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	<title>dólar &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
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		<title>5 dicas para empresas varejistas se protegerem da oscilação do dólar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 14:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ter chegado a custar quase R$6 em março, o dólar passou por um período de baixa em junho, com um valor de pouco menos de R$5, e voltou a aumentar em julho, custando uma média de R$5,20. E ainda que especialistas do BTG Pactual prevejam um segundo semestre otimista, com baixa para R$4,90, a expectativa para 2022 [&#8230;]]]></description>
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<p>Depois de ter chegado a custar quase R$6 em março, o <strong>dólar</strong> passou por um período de baixa em junho, com um valor de pouco menos de R$5, e voltou a aumentar em julho, custando uma média de R$5,20. E ainda que especialistas do BTG Pactual prevejam um segundo semestre otimista, com baixa para R$4,90, a expectativa para 2022 é de que a moeda chegue novamente ao patamar de R$5,20. Esse cenário de variações, incertezas e instabilidades pode ser extremamente perigoso para a<strong> saúde financeira</strong> das empresas varejistas, e é preciso ter uma atenção redobrada no momento.</p>



<p>Sem uma boa&nbsp;<strong>gestão do negócio</strong>, os efeitos da alta do dólar podem acabar causando prejuízos em cadeia, em uma verdadeira bola de neve. Os problemas começam na&nbsp;<em>supply chain</em>, com os custos da aquisição de materiais e produtos, além dos fretes e tributações, que ficam todos mais altos. Com isso, é preciso aumentar o valor da venda da mercadoria ao cliente, para não perder a margem de lucro – o que acaba diminuindo a competitividade do negócio.&nbsp;</p>



<p>Se o caixa da empresa também não estiver bem preparado para as variações do dólar, muitas vezes a companhia não tem outra opção a não ser recorrer ao capital de giro com instituições financeiras, o que gera outro problema: o endividamento em moeda estrangeira. E como boa parte dos negócios brasileiros não têm receita em dólar, as dívidas acabam tendo um aumento significativo, comprometendo a saúde financeira da empresa.</p>



<p><strong>Mas como se preparar para esse cenário complexo de câmbio flutuante</strong>? Não é um trabalho fácil, mas algumas ações podem ajudar a trabalhar com um pouco mais de previsibilidade e com eficiência para evitar prejuízos. Confira 5 dicas que Diogo Zanis, nosso Analista de Negócios, separou:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Utilize uma estratégia de&nbsp;</strong><strong><em>hedge</em></strong></h3>



<p>O&nbsp;<em>hedge</em>&nbsp;é, basicamente, uma forma de se proteger das variações de câmbio no mercado. Existem algumas maneiras de fazer essa operação, que dependem bastante do setor no qual a empresa atua, mas, em linhas gerais, é uma estratégia bastante indicada para quem faz transações em moeda estrangeira. Uma das formas mais comuns é investir no mercado futuro, comprando contratos de dólar para uma data posterior a um preço fixo. Assim, mesmo que a cotação mude, aquele valor já está garantido, protegendo a empresa de uma possível alta. Para as organizações que têm dívidas na moeda americana, essa é uma estratégia importantíssima, já que o custo do compromisso acaba aumentando conforme o valor dela sobe. Outra possibilidade é investir na compra de dólar quando a moeda estiver em baixa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 –</strong>&nbsp;<strong>Tenha um planejamento integrado entre equipes</strong></h3>



<p>É fundamental que os times de estoque, financeiro e vendas trabalhem em conjunto. Isso porque o setor de estoque necessita das informações de vendas de forma rápida e precisa para ter os produtos disponíveis quando o cliente fizer a compra. Do outro lado, o financeiro também precisa alinhar o momento de adquirir materiais para garantir o melhor preço do dólar. Se esse&nbsp;<em>timing</em>&nbsp;for perdido e o valor estiver alto demais para empresa, vai ser preciso fazer algumas renegociações com fornecedores, para esperar um momento mais favorável do câmbio, e priorizar apenas os produtos mais urgentes e/ou mais importantes para o consumidor. Por isso é importante que os três setores trabalhem de forma integrada, sempre equilibrando as negociações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Faça reposições de produtos para ciclos maiores</strong></h3>



<p>Se a tendência do dólar é de alta, é importante buscar um momento de baixa para fazer uma composição do estoque para um ciclo maior, evitando as variações do câmbio. Nesse momento é necessário buscar um equilíbrio entre o nível de serviço aceitável (que é o índice de perda de vendas por falta de produtos em estoque), o custo total de estocagem (as despesas de armazenagem e de capital investido que fica parado) e os custos cambiais. Tudo isso também precisa ser levado em consideração no&nbsp;<em>markup&nbsp;</em>(o índice de custo e margem de lucro do produto), porque se o estoque depende do valor do dólar, o preço para o consumidor final também vai aumentar. Isso acontece porque, se não existir esse aumento, a empresa pode ter que acabar recorrendo ao capital de giro, e esse custo vai acabar sendo maior do que a perda de algumas vendas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 – Equilibre a cadeia de abastecimento entre fornecimento nacional e exterior</strong></h3>



<p>No varejo, é imprescindível estar preparado para os mais diversos cenários e saber se ajustar a eles. Por exemplo: muitas empresas brasileiras têm a cadeia de fornecimento centralizada no exterior (principalmente na China) pelo custo mais competitivo, e acabam deixando a indústria nacional “de lado”. Com a pandemia e a consequente disparada do dólar, os varejistas passaram a focar em fornecedores internos. Mas o ideal é sempre ter essa relação bem equilibrada, já que agora a moeda está em uma tendência de queda e volta a ser mais interessante comprar das empresas no exterior. Então ao invés de tentar apenas prever o dólar e ganhar com isso, é importante pensar nos dois cenários e manter a cadeia bem balanceada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 – Invista em um bom ERP</strong></h3>



<p>Por fim, quem tem um software que integra todas as informações da empresa de forma rápida, precisa e em&nbsp;<em>real time</em>&nbsp;consegue se preparar melhor para as negociações. Isso porque com o ERP é possível acompanhar as vendas e o faturamento da empresa (entendendo o momento certo para pegar capital de giro, por exemplo), além de todos os detalhes de balanço e estoque. Assim os gestores da organização conseguem ter uma visão muito mais ampla e com previsibilidade do negócio, ajudando a ter um planejamento mais sólido e evitando ser pego de surpresa por cenários de mudanças.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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