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	<title>IBS &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Nov 2025 16:03:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Reforma Tributária: Como preparar seu negócio com 7 ações práticas ainda em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 16:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[NT 2025.002]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária já começou, você sabe como preparar seu negócio? Em poucos meses, você sentirá os efeitos da mudança na gestão fiscal da sua empresa. Em janeiro de 2026, o IBS e a CBS — que compõem o modelo IVA Dual — começam a aparecer nas notas fiscais e, em 2027, passam a ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária já começou, você sabe como preparar seu negócio? Em poucos meses, você sentirá os efeitos da mudança na gestão fiscal da sua empresa. Em janeiro de 2026, o IBS e a CBS — que compõem o modelo IVA Dual — começam a aparecer nas notas fiscais e, em 2027, passam a ser cobrados de fato.</p>



<p>A chave para atravessar essa transição com segurança é simples: preparação. Pensando nisso, listamos 7 ações práticas que vão ajudar você a se organizar ainda em 2025 e garantir tranquilidade durante a mudança.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="7 ações práticas de AGORA para se preparar para a Reforma Tributária ainda em 2025" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6bopVbwBPqw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como se preparar na prática para a Reforma Tributária ainda em 2025</h2>



<p>Com as 7 ações mapeadas pela Graziele França, especialista em Reforma Tributária da WK, você sabe como se preparar e pode <strong>organizar sua gestão fiscal com eficiência e segurança a partir de agora.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Verifique seu sistema de emissão de notas</h3>



<p>Se sua empresa está no lucro real ou presumido, <strong>confirme se o sistema de emissão de NF-e, NFS-e ou NFC-e já está preparado para os novos campos e cálculos do IBS e da CBS.</strong> Os tributos não serão efetivamente cobrados em 2026, mas já devem ser calculados e constar nos documentos fiscais.</p>



<p>Além disso, se você presta&nbsp;<strong>serviços ou comercializa produtos com alíquota reduzida</strong>, fique atento: a partir de janeiro de 2026, os&nbsp;<strong>documentos fiscais também precisarão prever esse tipo de operação.</strong></p>



<p>E <strong>conforme a NT 2025.002, o Simples Nacional estará isento</strong> da obrigação de informar os campos de IBS e CBS em 2026.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Teste a emissão de documentos fiscais eletrônicos</h3>



<p>A NT 2025.002 prevê a&nbsp;<strong>fase de homologação entre julho e outubro de 2025.&nbsp;</strong>A partir de janeiro de 2026 tudo começa pra valer!</p>



<p>Nesse período, sua empresa deve&nbsp;<strong>testar a emissão de documentos fiscais eletrônicos</strong>&nbsp;considerando os cálculos dos novos tributos e a geração do arquivo XML dentro da nova sistemática.</p>



<p>O uso do ambiente de homologação é fundamental para&nbsp;<strong>validar cálculos, arquivos e integrações no ERP com segurança</strong>, garantindo que tudo esteja em ordem antes da obrigatoriedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Treine e prepare sua equipe com conteúdos da Reforma Tributária</h3>



<p>Estude a Lei Complementar nº 214/2025 junto ao seu time. <strong>Mapeie os impactos da reforma nos produtos e serviços</strong> da sua empresa e prepare todos para as mudanças.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Revise sua cadeia de suprimentos</h3>



<p>Identifique fornecedores que geram <strong>direito ao crédito integral de IBS e CBS</strong> e quais não. A escolha de fornecedores competitivos pode <strong>redefinir toda sua estratégia de compras.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">5. Converse com fornecedores e ajuste contratos</h3>



<p>Negocie como ficará o fornecimento de produtos e serviços, já que&nbsp;<strong>ICMS e ISS continuarão convivendo com os novos tributos&nbsp;</strong><strong>durante a transição&nbsp;</strong>e o IBS e a CBS serão calculados fora do preço de venda<strong>.</strong>&nbsp;Uma negociação antecipada evita conflitos na hora da cobrança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Reavalie benefícios fiscais</h3>



<p>Se sua empresa utiliza benefícios de ICMS, PIS ou Cofins, calcule o impacto da redução ou fim desses incentivos no preço de venda e no faturamento.&nbsp;<strong>Lembre-se: em 2033 o ICMS não terá mais benefícios.&nbsp;</strong>Ignorar esse ponto pode comprometer sua margem de lucro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Reavalie a localização da sua empresa</h3>



<p>Se sua empresa está instalada em determinado estado ou município por causa de <strong>benefícios fiscais</strong>, avalie se essa estratégia continuará fazendo sentido após a Reforma Tributária. Com o fim do ICMS em 2033, <strong>fatores como custo logístico ganharão ainda mais peso</strong>, especialmente para empresas localizadas longe de centros de distribuição.</p>



<p><em>Curiosidade: a mudança não valerá para a Zona Franca de Manaus, que opera sob regras diferenciadas e exclusivas.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Saiba como se preparar e esteja pronto para a transição da Reforma Tributáira sem medo com o WK Radar</h2>



<p>Essas são as primeiras ações que sua empresa pode (e deve) implementar desde já para se preparar para a Reforma Tributária.</p>



<p>Para colocar cada uma delas em prática com agilidade e segurança, conte com a tecnologia do WK Radar! Um ERP completo, que integra todos os setores da sua empresa para aumentar a eficiência e reduzir custos na sua gestão financeira.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>



<p></p>
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		<title>Reforma Tributária: PLP 108: como complicar o que deveria simplificar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 15:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Rafael Vilches Os equívocos na integração dos contenciosos do IBS e CBS O PLP 108, em tramitação no Senado, propõe criar a Câmara Nacional de Integração do Contencioso do IBS e CBS para resolver divergências interpretativas entre esses tributos gêmeos. À primeira vista, parece uma solução inteligente. Na prática, pode se tornar um pesadelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por <a href="https://www.jota.info/autor/rafael-vilches" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rafael Vilches</a></p>



<p>Os equívocos na integração dos contenciosos do IBS e CBS</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.jota.info/wp-content/uploads/2025/04/reforma-tributaria-contencioso-judicial-stj.jpg" alt="reforma tributária stj"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Crédito: Freepik</strong></figcaption></figure>



<p>O PLP 108, em tramitação no Senado, propõe criar a Câmara Nacional de Integração do Contencioso do IBS e CBS para resolver divergências interpretativas entre esses tributos gêmeos. À primeira vista, parece uma solução inteligente. Na prática, pode se tornar um pesadelo burocrático que compromete a eficiência do sistema tributário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Problema fundamental: ampliação excessiva de competências</h3>



<p>A proposta comete um erro conceitual grave ao permitir que qualquer divergência sobre &#8220;legislação comum&#8221; seja levada diretamente à Câmara Nacional, mesmo quando ocorre apenas entre órgãos de um único contencioso. Isso significa que uma divergência entre câmaras recursais do IBS sobre tema comum não será mais resolvida pela Câmara Superior do IBS, mas sim pela Câmara Nacional.</p>



<p>O resultado? O recurso de uniformização – mecanismo natural para resolver divergências internas – perde quase toda sua utilidade. É como criar um tribunal superior para resolver brigas de vizinhos que poderiam ser solucionadas no condomínio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dicotomia problemática: legislação comum vs. específica</h3>



<p>O PLP 108 cria uma distinção artificial entre legislação comum e específica que gerará mais problemas do que soluções. O exemplo mais emblemático é o &#8220;local da operação&#8221; – tecnicamente legislação comum, mas na prática relevante apenas para o IBS.</p>



<p>Para a CBS, o local da operação é sempre &#8220;território nacional&#8221;. Para o IBS, é questão central que define alíquotas e distribuição de receitas entre estados e municípios. Faz sentido levar divergências sobre esse tema para julgadores federais que não têm interesse prático na discussão? Obviamente não.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fracionamento processual: caos anunciado</h3>



<p>Imagine um processo com divergências sobre legislação comum E específica. O contribuinte terá que fracionar seus recursos: parte vai para a Câmara Nacional (recurso especial), parte para a Câmara Superior específica (recurso de uniformização). Um mesmo caso pode ter três órgãos decidindo aspectos diferentes, criando potencial para decisões contraditórias.</p>



<p>É a receita perfeita para transformar um processo simples em uma maratona burocrática interminável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sobrecarga e morosidade: efeito dominó</h3>



<p>Ao drenar competências das Câmaras Superiores específicas, o PLP 108 criará um gargalo na Câmara Nacional. Questões que poderiam ser resolvidas rapidamente por especialistas em cada tributo ficarão empilhadas em um órgão sobrecarregado com composição mista.</p>



<p>O resultado será exatamente o oposto do pretendido: mais morosidade, não menos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Solução ignorada: uso residual</h3>



<p>A solução é simples e óbvia: usar a Câmara Nacional apenas quando realmente necessário. Primeiro, esgotar os recursos de uniformização em cada contencioso. Só depois, se ainda houver divergência entre decisões definitivas do IBS e CBS, acionar a Câmara Nacional.</p>



<p>Essa abordagem preservaria a especialização técnica, evitaria sobrecarga e manteria a simplicidade processual. Mas aparentemente, simplicidade não está na moda.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão: oportunidade desperdiçada</h3>



<p>A integração dos contenciosos do IBS e CBS é necessária e bem-vinda. Mas não a qualquer preço. O PLP 108, em sua versão atual, transforma uma necessidade legítima em uma engenharia burocrática desnecessariamente complexa.</p>



<p>É hora de repensar a proposta antes que ela se torne lei. O contribuinte brasileiro merece um sistema mais simples, não mais complicado. A reforma tributária deveria facilitar a vida das pessoas, não criar novos obstáculos burocráticos.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/plp-108-como-complicar-o-que-deveria-simplificar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">JOTA</a></strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>União inicia repasses para o IBS em setembro. O que isso significa na Reforma Tributária?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[IVA Dual]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A União&#160;inicia os repasses&#160;para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): a partir de setembro o Comitê Gestor do IBS receberá os primeiros recursos para viabilizar sua estruturação.&#160; Ao total, serão então quatro repasses mensais de R$ 50 milhões, totalizando R$ 200 milhões – menos do que R$ 600 milhões anuais previstos pela Lei Complementar 214/2025. A diferença [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A União&nbsp;<a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/72467/uniao-inicia-repasses-para-implementar-ibs-em-setembro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inicia os repasses</a>&nbsp;para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): a partir de setembro o Comitê Gestor do IBS receberá os primeiros recursos para viabilizar sua estruturação.&nbsp;</p>



<p>Ao total, serão então quatro <strong>repasses mensais de R$ 50 milhões</strong>, totalizando R$ 200 milhões – <strong>menos do que R$ 600 milhões anuais previstos</strong> pela Lei Complementar 214/2025. A diferença se justifica pelo atraso das eleições para os representantes do CGIBS. </p>



<p>Apesar do prazo curto até 2026, o CGIBS afirma que não há previsão de atraso na fase de testes da Reforma Tributária do consumo, prevista para janeiro de 2026.&nbsp;</p>



<p>Em suma, o IBS é uma das peças centrais da Reforma Tributária do consumo, compondo o IVA Dual ao lado da CBS. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esses repasses da união para IBS devem financiar&nbsp;</h2>



<p>O Comitê Gestor do IBS será o responsável por toda a operacionalização do IBS. Sendo assim, os recursos repassados pela união são destinados à fase de estruturação do IBS, incluindo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Finalização da plataforma do IBS;</li>



<li>Contratação de serviços técnicos;</li>



<li>Suporte à operação piloto. </li>
</ul>



<p>A ferramenta em desenvolvimento pelo CGIBS promete, então, reduzir a complexidade tributária, automatizar cálculos e facilitar a fiscalização, além de proporcionar maior transparência na gestão fiscal.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: mais um sinal para acelerar a preparação interna&nbsp;</h2>



<p>A liberação de recursos para a implementação do IBS é um marco prático. Ou seja, ao iniciar os repasses para o IBS, a União&nbsp;<strong>mostra o ritmo da Reforma Tributária&nbsp;</strong>e reforça a necessidade de preparação&nbsp;<strong>já</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na WK, seguimos acompanhando cada novidade e ajustando o <strong>WK Radar</strong> para a nova realidade, com foco em conformidade, automação e rastreabilidade ponta a ponta. </p>



<p>Para entender se o seu negócio já está pronto para receber a Reforma Tributária, faça o diagnóstico gratuito da WK! Descubra os pontos de atenção e como agir agora para preparar a sua empresa.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente do Comitê Gestor do IBS descarta possibilidade de adiar testes da Reforma Tributária em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CGIBS]]></category>
		<category><![CDATA[DF-e]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[NFS-e Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Flávio César Mendes de Oliveira, presidente do CGIBS – Comite Gestor do IBS – afirmou em entrevista que qualquer possibilidade de adiar os testes da Reforma Tributária estão descartadas. O período de transição começa com testes já em 2026.  “A princípio, não tem nenhuma discussão, nenhuma possibilidade de adiamento. É a partir dos testes em 2026 que teremos condições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Flávio César Mendes de Oliveira, presidente do CGIBS – Comite Gestor do IBS – afirmou em entrevista que qualquer possibilidade de adiar os testes da Reforma Tributária estão descartadas. O período de transição começa com testes já em 2026. </p>



<p>“A princípio, não tem nenhuma discussão, nenhuma possibilidade de adiamento. É a partir dos testes em 2026 que teremos condições de mensurar a efetividade do sistema e trabalhar nos ajustes necessários”, afirmou Oliveira.&nbsp;</p>



<p>A sinalização mantém o ritmo de implantação do novo modelo de tributos sobre o consumo (IBS e CBS). Assim, reforça-se que empresas e entes federativos precisam acelerar seus preparativos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa não adiar os testes da Reforma Tributária?&nbsp;&nbsp;</h2>



<p>Em suma, pilotos e homologação continuam: 2026 segue como o ano de teste operacional do novo sistema, com documentos fiscais ajustados para contemplar IBS e CBS e integração às novas regras técnicas.&nbsp;</p>



<p>A manutenção do cronograma ajuda a evitar efeito cascata em outras entregas (calculadora oficial de tributos, tabelas de validação, notas técnicas por DF-e, NFS-e nacional etc.).&nbsp;</p>



<p>No entanto, é importante relembrar dos impasses em relação ao CGIBS. A exigência permanece por decisões coordenadas entre estados e municípios para viabilizar arrecadação, distribuição e conformidade do IBS. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: cronograma firme = ação imediata</h2>



<p>A confirmação de que 2026 é ano de testes tira qualquer dúvida sobre o timing: quem deixar para depois corre riscos operacionais, fiscais e de competitividade.&nbsp;</p>



<p>Na WK, seguimos acompanhando cada atualização técnica e regulatória para que o WK Radar opere com aderência total às novas exigências (campos, validações e integrações). </p>



<p>Descubra se sua empresa está pronta para a Reforma Tributária! Faça o nosso Diagnóstico gratuito e entenda, em minutos, os principais pontos de atenção e prioridades para preparar o seu negócio.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente do Comitê Gestor do IBS é eleito: Flávio César tem muitos desafios pela frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 15:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Gestor do IBS]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional dos Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio César Mendes de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[PLP 108/2024]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A implementação da Reforma Tributária avança com mais um passo decisivo. Flávio César Mendes de Oliveira foi eleito, em 1º de agosto, o primeiro presidente do Comitê Gestor do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). O atual presidente do Comsefaz e secretário da Fazenda de Mato Grosso do Sul, fica na presidência do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A implementação da Reforma Tributária avança com mais um passo decisivo. Flávio César Mendes de Oliveira foi eleito, em 1º de agosto, o primeiro presidente do Comitê Gestor do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). O atual presidente do Comsefaz e secretário da Fazenda de Mato Grosso do Sul, fica na presidência do Comitê até 31 de dezembro de 2025.</p>



<p>A eleição ocorreu durante a 2ª Reunião do Conselho Superior do Comitê e representa um marco fundamental na transição para o novo modelo tributário brasileiro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Comitê Gestor do IBS e por que essa eleição é importante?&nbsp;</h2>



<p>O CGIBS foi criado pela lei complementar PLP 108/2024. É o órgão responsável por comandar a arrecadação, fiscalização, distribuição de receitas e definição das regras operacionais do IBS. Em suma, o novo tributo é parte do IVA Dual e substituirá ICMS e ISS. </p>



<p>Com arrecadação estimada em mais de R$ 1 trilhão ao ano, o IBS é considerado a espinha dorsal do novo sistema tributário. Portanto, o Comitê Gestor do IBS tem a missão de garantir que essa transformação ocorra de forma equilibrada, transparente e cooperativa entre estados e municípios.&nbsp;</p>



<p>O mandato de Flávio César vai até 31 de dezembro de 2025, período em que o Comitê estará em fase de estruturação provisória. Ele conduzirá os primeiros atos administrativos e dará início aos testes e definições operacionais do novo tributo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um momento decisivo, presidente já enfrenta grandes desafios e impasses&nbsp;</h2>



<p>Ao agradecer a confiança dos secretários estaduais de Fazenda e assumir oficialmente como presidente do Comitê Gestor do IBS, Flávio César destacou:&nbsp;</p>



<p>“Recebo essa missão com profunda honra e senso de responsabilidade. A escolha do meu nome, fruto de um consenso entre os secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, muito me orgulha e, ao mesmo tempo, reforça o compromisso coletivo que temos com o êxito da Reforma Tributária. Esse gesto de confiança é, sem dúvida, reflexo da atuação que venho exercendo à frente do Comsefaz, sempre pautada pelo diálogo, pelo equilíbrio e pelo respeito às instituições”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>A continuidade do processo é essencial para não comprometer o cronograma de implementação da Reforma Tributária e para evitar prejuízos operacionais e financeiros.&nbsp;</p>



<p>No entanto, a ausência momentânea dos representantes municipais,&nbsp;<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/08/01/impasse-entre-associacoes-de-municipios-atrasa-criacao-do-comite-gestor-do-ibs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preocupa entidades e adia a criação oficial do Comitê Gestor</a>, que atua hoje de forma “provisória”, aguardando aprovação do PLP 108/2024.&nbsp;</p>



<p>A Confederação Nacional de Municípios&nbsp;<a href="https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/cnm-repudia-instalacao-de-comite-sem-a-participacao-de-municipios" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manifestou-se contra</a>&nbsp;a escolha do presidente em publicação no portal oficial: “Tal instalação representa não apenas uma violação flagrante da Constituição Federal, mas um ataque frontal à autonomia dos Entes Locais brasileiros e ao próprio pacto federativo.”.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, ao aceitar o posto, Flávio César ressaltou ainda que a espera é um risco para o processo. “Respeitamos as etapas legais e institucionais, mas é preciso dar andamento aos trabalhos, com responsabilidade e serenidade. Nosso norte sempre será a união de esforços em torno de um bem comum: a construção de um sistema tributário mais justo, moderno e eficiente, que respeite a diversidade do nosso país e preserve a autonomia dos entes federativos.” afirmou.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: eleição do presidente do Comitê Gestor é um marco, e traz muitos pontos de atenção&nbsp;</h2>



<p>A instalação do Comitê Gestor e a eleição de seu primeiro presidente sinalizam que a Reforma Tributária está definitivamente em curso, e quem não está olhando para isso ainda está perdendo tempo.&nbsp;</p>



<p>As empresas devem ficar atentas, não apenas às alíquotas ou mudanças nos tributos, mas a esta nova<strong>&nbsp;lógica de negócios&nbsp;</strong>que está sendo construída.&nbsp;</p>



<p>Na WK, seguimos acompanhando cada movimentação da Reforma Tributária, garantindo que o ERP WK Radar esteja pronto para a nova realidade fiscal brasileira. </p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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		<title>WK Radar está preparado para a Reforma Tributária: primeira etapa contemplada em nova atualização</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/wk-radar-esta-preparado-para-a-reforma-tributaria-primeira-etapa-contemplada-em-nova-atualizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 15:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[Cofins]]></category>
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		<category><![CDATA[PIS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária já começou, e o WK Radar está preparado para recebê-la. As primeiras regras técnicas foram divulgadas, o novo modelo de impostos está em fase de homologação. Portanto,&#160;empresas de todos os segmentos precisam adaptar seus processos, controles e sistemas&#160;para garantir conformidade e continuidade dos negócios.&#160; Diante desse cenário de transformação, a WK, empresa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária já começou, e o WK Radar está preparado para recebê-la. As primeiras regras técnicas foram divulgadas, o novo modelo de impostos está em fase de homologação. Portanto,&nbsp;<strong>empresas de todos os segmentos precisam adaptar seus processos, controles e sistemas</strong>&nbsp;para garantir conformidade e continuidade dos negócios.&nbsp;</p>



<p>Diante desse cenário de transformação, a WK, empresa de tecnologia com mais de 40 anos de atuação criando soluções para o complexo sistema tributário brasileiro, dá um passo à frente.&nbsp;</p>



<p>O WK Radar, seu ERP completo, é o primeiro ERP com as adequações prontas e liberadas para seus clientes para a primeira etapa da Reforma Tributária,&nbsp;<strong>oferecendo conformidade e tranquilidade operacional.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda para os negócios com a Reforma Tributária?&nbsp;</h2>



<p>O novo modelo unifica PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI em dois tributos, CBS (federal) e IBS (estadual/municipal) – que juntos compõe o IVA Dual -, e cria o Imposto Seletivo. Sendo assim, exige profundas mudanças nos documentos fiscais eletrônicos e nas rotinas tributárias das empresas.&nbsp;</p>



<p>Mais do que atualização legal, então, a Reforma impõe um novo nível de rastreabilidade, integração de dados e padronização de processos.&nbsp;<strong>Isso escancara gargalos estruturais em muitas organizações.&nbsp;</strong></p>



<p>“Sabemos que essas mudanças impactam toda a cadeia operacional: compras, vendas, finanças, fiscal, contábil e gestão. Por isso, nos antecipamos para apoiar nossos clientes desde já, com entregas concretas e um plano de evolução contínua”, afirma Márcio Tomelin, diretor de Produto e Mercado da WK.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">WK Radar é o primeiro ERP brasileiro preparado com atualizações prontas e liberadas para receber primeira fase da Reforma Tributária&nbsp;</h2>



<p>Diante das informações divulgadas pela Receita Federal, o time de especialistas da WK elaborou um mapa de impacto completo. Nesta etapa, então, as mudanças exigem alterações profundas nos documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFC-e, NFS-e), integrações com novas tabelas de classificação tributária e rígido cumprimento das normas de compliance.</p>



<p>A obrigação inicial é sobre a inclusão de novos campos no ERP para atender às exigências da Reforma Tributária. Também já foram realizadas adequações ao módulo de emissão de NF-e aos padrões de CBS e IBS, de acordo com os layouts e regras técnicas já publicados.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, clientes do WK Radar não precisam se preocupar: a geração do XML da NF-e será feita com informações de CBS e IBS. A solução da WK está validada no ambiente de homologação da Secretaria da Fazenda,&nbsp;<strong>assegurando conformidade e antecipando eventuais ajustes.</strong>&nbsp;</p>



<p>Em suma, essas entregas permitem que as empresas iniciem testes internos, ajustem processos, capacitem suas equipes e validem rotinas com antecedência. Reduzindo, então, riscos operacionais e evitando surpresas às vésperas da obrigatoriedade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os próximos passos para empresas se prepararem para a Reforma Tributária, e como o WK Radar pode ajudar?</h2>



<p>Mais do que adequar o sistema, a proposta da WK é entregar estrutura para que empresas passem pela Reforma com controle, agilidade e conformidade. O WK Radar integra dados de ponta a ponta, automatiza cálculos e garante rastreabilidade, pilares essenciais para o novo modelo tributário.&nbsp;</p>



<p>“A Reforma Tributária traz uma profunda transformação nos negócios, exigindo gestão e processos aprimorados ponta a ponta, desde nova forma de gerir fornecedores e compras, passando por eficiência na gestão financeira aprimoradas com fluxo de caixa e dados extremante precisos e atualizados até gestão de formação de preços de vendas e margens em tempo real, tudo isso e muito mais serão exigências no novo cenário com a RT para empresas se adequarem as novas realidades de forma segura” afirma ainda Tomelin.&nbsp;</p>



<p>O CTO da WK Denilson Nogueira explica que a empresa aguarda a publicação da lei do Comitê Gestor do IBS, atualmente em tramitação por meio do PL 108/2024, para dar os próximos passos. “Acompanhamos de perto cada etapa da regulamentação. Nossa equipe já está preparada para novos ajustes e aguarda a documentação técnica da Receita Federal, que detalhará a integração do ERP com o motor de cálculo do novo regime.”.<br />&nbsp;<br />Em um cenário de mudanças tão profundas, afinal, antecipar-se faz toda a diferença. O alerta da WK é claro. “A Reforma Tributária já começou. É agora! As empresas precisam estar preparadas para 2026 com conformidade e agilidade em seus processos. Só assim poderão passar por todas as mudanças que ainda virão com segurança financeira e jurídica.”, pontua Tomelin. &nbsp;</p>



<p>“O maior risco da Reforma não está na mudança das regras. Está na falta de estrutura para lidar com elas. Quem se organiza agora ganha tempo, confiança e vantagem competitiva”, finaliza então Tomelin.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: Prepare seu negócio desde já com informação e tecnologia</h2>



<p>Além das evoluções no sistema, a WK investe em uma série de ações para compartilhar conhecimento especializado sobre o tema visando orientar empresas nesse processo de transição.</p>



<p>São webinars, artigos, materiais técnicos e análises práticas sobre os impactos da Reforma Tributária para todos os segmentos. Todo conteúdo está disponível no site oficial da WK, <a href="http://wk.com.br/reforma-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse agora</a>.</p>





<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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		<title>Adiada a regulamentação do PLP 108/2024 da Reforma Tributária para agosto de 2025</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/adiada-a-regulamentacao-do-plp-108-2024-da-reforma-tributaria-para-agosto-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 17:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
		<category><![CDATA[FNP]]></category>
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		<category><![CDATA[PLP 108/2024]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O calendário da Reforma Tributária sofreu novo ajuste: a regulamentação do PLP 108/2024 foi adiada para agosto de 2025. O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, confirmou a informação após o encerramento da audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.&#160; Segundo o relator, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez a [&#8230;]]]></description>
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<p>O calendário da Reforma Tributária sofreu novo ajuste: a regulamentação do PLP 108/2024 <a href="https://comsefaz.org.br/novo/reforma-tributaria-regulamentacao-do-plp-108-2024-fica-para-agosto-de-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">foi adiada para agosto de 2025</a>.</p>



<p>O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, confirmou a informação após o encerramento da audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.&nbsp;</p>



<p>Segundo o relator, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez a solicitação para esse adiamento. O motivo são as divergências de entendimento entre a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Frente Nacional dos Prefeito (FNP). O conflito são os critérios para a escolha dos representantes dos municípios no Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz o PLP 108/2024 e por que ele é importante na Reforma Tributária?</h2>



<p>O PLP 108/2024 é uma das propostas centrais para a regulamentação da Reforma Tributária, pois trata da criação e funcionamento do Comitê Gestor do IBS. O órgão será responsável por operacionalizar a arrecadação, fiscalização e distribuição do imposto entre estados e municípios. </p>



<p>Esse comitê é uma&nbsp;<strong>peça-chave para garantir a efetividade&nbsp;</strong>do novo modelo tributário baseado no IVA Dual, uma vez que sua estrutura precisa contemplar o equilíbrio federativo, a neutralidade política e a transparência na gestão dos recursos arrecadados.&nbsp;</p>



<p>Segundo Braga, então, precisamos de cautela para chegar a um entendimento. “Aprovado o texto no Senado, não têm mais oportunidade de fazer nenhum conserto. Ou fica com o [texto] da Câmara ou com o do Senado”, afirmou o senador.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece agora com o adiamento da regulamentação do PLP 108/2024?&nbsp;</h2>



<p>O Comitê Gestor do IBS já foi criado de forma provisória pela Lei Complementar 214/2025. No entanto, o seu funcionamento efetivo depende da <strong>aprovação do PLP 108/2024.</strong> </p>



<p>A urgência da votação se deve ao cronograma da Reforma: o período de transição começa a acontecer efetivamente em 2026. Por isso, é essencial que os órgãos gestores estejam constituídos e operacionais. </p>



<p>Sendo assim, precisamos aguardar esta definição para entender se o calendário da Reforma Tributária mudará. A regulamentação do PLP 108/2024 ter sido adiada pode causar atrasos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: prazos apertam, e decisões estruturais ainda estão em aberto</h2>



<p>O adiamento da votação do PLP 108/2024 reforça, então, um alerta importante: ainda há pontos fundamentais da Reforma Tributária sendo discutidos e definidos. Em suma, isso exige das empresas&nbsp;<strong>a atenção contínua e capacidade de adaptação ágil.</strong>&nbsp;</p>



<p>Na WK, seguimos acompanhando cada avanço da regulamentação para garantir que o WK Radar esteja pronto para oferecer suporte completo às novas exigências fiscais. </p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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			</item>
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		<title>Publicada tabela de créditos presumidos do IBS e CBS: entenda o que muda para as empresas</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/publicada-tabela-de-creditos-presumidos-do-ibs-e-cbs-entenda-o-que-muda-para-as-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 16:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[IVA Dual]]></category>
		<category><![CDATA[nf-e]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de créditos]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da Reforma Tributária segue avançando: foi publicada a tabela de créditos presumidos dos novos tributos, o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), pela Receita Federal no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).  Essa tabela é um marco importante porque orienta, de forma padronizada,&#160;em quais operações as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A regulamentação da Reforma Tributária segue avançando: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/71655/publicada-tabela-de-creditos-do-ibs-e-cbs/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">foi publicada</a> a tabela de créditos presumidos dos novos tributos, o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), pela Receita Federal no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). </p>



<p>Essa tabela é um marco importante porque orienta, de forma padronizada,&nbsp;<strong>em quais operações as empresas poderão aproveitar créditos tributários</strong>&nbsp;no novo modelo de apuração do consumo.&nbsp;</p>



<p><strong>A vigência da tabela se inicia em 23 de junho de 2025.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os créditos tributários da Reforma Tributária?&nbsp;</h2>



<p>O modelo de tributação do IVA Dual, formado pelo IBS e pela CBS, é <strong>não cumulativo</strong>. Ou seja, o imposto pago em uma etapa da cadeia pode ser usado como <strong>crédito</strong> na etapa seguinte. Assim, esse mecanismo <strong>evita a incidência em cascata e melhora a eficiência fiscal.</strong> </p>



<p>A nova tabela publicada especifica <strong>os produtos e serviços que gerarão direito a crédito</strong> dos tributos pagos, e traz, então, códigos e descrições detalhadas que orientam as empresas e os emissores de documentos fiscais eletrônicos. </p>



<p>O objetivo é, especialmente, orientar empresas para a preparação durante o período de transição que já estamos vivendo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde consultar a tabela de créditos presumidos do IBS e CBS?&nbsp;</h2>



<p>A tabela completa de créditos presumidos está <a href="https://www.reformatributaria.com/wp-content/uploads/2025/07/cCredPres_Publicacao_20250618-1.xlsx" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">disponível para download</a> no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), na aba “Documentos Técnicos”. O arquivo inclui a descrição de cada hipótese, o artigo da lei correspondente, a forma de escrituração e a vigência das regras. </p>



<p>É importante então que&nbsp;<strong>as empresas iniciem a análise agora</strong>, entendendo quais códigos impactam diretamente suas operações, fornecedores e produtos vendidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: dados, sistemas e classificação fiscal em foco</h2>



<p>Em suma, a publicação da tabela de créditos do IBS e CBS mostra que a Reforma Tributária está entrando em sua fase operacional. Por isso,&nbsp;<strong>os detalhes começam a</strong>&nbsp;<strong>exigir cada vez mais atenção das empresas.</strong>&nbsp;</p>



<p>Na WK, estamos acompanhando cada atualização técnica da regulamentação e adaptando o WK Radar para garantir que nossos clientes tenham um sistema pronto para a nova realidade fiscal. </p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundos de investimento ficam isentos de CBS e IBS com derrubada de vetos na Reforma Tributária</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/fundos-de-investimento-ficam-isentos-de-cbs-e-ibs-com-derrubada-de-vetos-na-reforma-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 20:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da Reforma Tributária deu mais um passo importante nesta segunda-feira (17): fundos de investimento ficam isentos dos novos tributos sobre o consumo. Ou seja, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).  Isso se dá por conta da derrubada de dois vetos presidenciais pelo Congresso Nacional. A decisão foi comemorada por entidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A regulamentação da Reforma Tributária deu mais um passo importante nesta segunda-feira (17): <strong>fundos de investimento ficam isentos dos novos tributos sobre o consumo</strong>. Ou seja, a<strong> CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</strong>. </p>



<p>Isso se dá por conta da <strong>derrubada de dois vetos presidenciais pelo Congresso Nacional</strong>.</p>



<p>A decisão foi comemorada por entidades do mercado financeiro, que temiam que a ausência de isenção clara pudesse afetar a atratividade dos fundos. Assim, afirmam, os impactos seriam diretos sobre milhões de investidores e trilhões em patrimônio sob gestão.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que motivou os vetos à isenção de fundos de investimento e por que eles foram derrubados?</h2>



<p>Durante a sanção da Lei Complementar 214/2025, o Executivo vetou dispositivos que garantiam expressamente a&nbsp;<strong>não incidência de IBS e CBS sobre os fundos</strong>.&nbsp;</p>



<p>A justificativa foi técnica e jurídica. Segundo o governo, a&nbsp;<strong>Emenda Constitucional 132/2023 não previa isenção específica para esses casos</strong>, o que tornaria a regra inconstitucional.&nbsp;</p>



<p>No entanto, parlamentares e representantes do setor alegaram que a ausência da isenção poderia levar a uma&nbsp;<strong>bitributação sobre investimentos</strong>. Prejudicando, portanto, tanto os cotistas quanto o desenvolvimento do mercado de capitais.&nbsp;</p>



<p>Com a&nbsp;<strong>derrubada dos vetos</strong>, volta a valer o texto originalmente aprovado pelo Congresso. Então, fundos de investimento e patrimoniais&nbsp;<strong>não serão contribuintes diretos dos novos tributos sobre o consumo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda para os fundos de investimentos?&nbsp;</h2>



<p>Com a decisão do Congresso,&nbsp;<strong>os fundos de investimento ficam isentos da CBS e do IBS nas operações de compra e venda de títulos e valores mobiliários</strong>.</p>



<p>Isso garante a&nbsp;<strong>manutenção do regime atual de tributação</strong>, em que os fundos estão sujeitos apenas às regras do Imposto de Renda — respeitando prazos e alíquotas específicas.&nbsp;</p>



<p>Na WK, seguimos atentos a cada avanço da regulamentação da Reforma Tributária, garantindo que o WK Radar esteja pronto para <strong>apoiar empresas </strong>com clareza, atualização e aderência à nova legislação. </p>



<p>👉 Quer entender como essas mudanças impactam sua empresa e como se preparar? Fale com nossos especialistas.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://inovar-asc.com.br/fundos-de-investimento-ficam-isentos-de-cbs-e-ibs-com-derrubada-de-vetos-na-reforma-tributaria/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Novas tabelas de validação da Reforma Tributária: o que sua empresa precisa saber</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/novas-tabelas-de-validacao-da-reforma-tributaria-o-que-sua-empresa-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 20:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão publicadas as novas tabelas de validação da Reforma Tributária para Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da NFC-e, conforme notas técnicas. Podemos perceber, assim, que a Reforma Tributária segue avançando e, aos poucos, começa a gerar impactos operacionais concretos para as empresas.&#160; A previsão é que o ambiente de homologação receba essa nova versão até o dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estão publicadas as <strong>novas tabelas de validação da Reforma Tributária para Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da NFC-e</strong>, conforme notas técnicas.</p>



<p>Podemos perceber, assim, que a Reforma Tributária segue avançando e, aos poucos, começa a gerar impactos operacionais concretos para as empresas.&nbsp;</p>



<p>A previsão é que o ambiente de homologação receba essa nova versão até o dia 28 de julho de 2025. Ou seja, as empresas que já estão testando o ambiente de homologação poderão em breve aproveitar essa atualização. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são as tabelas de validação?&nbsp;</h2>



<p>As&nbsp;<strong>tabelas de validação</strong>&nbsp;são documentos técnicos que definem regras obrigatórias para a emissão das notas fiscais eletrônicas. Elas informam quais campos devem ser preenchidos, quais códigos utilizar, limites de caracteres, obrigatoriedades conforme o regime tributário, entre outras exigências.&nbsp;</p>



<p>Essas tabelas são atualizadas conforme alterações na legislação. Agora, então, foram ajustadas para refletir as mudanças introduzidas pela Reforma Tributária, especialmente no que diz respeito aos&nbsp;<strong>novos tributos sobre o consumo: CBS e IBS</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde encontrar as novas tabelas da Reforma Tributária?&nbsp;</h2>



<p>O próprio portal DF-e criou tabelas em consulta pública visual, disponíveis em:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/DFE/TabelaClassificacaoTributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tabela de CST e cClass (Classificação Tributária)</a> </li>



<li><a href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/DFE/TabelaCreditoPresumido" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tabela de Crédito Presumido</a> </li>
</ul>



<p><em>Essa disponibilização permite maior transparência e prepara os diversos segmentos econômicos para a adaptação de seus sistemas, processos e escrituração fiscal com vistas à transição tributária.</em>&nbsp;</p>



<p>Fique de olho: mesmo que a implementação do novo sistema tributário só comece de forma efetiva em 2026, a publicação das tabelas é um&nbsp;<strong>marco importante para que as empresas comecem a se adaptar</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: é hora de preparar os bastidores</h2>



<p>A publicação das novas tabelas de validação é um claro sinal de que a Reforma Tributária há muito já deixou o campo das ideias e começa a impactar diretamente os processos das empresas. </p>



<p>“A WK segue adaptando o WK Radar para atender os novos campos de IBS e CBS na emissão dos documentos fiscais, a fim de realizar os devidos testes no ambiente de homologação da SEFAZ a partir de 28 de julho.” – Graziele França, especialista em Reforma Tributária da WK.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, na WK, estamos monitorando cada atualização da regulamentação e realizando todas as adaptações necessárias no WK Radar. </p>



<p>👉 Converse com nosso time e saiba como a sua empresa pode iniciar essa jornada de preparação com segurança e estratégia.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>DERE: nova obrigação acessória trará exigências para Regimes Específicos a partir da Reforma Tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 20:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[DCTFWeb]]></category>
		<category><![CDATA[DERE]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A DERE é uma nova obrigação acessória que chega com a Reforma Tributária e exige atenção dos contadores e empresários. A promessa das mudanças, num geral, é de simplificação, mas qualquer novidade demanda de atenção redobrada.  Uma dessas mudanças é a criação da Declaração Eletrônica de Regimes Específicos (DERE). Essa é a nova obrigação acessória prevista para adaptar empresas aos novos tributos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A DERE é uma nova obrigação acessória que chega com a Reforma Tributária e exige atenção dos contadores e empresários. A promessa das mudanças, num geral, é de simplificação, mas qualquer novidade demanda de atenção redobrada. </p>



<p>Uma dessas mudanças é a criação da <strong>Declaração Eletrônica de Regimes Específicos (DERE)</strong>. Essa é a nova obrigação acessória prevista para adaptar empresas aos novos tributos CBS e IBS.</p>



<p>Em suma, sua criação visa atender as particularidades de setores que operarão sob&nbsp;<strong>Regimes Específicos</strong>&nbsp;no novo sistema.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a DERE, nova obrigação acessória da Reforma Tributária?&nbsp;</h2>



<p>A DERE (Declaração Eletrônica de Regimes Específicos) será, então, uma nova obrigação acessória. Um&nbsp;<strong>relatório digital obrigatório</strong>, que empresas devem enviar periodicamente para o Fisco.&nbsp;</p>



<p>Em suma, o propósito é informar e organizar os dados sobre apuração de CBS e IBS quando os impostos forem recolhidos por<strong>&nbsp;regimes específicos de tributação.</strong></p>



<p><em>A DERE foi pensada para ser centralizada, padronizada e eletrônica, seguindo o modelo de outras obrigações acessórias modernas, como a EFD-Contribuições e a DCTFWeb.</em>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os Regimes Específicos da Reforma Tributária?&nbsp;</h2>



<p>Os <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/12/18/reforma-tributaria-estabelece-11-regimes-especificos-para-setores-da-economia" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Regimes Específicos</a> foram determinados para<strong> setores da economia que possuem particularidades </strong>que dificultam a apuração tradicional dos tributos.</p>



<p>Como a apuração de tributos será diferenciada para estes regimes, a declaração também deve ser diferente. Por isso da criação da DERE, a nova obrigação acessória para este tipo de negócio.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, o objetivo é a simplificação para empresas que hoje dependeriam de declarações separadas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a nova obrigação acessória, DERE, entra em vigor?&nbsp;</h2>



<p>A previsão é que a <strong>DERE seja obrigatória já a partir de 2026</strong>, ano em que começa a obrigatoriedade da CBS e do IBS em diversos Documentos Fiscais Eletrônicos. </p>



<p>Isso significa, então, que&nbsp;<strong>o planejamento para sua adoção deve começar agora</strong>, em paralelo aos demais ajustes exigidos pela Reforma Tributária.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda na rotina dos contadores e empresas em Regimes Específicos?&nbsp;</h2>



<p>Com a criação da DERE, as&nbsp;<strong>informações fiscais das empresas deverão ser ainda mais precisas, estruturadas e entregues em tempo real</strong>, reforçando a importância do compliance fiscal como função estratégica.&nbsp;</p>



<p>O nível de detalhamento da escrituração aumentará, e&nbsp;<strong>os ERPs e sistemas de gestão terão papel crucial nesse processo</strong>.&nbsp;</p>



<p>Portanto, será necessário garantir que as informações declaradas estejam sincronizadas com a emissão das notas fiscais, recolhimentos, e os critérios para geração dos créditos.&nbsp;<strong>Qualquer inconsistência poderá comprometer o direito de abatimento do tributo.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: mais controle, mais digitalização — e mais protagonismo contábil&nbsp;</h2>



<p>A chegada da DERE confirma um dos principais alertas que temos feito aqui no blog: <strong>a Reforma Tributária não é apenas uma mudança em alíquotas, mas uma transformação completa da lógica tributária brasileira</strong>.</p>



<p>A nova obrigação exigirá&nbsp;<strong>áreas integradas</strong>, dados consistentes e um controle apurado sobre cada operação fiscal.&nbsp;</p>



<p>O WK Radar já está em processo de adaptação para garantir que o preenchimento, envio e validação das novas obrigações acessórias com segurança, eficiência e conformidade.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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		<title>CCJ realiza quarta audiência pública e debate mudanças no Comitê Gestor do IBS da Reforma Tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 17:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizou, na segunda-feira (10), mais uma audiência pública sobre a regulamentação da Reforma Tributária. O debate pode trazer mudanças para o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tema do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.  Durante o debate, então, especialistas convidados sugeriram ajustes na composição, estrutura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizou, na segunda-feira (10), <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/06/10/ccj-debatedores-sugerem-mudancas-no-comite-gestor-do-ibs" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">mais uma audiência pública</a> sobre a regulamentação da Reforma Tributária. O debate pode trazer mudanças para o <strong>Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong>, tema do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024. </p>



<p>Durante o debate, então, especialistas convidados sugeriram ajustes na composição, estrutura e governança do órgão que será responsável por arrecadar e distribuir o IBS — tributo que substitui o ICMS e o ISS.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Comitê Gestor do IBS?&nbsp;</h2>



<p>O Comitê Gestor será uma entidade nacional encarregada de coordenar o IBS entre estados e municípios. </p>



<p><em>“Como a implementação do novo tributo já começará a ser testada em 2026, o comitê precisa ser instituído definitivamente ainda neste ano. O CG-IBS já foi criado temporariamente pela Lei Complementar 214, de 2024, mas só poderá funcionar até o último dia de 2025.” – Agência Senado</em>&nbsp;</p>



<p>No entanto, a sua criação tem gerado debates intensos sobre o <strong>modelo de governança e a representatividade das esferas de governo</strong>, especialmente dos municípios. </p>



<p>Na audiência, os debatedores elogiaram a reforma tributária e a criação do CG-IBS, mas sugeriram algumas mudanças no órgão.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as sugestões de mudanças no Comitê Gestor?</h2>



<p>Entre as principais sugestões apresentadas durante a audiência:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aumento da transparência</strong> nas decisões do Comitê, com sessões públicas e maior controle social. </li>



<li><strong>Revisão da estrutura de votação</strong> entre representantes estaduais e municipais, para evitar desequilíbrios. </li>



<li><strong>Participação mais ativa da sociedade civil</strong> nas decisões estratégicas do Comitê. </li>



<li><strong>Garantia de neutralidade política</strong> nas indicações dos membros. </li>
</ul>



<p>Segundo os especialistas, o Comitê Gestor do IBS terá um papel muito relevante. Portanto, precisa basear-se baseado em critérios claros, técnicos e imparciais. Ou seja, precisamos evitar conflitos federativos e distorções na distribuição de receitas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece agora?&nbsp;</h2>



<p>O relator do PLP 108/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), segue ouvindo representantes da sociedade civil, estados, municípios e setor produtivo antes de consolidar seu parecer.<strong> </strong>A expectativa é que a votação do projeto aconteça ainda no primeiro semestre.</p>



<p>A audiência foi transmitida pela TV Senado. O público pode acompanhar os debates e enviar sugestões pela plataforma e-Cidadania.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise WK: governança do IBS é peça-chave para o equilíbrio do sistema&nbsp;</h2>



<p>As mudanças propostas no Comitê Gestor do IBS revelam um ponto fundamental da Reforma Tributária:&nbsp;<strong>não basta mudar tributos, precisamos garantir um sistema de gestão equilibrado, confiável e transparente</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na WK, estamos acompanhando de perto todas as atualizações da regulamentação para garantir que nossos clientes tenham um sistema atualizado e processos em conformidade com as novas diretrizes fiscais. </p>



<p>👉 Quer saber como sua empresa pode se preparar para a nova realidade tributária?&nbsp;Fale com nossos especialistas e conheça o WK Radar.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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		<title>Quando haverá incidência dos novos impostos da Reforma Tributária? Entenda o que muda com a chegada da CBS e do IBS!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 19:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;Reforma Tributária&#160;determina a criação do&#160;IVA Dual: a CBS e o&#160;IBS. Você já sabe quando haverá incidência dos novos impostos, e se isso vai afetar o seu negócio?&#160; Em resumo: entender as situações de incidência dos novos impostos é essencial para revisar seus processos e evitar surpresas no fluxo de caixa.&#160; Segundo a especialista em Reforma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;<strong>Reforma Tributária</strong>&nbsp;determina a criação do&nbsp;IVA Dual: a CBS e o&nbsp;IBS. Você já sabe quando haverá incidência dos novos impostos, e se isso vai afetar o seu negócio?&nbsp;</p>



<p><strong>Em resumo: entender as situações de incidência dos novos impostos é essencial para revisar seus processos e evitar surpresas no fluxo de caixa.</strong>&nbsp;</p>



<p>Segundo a especialista em Reforma Tributária da WK, Graziele França:&nbsp;<strong>“Com as novas regras, o IBS e a CBS vão incidir sobre operações que antes passavam despercebidas”</strong>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="QUANDO sua empresa vai pagar os NOVOS IMPOSTOS da Reforma Tributária?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vm568C0_m4c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Pensando nisso, a gente te explica:&nbsp;<strong>quando é que a sua empresa vai precisar recolher os novos tributos?</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A incidência dos novos impostos da Reforma Tributária sobre operações onerosas&nbsp;</h2>



<p>Conforme o&nbsp;<strong>artigo 4º da Lei Complementar 214 de 2025</strong>, a cobrança da&nbsp;<strong>CBS e do IBS</strong>&nbsp;incide sobre qualquer operação onerosa, com bens ou serviços. Ou seja, que envolva uma&nbsp;<strong>contrapartida financeira</strong>. Isso inclui:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compra e venda de bens;</li>



<li>Troca de bens ou serviços entre partes;</li>



<li>Transferência de bens para pagamento de dívidas;</li>



<li>Aluguel de imóveis e bens móveis; </li>



<li>Transferência de direito de uso de bens imateriais (como softwares e patentes); </li>



<li>Empréstimos de bens ou dinheiro com cobrança de juros; </li>



<li>Doações de bens ou serviços com retorno para o doador; </li>



<li>Criação de direitos reais (como usufruto) com pagamento; </li>



<li>Arrendamento, inclusive mercantil (ou seja, aluguel de bens com opção de compra ao final do contrato); </li>



<li>Qualquer serviço prestado mediante pagamento. </li>
</ul>



<p><em>Antes de tudo, é importante que sua empresa classifique corretamente cada tipo de operação. A&nbsp;</em><strong><em>falta de categorização pode gerar recolhimentos indevidos.</em></strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lei amplia situações em que haverá incidência dos novos impostos</h2>



<p>Além das operações onerosas, o&nbsp;<strong>artigo 5º da Lei Complementar 214 de 2025</strong>&nbsp;determina que&nbsp;<strong>algumas operações não onerosas também serão tributadas.&nbsp;</strong>A CBS e o IBS vão incidir sobre:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fornecimento de bens ou serviços <strong>sem cobrança</strong>, ou <strong>com valor abaixo do mercado</strong>;</li>



<li>Distribuição de brindes ou bônus,<strong> exceto aquelas registradas no documento fiscal e que não dependam de evento posterior</strong>;</li>



<li>Transferência de bens a sócios, acionistas ou partes relacionadas que <strong>não sejam contribuintes regulares da CBS e IBS</strong>, por exemplo: em devoluções de capital ou dividendos in natura;</li>



<li>Qualquer operação com empresas ou pessoas <strong>relacionadas</strong> que envolva <strong>valores subfaturados</strong>. </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que você precisa entender os novos tributos agora?&nbsp;</h2>



<p>Em suma,&nbsp;<strong>o</strong>&nbsp;<strong>momento para ajustar seus processos é agora</strong>. Entendendo os impactos, você pode então ajustar os seus processos e evitar recolher impostos de forma indevida.</p>



<p>Em 2026, ainda estaremos no&nbsp;<strong>período de teste</strong>, ou seja, não haverá cobrança efetiva. No entanto, já em 2027 a cobrança começa para valer, com incidência dos novos impostos da Reforma Tributária.&nbsp;</p>



<p>Graziele afirma: “A reforma tributária já é uma realidade e quanto mais preparada a sua empresa estiver, mais competitiva ela estará nesse novo cenário.” </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se preparar com segurança para os novos impostos&nbsp;</h2>



<p>Não espere pela virada do calendário. É hora de colocar o seu negócio em ordem e transformar a transição em estratégia!&nbsp;</p>



<p>A Reforma Tributária não é apenas uma mudança na legislação, mas sim uma mudança dos negócios. Sendo assim, você precisa de&nbsp;<strong>estrutura, rastreabilidade e integração de dados</strong>&nbsp;em tempo real.&nbsp;</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>WK</strong>.</p>
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