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	<title>custos &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2020 19:25:21 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como usar a controladoria de alta performance pode ajudar sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 19:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Controladoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Diariamente, os responsáveis pela gestão contábil e fiscal das empresas enfrentam grandes desafios para monitorar e controlar todas as atividades que envolvem essas áreas. Qualquer erro, por menor que seja, pode causar um grande problema para os negócios. Por isso, investir em uma controladoria de alta performance é a melhor aposta para resolver qualquer falha [&#8230;]]]></description>
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<p>Diariamente, os responsáveis pela gestão contábil e fiscal das empresas enfrentam grandes desafios para monitorar e controlar todas as atividades que envolvem essas áreas. Qualquer erro, por menor que seja, pode causar um grande problema para os negócios. Por isso, investir em uma controladoria de alta performance é a melhor aposta para resolver qualquer falha e garantir a eficácia organizacional.</p>



<p>Ainda não está familiarizado com a área da controladoria? Não se preocupe, pois é justamente para explicar como ela funciona, como ter uma controladoria de alta performance e como tudo isso pode ajudar com diversas questões do dia a dia da sua empresa que estamos aqui. Siga com a gente e confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do que trata a controladoria de alta performance?</h2>



<p>Bom, antes de chegarmos à alta performance, é importante ficar claro que os objetivos da área da controladoria são promover a eficácia organizacional, viabilizar a gestão econômico-financeira e participar ativamente do planejamento e do controle das operações da empresa. Com isso, podemos estabelecer como suas principais funções:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Planejamento:</strong> atuar na elaboração do plano integrado da empresa para alcançar os objetivos e metas a curto, médio e longo prazos.</li><li><strong>Organização:</strong> executar os planos de acordo com o planejado, usando uma estrutura organizada de atividades e processos.</li><li><strong>Direção:</strong> fazer uma separação eficiente das tarefas, obedecendo os limites de gestão de cada área.</li><li><strong>Controle:</strong> medir a qualidade e a eficiência dos projetos em relação aos padrões preestabelecidos, servindo de orientação para os gestores desempenharem suas funções.</li></ul>



<p>Diante do que vimos, fica evidente que a controladoria abrange todo o sistema empresarial, afinal, informações contábeis e fiscais são inerentes a todas as áreas de um negócio. É nesse ponto que entra a controladoria de alta performance, que por meio do uso da tecnologia consegue automatizar os processos e integrar esses dados, aumentando a precisão das tomadas de decisões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que usar a controladoria de alta performance é tão importante?</h2>



<p>A controladoria em si já é uma ótima ferramenta de gestão, mas para você entender a importância de usar a controladoria de alta performance, vamos mostrar como ela ajuda no dia a dia da gestão de uma maneira muito mais prática e ágil. Dessa forma, a empresa ganha em precisão, tempo e qualidade dos resultados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Apoio no planejamento estratégico</h3>



<p>O planejamento estratégico, que geralmente está centralizado na alta administração da empresa, tem a função de organizar ações e metodologias para alcançar as metas e os objetivos do negócio. Com a controladoria de alta performance, é possível ter informações de todas as áreas de forma mais ágil e precisa para elaborar um plano muito mais assertivo para a empresa.</p>



<p>Assim, o planejamento passa a contemplar as indicações dos gestores e dos colaboradores, sendo muito mais realista em relação às necessidades de todos os setores. Isso faz com que o planejamento estratégico não seja apenas um documento elaborado para cumprir um protocolo, mas uma referência a ser seguida por todos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Auxílio no plano operacional</h3>



<p>O plano operacional é a etapa dedicada à execução do que foi planejado antes. Aqui, um dos pontos principais é elaborar o planejamento orçamentário para cumprir as decisões estratégicas. A controladoria também pode ser uma grande ferramenta para realizar essa tarefa, uma vez que por meio da automação consegue reunir e calcular as previsões de receitas, despesas e faturamento.</p>



<p>Desse modo, acaba aquela história de cada gestor fazer um cálculo para repassar para o empresário, que fará um novo cálculo para analisar os valores para o próximo período. A alta performance proporcionada pela tecnologia garante exatidão, agilidade e independência aos empreendedores, que podem focar sua atenção na estratégia para alcançar os objetivos traçados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Controle organizacional</h3>



<p>O objetivo do controle organizacional é administrar e criar padrões de análise e monitoramento de ações ocorridas dentro</p>



<p>da empresa e que auxiliam na supervisão da eficácia do planejamento estratégico. Com uma controladoria de alta performance, todo esse controle pode ser feito de forma automatizada, o que gera resultados muito mais precisos e rápidos, facilitando a tomada de decisão.</p>



<p>Dependendo da tecnologia utilizada, é possível a controladoria ficar responsável por todo o acompanhamento, desde a criação de métodos de controle até a análise de resultados. No fim, é importante que se possa responder perguntas como: o desempenho da empresa está conforme o esperado? As ações estratégicas estão sendo executadas? Os resultados estão condizentes com o planejado?</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Supervisão contábil e de custos</h3>



<p>É função da controladoria monitorar todos os dados, mas quando falamos em informações contábeis e de custos, elas precisam ser suficientes para gerar referências econômicas que auxiliem nas decisões estratégicas. Por isso, os sistemas que dão alta performance à controladoria devem permitir a coleta e o registro exato dos dados contábeis e dos custos.</p>



<p>Além disso, a controladoria precisa garantir o controle de custos por área para acompanhar possíveis alterações em relação ao desempenho esperado. Dessa forma, ela assegura que uma mudança de curso possa ser feita antes do término de um período planejado, por exemplo, evitando que ocorra um prejuízo maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a WK para ter uma controladoria de alta performance</h2>



<p>Contar com uma controladoria de alta performance só trará benefícios e ajudará no dia a dia da gestão da sua empresa, como vimos. Mas a pergunta que fica é: como implementá-la? A resposta não é muito complexa, pois ela pode ser adaptada junto a outro setor do negócio, como a contabilidade ― aliás, a controladoria também é uma área das ciências contábeis, porém, que agregou conhecimentos de administração, economia, estatística e TI.</p>



<p>Entretanto, a alta performance não está tão ligada a onde ficará instalada a controladoria, mas sim a qual tecnologia será usada. Por isso, o essencial é escolher uma solução que se adapte às características de cada negócio e que consolide informações e integrações de maneira automática em todas as áreas da empresa, como a oferecida pela WK.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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		<title>Confira 7 boas práticas para uma gestão de custos eficiente na sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de custos]]></category>
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					<description><![CDATA[Fundamental para manter uma empresa saudável e fazê-la atingir seus objetivos, a gestão de custos nem sempre é uma tarefa simples, pois exige planejamento, disciplina e engajamento de toda a equipe. Trata-se de uma ação que dá solidez financeira e melhores condições ao negócio para enfrentar a concorrência e oferecer produtos e serviços de qualidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fundamental para manter uma empresa saudável e fazê-la atingir seus objetivos, a gestão de custos nem sempre é uma tarefa simples, pois exige planejamento, disciplina e engajamento de toda a equipe. Trata-se de uma ação que dá solidez financeira e melhores condições ao negócio para enfrentar a concorrência e oferecer produtos e serviços de qualidade aos clientes.</p>



<p>Porém, sabemos que nem toda empresa consegue se preparar sozinha para enfrentar os desafios da gestão de custos. Por isso, preparamos este artigo com algumas dicas sobre como melhorar essa atividade no seu negócio. Siga com a gente e confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">7 boas práticas para uma gestão de custos eficiente</h2>



<p>A administração de uma empresa envolve inúmeras áreas e, dentro delas, diversas ações diferentes para que o negócio consiga se manter sustentável. Nesse sentido, a gestão de custos surge como um processo essencial que permite controlar os gastos e usar de forma inteligente e racional os recursos disponíveis.</p>



<p>Para fazer uma gestão de custos eficiente, elencamos 7 boas práticas que você pode aplicar na sua empresa agora mesmo! Veja quais são elas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Elabore um planejamento</h3>



<p>Assim como em qualquer outro aspecto dentro da empresa, a melhor forma de iniciar uma nova ação é pelo planejamento. Antecipar de que forma deverão se comportar os gastos e planejar a maneira de conduzi-los fará toda a diferença para o sucesso da empresa.</p>



<p>Entretanto, não basta elaborar um plano excelente e não executá-lo de modo disciplinado. Valorize o seu esforço para projetar uma gestão de custos sustentável e persiga aquelas metas estabelecidas. Medir o andamento dos gastos com frequência é a melhor forma de manter tudo dentro do esperado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Diferencie os custos das despesas</h3>



<p>Muitas vezes, tratamos custos e despesas como sinônimos, mas não deve ser assim. Eles têm papéis diferentes dentro da contabilidade da empresa. Enquanto os custos estão relacionados ao que é preciso investir para produzir ou comercializar um bem ou serviço, as despesas estão associadas à parte administrativa. Em outro artigo aqui do blog explicamos em detalhes tudo isso.</p>



<p>Com essa diferenciação estando clara, o que você precisa fazer é registrar cada um dos custos e das despesas de modo detalhado. No caso dos custos, fazendo isso, é possível entender o papel de cada um deles no processo produtivo e, assim, analisar a viabilidade de reduzir ou realocar valores conforme a necessidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Envolva toda a equipe na gestão de custos</h3>



<p>Uma empresa não funciona sozinha, então, com certeza, você não vai conseguir fazer a gestão de custos com apenas um par de mãos. Alcançar eficiência nesta tarefa depende da conscientização e do apoio de todos os colaboradores. É interessante, inclusive, criar mecanismos que abram espaço para que os funcionários possam expor suas ideias sobre este assunto.</p>



<p>É muito mais fácil, por exemplo, para quem está no chão de fábrica de uma indústria identificar pontos de desperdício e indicar formas de repará-los para reduzir os gastos do que esperar que um gestor faça isso. O gestor até verá o aumento dos gastos em suas planilhas, mas não conseguirá enxergar o problema com clareza, pois não é algo do seu dia a dia.</p>



<p>Por isso, mostre a importância de ter uma cultura de redução e controle de custos que envolva a todos e como isso afeta o resultado final da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Monitore e reconfigure processos</h3>



<p>Falando em desperdícios, uma das maneiras mais eficazes para evitá-los é monitorar os processos internos e, se necessário, fazer uma nova configuração para tentar reverter a situação e recuperar as perdas. Para isso, conte com a ajuda de indicadores-chave de desempenho (KPIs). Com eles, fica mais fácil identificar onde estão as falhas que aumentam os custos e corrigi-las. Para saber mais sobre os KPIs, baixe nosso e-book sobre o assunto. É gratuito!</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 – Fique atento à gestão do estoque</h3>



<p>Um estoque mal gerenciado pode representar um aumento significativo nos custos operacionais da sua empresa. Ao gerir essa área de forma eficaz, evita-se que mercadorias fiquem encalhadas e acabem sendo perdidas, por exemplo, por um prazo de validade vencido ou uma avaria no material. Além disso, as perdas de vendas pela falta de algum produto também são minimizadas.</p>



<p>Analise com atenção a capacidade de armazenamento da sua empresa e a demanda por seus produtos e também verifique os métodos de gestão de estoque e da cadeia de suprimentos disponíveis no mercado. Somente conhecendo todos os detalhes é possível garantir que a gestão de custos do seu negócio está sendo realmente feita com eficiência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6 – Avalie os contratos com seus fornecedores</h3>



<p>Manter uma relação de confiança com os fornecedores é primordial. No entanto, por mais leais que a empresa os considere, é importante sempre verificar se não existem no mercado outras opções que possam oferecer o mesmo produto com menor custo — claro, mantendo os mesmos níveis de qualidade.</p>



<p>No entanto, se há uma relação de fidelidade entre empresa e fornecedor, vale a pena sentar e conversar sobre novas propostas de negócios que sejam mais realistas dentro das condições financeiras do seu novo planejamento de custos. Essa conversa mostra a confiança entre as partes e pode ser bastante produtiva para todo mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7 – Use a tecnologia a seu favor</h3>



<p>É claro que não podemos deixar de falar na tecnologia. A melhor forma de fazer uma gestão de custos eficiente é contar com soluções tecnológicas especializadas no assunto, que ofereçam suporte para o gerenciamento financeiro da empresa. Com tudo automatizado, é possível reduzir o número de erros nos registros, melhorar a análise e, consequentemente, tornar a tomada de decisão em relação aos custos muito mais assertiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a WK para fazer a gestão de custos na sua empresa</h2>



<p>Para automatizar a gestão de custos no seu dia a dia, aposte em um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP. Aqui na WK, oferecemos o WK Radar, que tem soluções exclusivas para a gestão de custos, independentemente do porte ou segmento da sua empresa.</p>



<p>As nossas soluções reúnem as melhores práticas de mercado em um conjunto de ferramentas e tecnologias exclusivas que permitem às empresas saber exatamente quais são os custos diretos, indiretos, fixos e variáveis de todo o seu processo produtivo. Elas também possibilitam identificar as despesas relacionadas ao processo de comercialização dos produtos.</p>



<p>Estamos falando de soluções que proporcionam uma gestão de custos eficiente e prática, auxiliando na eliminação de riscos e aumentando a competitividade no mercado. Tudo para garantir independência ao usuário e, é claro, o melhor custo-benefício.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 razões para usar um software de gestão de custos na sua empresa</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/5-razoes-para-usar-um-software-de-gestao-de-custos-na-sua-empresa/</link>
					<comments>https://inovar-asc.com.br/5-razoes-para-usar-um-software-de-gestao-de-custos-na-sua-empresa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 16:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
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					<description><![CDATA[Nunca é demais falar sobre custos, certo? Hoje, vamos seguir discutindo este assunto, mas explorando um aspecto diferente: o uso da tecnologia, que citamos no artigo sobre boas práticas para ter uma gestão de custos eficiente. Nosso objetivo é mostrar que vale a pena investir em um software de gestão de custos para otimizar o trabalho dessa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nunca é demais falar sobre custos, certo? Hoje, vamos seguir discutindo este assunto, mas explorando um aspecto diferente: o uso da tecnologia, que citamos no artigo sobre boas práticas para ter uma gestão de custos eficiente. Nosso objetivo é mostrar que vale a pena investir em um software de gestão de custos para otimizar o trabalho dessa área na sua empresa.</p>



<p>Pode parecer óbvia a preocupação em mostrar a necessidade de investir em uma solução que vai automatizar o processo de gerenciamento de custos, mas não é bem assim. Ainda há muitos empresários que fazem controles e análises de custos utilizando planilhas simples. Apesar da facilidade de uso, esses modelos não garantem a flexibilidade, a segurança e os componentes para rastrear os custos e simular os cenários que uma empresa precisa.</p>



<p>Já com um software de gestão de custos bem estruturado, o dono do negócio e os gestores têm em mãos uma ferramenta para organizar e controlar, de maneira simples, todos os custos da empresa. Com a solução certa, é possível utilizar metodologias variadas de custeio, como ABC, UEP e Absorção, que se aplicam a indústrias, comércios, atacadistas e varejistas de diversos portes e segmentos.</p>



<p>Siga com a gente e entenda melhor as 5 razões para usar um software de gestão de custos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Otimização do tempo</h3>



<p>Com um software de gerenciamento, quase todo o trabalho considerado mais burocrático e operacional é automatizado. A única atividade manual é inserir os primeiros registros no sistema. Depois, o trabalho fica por conta da tecnologia. Dessa forma, os funcionários conseguem mais tempo para analisar os resultados, tornando a gestão mais eficiente. Afinal, cada minuto que pode ser investido na estratégia da empresa deve ser usado para isso, certo?</p>



<p>Ao usar o software, a formatação, a emissão e o armazenamento de relatórios, notas e documentos estão integrados, não havendo necessidade de recorrer a papéis ou se deslocar entre diferentes áreas para recolher os dados sobre os custos. As informações estão todas centralizadas no software.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Redução de erros</h3>



<p>Uma vez que o contato dos funcionários com os números passa a ser mínimo, pelo menos no caso da manipulação dos registros, a probabilidade de ocorrer um erro também sofre uma grande redução. Registros duplicados e falhas em cálculos para a criação de gráficos e relatórios, por exemplo, são quase nulas, pois tudo é feito de maneira automática.</p>



<p>Por meio de regras e critérios preestabelecidos dentro do software de gestão de custos, basta a inserção de poucos registros para que o sistema dê os resultados que a empresa precisa, como a identificação de gargalos de custos ou distorções entre custo real e padrão. Ou seja, já se foi aquele tempo em que era preciso ficar horas debruçado sobre a calculadora para fazer e conferir uma enormidade de cálculos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Diminuição dos custos operacionais</h3>



<p>Aqui é onde o software de gestão de custos tem seu maior impacto, pois quando falamos de custos operacionais, isso abrange vários aspectos de uma empresa. Ao considerarmos a automatização em si, conseguimos saber exatamente quais são os custos diretos, indiretos, fixos e variáveis de todo o processo produtivo, assim como as despesas relacionadas ao processo de comercialização. Isso facilita a descoberta de excessos e desperdícios e sua correção imediata.</p>



<p>Ao pensarmos na automatização como a troca do analógico pelo digital, temos a economia de recursos como papel, tinta para impressora, entre outros. No médio e longo prazo, é um ganho para a empresa e também para o meio ambiente. E também tem a questão do tempo, que já falamos lá no tópico 1.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Segurança para os dados</h3>



<p>Ao usar um software de gestão de custos, o armazenamento e a atualização das informações estão garantidos por backups automáticos. Desse jeito, acabam-se as preocupações com a perda de documentos e planilhas ou o extravio de papéis. Além disso, é possível assegurar que somente pessoas autorizadas tenham acesso aos dados do sistema por meio de login e senha.</p>



<p>Junto a isso, está a garantia de manter no sistema um histórico das informações da sua empresa ao alcance de um clique. Você não precisa mais de uma sala ou um galpão enorme, com prateleiras sem fim e montanhas de papel, que ocupariam horas de um funcionário para achar um ou dois números. Com poucos cliques e alguns minutos, pode ter em mãos qualquer dado sobre os custos da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 – Integração entre as áreas</h3>



<p>Finalizando a nossa lista de motivos para você investir em um software de gestão de custos está a possibilidade de integrar a área de custos com os demais setores da empresa. Normalmente, essas soluções específicas são desenvolvidas como módulos de um grande sistema de gestão, que podem ser usados tanto de forma única quanto integrados, tudo vai depender da necessidade do seu negócio.</p>



<p>Se você gerencia uma indústria, pode integrar a solução de custos com a de produção, materiais e controladoria, por exemplo. No caso de um varejista, pode ser com a de estoque, finanças e vendas. Uma grande vantagem também é que as soluções são flexíveis e adaptáveis ao seu tipo de negócio, independentemente do porte ou segmento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a WK para ter o melhor software de gestão de custos</h2>



<p>As soluções WK para gestão de custos contemplam rotinas e ferramentas para custeio industrial e comercial para formação de preço de vendas, análise de preço de venda, análise de rentabilidade, margem de contribuição, ponto de equilíbrio, custos diretos e indiretos, custo comercial, custo de fabricação, custo de produtos em elaboração, gastos gerais de fabricação e custo padrão x real, nas metodologias UEP, ABC e Absorção que se aplicam a indústrias, comércios, atacadistas e varejistas.</p>



<p>O nosso software conta ainda com a possibilidade de trabalho com custeio padrão ou real, permitindo a comparação entre os dois. Ele também usa diversos critérios de rateio, buscando informações diretamente da contabilidade para tornar os resultados mais precisos.</p>



<p>Trata-se de uma solução que possibilita uma gestão de custos simplificada e eficiente, que auxilia na eliminação de riscos e no aumento da competitividade do negócio no mercado. Tudo isso para garantir a independência do usuário e o melhor custo-benefício para o caixa da empresa.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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		<title>Confira 7 boas práticas para uma gestão de custos eficiente na sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 20:13:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[despesas]]></category>
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					<description><![CDATA[Fundamental para manter uma empresa saudável e fazê-la atingir seus objetivos, a gestão de custos nem sempre é uma tarefa simples, pois exige planejamento, disciplina e engajamento de toda a equipe. Trata-se de uma ação que dá solidez financeira e melhores condições ao negócio para enfrentar a concorrência e oferecer produtos e serviços de qualidade [&#8230;]]]></description>
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<p>Fundamental para manter uma empresa saudável e fazê-la atingir seus objetivos, a gestão de custos nem sempre é uma tarefa simples, pois exige planejamento, disciplina e engajamento de toda a equipe. Trata-se de uma ação que dá solidez financeira e melhores condições ao negócio para enfrentar a concorrência e oferecer produtos e serviços de qualidade aos clientes.</p>



<p>Porém, sabemos que nem toda empresa consegue se preparar sozinha para enfrentar os desafios da gestão de custos. Por isso, preparamos este artigo com algumas dicas sobre como melhorar essa atividade no seu negócio. Siga com a gente e confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">7 boas práticas para uma gestão de custos eficiente</h2>



<p>A administração de uma empresa envolve inúmeras áreas e, dentro delas, diversas ações diferentes para que o negócio consiga se manter sustentável. Nesse sentido, a gestão de custos surge como um processo essencial que permite controlar os gastos e usar de forma inteligente e racional os recursos disponíveis.</p>



<p>Para fazer uma gestão de custos eficiente, elencamos 7 boas práticas que você pode aplicar na sua empresa agora mesmo! Veja quais são elas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Elabore um planejamento</h3>



<p>Assim como em qualquer outro aspecto dentro da empresa, a melhor forma de iniciar uma nova ação é pelo planejamento. Antecipar de que forma deverão se comportar os gastos e planejar a maneira de conduzi-los fará toda a diferença para o sucesso da empresa.</p>



<p>Entretanto, não basta elaborar um plano excelente e não executá-lo de modo disciplinado. Valorize o seu esforço para projetar uma gestão de custos sustentável e persiga aquelas metas estabelecidas. Medir o andamento dos gastos com frequência é a melhor forma de manter tudo dentro do esperado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Diferencie os custos das despesas</h3>



<p>Muitas vezes, tratamos custos e despesas como sinônimos, mas não deve ser assim. Eles têm papéis diferentes dentro da contabilidade da empresa. Enquanto os custos estão relacionados ao que é preciso investir para produzir ou comercializar um bem ou serviço, as despesas estão associadas à parte administrativa.</p>



<p>Com essa diferenciação estando clara, o que você precisa fazer é registrar cada um dos custos e das despesas de modo detalhado. No caso dos custos, fazendo isso, é possível entender o papel de cada um deles no processo produtivo e, assim, analisar a viabilidade de reduzir ou realocar valores conforme a necessidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Envolva toda a equipe na gestão de custos</h3>



<p>Uma empresa não funciona sozinha, então, com certeza, você não vai conseguir fazer a gestão de custos com apenas um par de mãos. Alcançar eficiência nesta tarefa depende da conscientização e do apoio de todos os colaboradores. É interessante, inclusive, criar mecanismos que abram espaço para que os funcionários possam expor suas ideias sobre este assunto.</p>



<p>É muito mais fácil, por exemplo, para quem está no chão de fábrica de uma indústria identificar pontos de desperdício e indicar formas de repará-los para reduzir os gastos do que esperar que um gestor faça isso. O gestor até verá o aumento dos gastos em suas planilhas, mas não conseguirá enxergar o problema com clareza, pois não é algo do seu dia a dia.</p>



<p>Por isso, mostre a importância de ter uma cultura de redução e controle de custos que envolva a todos e como isso afeta o resultado final da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Monitore e reconfigure processos</h3>



<p>Falando em desperdícios, uma das maneiras mais eficazes para evitá-los é monitorar os processos internos e, se necessário, fazer uma nova configuração para tentar reverter a situação e recuperar as perdas. Para isso, conte com a ajuda de indicadores-chave de desempenho (KPIs). Com eles, fica mais fácil identificar onde estão as falhas que aumentam os custos e corrigi-las. Para saber mais sobre os KPIs, baixe nosso e-book sobre o assunto. É gratuito!</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 – Fique atento à gestão do estoque</h3>



<p>Um estoque mal gerenciado pode representar um aumento significativo nos custos operacionais da sua empresa. Ao gerir essa área de forma eficaz, evita-se que mercadorias fiquem encalhadas e acabem sendo perdidas, por exemplo, por um prazo de validade vencido ou uma avaria no material. Além disso, as perdas de vendas pela falta de algum produto também são minimizadas.</p>



<p>Analise com atenção a capacidade de armazenamento da sua empresa e a demanda por seus produtos e também verifique os métodos de gestão de estoque e da cadeia de suprimentos disponíveis no mercado. Somente conhecendo todos os detalhes é possível garantir que a gestão de custos do seu negócio está sendo realmente feita com eficiência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6 – Avalie os contratos com seus fornecedores</h3>



<p>Manter uma relação de confiança com os fornecedores é primordial. No entanto, por mais leais que a empresa os considere, é importante sempre verificar se não existem no mercado outras opções que possam oferecer o mesmo produto com menor custo — claro, mantendo os mesmos níveis de qualidade.</p>



<p>No entanto, se há uma relação de fidelidade entre empresa e fornecedor, vale a pena sentar e conversar sobre novas propostas de negócios que sejam mais realistas dentro das condições financeiras do seu novo planejamento de custos. Essa conversa mostra a confiança entre as partes e pode ser bastante produtiva para todo mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7 – Use a tecnologia a seu favor</h3>



<p>É claro que não podemos deixar de falar na tecnologia. A melhor forma de fazer uma gestão de custos eficiente é contar com soluções tecnológicas especializadas no assunto, que ofereçam suporte para o gerenciamento financeiro da empresa. Com tudo automatizado, é possível reduzir o número de erros nos registros, melhorar a análise e, consequentemente, tornar a tomada de decisão em relação aos custos muito mais assertiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a WK para fazer a gestão de custos na sua empresa</h2>



<p>Para automatizar a gestão de custos no seu dia a dia, aposte em um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP. Aqui na WK, oferecemos o WK Radar, que tem soluções exclusivas para a gestão de custos, independentemente do porte ou segmento da sua empresa.</p>



<p>As nossas soluções reúnem as melhores práticas de mercado em um conjunto de ferramentas e tecnologias exclusivas que permitem às empresas saber exatamente quais são os custos diretos, indiretos, fixos e variáveis de todo o seu processo produtivo. Elas também possibilitam identificar as despesas relacionadas ao processo de comercialização dos produtos.</p>



<p>Estamos falando de soluções que proporcionam uma gestão de custos eficiente e prática, auxiliando na eliminação de riscos e aumentando a competitividade no mercado. Tudo para garantir independência ao usuário e, é claro, o melhor custo-benefício.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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		<title>Elaboração do preço de venda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2016 16:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[cutos]]></category>
		<category><![CDATA[preço de venda]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[roi]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas estabelecem seus preços de acordo com o que acreditam que o cliente irá pagar ou com base no que os produtos valem. Outras vezes, o empresário estabelece o preço em função de seus custos (nem sempre calculados corretamente) ou da concorrência. Na verdade, para que seja mais assertivo, o preço deve ser estabelecido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2705" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/elaboracao-do-preco-de-venda.jpg" alt="Elaboração do preço de venda" width="750" height="550" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/elaboracao-do-preco-de-venda.jpg 750w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/elaboracao-do-preco-de-venda-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As empresas estabelecem seus preços de acordo com o que acreditam que o cliente irá pagar ou com base no que os produtos valem. Outras vezes, o empresário estabelece o preço em função de seus custos (nem sempre calculados corretamente) ou da concorrência. Na verdade, para que seja mais assertivo, o preço deve ser estabelecido em função de aspectos fundamentais, tais como, os objetivos da empresa, isto é, o Retorno sobre o Investimento (<em>ROI – Return of Investiment</em>), o pré-cálculo ou o orçamento correto, a política de mercado, a margem de contribuição e a ocupação da produção.</p>
<p>Muitas vezes, porém, as empresas vivenciam uma série de problemas na área de solicitação de orçamentos e necessitam investigar as causas que as levam perder grande quantidade de pedidos em função dos preços. Para isso será necessário avaliar a abordagem da empresa em relação aos seus preços de venda, bem como suas políticas empresariais.</p>
<p>É importante, também, estar atento aos indicadores que denunciam os problemas relacionados aos preços dos produtos:</p>
<ul>
<li>Declínio do faturamento a cada mês;</li>
<li>Elevação de orçamentos perdidos em relação aos orçados;</li>
<li>Perda de clientes para os concorrentes em função dos preços;</li>
<li>Incapacidade de atingir a meta de faturamento;</li>
<li>Necessidade de conceder descontos com frequência;</li>
<li>Redução das margens, comparativamente à média do mercado;</li>
<li>Baixa produtividade;</li>
<li>Tempo ocioso por falta de vendas;</li>
<li>Não observância de boas práticas de fabricação e gestão na área comercial.</li>
</ul>
<p>Uma administração eficiente na área de formação dos preços de venda requer do empresário uma análise cuidadosa destes indicadores e de outros ligados não só as empresas em si, mas também ao <u>mercado</u>. Entre estes fatores podemos citar um cuidadoso levantamento de custos aliado a uma checagem da metodologia com que são feitos os orçamentos. É necessário, também, avaliar a <u>situação econômica e financeira</u>, em função de custos financeiros muito altos. Além disso, deve-se verificar o <u>nicho de mercado</u> em que a empresa opera em função de seus recursos, uma vez que a empresa deve produzir ou mesmo orçar produtos que geram boa rentabilidade na produção.</p>
<p>Entre os objetivos mais comuns da empresa na hora de estabelecer preços estão a <u>de aumentar sua fatia de mercado e elevar o faturamento</u> e, consequentemente, atingir a meta de contribuição marginal o mais rápido possível dentro do mês e ocupar a capacidade de produção promovendo o máximo de rentabilidade. Já os objetivos ligados à lucratividade incluem a busca de uma margem de lucro específica, do retorno sobre o investimento e a tentativa de se obter um lucro líquido expressivo.</p>
<p>O empresário deve fazer duas perguntas muito importantes, antes que seja estabelecida uma política de margens e preços, sendo que ambas envolvem a questão mercadológica: “Devo estabelecer o patamar de preços em pé de igualdade, mais altos ou mais baixos do que a nossa concorrência?” e “Devo adotar uma abordagem do ‘tudo ou nada’, ou seja, a de penetração no mercado a qualquer custo?”. Nos dias de hoje, sabemos que esta segunda hipótese é rápida e, no entanto, desastrosa. O que vem acontecendo no mercado é que os clientes já perceberam que há uma “guerra de preços” e dela se aproveitam para tirar vantagem.</p>
<p>Ao definir o preço de vendas leve sempre em consideração, além dos custos de material e mão de obra e, eventualmente dos serviços de terceiros (que hoje em dia participam com uma fatia importante dos custos variáveis), as comissões de vendas, os impostos e as despesas financeiras. Fechado este custo, temos que acrescentar, evidentemente, o lucro da empresa. E, ainda, calcular a margem de contribuição para verificar se realmente estão cobertos, além de todos os custos variáveis, os custos fixos da empresa e, preferencialmente, uma sobra para o lucro. Este acompanhamento deverá ser feito, pedido a pedido, até que em determinado dia do mês seja atingido o ponto de equilíbrio da empresa, também conhecido como “<em>break even point</em>”. A partir desta data, então, a empresa passa a “dar lucro” a cada pedido. Lembrando que, um Sistema de Gestão Empresarial integrado, um ERP, visando à apuração dos corretos custos da empresa, é sempre um grande aliado do empresário no momento de formar seu preço de venda.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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		<title>Métodos de Custeio: por Absorção, Variável, ABC e UEP</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/metodos-de-custeio-por-absorcao-variavel-abc-e-uep/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 18:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abc]]></category>
		<category><![CDATA[absorção]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[uep]]></category>
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					<description><![CDATA[Os métodos de custeio possuem vantagens e desvantagens, competências e limitações, cabendo às empresas a escolha daquele que melhor se adapta ao atendimento de suas necessidades e as particularidades de seus negócios. Custeio por Absorção No custeio por absorção (também conhecido como custeio/custo “integral”, “total” e “pleno”), todos os custos de produção são alocados aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os métodos de custeio possuem vantagens e desvantagens, competências e limitações, cabendo às empresas a escolha daquele que melhor se adapta ao atendimento de suas necessidades e as particularidades de seus negócios.</p>
<p><strong>Custeio por Absorção</strong></p>
<p>No custeio por absorção (também conhecido como custeio/custo “integral”, “total” e “pleno”), todos os custos de produção são alocados aos bens produzidos ou serviços prestados, compreendendo os custos fixos, variáveis, diretos e indiretos.</p>
<p>O Custeio por Absorção tem como características:</p>
<ul>
<li>Englobar custos fixos, variáveis, diretos e indiretos;</li>
<li>Necessitar de critérios de rateios, no caso de apropriação dos custos indiretos (gastos gerais de produção) quando houver mais de um produto ou serviço prestado;</li>
<li>Por ser o método derivado da aplicação dos Princípios Fundamentais da Contabilidade é o critério legal exigido no Brasil;</li>
<li>Os resultados apresentados são influenciados pelo volume da produção;</li>
<li>Não identificar a margem de contribuição (diferença entre o preço de venda e o custo do produto);</li>
<li>Estabelecer o custo total unitário do produto/serviço;</li>
<li>Indicado para decisões realizadas a longo prazo.</li>
</ul>
<p>O Custeio por Absorção deve ser usado quando a empresa busca o uso do sistema de custos integrado à contabilidade. É válido tanto para fins de Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultados como também, na maioria dos países, para Balanço e Lucro Fiscais.</p>
<p>Algumas outras vantagens do Custeio por Absorção:</p>
<ul>
<li>Atender à legislação fiscal, permitido pela legislação brasileira;</li>
<li>Permitir a apuração do custo por centro de custos, visto que sua aplicação exige a organização contábil. Assim, quando os custos forem alocados aos departamentos de forma adequada torna-se possível acompanhar o desempenho de cada área;</li>
<li>Ao absorver todos os custos de produção, permite a apuração do custo total de cada produto;</li>
<li>Ser aceito pelo Imposto de Renda do Brasil, utilizado na contabilidade financeira e auditorias externas, por atender aos princípios contábeis.</li>
</ul>
<p>Como desvantagem tem-se a utilização dos rateios para distribuir os custos entre os departamentos e/ou produtos, uma vez que nem sempre tais critérios são claros e objetivos, podendo distorcer os resultados, penalizando alguns produtos e beneficiando outros e mascarando problemas, como ineficiências e desperdícios produtivos.</p>
<p><strong>Custeio Variável</strong></p>
<p>No Custeio Variável somente são apropriados como custos de fabricação os custos variáveis, diretos e indiretos. Os custos fixos, pelo fato de existirem mesmo que não haja produção, não são considerados como custo de produção e sim como despesas, sendo encerrados diretamente contra o resultado do período.</p>
<p>O Custeio Variável tem como características:</p>
<ul>
<li>Englobar custos variáveis diretos e indiretos;</li>
<li>Não necessitar de critérios de rateios. Os custos fixos são considerados como despesa e não como custo do produto;</li>
<li>Os resultados apresentados são influenciados pelo volume de vendas;</li>
<li>Identificar a margem de contribuição unitária e global;</li>
<li>Estabelecer o custo parcial unitário do produto/serviço, uma vez que considera os custos variáveis;</li>
<li>Indicado para decisões realizadas a curto prazo.</li>
</ul>
<p>As vantagens proporcionadas pelo custeio variável são basicamente com relação à produção de informações para as tomadas de decisão (por exemplo, quais produtos, linhas de produtos, áreas, clientes, segmentos são mais lucrativos, etc).</p>
<p>Algumas outras vantagens do Custeio Variável:</p>
<ul>
<li>Apresentar de imediato a margem de contribuição;</li>
<li>Mensurar de forma objetiva os custos dos produtos, uma vez que estes não sofrerão processos arbitrários/subjetivos de distribuição dos custos comuns;</li>
<li>Lucro líquido não ser afetado em decorrência do aumento/diminuição de inventários;</li>
<li>Totalmente integrado ao custo padrão e o orçamento flexível, possibilita o correto controle de custos.</li>
</ul>
<p>O Custeio Variável tem como desvantagem o fato das informações não serem apropriadas para decisões a longo prazo. Além disso, os resultados do custeio variável não são aceitos para a preparação de demonstrações contábeis de uso externo.</p>
<p><strong>Custeio ABC</strong></p>
<p>Diferentemente dos custeios por absorção e variável que distribuem os custos diretamente aos produtos, o Custeio ABC rastreia as atividades relevantes do processo produtivo, aloca os custos às atividades para então distribuí-los aos produtos.</p>
<p>No Custeio ABC, os recursos de uma organização são consumidos por suas atividades e não pelos produtos que elas fabricam. Desta forma, todas as atividades devem receber parte dos custos. Uma atividade é uma ação que utiliza recursos humanos, financeiros, tecnológicos, de materiais, entre outros, para que bens sejam produzidos e serviços prestados. Compreende todos os sacrifícios de recursos necessários para desempenhá-la. Deve incluir salários com os respectivos encargos sociais, materiais, depreciação, energia, uso de instalações, dentre outros.</p>
<p>Algumas vantagens do Custeio ABC:</p>
<ul>
<li>Atender aos Princípios Fundamentais da Contabilidade (similar ao custeio por absorção);</li>
<li>Identificar os custos de cada atividade em relação aos custos totais da organização;</li>
<li>Identificar os produtos e clientes mais lucrativos, além de oportunidades para eliminar desperdícios e aperfeiçoar atividades;</li>
<li>Proporcionar melhor visualização dos fluxos dos processos;</li>
<li>Melhorar as decisões gerenciais através de informações mais transparentes sobre os recursos consumidos pelas atividades;</li>
<li>Permitir a apuração dos custos da não-qualidade.</li>
</ul>
<p>Talvez uma das maiores desvantagens do Custeio ABC seja o custo elevado em decorrência do alto nível de controles internos a serem implantados e avaliados. Estes controles demandam tempo e trabalho, envolvendo implantação, permanência e revisão constante das informações. É um custeio que envolve muitas informações, por vezes difíceis de serem obtidas. Muitas vezes, o envolvimento, o comprometimento e a própria capacitação dos empregados também apresenta-se como um grande obstáculo.</p>
<p>Algumas outras desvantagens do Custeio ABC:</p>
<p>Necessitar de reorganização, reformulação e padronização de processos antes de sua implantação;</p>
<ul>
<li>Apresentar dificuldade na integração das informações entre áreas/departamentos;</li>
<li>Gerar informações confiáveis somente a longo prazo;</li>
<li>Possuir um controle dificultado nas empresas que possuem grande número de atividades.</li>
</ul>
<p><strong>Custeio UEP</strong></p>
<p>O Custeio UEP cria uma unidade – não monetária – para medir uma produção diversificada. Este método de custeio simplifica a atividade de medição da produção, fazendo com que produtos diferentes sejam contabilizados por um único parâmetro, permitindo que se tenha um valor global e sintético das atividades da empresa.</p>
<p>Através do Custeio UEP, e de uma medida única que torna mais fácil os cálculos e controles, é possível analisar custos, capacidade produtiva, rentabilidade, ociosidade de máquinas e equipamentos, entre outros. Pode-se, por exemplo, comparar a capacidade produtiva diária, semanal ou mensal de máquinas, áreas e até mesmo de toda a empresa em diferentes períodos, pois esta medida única independe do tempo, de aspectos econômicos como inflação/deflação, entre outros.</p>
<p>Algumas vantagens do Custeio UEP:</p>
<ul>
<li>Apresentar informações mais claras e precisas sobre produtos, como custos, prejuízos, lucros, etc;</li>
<li>Permitir a identificação da capacidade de produção, inclusive dos possíveis gargalos, facilitando decisões como o lançamento de um novo produto, o investimento em máquinas/equipamentos, entre outros;</li>
<li>Propiciar um melhor planejamento do mix de produtos a fim de maximizar a produção;</li>
<li>Apurar os custos de transformação da produção permitindo reduzir as distorções na alocação destes custos;</li>
<li>Proporcionar aumento das vendas em decorrência das informações sobre quanto pode ser produzido em cada área, evitando capacidades ociosas e reduzindo custos;</li>
</ul>
<p>O Custeio UEP tem como desvantagem sua aplicação limitada à produção. O método não efetua o controle de perdas e/ou desperdícios. Também não considera as despesas administrativas (estruturais), mas somente àquelas relacionadas ao processo produtivo. Em uma empresa, onde são aplicadas melhorias contínuas e, portanto, mudanças nos processos de produção, são necessárias revisões nos cálculos do custeio, tornando-o, muitas vezes, inviável.</p>
<p>Pode-se dizer que não existe exatamente um melhor método de custeio, pois cada um, a seu modo, atende necessidades diferentes, e igualmente importantes, nas empresas. As informações geradas pelos métodos são, portanto, complementares. Se considerarmos, por exemplo, o Custeio por Absorção, a empresa está atendendo os Princípios Fundamentais da Contabilidade e a legislação fiscal, podendo inclusive utilizar na elaboração dos demonstrativos contábeis externos. Já pelo Custeio Variável, a empresa dispõe de informações importantes que auxiliam nas tomadas de decisão, além da margem de contribuição. O Custeio ABC permite a visualização das atividades de forma que sejam melhoradas, reestruturadas ou, dependendo do caso, eliminadas no intuito de aumentar o desempenho competitivo da empresa. O Custeio UEP, método que se limita ao ambiente industrial, propõe facilitar a medição da produção, fazendo com que produtos diferentes sejam contabilizados por um único parâmetro.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que é importante diferenciar Custos, Gastos e Despesas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 15:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[Matéria-prima, água, energia elétrica, depreciação de equipamentos, embalagem são CUSTOS relacionados a produção de um item ou prestação de serviço. Naturalmente, quanto maior a quantidade produzida, maiores serão os custos da empresa. O termo “preço de custo” refere-se ao valor mínimo gasto para a empresa produzir ou prestar um serviço, então, para que haja lucro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria-prima, água, energia elétrica, depreciação de equipamentos, embalagem são<strong> CUSTOS</strong> relacionados a produção de um item ou prestação de serviço. Naturalmente, quanto maior a quantidade produzida, maiores serão os custos da empresa.</p>
<p>O termo “preço de custo” refere-se ao valor mínimo gasto para a empresa produzir ou prestar um serviço, então, para que haja lucro, a empresa deve calcular corretamente o seu preço de venda, e assim vender seu produto/serviço com um valor acima do preço de custo.</p>
<p>Os <strong>CUSTOS DIRETOS</strong> são facilmente identificados no produto e não precisam de critérios de rateio, como número de itens produzidos, horas/máquinas utilizadas, horas/mão de obra utilizadas, etc. Já os <strong>CUSTOS INDIRETOS</strong> não são identificados no produto e precisam de critérios de rateio. Não fazem parte da estrutura do produto, no entanto, auxiliam e/ou são necessários ao processo produtivo ou à prestação de serviço. Ex.: depreciação de equipamentos, treinamentos.</p>
<p>Os <strong>CUSTOS VARIÁVEIS</strong>, por sua vez, dependem da quantidade produzida/volume de produção. Assim, quanto maior a produção, maiores serão os custos variáveis. Ex.: a matéria-prima e as embalagens são custos variáveis porque as quantidades utilizadas dependerão do número de itens produzidos. Os <strong>CUSTOS FIXOS</strong> não dependem da quantidade produzida/volume de produção. E mesmo que não haja produção, continuam existindo. Ex.: o aluguel do imóvel continua sendo o mesmo independente do número de itens produzidos. O mesmo acontece com seguros, impostos e limpeza/conservação.</p>
<p>A substituição de uma peça com defeito e o conserto de um equipamento demandam valores. São<strong>GASTOS</strong> não previstos no orçamento mas, no entanto, necessários para que a empresa continue produzindo. Gastos não devem ser repassados ao valor do produto ou serviço, uma vez que não estavam previstos inicialmente. Desta forma, acabam sendo prejudiciais à empresa.</p>
<p>Em se tratando de <strong>DESPESAS</strong>, estas são responsáveis por manter a estrutura mínima da empresa. Salários dos empregados, materiais de escritório, publicidade e propaganda, serviços contábeis, aluguel, limpeza e conservação, seguro contra incêndios não tem ligação direta com a produção, mas são responsáveis por manter as áreas da empresa em funcionamento.</p>
<p><strong>É sempre importante lembrar que os CUSTOS trazem retorno financeiro à empresa, pois pertencem à atividade fim da organização. Já as DESPESAS pertencem à atividade meio, ao “funcionamento do ambiente”.</strong></p>
<p>Diferenciar custos, gastos e despesas é importante não apenas para esclarecimento do seu significado, mas principalmente porque é através da definição clara destes termos que se torna possível formar o preço de venda do produto ou da prestação de serviço. É fato que para se chegar no preço de venda é imprescindível o conhecimento do valor do custo. Além disso, a diferenciação desses termos traz ao gestor a informação de onde os valores estão concentrados, dessa forma, auxiliam na tomada de decisão e na evidenciação das demonstrações contábeis fazendo com que fique transparente, também, a informação do resultado operacional.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Custos da não qualidade</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/custos-da-nao-qualidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 12:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[falhas externas]]></category>
		<category><![CDATA[falhas internas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos em que a maioria das empresas fala de qualidade e afirma categoricamente tê-la em seus produtos e serviços, esta passou a item obrigatório, e não mais um diferencial. Sendo assim, dispor de um produto de qualidade não é mais que obrigação de qualquer empresa que deseja estar e manter-se no mercado. Talvez o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos em que a maioria das empresas fala de qualidade e afirma categoricamente tê-la em seus produtos e serviços, esta passou a item obrigatório, e não mais um diferencial. Sendo assim, dispor de um produto de qualidade não é mais que obrigação de qualquer empresa que deseja estar e manter-se no mercado.</p>
<p>Talvez o “ato da compra” ainda possa ser considerado um diferencial uma vez que muito deste processo – seja este pessoal ou através da Internet – seja responsável por transformar a experiência de compra em uma lembrança positiva capaz de levar o cliente a outras compras ou a uma experiência mal sucedida, com transtornos, perda de tempo, informações desencontradas e constrangimentos. Enfim, todos ótimos ingredientes para o cliente nunca mais voltar a comprar naquele estabelecimento ou site.</p>
<p>Os custos da qualidade podem ser classificados em diferentes categorias:</p>
<ul>
<li>Prevenção: custos relacionados ao projeto, implementação e execução do Sistema de Gestão da Qualidade. Inclui todo o ciclo de produção e preocupa-se com a qualidade dos produtos, isto é, em evitar falhas na produção (ex.: treinamentos e documentação de processos);</li>
<li>Avaliação: custos relacionados à medição, avaliação e auditoria de todos os itens envolvidos na produção, verificando falhas e inconsistências nos produtos antes que estes sejam lançados no mercado (ex.: testes e inspeções);</li>
<li>Falhas Internas: custos relacionados aos materiais, componentes e produtos provenientes de erros humanos ou mecânicos no processo produtivo (ex.: matérias primas/produtos refugados, descartes e produtos retrabalhados) e;</li>
<li>Falhas Externas: custos relacionados às falhas no produtos já disponíveis no mercado e, portanto, percebidas pelos consumidores finais (ex.: perda de encomendas, devoluções, comprometimento da imagem da empresa e perda de clientes).</li>
</ul>
<p>Em se tratando de custos, independente da categoria em que esteja, a não qualidade, o não atendimento dos requisitos propostos ou, ainda, as não conformidades encontradas em produtos e/ou serviços podem levar a problemas sérios envolvendo produtividade, lucratividade, imagem da empresa e, em casos extremos, danos à vida humana. Não raro, recalls – que são os chamados de fabricantes para corrigir eventuais falhas em peças ou sistemas que apresentam risco à vida das pessoas – têm sido cada vez mais frequentes em grandes montadoras de veículos. E, ainda, temos <em>recalls</em> de celulares, brinquedos, alimentos, cosméticos, medicamentos – inclusive vacinas, que também são extremamente necessários à proteção da integridade física de consumidores que, infelizmente, têm em suas mãos produtos, de alguma forma, podem lhe causar algum mal, como acidentes físicos, intoxicação, entre outros.</p>
<p>O fato é que perceber e corrigir o problema ainda na área em que este ocorre tem um custo muito inferior que encontrá-lo em outra área, já em uma próxima etapa do processo produtivo. E muito maior será o custo se este mesmo problema ultrapassar os portões da empresa, ganhar o mercado e chegar às mãos dos clientes. Em uma indústria de brinquedos, por exemplo, os custos ao perceber que um brinquedo solta uma peça e esta, por sua vez, gera partes pequenas que podem ser engolidas pela criança ainda durante o processo produtivo são muito menores do que fazer um recall uma vez que este brinquedo já está disponível no mercado. Um recall envolve comunicar o mercado, solicitar aos consumidores que entrem em contato com a empresa, apresentar todos os esclarecimentos que se fazem necessários, trocar todos os brinquedos de forma gratuita, além de, envolver um desgaste significativo – muitas vezes incalculável – da imagem da empresa, com relação a segurança, e a confiabilidade de seus produtos/serviços.</p>
<p>É sempre bom lembrar que a prevenção sempre será um dos caminhos mais acertados para toda e qualquer empresa que queira diminuir seus custos com produtos e/ou serviços não conformes, ou fora das especificações técnicas. A prevenção envolve, portanto, um amplo trabalho envolvendo treinamento, manutenção de máquinas, equipamentos e ferramentas, inspeções, revisão de instruções/especificações, auditorias, pesquisa com clientes. Trata-se de um trabalho, não pontual, mas periódico e contínuo. Um trabalho que, obviamente, também envolve custos, mas muito menores se comparados aos custos por falhas.</p>
<p>A qualidade, isto é, a redução de falhas na produção e, por consequência, a redução de custos com retrabalhos, reprocessos, perdas, refugos, desperdícios, etc, são objetivos complementares uma vez que, quanto menor for o custo de um determinado produto, menor poderá ser o seu preço final ao consumidor. E um produto de qualidade, com preço atrativo pode representar uma maior competitividade da empresa no mercado.</p>
<p>O fato é que a qualidade – e também a não qualidade – exerce grande influência na percepção do consumidor em relação à empresa que está se relacionando. A má qualidade de produtos e o atendimento insatisfatório produz consumidores frustrados, irritados e que, muito provavelmente, não irão querer repetir sua experiência de compra na empresa que lhes causou tais incômodos. Produtos e serviços com qualidade, por sua vez, geram consumidores satisfeitos. E a probabilidade destes retornarem é, com toda certeza, muito grande. E este é o caminho!</p>
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<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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