exige profissionais com competências técnicas segmentadas. Engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, especialistas em dados e operadores precisam ser desenvolvidos, valorizados e retidos. </p>



<p>Neste contexto, a boa gestão de recursos humanos no agronegócio se torna um diferencial estratégico. Afinal de contas, são as pessoas que garantem a eficiência da operação, sobretudo ao adotar de forma eficiente novas tecnologias, valorizar a segurança no trabalho e a construção de uma cultura organizacional forte e sustentável. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O cenário atual da gestão de pessoas no agro&nbsp;</h2>



<p>O perfil do trabalhador rural se transformou nos últimos anos.&nbsp;</p>



<p>Se antes predominavam funções essencialmente operacionais, hoje o agronegócio demanda profissionais técnicos e digitalmente capacitados, sobretudo em um cenário de automação da agroindústria. Sendo assim, a gestão de pessoas no agro precisa acompanhar essa evolução e lidar com uma série de desafios recorrentes ao segmento: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Escassez de mão de obra qualificada</strong>: a competição por talentos é alta e, muitas vezes, as regiões rurais têm dificuldades em atrair e obter a retenção de colaboradores com formação técnica. </li>



<li><strong>Alta rotatividade de trabalhadores temporários e sazonais</strong>: um setor reconhecido pela influência da sazonalidade, que impacta a continuidade dos processos e requer o treinamento constante de pessoas. </li>



<li><strong>Cumprimento da</strong> <strong>legislação trabalhista:</strong> é dever das empresas assegurarem a promoção de um ambiente seguro e saudável para os seus colaboradores. </li>



<li><strong>Imprevisibilidade do clima: </strong>uma das características do agro que afeta cronogramas de plantio, colheita e operação e, consequentemente, a rotina dos colaboradores. </li>



<li><strong>Gestão de equipes remotas</strong>: com estruturas descentralizadas, há necessidade de aprimorar a comunicação e o controle eficiente à distância em relação às questões inerentes ao RH. </li>



<li><strong>Plano de sucessão</strong>: a longevidade dos negócios no agro passa pela formação de novas lideranças e uma transição geracional bem estruturada, um desafio comum a todos os perfis de empresas no mundo. </li>
</ul>



<p>Diante desse cenário, as boas práticas de Recursos Humanos no agronegócio precisam se reinventar, com ações mais modernas e alinhadas à nova rotina do segmento.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://d2nytdlptrqhdi.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/08/27083555/gestao-de-pessoas-no-agro-853x480.jpeg" alt="" class="wp-image-821633"/></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Boas práticas de gestão de pessoas no agro&nbsp;</h2>



<p>Uma gestão de pessoas eficiente começa com planejamento estratégico. Não basta apenas contratar: é necessário pensar na jornada do colaborador desde o primeiro contato – e o onboarding – até uma estrutura de treinamento e desenvolvimento contínua. Veja algumas boas práticas a serem pensadas e adequadas para o contexto do agronegócio: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Planejamento de cargos, salários e estrutura organizacional</strong>: definir funções com clareza, promover equidade salarial e organizar a operação de forma eficiente, com uma divisão acertada de tarefas e funções. </li>



<li><strong>Recrutamento e seleção direcionados</strong>: investir em ações que valorizem o campo como ambiente de oportunidades profissionais, oferecendo programas de estágio, bolsas de estudo e parcerias com instituições de ensino, que podem contribuir tanto na reputação como marca empregadora quanto a melhorar a forma de encontrar profissionais mais preparados. </li>



<li><strong>Capacitação técnica e comportamental</strong>: realizar treinamentos, programas de desenvolvimento e incentivo à formação contínua ajudam a alinhar os times às demandas do setor. É preciso também assegurar que os profissionais estejam imersos nas exigências e necessidades do segmento: gestão de originação agrícola, de royalties e aspectos de comercialização de produtos agrícolas, por exemplo. </li>
</ul>



<p>Todos estes pontos refletem diretamente na forma como uma empresa do agro é enxergada por talentos mais qualificados e que detenham conhecimento nas especificidades do setor, contribuindo para aumentar o engajamento e a retenção de talentos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Soluções tecnológicas que apoiam a gestão de pessoas no agro&nbsp;</h2>



<p>A tecnologia é uma grande aliada na gestão de recursos humanos no agronegócio. Ao integrar ferramentas digitais à rotina de administração, é possível tomar decisões mais rápidas, assertivas e baseadas em dados.&nbsp;</p>



<p>Um dos aspectos cruciais envolve <strong>sistemas de RH especializados integrados ao ERP do agronegócio. </strong>Juntos, as soluções automatizam processos como folha de pagamento, gestão de benefícios, admissões e desligamentos. </p>



<p>Em ambientes espalhados e com a presença de equipes remotas e temporárias, a <strong>gestão de ponto e controle de jornada </strong>se destaca: permitem acompanhar em tempo real a presença e a produtividade. As <strong>plataformas de treinamento corporativo online</strong> e <strong>trilhas de aprendizagem</strong> viabilizam a capacitação contínua, com conteúdo atualizado e adaptado às funções no campo e às necessidades do negócio. </p>



<p>Todos esses pontos podem ser acompanhados a partir de&nbsp;<strong>indicadores de desempenho da força de trabalho.&nbsp;</strong>Esses KPIs ajudam gestores a identificar gargalos, mapear talentos, propor melhorias e reconhecer boas práticas desenvolvidas e integradas ao dia a dia.&nbsp;</p>



<p>Essas soluções, quando bem implementadas, tornam a gestão de pessoas no agro mais eficiente, estratégica e focada na valorização do capital humano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios da gestão estratégica de pessoas no agro&nbsp;</h2>



<p>Adotar uma abordagem estruturada e tecnológica na gestão de pessoas traz resultados concretos para as operações agrícolas e para a sustentabilidade dos negócios. Entre as principais vantagens, estão:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução de turnover e maior retenção de talentos; </li>



<li>Aumento do engajamento e da satisfação das equipes; </li>



<li>Ganho de produtividade e de eficiência operacional; </li>



<li>Melhoria na comunicação interna e no clima organizacional; </li>



<li>Preparação para sucessão, com desenvolvimento de líderes e continuidade do negócio; </li>



<li>Fortalecimento da cultura organizacional, mais adaptável às transformações do setor. </li>
</ul>



<p>Mais do que resultados de curto prazo, essas práticas contribuem para a sustentabilidade do agronegócio no médio e longo prazo, promovendo relações de trabalho mais humanas. Isso, na prática, gera negócios mais inovadores e produtivos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O agro é transformado pelas pessoas&nbsp;</h2>



<p>Embora a tecnologia esteja avançando rapidamente no segmento agrícola, as pessoas são um diferencial importante para os negócios.&nbsp;</p>



<p>Por isso, as boas práticas de gestão de pessoas no agro se associam a tecnologias especializadas, como sensores, inteligência artificial e agricultura de precisão, mas nenhuma dessas inovações acontece sem o olhar, a ação e o direcionamento dado pelas pessoas e seu entendimento do setor. </p>



<p>É por isso que a gestão de Recursos Humanos no agronegócio deve ser encarada como um pilar capaz de transformar desafios em oportunidades e impulsionar o setor rumo ao futuro mais eficiente e sustentável. Investir no desenvolvimento humano, criar ambientes de trabalho saudáveis, garantir capacitação contínua e adotar soluções especializadas fortalecem a base do agronegócio: o capital humano.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>eSocial para produtor rural pessoa física: entenda as obrigações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 16:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[Produtores rurais que tenham contratado prestadores de serviço ou colaboradores fixos e temporários não estão isentos de responder pelas obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias Um produtor rural pessoa física no eSocial sofre mudanças significativas na gestão trabalhista e previdenciária do agronegócio. Mas o que significa isso? Estamos falando de um produtor rural que tenha contratado [&#8230;]]]></description>
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<p>Produtores rurais que tenham contratado prestadores de serviço ou colaboradores fixos e temporários não estão isentos de responder pelas obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias</p>



<p>Um produtor rural pessoa física no eSocial sofre mudanças significativas na gestão trabalhista e previdenciária do agronegócio. Mas o que significa isso? Estamos falando de um produtor rural que tenha contratado prestadores de serviços pessoas físicas e que não estão isentos de responder pelas respectivas obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias.&nbsp;</p>



<p>Dentro do cronograma estabelecido pelo governo federal, os produtores rurais integram o grupo 3 dos 4 obrigados a prestar informações referentes ao eSocial desde 2019 – a última obrigação, referente aos dados de segurança e saúde no trabalho (SST), passou a vigorar em 2022. </p>



<p>Portanto, se o produtor rural pessoa física no eSocial tiver empregados fixos ou temporários, deverá enviar pelo próprio sistema as informações de seus colaboradores, como vínculos e folhas de pagamento, além das questões de SST.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o eSocial e qual sua importância no agronegócio?&nbsp;</h2>



<p>Instituído em 2014, o eSocial foi criado para unificar a prestação de dados fiscais, previdenciários e trabalhistas. Sua gestão sempre esteve no rol de obrigações corporativas, visto que padroniza e ordena o envio de dados relacionados ao vínculo empregatício, à folha de pagamento, às contribuições previdenciárias, aos acidentes de trabalho, entre outros.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://d2nytdlptrqhdi.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/03/31145231/Produtor-Rural-Pessoa-Fisica-eSocial-1-900x225.jpeg" alt="" class="wp-image-816938"/></figure>
</div>


<p>Ao centralizar a prestação de informações de diferentes órgãos – Receita Federal, INSS e Caixa Econômica Federal –, o envio de informações do eSocial assegura a padronização e a segurança dos dados, garantindo o respeito às leis trabalhistas e a conformidade com a legislação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem deve aderir ao eSocial no agronegócio?&nbsp;</h2>



<p>Um produtor rural pessoa física no eSocial é aquele que desenvolve atividade de perfil rural, pesqueira ou de silvicultura. A obrigatoriedade de prestar informações ao sistema está vinculada à contratação temporária ou definitiva de colaboradores.&nbsp;</p>



<p>O tamanho da propriedade também é levado em consideração. Adota-se o termo “módulos fiscais”, definido pelo Incra e atualmente regulamentado pela Instrução Especial nº 5/2022. Dentro dessa regra, o produtor rural pessoa física eSocial se apresenta em dois perfis: </p>



<p><strong>– Segurado especial –&nbsp;</strong>Inclui pequenos produtores rurais, pescadores artesanais e indígenas que desenvolvem atividades em regime de economia familiar, sem utilização de empregados permanentes, em área de até quatro módulos fiscais. O limite de contratações temporárias é de até 120 dias em um ano, seja em período corrido ou intercalado.&nbsp;</p>



<p><strong>– Contribuinte individual –&nbsp;</strong>No contexto do agronegócio, refere-se às pessoas físicas que atuam de forma autônoma no setor rural (atividades agrícolas, pastoris ou hortifrutigranjeiras), como produtores agrícolas ou pecuaristas que exercem atividades econômicas por conta própria em área superior a quatro módulos fiscais – ou em área inferior no caso de atividade pesqueira –, com auxílio de empregados permanentes.&nbsp;</p>



<p>Em ambos os casos, por meio do eSocial, é possível registrar a contratação de trabalhadores eventuais, fazer o envio de dados ao INSS e declarar a movimentação (admissões, demissões e outras alterações). O sistema beneficia tanto empresas quanto trabalhadores ao assegurar direitos previdenciários e trabalhistas e simplificar o cumprimento das obrigações legais.&nbsp;</p>



<p>Na prática, o produtor rural pessoa física no eSocial é obrigado a prestar os dados ao contratar funcionários de forma temporária ou permanente. Produtores que contratam mão de obra informal ou não registram corretamente seus empregados podem estar sujeitos a multas e penalidades severas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as principais obrigações do produtor rural pessoa física no eSocial?&nbsp;</h2>



<p>Os registros do eSocial são tratados como eventos, divididos em periódicos e não periódicos. Estes dados são complementares e subsidiam os dados que já foram transmitidos e são atualizados sempre que houver alteração. É o caso, por exemplo, de uma admissão temporária e o seu encerramento. Mensalmente, o produtor rural pessoa física no eSocial deve informar as remunerações devidas e pagas aos colaboradores.&nbsp;</p>



<p>Entre os principais dados informados, estão:&nbsp;</p>



<p>–&nbsp;<strong>Declaração de funcionários –&nbsp;</strong>Registros de admissão, afastamentos e demissões de trabalhadores;&nbsp;</p>



<p><strong>– Folha de pagamento –&nbsp;</strong>Envio dos dados salariais e descontos obrigatórios, como INSS e FGTS;&nbsp;</p>



<p><strong>– Eventos trabalhistas –&nbsp;</strong>Comunicação de afastamentos, férias e acidentes de trabalho;&nbsp;</p>



<p><strong>– Geração e envio de Impostos –&nbsp;</strong>Recolhimento do FGTS e contribuição previdenciária, conforme os prazos estabelecidos.&nbsp;</p>



<p>Essas informações devem ser enviadas ao eSocial dentro dos prazos estipulados pelo governo, garantindo a conformidade com a legislação trabalhista e previdenciária. No caso do segurado especial, o envio das informações deve ocorrer até o dia 7 de cada mês, com o pagamento das guias até o dia 20 do mês subsequente.&nbsp;</p>



<p>Para o contribuinte individual, o envio dos dados das contribuições ocorre até o dia 15, com o pagamento até o dia 20 do mês seguinte. Em ambos os casos, o pagamento deve ser antecipado para o dia útil anterior caso não haja expediente bancário na data.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os impactos da não conformidade para o produtor rural pessoa física no eSocial&nbsp;</h2>



<p>Não cumprir com as obrigações pode resultar em penas pesadas para o produtor rural pessoa física no eSocial. O valor mínimo da multa por não prestar informações corretas ou atrasá-las é de R$ 440,07, enquanto o máximo das penalidades é de R$ 44.007,30. Em caso de reincidência, os valores podem ser aplicados em dobro. Alguns exemplos:&nbsp;</p>



<p><strong>– Multas por atraso ou omissão de informações</strong>: valores podem variar conforme a infração, podendo ultrapassar R$ 40.000,00 em casos mais graves;&nbsp;</p>



<p><strong>– Problemas com a Receita Federal</strong>: o não envio correto dos dados pode gerar inconsistências fiscais e previdenciárias;&nbsp;</p>



<p><strong>– Dificuldade para acessar crédito rural</strong>: bancos e instituições financeiras exigem regularidade fiscal para concessão de financiamentos e subsídios, o que pode atrapalhar investimentos na propriedade, compra de sementes, entre outras responsabilidades do agronegócio.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, é importante dar atenção a esses dados referentes ao produtor rural pessoa física no eSocial por questões de compliance e pelo planejamento futuro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a tecnologia pode auxiliar na gestão do eSocial para o produtor rural pessoa física?&nbsp;</h2>



<p>A digitalização da gestão no agronegócio é uma realidade que facilita o cumprimento das exigências do eSocial. As soluções tecnológicas de gestão, como os sistemas ERPs especializados para o agronegócio, permitem que produtores rurais mantenham suas informações organizadas e evitem erros que possam resultar em penalizações.&nbsp;</p>



<p>Os sistemas podem ser configurados para automatizar o envio de dados, fazendo a transmissão dentro dos prazos estabelecidos. A gestão de folha de pagamento é mais simples, com sistemas modernos calculando automaticamente salários, descontos e encargos sociais. Isso tudo integrado a outras ferramentas, que dão uma visão única para a administração das propriedades rurais.&nbsp;</p>



<p>Com isso, ocorre a redução de erros e otimização do tempo de todos os envolvidos, permitindo que o produtor rural se foque em sua atividade principal. Se a adesão ao eSocial pelo produtor rural pessoa física se tornou obrigatória para manter a regularidade trabalhista e previdenciária, esta atividade pode ser otimizada de modo inteligente com a tecnologia.&nbsp;</p>



<p>Invista em soluções tecnológicas especializadas para o agronegócio e garanta que todas as exigências sejam cumpridas, incluindo para o produtor rural pessoa física no eSocial, evitando multas e problemas legais. </p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>Livro Caixa Digital do Produtor Rural: transformando obrigações em oportunidades para a Gestão do Agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 17:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você é um produtor rural ou está envolvido na gestão de grupos agrícolas, certamente já precisou lidar com a obrigação de conformidade do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR). Mas qual é exatamente o propósito dessa obrigação acessória e como ela pode impactar positivamente sua gestão agrícola? Vamos explorar! Com o agronegócio desempenhando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você é um produtor rural ou está envolvido na gestão de grupos agrícolas, certamente já precisou lidar com a obrigação de conformidade do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR). Mas qual é exatamente o propósito dessa obrigação acessória e como ela pode impactar positivamente sua gestão agrícola? Vamos explorar!</p>



<p>Com o agronegócio desempenhando um papel fundamental na economia brasileira, representando uma parte relevante do PIB do país, fica evidente a importância de ferramentas eficazes para a gestão financeira neste setor em constante crescimento.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nesse contexto, o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) contribui para garantir a conformidade fiscal e proporcionar uma visão abrangente das finanças agrícolas.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é o livro caixa digital do produtor rural?&nbsp;</h2>



<p>O Livro Caixa é a escrituração digital dos produtores rurais e foi estabelecido pelo governo para registrar a movimentação financeira das atividades rurais dos contribuintes, fornecendo ao fisco os dados necessários.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O LCDPR foi estabelecido pela Instrução Normativa RFB nº 1.848, de 28 de novembro de 2018, que modificou a Instrução Normativa SRF nº 83, de 11 de outubro de 2001. Essa normativa visa modernizar e simplificar o registro das atividades financeiras dos produtores rurais.&nbsp;Este livro deve abranger receitas, despesas de custeio, investimentos e demais valores que integram a atividade, sendo comparável ao “SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) do Produtor Rural”.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://d2nytdlptrqhdi.cloudfront.net/wp-content/uploads/2024/02/14175313/two-farmers-stand-in-corn-field-discuss-harvest-2023-11-27-04-55-32-utc-719x480.jpg" alt="" class="wp-image-76745"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quem precisa fazer o&nbsp;livro caixa digital do produtor rural?</h2>



<p>O produtor rural que auferir, durante o ano, uma receita bruta total da atividade rural superior a&nbsp;R$4.8 milhões,&nbsp;é obrigado a se enquadrar na normativa do LCDPR&nbsp;e&nbsp;deverá entregar o arquivo digital que contém a escrituração até o prazo final da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, referente ao respectivo ano calendário.&nbsp;No entanto, mesmo que o produtor rural tenha uma receita bruta total inferior ao limite estabelecido, ele ainda tem a opção de entregar o arquivo digital contendo o LCDPR, embora não seja obrigatório.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Senior pode te ajudar&nbsp;</h2>



<p>O ERP Senior oferece todas as funcionalidades necessárias para essa escrituração, abrangendo desde a parametrização, baseada na versão 1.3 do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) até a geração do arquivo digital, tornando o processo prático e ágil. Além disso, possibilita uma gestão financeira mais eficiente controlando todas as etapas do processo agrícola, desde a aquisição de insumos até a comercialização dos produtos. </p>



<p>O sistema não apenas automatiza e registra os movimentos financeiros configurados para a geração do livro caixa, abrangendo contas a pagar e receber, baixas por compensação e movimentações entre contas bancárias, mas também permite o registro das notas fiscais no Livro Caixa Digital do Produtor Rural, garantindo uma visão completa e precisa das transações.<strong>&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p>A possibilidade de lançamentos manuais proporciona flexibilidade na gestão, assegurando que nenhuma movimentação seja negligenciada, enquanto todas essas informações ficam disponíveis na tela de integração do LCDPR, permitindo ao produtor tomar decisões embasadas em dados.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>Como impulsionar os negócios com o APP do Produtor Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 01:02:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Saiba como o app do Produtor Rural pode potencializar sua produção. A tecnologia está cada vez mais difundida nos diversos setores da sociedade, quebrando paradigmas e gerando novas formas de fazer negócios todos os dias.&#160;&#160;No agronegócio não é diferente, pois este é um dos setores da economia que mais cresce em nosso país, representando 28% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="saiba-como-o-app-do-produtor-rural-pode-potencializar-sua-producao">Saiba como o app do Produtor Rural pode potencializar sua produção.</h2>



<p>A tecnologia está cada vez mais difundida nos diversos setores da sociedade, quebrando paradigmas e gerando novas formas de fazer negócios todos os dias.&nbsp;&nbsp;No agronegócio não é diferente, pois este é um dos setores da economia que mais cresce em nosso país, representando 28% do PIB brasileiro, segundo a CNA. Neste contexto, as ferramentas de comunicação avançam muito no campo, onde pesquisas recentes nos mostram que cerca de 74% dos produtores rurais usam a internet para se atualizar, abrindo novas oportunidades todos os dias.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Mas como as empresas de agronegócio podem aproveitar essa onda e impulsionar os seus negócios?&nbsp;A resposta está no novo produto da Senior Sistemas, o APP do Produtor Rural, uma aplicação mobile que vem com um propósito tanto transacional quanto relacional. Através dela, a empresa do agronegócio poderá relacionar-se e dar transparência das suas operações com o seu produtor rural, fidelizando e fomentando a cadeia do Agronegócio!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="tudo-sobre-o-app-do-produtor-rural">Tudo sobre o APP do Produtor Rural</h2>



<p>Para atingir o seu propósito, o app atende as principais empresas que se relacionam com o produtor rural, como: agroindústrias, cerealistas, armazéns, cooperativas e revendas; e está direcionado para duas principais personas:&nbsp;o gestor de relacionamento&nbsp;e&nbsp;o produtor rural.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Do lado das empresas, o gestor de relacionamento, que acessa a plataforma&nbsp;<em>seniorX</em>, é o responsável pelas ações envolvendo a fidelização do produtor, e conta com funcionalidades como a gestão de comunicação. Com ela, é possível direcionar a comunicação, possibilitando a criação de grupos de produtores e categorias, realizando agendamentos para que as mensagens sejam enviadas no momento correto, e acompanhando em tempo real a eficiência das mesmas, através do painel de gestão de mensageria.</p>



<p>Com o painel de indicadores de acesso, que exibe informações sobre os acessos dos produtores, como datas e horários em que o aplicativo é mais acessado, o gestor de relacionamento poderá criar campanhas para melhorar o engajamento dos produtores, aproximando e fidelizando cada vez mais. O produtor rural também poderá ter participação ativa na gestão da comunicação, pois poderá enviar sugestões de conteúdo para o gestor de relacionamento, para que gere e envie as novas oportunidades de negócio.&nbsp;</p>



<p>A solução abrange toda a cadeia negócios da empresa agro, disponibilizando ao produtor rural informações como movimentações físicas, financeiras, cotações, cotas (no caso das cooperativas) e previsão do tempo, tudo isso acessando o aplicativo com a identidade visual da empresa com a qual se relaciona.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para exemplificar, vamos imaginar o seguinte cenário, uma grande cooperativa tem em seu portifólio vários negócios, como agropecuárias, supermercados e postos de combustíveis. O produtor rural, realiza compras de insumos na agropecuária, alimentando assim o contas a pagar, na sequência, faz uma entrega de grãos em uma unidade de recebimento da empresa, automaticamente ele recebe uma notificação em seu smartphone que a carga foi entregue, acessa o APP e já na tela inicial tem um resumo das suas movimentações, podendo aumentar o nível de detalhe de cada informação, como a quantidade de sacas entregues e safra, o seu saldo financeiro e a cotação atualiza das comodities. Tudo isso na palma da mão, em tempo real, sem ligações telefônicas ou deslocamentos, gerando economia e segurança no processo, tanto para o produtor quanto para a empresa!&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Toda a solução foi desenvolvida utilizando a seniorX Platform, podendo ser integrada com qualquer ERP de mercado (ou outros sistemas) através de API´s, contando com monitoramento 24×7 e com tecnologia de ponta, garantindo a melhor experiência.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>Agro sem tecnologia e gestão não é negócio</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/agro-sem-tecnologia-e-gestao-nao-e-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 13:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra “agronegócio” vem do inglês&#160;agrobusiness. E, como um negócio, engloba todo o conjunto produtivo da cadeia agrícola, desde o plantio até a comercialização, desde as grandes indústrias ao pequeno agricultor – aquele que planta para uso familiar e para vender o excedente na feira-livre da cidade, por exemplo. Todos estão inseridos na cadeia do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A palavra “agronegócio” vem do inglês&nbsp;<em>agrobusiness</em>. E, como um negócio, engloba todo o conjunto produtivo da cadeia agrícola, desde o plantio até a comercialização, desde as grandes indústrias ao pequeno agricultor – aquele que planta para uso familiar e para vender o excedente na feira-livre da cidade, por exemplo. Todos estão inseridos na cadeia do agronegócio, mesmo que seja em apenas uma de suas muitas etapas.</strong></p>
<p><strong>Por: Anaías Hafemann</strong>*</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-43465" src="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2018/05/shutterstock_244220368-e1527531440258.jpg" alt=""/></p>
<p>Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade. A redução de custos pode ser considerada uma das mais importantes pois impacta diretamente o fluxo de trabalho do produtor rural. Hoje, por exemplo, um agricultor investe cerca de 15 a 30% do custo total de combustível apenas para deslocar equipamentos – ou seja, se ele paga mil reais de combustível, poderá gastar até R$ 300 só em deslocamento.</p>
<p>O agronegócio ainda tem outra particularidade: a sazonalidade. Como um todo, o cenário da agricultura muda a cada sete anos, aumentando ou diminuindo a sua lucratividade. Em alguns anos culturas específicas como o café ou o milho estão muito boas, porém no ano seguinte esse quadro pode mudar completamente. Sem uma gestão adequada, essa oscilação pode ser muito prejudicial ao agricultor, uma vez que ele precisa saber como e quanto poupar durante as safras positivas, para que o período de baixa não traga tanto prejuízo. Quando as boas safras retornam ele consegue se recuperar mais rápido, em um negócio verdadeiramente sustentável. Por isso, os programas de gestão voltados ao campo tem de ser práticos, intuitivos, fáceis e englobar tudo isso, para que o produtor possa reduzir os custos e maximizar o lucro.</p>
<p>Para falar de produtividade, precisamos ainda olhar para a evolução da tecnologia no agronegócio. Hoje, o produtor rural investe em drones para fazer leituras de campo, em máquinas que fazem a colheita de forma automática e em uma série de outras inovações, mas muitas vezes ainda lhe falta a gestão e o controle de toda essa produção. Não adianta ter máquinas coletando informações e mandando tudo para a nuvem, se não há quem ou algo que transforme esses dados em subsídios a serem usados no campo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-43466" src="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2018/05/shutterstock_456567826-e1527531580259.jpg" alt=""/></p>
<p>Recentemente, um cliente da&nbsp;<strong>Senior</strong>&nbsp;nos procurou e pediu uma solução de gestão por metro quadrado. Ouvimos esse conceito pela primeira vez em junho do ano passado e ficamos boquiabertos. Estamos falando de um grande produtor, com 140 mil hectares, que pediu diretamente “uma gestão do espaço por metro quadrado”. Aí você pensa no tamanho de um hectare, que equivale a uma quadra em uma cidade. Então ele tem 140 mil quadras de propriedade e fala em administrar cada metro quadrado. Como isso é possível? Com tecnologia e gestão. É a única forma de conseguir fazê-lo.</p>
<h4><strong>Um bicho de muitas cabeças chamado agronegócio</strong></h4>
<p>Nós sabemos que lidar com o agronegócio não é fácil. Além das distâncias serem muito grandes, temos os desafios do dia a dia que fogem ao controle, como fenômenos climáticos, pestes e parasitas que podem comprometer toda uma safra, então tudo tem de estar muito bem controlado, do ponto de vista do negócio, e a administração gerencial deve ser minuciosa em cada etapa da cadeia. Por consequência, a tecnologia deve refletir essa demanda. Hoje, ao utilizar aplicativos e programas de gestão, um produtor consegue visualizar o total de hectares plantados, sua produtividade por fazenda e/ou por área plantada, a média de sacas por hectare e os mapas com as áreas separadas por atividade, entre outras funções, visualizando onde estão os problemas, onde a produtividade está maior ou menor, e o que precisa ser feito.</p>
<p>Outro fator muito importante – e que muitas vezes é negligenciado – é a gestão multimoeda. Por exemplo, se o cliente tem muitas compras em dólar e poucas vendas na mesma moeda, o programa de gestão deve avisar a probabilidade de déficit, a fim de que o produtor tenha tempo de rever contratos e atividades, para não ficar exposto e suscetível àquela moeda.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-43467" src="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2018/05/shutterstock_678558622-e1527531738678.jpg" alt=""/></p>
<p>Por mais tecnológico que seja seu produto, não se pode esquecer que o agricultor ainda preza muito a parceria, confiança e o aperto de mão com “olho no olho”. Então é necessário conhecer o cenário e o histórico de cada empresa com que se faz negócios – novos ou já existentes.</p>
<h4><strong>Uma breve história do agro no Brasil</strong></h4>
<p>O agronegócio evoluiu muito nos últimos 40 anos. Tudo começou quando os imigrantes vieram para o Brasil e trouxeram todo o conhecimento europeu de agricultura. Então ele surgiu no Sul do país e seguiu para outros Estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Se você colocar toda essa trajetória no papel, a evolução do campo deu um salto desde os anos 80. Apenas nos últimos vinte anos, o agronegócio cresceu 37% em área e 176% em produção. Nos próximos dez anos, a projeção de crescimento é de cerca de 15% em área e 30% em produção. Ou seja, o agro consegue usar cada vez menos área e aumentar cada vez mais a produtividade. Isso que ainda temos dezenas de milhões de hectares a serem explorados no Brasil.</p>
<p>Em 2050, seremos 9,6 bilhões de pessoas e o Brasil será responsável por 40% do mercado de agronegócio do mundo. Seremos o celeiro do mundo. Então sempre haverá investimento nesse negócio. Não importa qual é a sua linha dentro do agro: pode investir nesse segmento que as oportunidades certamente chegarão.</p>
<hr />
<p>*<strong>Anaías Hafemann é especialista de Agronegócios da Senior, uma das maiores empresas especializadas em tecnologia para gestão do País.</strong></p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>Ipea prevê crescimento do PIB em 2017 e 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2017 01:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Consumo, exportação e agropecuária puxarão o resultado neste ano. A previsão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) para os próximos anos, divulgada pela&#160;Agência Brasil, aponta crescimento de 0,7% em 2017 e de 2,6% em 2018. De acordo com os dados divulgados, o consumo das famílias, as exportações e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Consumo, exportação e agropecuária puxarão o resultado neste ano</strong>.</h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3429" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shutterstock_683994559-e1507653527639.jpg" alt="" width="600" height="424" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shutterstock_683994559-e1507653527639.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shutterstock_683994559-e1507653527639-300x212.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A previsão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) para os próximos anos, divulgada pela&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-09/ipea-preve-crescimento-do-pib-em-2017-e-2018">Agência Brasil</a>, aponta crescimento de 0,7% em 2017 e de 2,6% em 2018.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados, o consumo das famílias, as exportações e o crescimento agropecuário vão puxar o resultado neste ano. A partir do terceiro trimestre, o Ipea prevê que a indústria e os serviços tenham um peso maior na recuperação da economia.</p>
<p>Segundo o diretor da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac), José Ronaldo de Castro Souza Junior, a agropecuária teve um peso maior no primeiro semestre e atingiu um patamar muito elevado. “Acreditamos que houve uma reversão cíclica e saímos da recessão”, declara Castro, que prevê uma retomada que se dará paulatinamente.</p>
<p>O Ipea reduziu a previsão de crescimento para 2018, que era de 3,4% na análise divulgada em março. Segundo Castro, havia uma expectativa de que a reforma da previdência seria aprovada no meio do ano, o que não aconteceu. “Tornar mais sustentáveis os gastos públicos é essencial para que os investidores confiem nessa retomada e voltem a fazer aportes mais de longo prazo, especialmente em infraestrutura”, alerta, destacando que os Estados e municípios também precisam equacionar questões fiscais para garantir a retomada do crescimento.</p>
<p>A previsão para 2017 e 2018 é que o PIB da indústria cresça 0,5% e 3,4%, enquanto os serviços, 0,1% e 2,2% respectivamente. A agropecuária deve crescer 12,5% neste ano e 3,5% no ano que vem. Pela ótica das despesas, o PIB vai contar neste ano com um crescimento de 0,8% no consumo das famílias. Em 2018, a expansão prevista é 2,7%. O consumo do governo deve cair 1,9% neste ano e 0,2% no ano que vem.</p>
<p>A projeção é que o investimento (formação bruta de capital fixo) caia 2,5% neste ano, mas se recupere no ano que vem, com uma alta de 4,2%. Os dois lados da balança comercial também devem crescer nos próximos dois anos. Para as exportações, são previstas expansões de 5,6% e de 4,1%. Já para as importações, a projeção é uma alta de 3,6% neste ano e 5,1% em 2018. Entre as variáveis macroeconômicas que favorecem esse cenário, na análise do Ipea, estão a inflação, projetada em 2,9% em 2017 e em 4,2% em 2018. O Ipea acredita que a taxa básica de juros em 7% no fim de 2017 e em 2018 também seja positiva para o crescimento.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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		<title>Executivo da Senior fala sobre RH digital e tendências em gestão de pessoas para setor sucroalcooleiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 16:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[Ricardo Kremer, Gerente de Produtos HCM da Senior – empresa especializada na oferta de software para gestão empresarial, de pessoas, logística, relacionamento com clientes e para controle de acesso – fala sobre tendências de RH, impacto das tecnologias e das diferentes gerações no ambiente de trabalho e o papel da área de Recursos Humanos neste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Ricardo Kremer</strong>, Gerente de Produtos HCM da Senior – empresa especializada na oferta de software para gestão empresarial, de pessoas, logística, relacionamento com clientes e para controle de acesso – fala sobre <strong>tendências de RH, impacto das tecnologias e das diferentes gerações no ambiente de trabalho e o papel da área de Recursos Humanos neste momento de transformação</strong>. A palestra acontece durante o <strong>13º Congresso Gatua</strong>, evento organizado pelo Grupo de Tecnologia das Usinas de Açúcar, Etanol e Energia.</p></blockquote>
<p>Realizado anualmente no período que marca o início da safra, o <strong>Congresso Gatua</strong> está em sua 13ª edição. A proposta da entidade para este ano é apresentar tendências mais inovadoras de tecnologia para o fortalecimento das usinas de açúcar. A participação da Senior no evento acontece por meio do seu Canal de Distribuição <a href="http://prodama.com.br/site/2017/03/22/prodama-senior-marcam-presenca-no-13o-gatua/" target="_blank">Prodama</a>.</p>
<h3><strong>2017 será melhor ainda para o setor sucroenergético*</strong></h3>
<p>O ano de 2016 foi o melhor, em quase uma década, para o setor sucroenergético. O <strong>açúcar bateu recorde histórico de preço</strong> no mercado interno e foi às alturas no mercado externo, o que equilibrou a remuneração do etanol. A expectativa, assim, é que preços de açúcar e etanol se mantenham em alta e, como o setor estará menos endividado, ampliará os investimentos.</p>
<p>A expectativa para o segmento é que 2017 também seja um bom ano em termos de preços de mercado. De acordo com especialistas em assessoria e consultoria financeira a empresas do setor Sucroenergético, a <strong>tendência</strong> é que as empresas maximizem a produção de açúcar, mas as apostas continuam altas para que os preços continuem atrativos para o etanol em 2017.</p>
<p>Na visão de consultores, com a <strong>melhor remuneração dos produtos da</strong> <strong>cana</strong>, iniciado em 2015, uma parte maior do setor estará, em 2017, com o caixa mais equilibrado, menos no vermelho, o que permitirá mais investimentos, incrementando a cadeia sucroenergética.</p>
<p>*Com informações de <a href="http://www.canaonline.com.br/conteudo/2017-sera-melhor-ainda-para-o-setor-sucroenergetico.html#.WNPAmW8rIdW" target="_blank">matéria publicada</a> no portal Cana Online.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3177" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/gatua-e1490262905472.png" alt="" height="255" width="600" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/gatua-e1490262905472.png 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/gatua-e1490262905472-300x128.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3><strong>SERVIÇO</strong></h3>
<p>O <strong>13º Congresso Gatua</strong> acontece em <strong>Ribeirão Preto/SP</strong>, no salão de eventos do JP Hotel, na sexta-feira, 24 de março.<br />
<strong>Informações</strong>: <a href="mailto:gatua.diretoria@gmail.com" target="_blank">gatua.diretoria@gmail.com</a></p>
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		<title>Senior apresenta soluções para o Agronegócio em eventos no MT</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/senior-apresenta-solucoes-para-o-agronegocio-em-eventos-no-mt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 19:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Show Safra e Farm Show apresentam a produtores rurais da região ferramentas, hábitos, tecnologias e métodos que influenciam no rendimento final da produção. Realizado pela Fundação Rio Verde, o Show Safra BR 163 acontece de 21 a 24 de março, em Lucas do Rio Verde/MT e conta com o economista Ricardo Amorim e o historiador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Show Safra</strong> e <strong>Farm Show</strong> apresentam a produtores rurais da região ferramentas, hábitos, tecnologias e métodos que influenciam no rendimento final da produção.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3152" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Agronegocio-1-1.jpg" alt="" height="397" width="540" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Agronegocio-1-1.jpg 540w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Agronegocio-1-1-300x221.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></p>
<p>Realizado pela Fundação Rio Verde, o <strong>Show Safra BR 163</strong> acontece <strong>de 21 a 24 de março</strong>, em <strong>Lucas do Rio Verde/MT</strong> e conta com o economista Ricardo Amorim e o historiador Leandro Karnal à frente das palestras másters. Na sequência, o <strong>Farm Show</strong> deve reunir, <strong>de 28 a 31 de março</strong>, cerca de 20 mil visitantes em <strong>Primavera do Leste/MT</strong>.</p>
<p>Além de tendências do setor, a programação do <strong>Show Safra</strong> volta a atenção do produtor rural para ferramentas, hábitos, tecnologias e métodos que irão influenciar no rendimento final da produção. Em seguida, o <strong>Farm Show</strong> apresenta as maiores empresas de máquinas, implementos, irrigação, comércio e serviços, com o objetivo de fortalecer ainda mais o setor.</p>
<blockquote><p>Nos eventos, a <strong>Senior</strong> irá apresentar suas <strong>soluções flexíveis e completas</strong> que atendem necessidades e agregam valor para toda a cadeia – desde a etapa conhecida como “dentro da porteira”, atendida pela plataforma <strong>Gestão de Campo</strong>, que permite ao agricultor planejar tarefas, gerenciar equipe, acompanhar o desempenho e execução de atividades, controlar custos e gerenciar insumos, integrado com a etapa de “fora da porteira”, atendida por um completo <strong>ERP</strong> com características específicas do setor, inclusive para Cooperativas e cooperados, que pode atuar ainda integrado a <strong>sistemas de gestão logística</strong>, responsáveis desde a entrada de matérias‐primas até a expedição dos produtos acabados nos armazéns, assim como pelos contratos de fretes e expedição de cargas, com um completo sistema de Transporte.&nbsp;</p></blockquote>
<h3><strong>RECUPERAÇÃO ECONÔMICA</strong></h3>
<p>De acordo com Ricardo Amorim, para 2017 o produtor pode esperar uma melhora do mercado, com recuperação econômica de consumo, o que ajuda no mercado interno. Durante o <strong>Show Safra</strong>, o economista fala, de maneira geral, sobre duas tendências favoráveis que chamam a atenção no caso do agro brasileiro esse ano, olhando para todas as culturas de forma agregada. “A primeira é que devemos ter uma safra recorde, com crescimento expressivo, junto com preços favoráveis. Temos uma grande elevação de preços da maioria das commodities internacionais, particularmente das commodities do agro. Na contramão, o que atrapalha um pouco é que o dólar vem caindo e deve continuar a cair e isso reduz um pouco a rentabilidade, ainda assim vamos ter a movimentação total do setor, que deve ter mais um ano de crescimento, apresentando resultado bastante significativo”, explica o economista.</p>
<p>Maior vitrine tecnológica do setor agropecuário brasileiro, o <strong>Farm Show</strong> contou com 232 expositores nas diversas áreas da agricultura e pecuária em 2016. Na edição, houve comercialização de aproximadamente R$ 330 milhões e cerca de 17 mil visitantes.</p>
<blockquote><p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Show Safra BR 163<br />
</strong>De 21 a 24/03<br />
Local: Fundação Rio Verde – Lucas do Rio Verde/MT<br />
Informações: <a href="http://www.fundacaorioverde.com.br/" target="_blank">fundacaorioverde.com.br</a></p>
<p><strong>Farm Show<br />
</strong>De 28 a 31/03<br />
Local: Parque de Exposições – Primavera do Leste/MT<br />
Informações: <a href="http://www.farmshow.com.br/" target="_blank">farmshow.com.br</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE prevê maior safra da história com quase 214 milhões de toneladas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2017 18:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil poderá registrar em 2017 a maior safra de sua história: 213,7 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. As previsões, se confirmadas, indicam que este ano a safra poderá ser 16,1% superior ao total do ano passado: 184 milhões de toneladas – uma queda de 12,2% em relação ao recorde de 2015 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O Brasil poderá registrar em 2017 a maior safra de sua história: 213,7 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. As previsões, se confirmadas, indicam que este ano a safra poderá ser 16,1% superior ao total do ano passado: 184 milhões de toneladas – uma queda de 12,2% em relação ao recorde de 2015 (209,7 milhões).</strong></p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3052" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/01/ibge-preve-maior-safra-da-historia-com-quase-214-milhoes-de-toneladas.jpg" alt="IBGE prevê maior safra da história com quase 214 milhões de toneladas" width="600" height="400" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/01/ibge-preve-maior-safra-da-historia-com-quase-214-milhoes-de-toneladas.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2017/01/ibge-preve-maior-safra-da-historia-com-quase-214-milhoes-de-toneladas-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Os dados fazem parte do terceiro prognóstico para a safra deste ano e constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro, divulgado no dia 10 de janeiro de 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para o instituto, a queda de 12,2% na safra de 2016 foi a primeira retração da produção agrícola desde os 8,3% da retração da produção de 2009 e a maior desde os -13,3 da safra de 1996 na relação com a de 1995.</p>
<p>Sobre o crescimento previsto para a safra deste ano, o IBGE destaca que <strong>o aumento da produção deverá se dar em todas as regiões do país</strong>, com destaque para a previsão de crescimento de<strong> 73%</strong> para a safra do <strong>Nordeste</strong>; <strong>20,5%</strong> para o <strong>Centro-Oeste</strong>; <strong>13,4%</strong> do <strong>Norte</strong>; <strong>11,1%</strong> do <strong>Sudeste</strong>; e<strong> 5,8%</strong> da região <strong>Sul</strong> do país.</p>
<h3><strong>Números da safra 2016</strong></h3>
<p>Os últimos prognósticos do IBGE em relação à safra 2016, e que apontam para uma produção de <strong>184 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas</strong> – resultado 12,2% menor que o de 2015 – indicam que a área a ser colhida na safra do ano passado é de 57,1 milhões de hectares, representando queda de 0,9% em relação a 2014.</p>
<p>O arroz, o milho e a soja, principais produtos deste grupo, representaram 92,2% da estimativa da produção e responderam por 87,8% da área a ser colhida. Em relação a 2015, houve recuos na produção da soja (-1,8%), do arroz (-14%) e do milho (-25,7%).</p>
<h3><strong>Regiões do país</strong></h3>
<p>Para 2016, a distribuição regional esperada da produção de grão é de 75,1 milhões de toneladas no Centro-Oeste; de 73 milhões, no Sul (as duas regiões respondem juntas por 80% de toda a safra brasileira de grãos); 19,6 milhões de toneladas, no Sudeste; 9,5 milhões, no Nordeste; e 6,7 milhões, no Norte.</p>
<p>Em relação à safra de 2015, houve redução de 2,1% no Sudeste, de 12,5% no Norte, de 42% no Nordeste, de 16,3% no Centro-Oeste e de 3,6% no Sul. Na avaliação para 2016, <strong>Mato Grosso foi o maior produtor nacional de grãos</strong>, com uma participação de 23,9% no total do país, seguido pelo Paraná (19,0%) e Rio Grande do Sul (17,3%). Somados, esses três estados representaram 60,2 % do total nacional previsto.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte:<strong> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-01/ibge-preve-maior-safra-da-historia-com-quase-214-milhoes-de-toneladas" target="_blank">Agência Brasil</a>.</strong></p>
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