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	<title>TI &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Nov 2020 17:56:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cinco passos para que RH e TI trabalhem melhor juntos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 17:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[rh]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumentar o alinhamento entre os departamentos de tecnologia e gestão de pessoas é importante para a transformação digital. Saiba como fazer isso &#160;(Andrea Piacquadio / Pexels/Divulgação) A crise da covid-19 acelerou uma tendência que já era vista nas empresas preocupadas com a transformação digital: a união entre as áreas de recursos humanos e tecnologia. A [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Aumentar o alinhamento entre os departamentos de tecnologia e gestão de pessoas é importante para a transformação digital. Saiba como fazer isso</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://abrilvocesa.files.wordpress.com/2020/10/pexels-andrea-piacquadio-3866352.jpg" alt=""/></figure>



<p>&nbsp;(Andrea Piacquadio / Pexels/Divulgação)</p>



<p>A crise da covid-19 acelerou uma tendência que já era vista nas empresas preocupadas com a transformação digital: a união entre as áreas de recursos humanos e tecnologia. A atuação integrada desses setores é fundamental para criar uma experiência mais prazerosa e produtiva para os funcionários. Mas como fazer para que a parceria dê certo e seja estratégica?</p>



<p>Alessio Alionço, CEO e fundador do Pipefy, plataforma global de gerenciamento de processos usada em mais de 150 países, compartilha algumas dicas. “A adoção dessas cinco etapas vai ajudar a aproximar as equipes de RH e de TI e a eliminar dores de cabeça, silos de informação e uma comunicação lenta ou propensa a erros ao longo do caminho”, diz o empreendedor.</p>



<p><strong>1. Monitore a duração dos processos para prever as próximas etapas</strong></p>



<p>Gerencie os processos de RH em uma única plataforma, da admissão à aposentadoria dos colaboradores, e avalie dados empíricos para melhorar seus SLAs (Service Level Agreement), que são os acordos de níveis do serviço prestado. Mensure e registre quantos dias, em geral, você gasta em uma determinada fase do processo para saber como otimizar ou fazer melhorias.</p>



<p>Por exemplo, quando você abre uma nova posição para sua equipe, quanto tempo normalmente leva para contratar alguém? Se o tempo médio de recrutamento é de duas semanas, comunique suas necessidades de integração para o time de TI, levando em conta esse cronograma.</p>



<p><strong>2. Automatize a transferência de informações</strong></p>



<p>Os processos mais bem definidos geralmente falham por causa de erros humanos ou pela falta de comunicação. Automatizar as transferência de dados e informações é uma excelente solução para esse problema. Considere, novamente, o exemplo do recrutamento. Se você aproveitar a automação em suas comunicações, a equipe de RH pode programar para que TI receba um e-mail automático quando um novo funcionário for contratado. Esse e-mail pode ser personalizado para atender às necessidades da sua empresa e configurado para incluir qualquer informação pertinente. Dessa forma, o departamento de TI terá tempo suficiente para adquirir, preparar e configurar qualquer equipamento necessário para a conclusão do processo de integração.</p>



<p><strong>3. Conecte o desligamento do funcionário às solicitações para TI</strong></p>



<p>Depois do RH, o departamento de TI deve ser uma das primeiras equipes notificadas sobre a saída de um colaborador da empresa. Dessa forma, eles podem desativar o acesso à informações de propriedade da empresa e recolher equipamentos.</p>



<p>A melhor maneira de garantir uma comunicação boa e em sincronia é conectando processos. Executar o processo de desligamento em um único lugar permite notificar a equipe de TI automaticamente. Isso significa que você vai ter um procedimento à prova de erros, para garantir que equipamentos e informações sensíveis permaneçam seguros.</p>



<p><strong>4. Estabeleça SLAs entre os times</strong></p>



<p>Ao conectar equipes e processos, recomendamos o estabelecimento dos já mencionados SLAs, os acordos de nível de serviço. Ao fazer isso, você define metas e expectativas para cada equipe em um processo. Por exemplo, você pode criar SLAs para controlar o tempo que o time de TI leva para processar cada tipo de solicitação da equipe de RH. Essa simples mudança vai melhorar a fluidez da comunicação entre os departamentos e garantir responsabilidade pelos prazos e padrões.</p>



<p>Depois que os SLAs são definidos, o gerente de RH pode confiar em seu processo padronizado, ao invés de gastar tempo enviando e-mails ou mensagens para a equipe de TI para saber sobre a situação de uma solicitação. Todas elas ficam centralizadas em uma única plataforma, na qual o RH pode verificar o status dos pedidos em tempo real ou receber atualizações automáticas.</p>



<p><strong>5. Mensure para melhorar</strong></p>



<p>O que não é medido não pode ser melhorado. Quando você estabelece SLAs para cada tipo de solicitação, pode medir e melhorar seus processos. Quer identificar quais solicitações não estão seguindo os requisitos de SLA? Qual membro da equipe é o mais eficiente? Como você pode melhorar seu fluxo de trabalho?</p>



<p>Para responder a qualquer uma dessas perguntas, é preciso coletar dados. Criar painéis para rastrear atividades, medir esses indicadores e identificar gargalos é essencial, especialmente se quiser mostrar bons resultados. Mensurar e melhorar os processos precisa ser um ciclo.</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <a href="https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/cinco-passos-para-que-rh-e-ti-trabalhem-melhor-juntos/">VoceSA</a></p>
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		<title>TI: você é um líder que conserta ou transforma?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 16:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Estar há 20 anos no mercado corporativo confere a qualquer executivo uma gigantesca bagagem de experiências, vivências, situações adversas e, felizmente, de sucesso também; além de inúmeras histórias para contar. Histórias inusitadas, de momentos difíceis e de conquistas. Comigo, em cerca de duas décadas de carreira dedicada a corporações globais, não seria diferente. O caso [&#8230;]]]></description>
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<p>Estar há 20 anos no mercado corporativo confere a qualquer executivo uma gigantesca bagagem de experiências, vivências, situações adversas e, felizmente, de sucesso também; além de inúmeras histórias para contar. Histórias inusitadas, de momentos difíceis e de conquistas. Comigo, em cerca de duas décadas de carreira dedicada a corporações globais, não seria diferente.</p>



<p>O caso que vou relatar a seguir é emblemático para ilustrar situações bastante comuns no ambiente corporativo, onde sabemos que os conflitos e desafios são diversos, mas os objetivos muito semelhantes: crescimento, aumento da produtividade, redução de custos.</p>



<p>No segmento em que atuo – a área de Tecnologia da Informação (TI) – venho observando transformações e reinvenções intensas, não só porque novas tecnologias surgem a todo momento, mas porque os líderes corporativos estão redefinindo seus papéis para o sucesso dos negócios e a maneira com que encaram a área de TI. Espera-se dos diretores de tecnologia mais proatividade e alinhamento às estratégias de negócio, e não só “gasto de dinheiro” para manter sistemas funcionando. Diretores financeiros e CEOs, por sua vez, envolvem-se cada vez mais com a área de TI na busca por inovação e pelo sucesso na jornada digital. Para esses líderes, é crucial adquirir familiaridade com a área de tecnologia, para que ela deixe de ser uma “caixa-preta” e seja parte integrante dos resultados de negócio, já que economias e sociedades em todo o mundo são cada vez mais digitais e hiperconectadas.</p>



<p>Contando o caso – Dia desses, em uma reunião entre minha equipe comercial e o diretor de Tecnologia de um potencial cliente, levamos à mesa esse debate sobre o comportamento de CIOs frente às novas demandas. Debatemos casos concretos em que a área de TI de inúmeras companhias gasta mais tempo e recursos com manutenção de sistemas do que com inovação, uma prática que vai totalmente na contramão dos novos tempos. E seguimos: sua empresa pode reduzir pela metade os custos com suporte e manutenção de sistemas de TI, podendo direcionar essa economia para fins muito mais estratégicos e de inovação. “Mas como acontece esse milagre?”, perguntou desconfiado o diretor de tecnologia.</p>



<p>A verdade é que não há milagre algum! O que existe é o melhor gerenciamento de recursos. O que muitos líderes ainda não sabem, mas felizmente estão descobrindo, é que muitos dos contratos de serviço com grandes fabricantes de TI, que antes eram considerados intocáveis, podem sim ser revistos para que opções mais vantajosas sejam consideradas. Sua empresa não pode pagar mensalmente por serviços caros sem ver resultados concretos, tal como pagamos impostos sem ver retorno. Parece absurdo, mas isso acontece e muito no ambiente corporativo: as companhias assinaram contratos no passado e continuam pagando preços altíssimos por serviços que já não fazem o menor sentido, sem procurar alternativas mais racionais, simplesmente por não questionar práticas historicamente vigentes.</p>



<p>A princípio, o diretor de Tecnologia do nosso caso teve uma reação de negação ao ouvir o que argumentávamos durante a reunião. Afinal, não queria aceitar que se via exatamente naquela situação que narrávamos. Não queria aceitar que estava simplesmente reproduzindo o status quo sem propor inovação à corporação, sem rever contratos e seguindo no piloto automático. Diante daquela conversa, certamente se cobraria para sair de sua zona de conforto, questionar e reinventar o modus operandi que vinha seguindo. Aparentemente, a ficha foi caindo aos poucos e ele foi compreendendo que, de fato, não poderia simplesmente não repensar toda a estrutura de sua área de TI.</p>



<p>Ao final da conversa, em tom mais descontraído e entre alguns risos, disse: “Pelo amor de Deus, não deixem o Junior* saber!” Nós nos olhamos sem entender e perguntamos: “Quem é Junior?”. Junior era o presidente da empresa de nosso personagem, que completou: “Imaginem se o Junior descobre o tanto de dinheiro que meu departamento de TI está gastando sem necessidade? Preciso rever isso já!”</p>



<p>Pegando carona na história do Junior, eu pergunto: e você no lugar de nosso personagem? Também teria receio de que o presidente de sua empresa descobrisse que sua área não está fazendo tudo o que poderia para chacoalhar o negócio? Pois então, proponho um desafio: revolucione já sua área de atuação na empresa, aprenda coisas novas e proponha mudanças, questione fornecedores, reveja contratos, gerencie melhor seus recursos e faça além do esperado para atingir os melhores resultados. Antes que o Junior saiba!</p>



<p>Como Fazer?</p>



<p>Apresentamos a seguir algumas dicas práticas que líderes executivos, de TI e de outras áreas, podem aplicar em suas empresas levando em conta esse cenário em que é preciso questionar e reinventar os negócios continuamente:</p>



<p><strong>Empodere seu CPO (Chief Purchasing Officer ou Diretor da área de Compras) – ele é seu parceiro.</strong>&nbsp;Tenha um retrato fiel de todos os contratos de fornecimentos, para então descobrir o que vem drenando custos desnecessariamente, qual o nível de satisfação dos usuários e como os serviços contratados vêm contribuindo para gerar valor ao negócio. Entenda como funciona a renovação desses contratos, em que período e com que frequência eles acontecem. Pense em uma força-tarefa que inclua as diretorias de Negócios, Tecnologia, Finanças, Operações, etc. Com esse panorama, você poderá partir para a execução de melhorias com muito mais segurança.</p>



<p><strong>Tenha coragem para quebrar os silos organizacionais.</strong>&nbsp;Se como líder você decidiu executar esse plano de melhorias operacionais e de eficiência, certamente muitas mudanças serão implementadas. Porém, sabemos que propor mudanças muitas vezes esbarra em resistência dos que querem se manter estacionados na zona de conforto. Conheço o caso de uma CFO que implementou um projeto de transformação digital em sua companhia, com a mudança de toda a equipe de TI, que se recusava a abrir mão de contratos vigentes com medo de apostar em novas ideias. A mudança de paradigma deu tão certo que gerou economias significativas e imediatas para a companhia e ainda permitiu à CFO investir em inovação a favor do crescimento da empresa.</p>



<p><strong>Traga novos parceiros após falar com referências</strong>. Referências são fundamentais para encorajar os líderes a apostar em novas ideias. Quando quiser implementar mudanças, consulte outras empresas de perfil e porte semelhantes e investigue o que deu certo e o que deu errado naquelas que ousaram partir para outros caminhos que pareciam mais vantajosos. Conhecendo casos, dividindo receio e desafios, você terá mais elementos para embasar sua decisão. Afinal, quem ousou mudar para melhor é estúpido ou é você quem está para trás?</p>



<p><strong>Saia de contratos de adesão – liberte sua empresa.</strong> O contrato de adesão é uma espécie de contrato celebrado entre duas partes, em que os direitos, deveres e condições são estabelecidos pelo proponente, sem que o aderente possa discutir ou modificar seu conteúdo ou que tem esse poder de forma bastante limitada. Contratos unilaterais deste tipo são comuns no mercado de tecnologia. Procure parceiros com contratos bilaterais. Sua área jurídica não é especialista em propriedade intelectual. Portanto, contrate advogados especialistas. Não economize nisso.</p>



<p><strong>Interesse-se por tecnologia – esse assunto não “morde”</strong>. Se você não é um CIO, pode ser que não se interesse pelo mundo da tecnologia. Como líder, você está acostumado a tomar decisões baseadas em seu bom senso, mas é preciso ir além. Com conhecimento sobre áreas como a de TI, você vai se livrar da sensação de risco e ter mais segurança para a tão esperada transformação de seu negócio.</p>



<p>&nbsp;Boa sorte em seus novos rumos. Essa hora já chegou!</p>



<p>*O nome do personagem foi alterado visando preservar sua identidade.</p>



<p><em>Por Edenize Maron, general manager da Rimini Street na América Latina</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Fonte: <a href="https://www.istoedinheiro.com.br/ti-voce-e-um-lider-que-conserta-ou-transforma/">Isto é Dinheiro</a></strong></p>
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		<title>Como a TI orientada aos negócios pode impactar sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 16:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Você consegue se imaginar em um mundo sem tecnologia? Provavelmente, não. O recurso encontra-se presente em diferentes formatos das esferas sociais. Quando se trata do mercado corporativo, as soluções tecnológicas são sinônimos de sobrevivência visto que contribuem com entregas ágeis e de alta qualidade. Neste contexto, o Gartner identificou no Brasil um possível aumento no investimento de [&#8230;]]]></description>
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<p>Você consegue se imaginar em um mundo sem tecnologia? Provavelmente, não. O recurso encontra-se presente em diferentes formatos das esferas sociais. Quando se trata do mercado corporativo, as soluções tecnológicas são sinônimos de sobrevivência visto que contribuem com entregas ágeis e de alta qualidade. Neste contexto, o Gartner identificou no Brasil um possível aumento no investimento de empresas em TI no qual há uma previsão de crescimento de 2,5% do último ano para cá &#8211; o que representa uma movimentação de R$ 266 bilhões.</p>



<p>Fato é que os executivos brasileiros tomaram consciência sobre a importância da TI para o impulsionamento da companhia, mas, será que o capital investido está sendo direcionado no lugar certo? Na prática, a área costuma ser vista como a base do funcionamento das engrenagens de uma empresa. Ou seja, uma unidade puramente operacional responsável por sanar os problemas técnicos do dia a dia. Aqui, preciso dizer que&nbsp; o uso dos recursos tecnológicos atualmente disponíveis podem (e devem) ir muito além da infraestrutura e aplicações.</p>



<p>Ao mudar a visão do papel da tecnologia no ambiente organizacional, o executivo é capaz de elevar o patamar da marca por meio da otimização do nível de competitividade da empresa perante a concorrência. Para que esse movimento aconteça, uma sugestão é desenvolver a seguinte perspectiva: uma área de TI orientada aos negócios. Na prática, a iniciativa de integrar as soluções tecnológicas e a estratégia organizacional auxilia a análise real do cenário organizacional a fim de definir as prioridades, e, consequentemente, traçar os passos necessários para concretizá-las.</p>



<p>Diante desse panorama, o ponto de partida para alcançar uma equipe de TI estratégica é identificar os gaps de performance organizacional.</p>



<p>Outro processo essencial nesta jornada, é de ter alguém na organização olhando para o futuro, fomentando as mudanças essenciais antes da real necessidade. Antecipação é um dos pilares fundamentais da TI estratégica.</p>



<p>No final das contas, o sucesso da empresa está diretamente ligado aos objetivos da empresa, empoderamento e engajamento das pessoas, transformação na medida e velocidade certa para se posicionar sempre a frente do mercado. Reflita!</p>



<p><em>Diego Santos é gestor de Tecnologia e Inovação da Locaweb Corp Cluster2GO</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Fonte: <a href="https://www.itforum365.com.br/como-a-ti-orientada-aos-negocios-pode-impactar-sua-empresa/">It Forum 365</a></strong></p>
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		<title>Recrutamento de desenvolvedores: a guerra entre empresas de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 18:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento de desenvolvedores]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Maísa Mattedi* A escassez de mão de obra qualificada é apontada como a principal razão para as mais de 100 mil vagas abertas no setor de tecnologia em 2019. O número divulgado pela IDC Brasil expõe um grande desafio enfrentado pelas empresas de tecnologia: encontrar profissionais capacitados tendo em vista que o sistema educacional [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Por Maísa Mattedi*</em></p>



<p>A escassez de mão de obra qualificada é apontada como a principal razão para as mais de 100 mil vagas abertas no setor de tecnologia em 2019. O número divulgado pela IDC Brasil expõe um grande desafio enfrentado pelas empresas de tecnologia: encontrar profissionais capacitados tendo em vista que o sistema educacional não acompanhou a evolução do mercado. O setor de TI demandará 420 mil novos empregos entre 2018 e 2024, de acordo com um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).&nbsp;</p>



<p>O “X” da questão, para mim, depois de seis anos na área de recrutamento para o mercado de tecnologia, é que as empresas estão interessadas em profissionais prontos, mas poucas delas querem capacitá-los e desenvolvê-los. Isso gera uma guerra entre instituições, causada por um recrutamento não sustentável: quem paga melhor, quem oferece os melhores benefícios, etc. Porém, não faz sentido apenas sugar desenvolvedoras e desenvolvedores do mercado, disseminando uma cultura de que “contrata os melhores devs”, como se os melhores devs saíssem de uma fábrica com todas as habilidades técnicas e comportamentais necessárias para trabalhar.&nbsp;</p>



<p>Acredito que existam duas soluções para o problema, e elas estão interligadas: capacitação interna e employer branding. A “marca empregadora” nada mais é do que a reputação da empresa enquanto lugar para trabalhar, a forma como ela é vista tanto por profissionais que fazem parte do seu time quanto por quem a observa de fora. A imagem de uma instituição enquanto empregadora — cultura organizacional, remuneração, clima no ambiente de trabalho, benefícios e oportunidades que oferece — é fundamental para sua capacidade de atração e retenção de colaboradores.</p>



<p>Criar uma cultura de aprendizado, mentoria e crescimento também deve fazer parte das políticas de marca empregadora. Capacitar desenvolvedoras e desenvolvedores é fundamental, e isso serve tanto para talentos internos quanto externos, que podem ser contratados. A capacitação interna pode ajudar a descobrir novos talentos, além de acelerar o desenvolvimento de quem está no início da carreira e que pode gerar valor para a empresa em um curto espaço de tempo.&nbsp;</p>



<p>A capacitação que envolve profissionais externos auxilia no recrutamento sustentável, onde as empresas também fazem a sua parte, e não apenas esperam que os melhores profissionais batam à sua porta. Por meio de cursos tecnológicos, como é o caso do AceleraDev, que possui edições presenciais e online — fundamentado na abordagem Challenge Based Learning (aprendizado baseado em desafios), desenvolvedoras, desenvolvedores e cientistas de dados têm a oportunidade de realizar desafios de programação, receber auxílio de tutores e assistir palestras com convidados que já atuam no mercado, de forma gratuita com apoio de empresas parcerias. Tudo ocorre por meio de uma plataforma, onde as pessoas têm acesso às aulas, desafios técnicos, projeto prático, conteúdos curados, ferramentas de revisão de código e de solicitação de mentoria.&nbsp;</p>



<p>Muito mais do que pensar na escassez de talentos é necessário olhar para as soluções para o problema. Capacitar e desenvolver os profissionais é um dos passos mais importantes para uma cultura de recrutamento sustentável.&nbsp;</p>



<p><em>*Maísa Mattedi atua como Talent Acquisition na Codenation</em></p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong><a href="https://canaltech.com.br/gestao/recrutamento-de-desenvolvedores-a-guerra-entre-empresas-de-ti-156343/">Canal Tech</a></strong></p>
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