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	<title>produção &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
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		<title>4 dicas para evitar a falta de controle da produtividade na indústria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 22:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[controle da produção]]></category>
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					<description><![CDATA[Falar que o mercado está cada vez mais competitivo é meio que chover no molhado, pois a concorrência é algo inerente a qualquer segmento econômico. No setor industrial, uma das maneiras de se sobressair é buscar o aperfeiçoamento das operações. Para isso, no entanto, é preciso atacar alguns pontos delicados que geram gargalos no dia [&#8230;]]]></description>
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<p>Falar que o mercado está cada vez mais competitivo é meio que chover no molhado, pois a concorrência é algo inerente a qualquer segmento econômico. No setor industrial, uma das maneiras de se sobressair é buscar o aperfeiçoamento das operações. Para isso, no entanto, é preciso atacar alguns pontos delicados que geram gargalos no dia a dia, entre eles podemos destacar a falta de controle da produtividade.</p>



<p>Deixar de lado a eficiência nos processos produtivos pode provocar várias situações que vão acabar desgastando a rotina e trazendo, pouco a pouco, as perdas. No fim, se não for encontrada uma solução para resolver a falta de controle da produtividade, a indústria pode sofrer muitos prejuízos.</p>



<p>Como não queremos que nada negativo aconteça ao seu negócio, pelo contrário, nosso objetivo é que ele prospere e alcance os melhores resultados sempre, fizemos este artigo. Nele, listamos 4 dicas para você evitar a falta de controle da produtividade e deixar a sua indústria pronta para enfrentar todos os desafios do mercado. Siga com a gente e confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar a falta de controle da produtividade</h2>



<p>Como prometido, na sequência você encontra a lista com as dicas de como fazer uma gestão eficiente da produção da sua indústria. O mais importante para gente é que, ao final da leitura, você entenda que qualquer problema pode ser corrigido, ou melhor, prevenido. Basta um pouco de atenção, cuidado e planejamento. Vamos às dicas!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Faça o mapeamento e a padronização de processos</h3>



<p>Digamos que cada funcionário da fábrica faça uma atividade de um jeito diferente, com prazos indefinidos e sem um planejamento adequado. Isso não só dificulta a identificação de aspectos que precisam ser otimizados, mas também atrapalha a prevenção da perda de tempo com trabalhos desnecessários.</p>



<p>Diante disso, o papel principal do mapeamento é justamente reverter essa situação. Ao realizá-lo, ele irá entregar resultados que vão auxiliar no desenvolvimento de melhorias e na modelagem de processos para agregar ainda mais valor na produção.</p>



<p>Com o mapeamento em mãos, é hora de padronizar as rotinas. Para isso, o mais indicado é contar com um sistema de gestão, como um ERP, pois ele facilita a integração das informações e o gerenciamento dos processos de forma unificada e em tempo real. Tudo isso traz inúmeros benefícios para a indústria, como redução de custos, cumprimento dos prazos e otimização dos procedimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Elabore o planejamento dos recursos de produção</h3>



<p>É claro que não poderíamos deixar de falar sobre o planejamento. Aqui, ele é voltado à produção e vai garantir que atrasos, falta de insumos e desperdícios não aconteçam. Nele devem constar o que a indústria vai comprar e produzir, a organização do calendário de fabricação e seus prazos, como ela vai obter mão de obra qualificada, entre outros. Tudo isso vai influenciar diretamente nas estratégias de logística e, consequentemente, no bom atendimento ao cliente.</p>



<p>Se pararmos para pensar, todos esses tópicos juntos parecem atividades muito distantes dentro da indústria. No entanto, assegurar a qualidade dos produtos e serviços, fazer uma gestão eficiente dos custos e recursos e ainda ter vantagens competitivas sobre os concorrentes são aspectos que estão interligados e precisam ser planejados de forma integrada, para que não fique nenhuma ponta solta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Tenha um plano de produção integrado a outros setores</h3>



<p>Como uma andorinha só não faz verão, não dá para pensar na produção como uma unidade isolada dentro da indústria. É fundamental pensar de maneira integrada com os outros setores, principalmente porque há aqueles que estão diretamente ligados à produção, como o estoque, a área de compras, as vendas e até mesmo o marketing.</p>



<p>Então, assim como você fez o mapeamento e planejamento do setor de fabricação, estabeleça processos bem definidos para as outras áreas da indústrias também. Imagine como tudo seria mais fácil e contribuiria para o controle da produtividade se a comunicação entre os setores estivesse bem alinhada? Ou se o fluxo de documentos ocorresse de maneira automatizada?</p>



<p>Além de ganhar tempo nas atividades, a indústria ainda teria muito mais segurança e confiança nas informações, pois a automação garante o registro de datas e horários de todas as ações e também identifica quem fez a alteração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Estabeleça um programa de prevenção de riscos</h3>



<p>Nada pode ser tão básico para prevenir a falta de controle da produtividade do que assegurar que as máquinas e os equipamentos funcionem corretamente e não causem nenhum dano aos funcionários e à estrutura da indústria. Por isso, priorize a implementação de um programa de manutenção preventiva, evitando que ela ocorra somente de forma corretiva. Esse tipo de atitude, inclusive, faz parte do que há de mais moderno na área e segue premissas, por exemplo, da Indústria 4.0.</p>



<p>Além disso, prevenir qualquer tipo de perigo é a chave para que retrabalhos, prejuízos, ociosidades de pessoas e equipamentos, problemas de qualidade e até mesmo acidentes com a equipe sejam reduzidos ou até mesmo extintos. E se nada disso acontece, o processo produtivo pode seguir conforme o planejado, certo?</p>



<p>Com essas 4 dicas já é possível colocar em ordem o controle da produtividade e acabar com diversos entraves que atrapalham o bom andamento da área de produção. Porém, muitos processos que falamos aqui somente são possíveis com o auxílio da tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evite a falta de controle da produtividade na sua indústria com a WK</h2>



<p>E se falamos em tecnologia, é claro que você pode contar com a gente. Com as soluções da WK para a indústria, você consegue identificar as necessidades de produção, empenhar materiais e avaliar e programar produtos em processo para atender com a máxima agilidade às demandas dos clientes. Com o nosso sistema, você ainda garante:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Rastreabilidade das etapas produtivas e das quantidades de insumos consumidos por produtos acabados. Isso apoia a empresa em seus processos de auditoria e atendimento às normas reguladoras do segmento.</li><li>Controle da produção com engenharia integral dos produtos, mapeamento dos insumos, gerenciamento dos processos e recursos produtivos. Junto a isso, o nosso sistema possui geração automática de demandas de produção de acordo com cálculo do MRP.</li><li>Automatização na medida certa, com baixas automáticas de insumos em tempo real e com a possibilidade de integração com máquinas e balanças. Dessa forma, os processos se tornam mais ágeis e a absorção dos custos de produção fica mais precisa.</li></ul>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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		<title>4 dicas para evitar a falta de controle da produtividade na indústria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 12:12:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[controle da produção]]></category>
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					<description><![CDATA[Falar que o mercado está cada vez mais competitivo é meio que chover no molhado, pois a concorrência é algo inerente a qualquer segmento econômico. No setor industrial, uma das maneiras de se sobressair é buscar o aperfeiçoamento das operações. Para isso, no entanto, é preciso atacar alguns pontos delicados que geram gargalos no dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Falar que o mercado está cada vez mais competitivo é meio que chover no molhado, pois a concorrência é algo inerente a qualquer segmento econômico. No setor industrial, uma das maneiras de se sobressair é buscar o aperfeiçoamento das operações. Para isso, no entanto, é preciso atacar alguns pontos delicados que geram gargalos no dia a dia, entre eles podemos destacar a falta de controle da produtividade.</p>



<p>Deixar de lado a eficiência nos processos produtivos pode provocar várias situações que vão acabar desgastando a rotina e trazendo, pouco a pouco, as perdas. No fim, se não for encontrada uma solução para resolver a falta de controle da produtividade, a indústria pode sofrer muitos prejuízos.</p>



<p>Como não queremos que nada negativo aconteça ao seu negócio, pelo contrário, nosso objetivo é que ele prospere e alcance os melhores resultados sempre, fizemos este artigo. Nele, listamos 4 dicas para você evitar a falta de controle da produtividade e deixar a sua indústria pronta para enfrentar todos os desafios do mercado. Siga com a gente e confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar a falta de controle da produtividade</h2>



<p>Como prometido, na sequência você encontra a lista com as dicas de como fazer uma&nbsp;gestão&nbsp;eficiente da produção da sua indústria. O mais importante para gente é que, ao final da leitura, você entenda que qualquer problema pode ser corrigido, ou melhor, prevenido. Basta um pouco de atenção, cuidado e planejamento. Vamos às dicas!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Faça o mapeamento e a padronização de processos</h3>



<p>Digamos que cada funcionário da fábrica faça uma atividade de um jeito diferente, com prazos indefinidos e sem um planejamento adequado. Isso não só dificulta a identificação de aspectos que precisam ser otimizados, mas também atrapalha a prevenção da perda de tempo com trabalhos desnecessários.</p>



<p>Diante disso, o papel principal do mapeamento é justamente reverter essa situação. Ao realizá-lo, ele irá entregar resultados que vão auxiliar no desenvolvimento de melhorias e na modelagem de processos para agregar ainda mais valor na produção.</p>



<p>Com o mapeamento em mãos, é hora de padronizar as rotinas. Para isso, o mais indicado é contar com um sistema de gestão, como um ERP, pois ele facilita a integração das informações e o gerenciamento dos processos de forma unificada e em tempo real. Tudo isso traz inúmeros benefícios para a indústria, como redução de custos, cumprimento dos prazos e otimização dos procedimentos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://materiais.wk.com.br/erp-o-software-que-pode-revolucionar-sua-industria" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://blog.wk.com.br/wp-content/uploads/2017/04/cta-ebook-1.png" alt="ERP" class="wp-image-3881"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Elabore o planejamento dos recursos de produção</h3>



<p>É claro que não poderíamos deixar de falar sobre o planejamento. Aqui, ele é voltado à produção e vai garantir que atrasos, falta de insumos e desperdícios não aconteçam. Nele devem constar o que a indústria vai comprar e produzir, a organização do calendário de fabricação e seus prazos, como ela vai obter mão de obra qualificada, entre outros. Tudo isso vai influenciar diretamente nas estratégias de logística e, consequentemente, no bom atendimento ao cliente.</p>



<p>Se pararmos para pensar, todos esses tópicos juntos parecem atividades muito distantes dentro da indústria. No entanto, assegurar a qualidade dos produtos e serviços, fazer uma&nbsp;gestão eficiente dos custos&nbsp;e recursos e ainda ter vantagens competitivas sobre os concorrentes são aspectos que estão interligados e precisam ser planejados de forma integrada, para que não fique nenhuma ponta solta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 – Tenha um plano de produção integrado a outros setores</h3>



<p>Como uma andorinha só não faz verão, não dá para pensar na produção como uma unidade isolada dentro da indústria. É fundamental pensar de maneira integrada com os outros setores, principalmente porque há aqueles que estão diretamente ligados à produção, como o estoque, a área de compras, as vendas e até mesmo o marketing.</p>



<p>Então, assim como você fez o mapeamento e&nbsp;planejamento&nbsp;do setor de fabricação, estabeleça processos bem definidos para as outras áreas da indústrias também. Imagine como tudo seria mais fácil e contribuiria para o controle da produtividade se a comunicação entre os setores estivesse bem alinhada? Ou se o fluxo de documentos ocorresse de maneira automatizada?</p>



<p>Além de ganhar tempo nas atividades, a indústria ainda teria muito mais segurança e confiança nas informações, pois a automação garante o registro de datas e horários de todas as ações e também identifica quem fez a alteração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Estabeleça um programa de prevenção de riscos</h3>



<p>Nada pode ser tão básico para prevenir a falta de controle da produtividade do que assegurar que as máquinas e os equipamentos funcionem corretamente e não causem nenhum dano aos funcionários e à estrutura da indústria. Por isso, priorize a implementação de um programa de manutenção preventiva, evitando que ela ocorra somente de forma corretiva. Esse tipo de atitude, inclusive, faz parte do que há de mais moderno na área e segue premissas, por exemplo, da&nbsp;Indústria 4.0.</p>



<p>Além disso, prevenir qualquer tipo de perigo é a chave para que retrabalhos, prejuízos,&nbsp;ociosidades de pessoas e equipamentos, problemas de qualidade e até mesmo acidentes com a equipe sejam reduzidos ou até mesmo extintos. E se nada disso acontece, o processo produtivo pode seguir conforme o planejado, certo?</p>



<p>Com essas 4 dicas já é possível colocar em ordem o controle da produtividade e acabar com diversos entraves que atrapalham o bom andamento da área de produção. Porém, muitos processos que falamos aqui somente são possíveis com o auxílio da tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evite a falta de controle da produtividade na sua indústria com a WK</h2>



<p>E se falamos em tecnologia, é claro que você pode contar com a gente. Com as&nbsp;soluções da WK para a indústria, você consegue identificar as necessidades de produção, empenhar materiais e avaliar e programar produtos em processo para atender com a máxima agilidade às demandas dos clientes. Com o&nbsp;nosso sistema, você ainda garante:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Rastreabilidade das etapas produtivas e das quantidades de insumos consumidos por produtos acabados. Isso apoia a empresa em seus processos de auditoria e atendimento às normas reguladoras do segmento.</li><li>Controle da produção com engenharia integral dos produtos, mapeamento dos insumos, gerenciamento dos processos e recursos produtivos. Junto a isso, o nosso sistema possui geração automática de demandas de produção de acordo com cálculo do MRP.</li><li>Automatização na medida certa, com baixas automáticas de insumos em tempo real e com a possibilidade de integração com máquinas e balanças. Dessa forma, os processos se tornam mais ágeis e a absorção dos custos de produção fica mais precisa.</li></ul>



<p>Pensamos em tudo isso porque nosso objetivo é promover eficiência na gestão por meio de um sistema simplificado, integrado e com tecnologia exclusiva, garantindo&nbsp;autonomia ao usuário&nbsp;e proporcionando o melhor custo-benefício no gerenciamento da produção.</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>WK</strong></p>
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		<title>indústria 4.0: Gestão preventiva e corretiva da manutenção industrial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 14:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[Já ouviu falar em indústria 4.0? Relacionada à era da manufatura avançada traz a adoção de integração digital nas diferentes etapas da cadeia de valor. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria de 2016, apontou que, 73% de 2.225 empresas entrevistadas, utilizam pelo menos uma tecnologia em seus processos produtivos. A digitalização passa ser o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar em indústria 4.0? Relacionada à era da manufatura avançada traz a adoção de integração digital nas diferentes etapas da cadeia de valor.</p>
<p>Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria de 2016, apontou que, 73% de 2.225 empresas entrevistadas, utilizam pelo menos uma tecnologia em seus processos produtivos. A digitalização passa ser o primeiro passo para um novo patamar das indústrias.</p>
<h3>E se você automatizasse a gestão da manutenção da sua empresa?</h3>
<p>Um sistema especialista permite o gerenciamento das manutenções preventivas e corretivas de máquinas e equipamentos próprios. Com uma solução para gestão da manutenção, é possível gerar informações importantes relativas a todo o processo, controlando as atividades realizadas, materiais consumidos, serviços prestados e tomados, apontamentos e todos os dados que formarão o histórico do equipamento.</p>
<p>Com isso, é possível planejar manutenções e investimentos. Facilitar a gestão operacional, reduzir custos e desperdícios, organizando setores e auxiliando na produtividade com eficiência em cada processo industrial.</p>
<p>Conheça a solução WK para a gestão da manutenção industrial:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe id="_dytid_6972" src="http://www.youtube.com/embed/jL5nBug1WOU" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Solução WK</strong></h3>
<p>O Radar Manutenção da WK promove amplo controle e gestão da manutenção preventiva e corretiva das máquinas e equipamentos próprios.</p>
<p>Com o sistema é possível efetuar a programação das manutenções para diminuir as paradas por quebra e aumentar a vida útil dos equipamentos.</p>
<p>A solução adapta-se com facilidade às características e necessidades de diversos segmentos. Auxilia no o dia a dia de empresas que trabalham e precisam fazer a gestão preventiva e corretiva de manutenção dos equipamentos.</p>
<p>No caso das indústrias, possuindo um maquinário próprio, é possível registrar e controlar as manutenções de todos os seus equipamentos, de maneira eficaz, programando prazos determinados ou esporádicos, por exemplo. Também é possível identificar a necessidade de manutenção pelo tempo de uso, além de solicitar materiais necessários à manutenção dos equipamentos e máquinas por requisições internas.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: texto elaborado com informações do site da <strong>Revista Exame</strong>.</p>
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		<title>Estoque e produção adentram no compliance fiscal das industriais e atacadistas</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/estoque-e-producao-adentram-no-compliance-fiscal-das-industriais-e-atacadistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 18:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas industriais e atacadistas devem se atentar ao risco de complicações na esfera tributária devida a entrega de informações imprecisas do estoque e da produção. Os fiscos estadual e federal querem analisar de perto os seus apontamentos de produção e as operações do seu estoque. O custo de se deixar esta demanda do governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas industriais e atacadistas devem se atentar ao risco de complicações na esfera tributária devida a entrega de informações imprecisas do estoque e da produção. Os fiscos estadual e federal querem analisar de perto os seus apontamentos de produção e as operações do seu estoque. O custo de se deixar esta demanda do governo para ser mapeada aos 45 do segundo tempo, ou melhor, para janeiro de 2016, data de entrada em produção destes registros no Sped Fiscal, pode ser arriscada demais.</p>
<p>Mas isto não é necessariamente um grande problema, certo? Vou explicar. O Fisco deseja saber como é a estrutura de seus produtos, como estes estão sendo produzidos e os impactos destes nos estoques. Mas como o foco dos gestores está voltado ao que gera resultados e pontos que importam riscos e custos para o negócio, certamente estão atentos aos processos, estruturas de produtos, detalhamento de materiais, e possuem acompanhamentos destes como fonte de informações na obtenção de melhorias constantes. Se isto é uma realidade, certamente tais empresas já tem uma grande força para a geração das informações fiscais necessárias e em conformidade com a legislação tributária.</p>
<p>Este cenário nos apresenta uma ótima oportunidade de avaliação da qualidade da gestão interna, dos controles e ferramentas atuais. Os “gaps” pela falta de planos estratégicos que negligenciam os acompanhamentos dos processos e varáveis que impactam no custo tributário operacional. Então, sim o que o Bloco K do Sped Fiscal pode trazer melhorias para sua empresa, principalmente se não houver a integração de processos e alinhamento entre os setores de planejamento com as funções produtivas e fiscais.</p>
<p>E por falar em acompanhamento de processos é essencial um ERP com recursos que vão além da geração dos campos próprios do Bloco K. Analise se os ERPs apresentam recursos em sintonia com o planejamento tributário da sua empresa ou que propiciem a implantação do <em>compliance</em>fiscal adequado, pois a partir destas revelações da manufatura e movimentações internas de estoque poderá ser auditada a legitimidade de benefícios tributários como o Drawback Isenção, Drawback Suspenção e a aplicação de alíquotas menores na tributação do ICMS de mercadorias importadas e produtos manufaturados com conteúdo importado baseado na obrigação acessória conhecida como FCI (Ficha Conteúdo de Importação).</p>
<p>Em relação à geração da FCI, por exemplo, sua empresa está trabalhando com a apuração do conteúdo importado dos bens manufaturados pelo consumo real ou está utilizando uma estrutura padrão de componentes? Ou pior, ainda não está utilizando este benefício para redução dos custos tributários por não possuir qualquer controle adequado para apuração do conteúdo importado, da parcela importada e geração do arquivo da FCI? Então, se você for procurar um software para atender ao Controle da Produção e Estoque da EFD ICMS/IPI, não deixe de avaliar os recursos diferenciais de controle de materiais e produção do WK Radar.</p>
<p>Diogo Zanis, Analista de Negócios WK.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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		<title>Bloco K – Riscos, Desafios e Oportunidades</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/bloco-k-riscos-desafios-e-oportunidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 18:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[O Bloco K é, na sua essência, uma obrigatoriedade legal implicando em uma série de riscos, desafios e oportunidades às empresas. Sendo assim, é importante ficar atento aos riscos para não ser pego de surpresa. A ideia é também estar preparado para os desafios a fim de transformá-los em pontos positivos a favor dos processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Bloco K é, na sua essência, uma obrigatoriedade legal implicando em uma série de riscos, desafios e oportunidades às empresas. Sendo assim, é importante ficar atento aos riscos para não ser pego de surpresa. A ideia é também estar preparado para os desafios a fim de transformá-los em pontos positivos a favor dos processos e da própria gestão da empresa e, obviamente, não deixar escapar as oportunidades que acompanham esta demanda legal.</p>
<p>Com certeza, a evolução no controle, acompanhamento e aperfeiçoamento nos processos das áreas, principalmente de produção e estoque, demandadas pelo Bloco K, são aspectos interessantes a serem levados em consideração.</p>
<p><strong>RISCOS</strong></p>
<p><strong>Segurança das informações</strong><br />
O fornecimento das informações sobre a produção e estoques pode oferecer informações sigilosas, o que exige atenção caso a caso. Tal receio fica evidenciado, dentre outros requerimentos, através da lista técnica padronizada, no qual deverão ser informados o consumo específico padronizado e a perda normal para se produzir uma unidade de produto.</p>
<p>A abertura de segredos de produção é um receio que procede, pois o nível das informações permite inferir detalhes de determinados processos produtivos, logística etc. Porém o fisco está baseado na teórica ideia de que as informações serão mantidas em sigilo e serão utilizadas exclusivamente para fins de auditoria fiscal e/ou para prestação de informações econômicas ao governo para fins de formação de políticas públicas.</p>
<p><strong>Multas</strong><br />
A multa pelo não fornecimento de informações relacionadas ao Bloco K ou sua entrega com dados incompletos pode chegar a 1% do valor do estoque total no período.</p>
<p>Há, ainda, o risco de o Fisco encontrar inconsistências entre os estoques e a movimentação de compras e vendas das empresas e entender essas eventuais diferenças como sonegação ou presunção de ausência de emissão de documentos fiscais e/ou recebimento e manutenção em estoque de mercadorias sem documentação fiscal. Nestes casos, a multa pode chegar a 150% do valor do imposto devido.</p>
<p><strong>Custo Brasil</strong><br />
Aumento do Custo Brasil, na medida em que o investimento em tecnologia e em recursos humanos é alto, o que pode dificultar ou inviabilizar o desenvolvimento de novos empreendimentos.</p>
<p><strong>DESAFIOS</strong></p>
<p><strong><em>Compliance</em> digital preventivo</strong><br />
As empresas que já não atendiam à obrigação de manter o Livro de Controle de Produção e Estoque em meio físico terão maior dificuldade na criação dos controles necessários para atender o Bloco K e na sua elaboração.<br />
No caso das empresas que não têm os controles necessários será necessário criá-los do zero, e isso envolve desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros até os ajustes de inventário, compras, vendas e outras operações.</p>
<p>Dentre os controles necessários destaca-se a rastreabilidade, sendo de extrema importância desenvolver estruturas de rastreabilidade para suportar eventuais defesas em autuações fiscais.<br />
Este é um desafio que as empresas precisam alinhar formando uma equipe multidisciplinar para levantamento e implantação de rastreabilidade.</p>
<p><strong>Integração entre Departamentos</strong><br />
Pode haver uma grande dificuldade na geração adequada das informações exigidas, pois estas são administradas em ambientes e setores diferentes da empresa. Por exemplo, ambiente de cadastro de produtos, de fichas técnicas pela área de engenharia; a formalização de etapas do processo produtivo e apontamentos de quantidades consumidas e produzidas pela área de execução da produção.</p>
<p>Ou seja, será necessário adequar os controles contábeis, fiscais e financeiros para garantir a coerência destes com os dados do Bloco K, harmonizar conceitos e procedimentos de controle entre todas as áreas da empresa, como da contabilidade, tecnologia informação, engenharia de produtos, produção e estoque.</p>
<p><strong>Contadores</strong><br />
Incremento na responsabilidade do contador, que passa ainda mais a atuar como gestor das informações financeiras e contábeis das organizações em que atua.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES</strong></p>
<p><strong>Gestão</strong><br />
A nova obrigação deve aprimorar a gestão dos estoques e da produção. As empresas serão diretamente impactadas no que tange à necessidade de aperfeiçoamento da qualidade nos controles relacionados aos estoques e à produção.</p>
<p>As informações poderão reverter positivamente para os próprios contribuintes, permitindo a mais rápida identificação de ineficiências, por exemplo:</p>
<p><strong>Inventário</strong><br />
Acompanhamento permanente das quantidades de materiais, produtos e mercadorias no estoque do estabelecimento e em estabelecimentos de terceiros. Possibilitando análises e execução de ações de redução de custos de produção e estocagem, devido, por exemplo, à manutenção de volumes de estoques desapropriados a real demanda.</p>
<p><strong>Controle de perdas e quebras</strong><br />
Acompanhamento histórico dos índices de perdas e quebras da produção. Possibilitando a definição de estratégias e execução de ações mais pontuais para melhoria de processos e redução de custos;</p>
<p><strong>Sistemas Integrados</strong><br />
Se as empresas optarem por trabalhar com sistemas informatizados, certamente terão um ganho incrível de desempenho no controle e tomadas de decisão. Impulsionando a qualidade, redução de custos administrativos e maior competitividade no mercado em que atuam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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		<title>Bloco K e o Programa Validador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 23:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[PVA]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Validação e Assinatura (PVA) ou “Programa Validador” da EFD possibilita importação de dados a partir da geração de um arquivo de acordo com a descrição de leiaute estabelecida em Ato COTEPE, edição de dados, validação do arquivo, conforme regras de negócios aplicados, correção dos erros detectados na validação, visualização da escrituração, impressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa de Validação e Assinatura (PVA) ou “Programa Validador” da EFD possibilita importação de dados a partir da geração de um arquivo de acordo com a descrição de leiaute estabelecida em Ato COTEPE, edição de dados, validação do arquivo, conforme regras de negócios aplicados, correção dos erros detectados na validação, visualização da escrituração, impressão de relatórios, gravação do arquivo para entrega, exportação de arquivos, assinatura digital e transmissão do arquivo via Internet.</p>
<p>O PVA possui um conjunto de telas com navegação interativa, permitindo uma visão completa da EFD, possibilitando a escolha da seqüência de preenchimento dos registros ou consulta por meio dessas telas, que podem ser abertas para maior detalhamento. A navegação entre os campos dos registros é feita pela tecla &lt;TAB&gt;.</p>
<p>O PVA possibilita também a importação de dados, total ou parcial, em meio magnético, para posterior complemento por digitação, Contudo não executa a junção de arquivos parciais de um mesmo período e mesmo bloco. Por exemplo: importação do arquivo contendo a base de dados das notas fiscais de entradas e, posteriormente, a importação das saídas realizadas por meio de cupons emitidos por ECF.</p>
<p>Mas permite a importação de qualquer bloco que esteja completo estruturalmente com sobreposição de todas as informações existentes no bloco da EFD-ICMS/IPI anteriormente importada ou criado manualmente. A opção somente será disponibilizada quando a EFD-ICMS/IPI a ser alterada estiver aberta no PVA-EFD-ICMS/IPI. Neste caso o bloco a ser importado deverá estar completamente estruturado contendo:</p>
<p>• registro de abertura do arquivo digital e identificação da entidade (idêntico ao da EFD-ICMS/IPI a ser alterada);<br />
• registro de abertura do bloco;<br />
• registros a serem incluídos e;<br />
• registro de encerramento do bloco.</p>
<p>Observação: serão validadas as informações constantes nos registros 0000 de ambos os arquivos.</p>
<p>Após a importação, a EFD pode ser complementada ou corrigida mediante digitação. O PVA sugere sempre a atualização das tabelas, visto que, para a transmissão é necessário que as tabelas estejam sempre atualizadas.</p>
<p>O arquivo será somente disponibilizado para assinatura, quando validado com sucesso, isto é, sem nenhum erro. O arquivo poderá conter advertências e este não é impedimento para a assinatura e transmissão.</p>
<p>Para a transmissão, é necessário que o arquivo esteja validado em versão atualizada do PVA e das tabelas utilizadas.<br />
<strong>SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Digitação de arquivo da EFD</strong></p>
<ul>
<li>Cadastrar contribuinte;</li>
<li>Cadastrar registros Bloco 0;</li>
<li>Criar EFD;</li>
<li>Editar registros;</li>
<li>Verificar pendências;</li>
<li>Gerar arquivo para entrega;</li>
<li>Assinar;</li>
<li>Transmitir EFD E;</li>
<li>Recibo da Transmissão.</li>
</ul>
<p>Ou então:</p>
<p><strong>Importação de arquivo EFD</strong></p>
<ul>
<li>Importar EFD (arquivo texto);</li>
<li>Verificar Pendências;</li>
<li>Editar registros;</li>
<li>Gerar arquivo para entrega;</li>
<li>Assinar;</li>
<li>Transmitir E;</li>
<li>Recibo da transmissão.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;">Fonte:<strong> WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com o Bloco K, você sabe quais serão os possíveis cruzamentos da Receita Federal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 01:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[receita federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o Bloco K, isto é, o lançamento mensal dos registros de ordens de produção, estoque, bem como a declaração da ficha técnica dos produtos em processo e acabados, a Receita Federal terá condições de efetuar uma série de cruzamentos tendo em vista o volume de informações demandados pelas empresas. Eis alguns possíveis cruzamentos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o Bloco K, isto é, o lançamento mensal dos registros de ordens de produção, estoque, bem como a declaração da ficha técnica dos produtos em processo e acabados, a Receita Federal terá condições de efetuar uma série de cruzamentos tendo em vista o volume de informações demandados pelas empresas.</p>
<p>Eis alguns possíveis cruzamentos da Receita Federal:</p>
<p><strong>Ficha Técnica do Produto</strong><br />
Para validar as informações de perdas e quebras normais dos insumos nos processos produtivos informados no registro 0210 o fisco deve comparar mês a mês esta curva de perda com outras empresas do mesmo objeto econômico. E no caso de informações fraudulentas, a fim de evitar estornos de crédito tomado, a receita conseguirá identifica-las com muita precisão.</p>
<p><strong>Diferença de Estoque</strong><br />
<strong>Regularização de falta no estoque de produtos:</strong><br />
A problemática da regularização de estoques por erros internos fica exposta com a inserção do bloco K na EFD. Os ajustes deliberados diretamente nos controles de estoques devem ser eliminados. Se forem em razão de erro de apontamento da produção ou de perdas normais do processo produtivo, deverão ser identificados os apontamentos e corrigidos. Caso os erros de apontamento da produção sejam referentes períodos anteriores deve ser efetuada a retificação dos períodos já transmitidos ao fisco.</p>
<p>Pois não há no modelo da EFD formas de se registrar saídas de estoques a não ser pelos registros K235/K255 de insumos consumidos, pelo registro K220 de reclassificação, ou referente a quebras e perdas não relacionadas a erros de apontamento de produção através de NF-e registrada no bloco C.</p>
<p>Ainda, cabe ressaltar que prescreve a normas relativas ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que, quando da apuração de diferenças no estoque de mercadorias em confronto com o Livro Modelo 3, dever-se-á corrigir essa diferença no momento em que for verificada, por meio de emissão de Nota Fiscal com destaque do imposto.</p>
<p>Da mesma forma, o contribuinte do ICMS poderá, nesta situação, emitir Nota Fiscal para fins de regularização de diferenças verificadas no estoque de produtos, com destaque do imposto.</p>
<p>Base Legal: Art. 182, I, “o”, e II, “c” do RIPI/2010</p>
<p><strong>Perdas no transporte</strong><br />
Na área de reposição de suprimentos é importante acompanhar as quebras e perdas no transporte, pois a existência divergência poderá gerar questionamentos. Sendo que quem arcar com a perda de fazer o ajuste de estoque através da emissão de Nota Fiscal com o devido estorno dos créditos caso tomado no lançamento de entrada.</p>
<p><strong>Consumo superior ao padrão</strong><br />
No caso de se identificar variações significativas na quantidade de insumos consumidos no cruzamento dos registros K235/K255 (Insumos consumidos) com o registro 0210 (consumo específico padronizado) podem ser interpretadas como perdas e quebras anormais. Assim podem ser efetuados questionamentos e caso não houver explicação razoável ser exigido o estorno dos créditos fiscais tomados por ocasião das entradas dos insumos com as correções e retificação da EFD.</p>
<p><strong>Informações da Nota Fiscal</strong><br />
Referente à produção em terceiros é necessário redobrar as conferências das notas fiscais eletrônicas. Pois caso o terceiro utilize informações imprecisas o empresa pode ser envolvida em autuações.</p>
<p>Devendo ser reforçadas as medidas de rastreabilidade e harmonização de informações com terceiros para suportar defesas em autuações fiscais. O melhor caminha para isto é não aceitar notas fiscais sem o devido detalhamento dos insumos consumidos e não consumidos, dos itens produzidos e perdas eventuais.</p>
<p><strong>Prazo do retorno de materiais em Produção em Terceiros</strong><br />
Referente à produção por encomenda o fisco certamente acompanhará mais de perto os prazos de retorno de insumos remetidos para estabelecimentos de terceiros.</p>
<p>Pois há a possibilidade de cruzamento dos dados informados por dois ou mais contribuintes. Com base no registro K255 (industrialização em terceiros – insumos consumidos) da empresa encomendante e do registro K235 (insumos consumidos) informado pelo estabelecimento industrializador será possível cruzar as informações na variação de estoques dos envolvidos com as notas fiscais de remessa para industrialização por encomenda. E no caso do retorno não ser efetuado no prazo de 180 dias o fisco poderá ingressar/exigir os impostos como em uma operação normal de venda.</p>
<p>Ao encontra desta análise foi divulgada recentemente a Nota Técnica 2015.001, que introduz os eventos de NF-e referente o pedido de prorrogação suspensão do ICMS na remessa para industrialização após decorridos 180 dias.</p>
<p>O Evento de pedido de prorrogação substitui uma petição em papel do contribuinte, frente à administração pública, com um arquivo xml assinado. Neste pedido de prorrogação o contribuinte deverá especificar a nota e os itens em estabelecimentos de terceiros que estão atingindo o referido prazo de retorno com suspensão do ICMS.</p>
<p>O evento será utilizado pelo contribuinte e o alcance das alterações permitidas é definido no CONVÊNIO AE-15/74. Conforme estabelece esta NT, o prazo para entrada em vigência em Ambiente de Produção é de 30/11/2016.</p>
<p><strong>Outros dados da EFD ICMS/IPI</strong><br />
Há a possibilidade de cruzamento direto principalmente em relação os demais dados que já eram normalmente informados da EFD. É o caso da verificação simples entre os dados dos Blocos C (Notas Fiscais – Mercadorias) e D (Notas Fiscais – Serviços/Transportes), versus Bloco H (Inventário Físico) e versus o Bloco K (Controle da Produção e Estoque).</p>
<p>O antigo livro físico de produção e estoque podia exigir muita mão de obra e papéis de trabalho para auditoria dos fiscos federais e estaduais. E mesmo assim, o rastreio de produtos desde a entrada, movimentação pelos múltiplos processos e linhas produtivas, até a sua saída é inimaginável. Porém a auditoria automatizada no ambiente SPED, envolvendo a EFD, o banco de dados da NF-e, e ainda tendo a disposição supercomputadores como o T-Rex e softwares como o Harpia, muda completamente o cenário. Sendo possível o fisco rastrear toda a vida de um produto. Seja dentro de uma empresa, ou ainda no fluxo por várias empresas até o encerramento do ciclo ao consumidor.</p>
<p>Por isto, além de gerar estruturalmente os dados da produção e estoque com exige a EFD, é imperativa a harmonização destes dados com todo o universo de dados da EFD.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte <strong>WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como deve ser a estrutura e hierarquia dos registros do Bloco K?</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/registros-do-bloco-k/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 20:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[A escrituração do Controle da Produção e do Estoque, Bloco K da EFD, é obrigatória, a partir de 1º de Janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e para os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores. O arquivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escrituração do Controle da Produção e do Estoque, Bloco K da EFD, é obrigatória, a partir de 1º de Janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e para os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.</p>
<p>O arquivo magnético da EFD é um arquivo de texto puro que deve estar organizado em blocos de informações dispostos por tipo de documento, que, por sua vez, devem ser organizados em registros contendo dados.</p>
<p>Os blocos contemplam todas as informações econômicas e fiscais que eram prestadas em livros, ainda que gerados por sistemas informatizados, passando a serem digitais por conta da inovação tecnológica.</p>
<p>São estes os blocos:</p>
<p>0 – Abertura, Identificação e Referências<br />
C – Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI)<br />
D – Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS)<br />
E – Apuração do ICMS e do IPI<br />
G – Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP<br />
H – Inventário Físico<br />
<strong>K – Controle da Produção e do Estoque</strong><br />
1 – Outras Informações<br />
9 – Controle e Encerramento do Arquivo Digital</p>
<p>Vale ressaltar que, os registros envolvidos com o Controle da Produção e Estoque não ficam limitados apenas ao Bloco K, sendo vinculados diretamente a registros de outros blocos, no caso o Bloco 0 que se refere ao grupo de informações cadastrais.</p>
<p>Alguns registros que possuem relação direta especificamente com as informações do Bloco K – Controle da Produção e Estoque, são:</p>
<p><strong>Bloco 0 – ABERTURA, IDENTIFICAÇÃO E REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>0000 – ABERTURA DO ARQUIVO DIGITAL E IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE<br />
0150 – TABELA DE CADASTRO DO PARTICIPANTE<br />
0175 – ALTERAÇÃO DA TABELA DE CADASTRO DE PARTICIPANTE<br />
0190 – IDENTIFICAÇÃO DAS UNIDADES DE MEDIDA<br />
0200 – TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DO ITEM (PRODUTO E SERVIÇOS)<br />
0205 – ALTERAÇÃO DO ITEM<br />
0210 – CONSUMO ESPECÍFICO PADRONIZADO<br />
0220 – FATORES DE CONVERSÃO DE UNIDADES</p>
<p><strong>Bloco K – CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE</strong></p>
<p>K001 – ABERTURA DO BLOCO K<br />
K100 – PERÍODO DE APURAÇÃO DO ICMS/IPI<br />
K200 – ESTOQUE ESCRITURADO<br />
K220 – OUTRAS MOVIMENTAÇÕES INTERNAS ENTRE MERCADORIAS<br />
K230 – ITENS PRODUZIDOS<br />
K235 – INSUMOS CONSUMIDOS<br />
K250 – INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA POR TERCEIROS – ITENS PRODUZIDOS<br />
K255 – INDUSTRIALIZAÇÃO EM TERCEIROS – INSUMOS CONSUMIDOS<br />
K990 – ENCERRAMENTO DO BLOCO K</p>
<p>Os registros da EFD envolvidos diretamente com o Bloco K – Controle da Produção e do Estoque seguem uma hierarquia conforme representação a seguir:</p>
<p><a href="http://www.ascnet.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_NivelHierarquico.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-2211" src="http://www.ascnet.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_NivelHierarquico.jpg" alt="BlocoK_NivelHierarquico" width="558" height="285" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_NivelHierarquico.jpg 558w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_NivelHierarquico-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /></a></p>
<p>São três grandes grupos de informações necessárias: o primeiro grupo é cadastral, envolvendo materiais e listas técnicas de composição; o segundo grupo é de estoque, envolvendo o controle de saldos e registros de reclassificações de entre mercadorias, produtos e materiais; e o terceiro grupo envolve a produção, tanto interna como externa ao estabelecimento.</p>
<p><a href="http://www.ascnet.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_Hierarquia.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-2212" src="http://www.ascnet.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_Hierarquia.jpg" alt="BlocoK_Hierarquia" width="558" height="413" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_Hierarquia.jpg 558w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BlocoK_Hierarquia-300x222.jpg 300w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /></a></p>
<p><strong>PONTOS DE ATENÇÃO</strong></p>
<p><strong>Ordem dos Registros</strong><br />
Os registros devem estar ordenados no arquivo de acordo sequencialmente conforme verificado no tópico “1.3.1 Estrutura e hierarquia dos registros”. Caso contrário, não será possível importar o arquivo no PVA.</p>
<p>Por exemplo, o Registro K200 não pode estar informado entre os registros K230 ou outros. Independentemente da data da movimentação ou se o registro K220 tiver origem após uma entrada da produção estes tipos de registros devem ser todos relacionados após o Registro K200 (estoque escriturado) e antes dos registros K230.</p>
<p>Da mesma forma os Registros K250 e K255 da produção em terceiros não devem estar misturados com os Registros K230 e K235 da produção própria. Ou seja, primeiro devem ser relacionados todos os registros K230 e seus registros filhos K235, e depois todos os registros K250 e seus registros filhos K255</p>
<p><strong>Hierarquia dos Registros</strong><br />
Atentar-se para os registros filhos, que devem ser dispostos na sequencia dos seus registros pai. Por exemplo, o Registro K235 filho do registro K230 vai ser apresentado diversas vezes, porém sempre após o registro pai. Já o registro K220 que o registro pai é o K100 (período de apuração) e não possui nenhum registro filho devem ser todos relacionados agrupadamente sem nenhum registro diverso entre seu agrupamento, sendo ainda listado após o Registro K200 (estoque escriturado) e antes dos registros K230.</p>
<p>|K220|<br />
|K220|</p>
<p>|K230|<br />
|K235|<br />
|K230|<br />
|K235|</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais as principais informações exigidas no Bloco K – Controle da Produção e do Estoque do Sped Fiscal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 12:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[O Bloco K – Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque do SPED Fiscal é uma obrigação que trata de registros de produção e estoque, bem como o detalhamento do consumo específico padronizado, perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos em produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros. Os arquivos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Bloco K – Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque do SPED Fiscal</strong> é uma obrigação que trata de registros de produção e estoque, bem como o detalhamento do consumo específico padronizado, perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos em produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.</p>
<p>Os arquivos da EFD-ICMS/IPI têm periodicidade mensal e devem apresentar informações relativas a um mês civil ou fração, ainda que as apurações dos impostos (ICMS e IPI) sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, segundo a legislação de cada imposto.</p>
<p>O prazo de entrega da EFD-ICMS/IPI é definido pelas Administrações Tributárias Estaduais, exceto para os contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados situados no Estado de Pernambuco que, por força da Instrução Normativa RFB nº 1.371/2013, estão obrigados a entregar a EFD validada no PVA-EFD-ICMS/IPI, no Perfil “B” até o 20º (vigésimo) dia do mês subsequente ao da apuração do IPI.</p>
<p>Observando que a escrituração do Controle da Produção e do Estoque, Bloco K da EFD, é obrigatória, a partir de 1º de janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e para os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.</p>
<p>Resumidamente, deverão ser prestadas mensalmente as seguintes informações:</p>
<p><strong>Registro 0210 – CONSUMO ESPECÍFICO PADRONIZADO:</strong> listas técnicas dos produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros, como o consumo específico padronizado e o percentual das perdas normais do processo produtivo.</p>
<p><strong>Registro K200 – ESTOQUE ESCRITURADO:</strong> saldo de estoque de produtos classificados nos tipos 00 – Mercadoria para revenda, 01 – Matéria-Prima, 02 – Embalagem, 03 – Produtos em Processo, 04 – Produto Acabado, 05 – Subproduto, 06 – Produto Intermediário e 10 – Outros Insumos.</p>
<p><strong>Registro K220 – OUTRAS MOVIMENTAÇÕES INTERNAS ENTRE MERCADORIAS:</strong>movimentações internas entre itens de estoque. Os exemplos de movimentações internas: reclassificação de um produto em outro código em função do cliente a que se destina; reclassificação de um produto em função do controle de qualidade.</p>
<p><strong>Registro K230 – ITENS PRODUZIDOS:</strong> apontamentos da produção acabada de produto em processo e produto acabado por ordens de produção, caso utilizado, referente processos realizados pelo próprio estabelecimento.</p>
<p><strong>Registro K235 – INSUMOS CONSUMIDOS:</strong> apontamentos dos insumos efetivamente consumidos no processo produtivo, vinculados diretamente aos itens produzidos. Também deve ser detalhado por ordens de produção, caso utilizado. Os insumos informados devem estar previstos na lista técnica do Registro 0210 – CONSUMO ESPECÍFICO PADRONIZADO do item produzido, caso não constar deve-se indicar qual dos insumos da fixa técnica se está substituindo.</p>
<p><strong>Registro K250 – INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA POR TERCEIROS – ITENS PRODUZIDOS:</strong> quantidade da produção acabada de produto em processo e produto acabado referente processos realizados em outro estabelecimento. Ou seja, os registros de entrada da produção em locais de armazenagem tipo “EPT – Estoque em Poder de Terceiros”.</p>
<p><strong>Registro K255 – INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA POR TERCEIROS – INSUMOS CONSUMIDOS:</strong>quantidade dos insumos efetivamente consumidos no processo produtivo, vinculados diretamente aos itens produzidos, referente processos realizados em outro estabelecimento. Os insumos informados devem estar previstos na lista técnica do Registro 0210 – CONSUMO ESPECÍFICO PADRONIZADO do item produzido, caso não constar deve-se indicar qual dos insumos da fixa técnica se está substituindo.</p>
<p>Para as empresas que estão iniciando o projeto do Bloco K, o prazo é muito curto, restando apenas cerca de seis meses para isso. A maioria das empresas terá que previamente fazer adaptações, ajustando seus processos e integrando os setores de produção, estoque e fiscal tributário. Então, a palavra de ordem é: mãos à obra!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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		<title>Você sabe o que é o Bloco K – Controle da Produção e Estoque?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 17:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloco k]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[É o novo quebra-cabeça inserido da escrituração fiscal digital do jogo do SPED. Sabemos bem o que é lançar uma nota fiscal, fazer a apuração do ICMS, a apuração do IPI e a seriedade que estes trabalhos demandam. Pois bem, o Bloco K é o lançamento mensal dos registros de ordens de produção, estoque, bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É o novo quebra-cabeça inserido da escrituração fiscal digital do jogo do SPED. Sabemos bem o que é lançar uma nota fiscal, fazer a apuração do ICMS, a apuração do IPI e a seriedade que estes trabalhos demandam. Pois bem, o Bloco K é o lançamento mensal dos registros de ordens de produção, estoque, bem como a declaração da ficha técnica dos produtos em processo e acabados. E a importância será a mesma, pois os efeitos fiscais não são distintos.</p>
<p>O atendimento desta obrigação implica em evolução no controle, acompanhamento e aperfeiçoamento nos processos destas áreas. É imperativo às empresas industriais e distribuidoras, alvo desta nova obrigação, que ainda gerenciam os setores produtivos e armazenagem de seus estoques em planilhas aderirem aos sistemas informatizados e integrados. Além de conseguir o atendimento fiscal, certamente terão um ganho enorme de desempenho no controle e tomadas de decisão, impulsionando a qualidade, redução de custos e maior competitividade no mercado em que operam.</p>
<p>Para as empresas que estão iniciando o projeto do Bloco K, o prazo é muito curto, restando apenas cerca de seis meses para isso. A maioria das empresas terá que previamente fazer adaptações, ajustando seus processos e integrando os setores de produção, estoque e fiscal tributário.</p>
<p>O modelo ideal é uma base de dados única, com o gerenciamento cadastral centralizado pelo ERP. Na sua impossibilidade, os sistemas de controle de produção e estoque devem estar preparados para suportar a geração do Bloco K de forma vertical, ou seja, “explodindo” não só os registros próprios previstos no Bloco K, mas também todo o conjunto cadastral de materiais, fornecedores, unidades de medida e fichas técnicas, bem como os controles de produção e estoque abraçando o leque de detalhamentos inovadores deste leiaute de escrituração digital.</p>
<p><strong>PERIODICIDADE E PRAZO DE ENTREGA</strong><br />
Os arquivos da EFD-ICMS/IPI têm periodicidade mensal e devem apresentar informações relativas a um mês civil ou fração, ainda que as apurações dos impostos (ICMS e IPI) sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, segundo a legislação de cada imposto.</p>
<p>O prazo de entrega da EFD-ICMS/IPI é definido pelas Administrações Tributárias Estaduais, exceto para os contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados situados no Estado de Pernambuco que, por força da Instrução Normativa RFB nº 1.371/2013, estão obrigados a entregar a EFD validada no PVA-EFD-ICMS/IPI, no Perfil “B” até o 20º (vigésimo) dia do mês subsequente ao da apuração do IPI.</p>
<p>Por exemplo, Santa Catarina definiu o prazo de entrega no 20º (vigésimo) dia do mês subsequente ao da apuração do imposto e, especificamente para os estabelecimentos cuja atividade seja o comércio varejista de combustíveis, até o 14º (décimo quarto) dia do mês subsequente ao da apuração do imposto. (RICMS – ANEXO 11, Art. 33).</p>
<p>Observando que a escrituração do Controle da Produção e do Estoque, Bloco K da EFD, é obrigatória, a partir de 1º de janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e para os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.</p>
<p><strong>RETIFICAÇÕES DA EFD</strong><br />
No caso de retificação de EFD, deverá ser utilizado o leiaute vigente no período de apuração. O PVA a ser utilizado deverá ser a versão atualizada da data da transmissão. O Ajuste Sinief 11/2012 definiu regras padronizadas em todo o território nacional para a retificação da EFD-ICMS/IPI:</p>
<ol>
<li>EFD-ICMS/IPI de mês de referência de Janeiro de 2009 a Dezembro de 2012 pode ser retificada, sem autorização, até 30 de Abril de 2013;</li>
<li>EFD-ICMS/IPI de mês de referência de Janeiro de 2013 em diante, pode ser retificada, sem autorização, até o último dia do terceiro mês subsequente ao encerramento do mês da apuração (Ex.: Janeiro de 2013 pode ser retificado até 30 de Abril de 2013);</li>
<li>Cumpridos estes prazos, retificações somente serão possíveis com autorização, de acordo com o que determina o referido Ajuste.</li>
</ol>
<p>Na nova transmissão deve ser indicada a finalidade do arquivo: “remessa do arquivo substituto”. Não é permitido o envio de arquivo digital complementar ou parcial.</p>
<p><strong>OBRIGATORIEDADE DAS INFORMAÇÕES</strong><br />
<strong>Estabelecimentos versus Empresas</strong><br />
Como estamos tratando de ICMS e IPI, a EFD-ICMS/IPI está fundamentada no conceito de estabelecimento, não de empresa. Assim, o contribuinte deverá gerar as informações distintas para cada estabelecimento, exceto se houver situações especiais previstas na legislação estadual e federal. Ou seja, assim entendido como um arquivo para cada mês civil de apuração dos impostos (ICMS e IPI) para um mesmo CNPJ + IE.</p>
<p><strong>Empresas Optantes pelo Simples Nacional</strong><br />
A obrigatoriedade da EFD-ICMS/IPI encontra-se na legislação estadual. Por sua vez, o Protocolo ICMS nº 03/2011 e suas alterações fixam a data máxima para a obrigatoriedade da EFD-ICMS/IPI, de acordo com a UF do domicílio do contribuinte, podendo ser antecipada a critério de cada um dos estados. Neste protocolo, os estados acordaram a dispensa de efetuar a EFD aos estabelecimentos optantes pelo Simples Nacional até 1º de janeiro de 2016, exatamente a data de início da obrigatoriedade do “Bloco K – Controle da Produção e do Estoque” na EFD.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>WK</strong></p>
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