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	<title>Varejo &#8211; Inovar ASC &#8211; Soluções em ERP</title>
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	<description>A Inovar ASC oferece soluções ao seu alcance em sistemas de ERP e Gestão de Pessoas.</description>
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		<title>Experiência do Consumidor: a logística como estratégia para encantar clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 14:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Garantir uma boa experiência para consumidores vai muito além de preço e prazo de entrega. Neste post, descubra como encantar clientes através da logística. Boa leitura! De qualquer lugar, pelo site ou app, usando o celular ou o computador, as compras online se consolidaram no comportamento do consumidor.&#160; Esse movimento, potencializado pela transformação digital, trouxe [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Garantir uma boa experiência para consumidores vai muito além de preço e prazo de entrega. Neste post, descubra como encantar clientes através da logística. Boa leitura!</strong></p>



<p>De qualquer lugar, pelo site ou app, usando o celular ou o computador, as compras online se consolidaram no comportamento do consumidor.&nbsp;</p>



<p>Esse movimento, potencializado pela transformação digital, trouxe uma grande revolução no varejo e comércio, consolidando diferentes formas de vender produtos, como marketplaces e outros canais digitais.&nbsp;</p>



<p>Para ampliar as oportunidades de negócios, marcas de todos os segmentos repensaram suas jornadas de compra e se adaptaram às plataformas digitais, como redes sociais, e-commerces e outros pontos de contato virtual.&nbsp;</p>



<p>Porém, ao mesmo tempo em que o digital revolucionou a experiência de compra, a internet originou um grande conflito:&nbsp;O aumento no número de pedidos Vs. A capacidade de atender às demandas.&nbsp;</p>



<p>Apesar de oferecer inúmeras facilidades em todos os processos de venda, ainda há desafios que precisam ser superados no varejo a fim de garantir a satisfação do cliente e fidelizar consumidores.&nbsp;</p>



<p>Um destes desafios está ligado à logística, um pilar estratégico importante para encantar clientes e proporcionar experiências positivas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a experiência do cliente é impactada pela logística?</h2>



<p>Bastam poucos cliques no navegador para encontrar uma infinidade de ofertas do mesmo produto, com preços diferentes, descontos e outros gatilhos. Nessa competição, se destaca quem oferece o melhor custo benefício frente à concorrência. E isso inclui o prazo, valor e qualidade da entrega!&nbsp;</p>



<p>A logística é a ponte entre o produto ou serviço e o cliente. Precisamos entender que qualquer falha na cadeia logística pode gerar insatisfação e a quebra de um ciclo positivo construído até o momento.</p>



<p>Por isso, é fundamental que todos os pontos da operação estejam estrategicamente conectados, para atender às expectativas do consumidor, além de proporcionar experiências positivas desde a confirmação do pedido até o recebimento da entrega.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como usar a logística a favor da sua marca?</h2>



<p>Quem nunca finalizou uma compra na internet e contou os dias para a chegada?&nbsp;</p>



<p>São raras as pessoas que vão responder não à pergunta acima, uma vez que a expectativa dos consumidores está cada vez mais alta quanto aos prazos e qualidade da entrega.&nbsp;</p>



<p>Para surpreender, é essencial pensar fora da caixa e ir além de despachar o pedido na data certa! Mas, como?&nbsp;</p>



<p>O sonho de todo o cliente – e de quem trabalha no armazém também – é um picking mais ágil com processos automatizados, que evitem erros manuais e possíveis atrasos.&nbsp;</p>



<p>Para isso, a empresa pode posicionar os produtos de forma estratégica nas prateleiras e corredores do armazém, com base em uma série de dados, e otimizar o espaço disponível, possibilitando maior agilidade nas movimentações de mercadorias. </p>



<p>Outra possibilidade, é aumentar o desempenho de operadores com uma gestão da mão de obra no armazém de qualidade, identificando nos apontamentos de realização das tarefas oportunidades de melhoria na operação.  </p>



<p>Quando a empresa antecipa ocorrências e tem o mapeamento total das rotas, identificando os melhores caminhos em relação à distância, custos e outros aspectos, consegue realizar a entrega com mais assertividade e tem tempo para desviar de imprevistos.</p>



<p>Além disso, possibilitar que o cliente acompanhe o status da entrega com informações atualizadas em tempo real, sem que precise entrar em contato direto com a empresa, é um diferencial que eleva a experiência no pós-venda. </p>



<p>Através destas práticas durante todo o processo e com soluções em logística preparadas para os desafios do dia a dia, a marca transmite maior credibilidade e confiança. Isso faz com que as expectativas sejam equilibradas do outro lado da venda e melhore a experiência do cliente final. </p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>O que muda com a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 19:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
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		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS. Muitas empresas já têm contabilizado valores milionários de créditos após a decisão do Supremo Tribunal Federal que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. As organizações têm conseguido uma economia que varia entre 0,15% e 1,85% em relação ao faturamento. [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Entenda a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS.</h2>



<p>Muitas empresas já têm contabilizado valores milionários de créditos após a decisão do Supremo Tribunal Federal que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. As organizações têm conseguido uma economia que varia entre 0,15% e 1,85% em relação ao faturamento.</p>



<p>Apesar do tempo e dedicação que os contribuintes terão que tirar para buscar esses créditos, os esforços não são considerados tão complexos. Ainda com a publicação da Receita Federal do novo guia prático da EFD Contribuições, as empresas já podem iniciar os procedimentos de restituições dos valores, como veremos a seguir.</p>



<p>Essa decisão é um marco no âmbito tributário do país, ela estava em tramitação há décadas no Supremo Tribunal Federal.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>A Decisão</strong></h1>



<p>Com base no parecer SEI nº 7698/2021/ME publicado em maio de 2021, o STF decidiu a partir Repercussão Extraordinária nº 574.706/PR, que os tributos PIS e COFINS devem ser calculados apenas sobre a receita da venda de mercadorias e da prestação de serviços, não permitindo a inclusão do ICMS na base de cálculo dessas contribuições destacados nos documentos fiscais.</p>



<p>Após a decisão, o Ministério da Economia através do Despacho nº 246/2021 publicado no Diário Oficial da União confirmou a decisão do direito das empresas em aproveitar de maneira administrativa e imediata os créditos, reforçando que:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>o ICMS não compõe a base de cálculo para incidência do PIS e da COFINS;</li><li>os efeitos dessa decisão devem se dar após 15/03/2017, ressalvadas as ações judiciais e administrativas protocoladas até 15/03/2017;</li><li>o ICMS que não compõe a base de cálculo das contribuições do PIS e da COFINS é o destacado nas notas fiscais.</li></ul>



<p>Com o despacho encaminhado à Receita Federal, para definição dos procedimentos acerca do assunto, tivemos recentemente a publicação do novo Guia Prático do SPED EFD Contribuições trazendo a versão 1.35, com as orientações para as empresas que entraram com ação após 15/03/2017, pedindo autorização para eliminação do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para as empresas?</strong></h1>



<p>Com a decisão muitos contribuintes ficaram com dúvidas se poderiam utilizar o crédito imediatamente ou deveriam solicitar em um processo judicial.</p>



<p>Primeiramente para as empresas que entraram com uma ação judicial solicitando a recuperação desses valores&nbsp;<strong>até 15 de março de 2017</strong>, terão o direito desses créditos passados (5 anos), porém é necessário aguardar a decisão da ação para iniciar a recuperação.</p>



<p>Já para as empresas que&nbsp;<strong>depois do dia 15 de março de 2017</strong>&nbsp;pagaram o PIS e COFINS utilizando na Base de Cálculo o valor do ICMS, terão direito aos créditos somente após essa data buscando de forma administrativa, ou seja, por meio das obrigações acessórias. Importante considerar principalmente o impacto pelas empresas do lucro real, que precisarão reapurar seus resultados considerando esses ganhos, e consequentemente a necessidade de recalcular os tributos sobre o lucro.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Como ficam as entregas das obrigações acessórias?</strong></h1>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>EFD Contribuições</strong></li></ul>



<p>Os ajustes da base de cálculo com a exclusão da parcela do ICMS deverão ser efetuados mediante a entrega da EFD Contribuições, retificando mensalmente todas as escriturações caso já tenham sidos transmitidas. Ou enviada a original com os devidos ajustes, caso não tenha efetuado a transmissão referente ao período. A entrega deverá ser realizado de forma individualizada em cada um dos registros já existentes da EFD a que se referem aos documentos fiscais, seguindo as instruções do Guia Prático 1.35 publicado pela Receita Federal.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Per/Dcomp e DCTF</strong></li></ul>



<p>O processo de pedido da Per/Dcomp é realizado após as retificações das declarações da EFD Contribuições e da DCTF de cada período, assim escriturando a compensação pelo&nbsp;Per/Dcomp&nbsp;mensalmente, quando neste processo os valores serão atualizados pela SELIC.</p>



<p>Para o recebimento dos créditos do PIS e da COFINS, em que a empresa já entrou com uma ação judicial antes de março de 2017, e a ação já foi transitada e julgada, é preciso levantar os créditos e realizar a compensação via&nbsp;Per/Dcomp.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que isso representa para o Governo Federal?</strong></h2>



<p>O Ministério da Economia ainda não divulgou o valor exato do impacto, mas&nbsp;conforme uma&nbsp;<a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/589508/NT48.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota técnica</a>&nbsp;publicada pela Instituição Fiscal Independente – IFI, órgão vinculado ao Senado. A decisão do STF pode representar em média uma perda de R$ 120,1 bilhões para a União ainda em 2021.</p>



<p>Entre 2021 e 2030 essa perda média de arrecadação para a união, pode girar em torno de R$ 64,9 bilhões por ano, equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB).&nbsp;De acordo com a simulações feitas, o valor acumulado considera o período entre 2017 e 2020, da qual as compensações precisarão ser pagas pelo governo às empresas este ano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E para o consumidor?</strong></h2>



<p>Com a novas mudanças o que é pago pelas empresas de PIS e COFINS irão consequentemente diminuir, mas segundo especialistas futuramente deverá haver uma possível elevação das alíquotas para compensar essa diminuição das receitas aos cofres públicos. Também é previsto que o impacto dessa redução tributária não traga um impacto significativo no valor dos produtos e serviços para os consumidores finais, isso porque o benefício tende a ser apropriados pelas próprias empresas para pagamento de empréstimos, investimos em ativos, por exemplo.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Como calcular o valor a restituir do PIS e da COFINS?</strong></h1>



<p>Veja de forma simples no exemplo a seguir, como calcular o valor do PIS e COFINS a restituir:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Cenário antes da decisão do STF | Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td>Valor do ICMS</td><td>BC do PIS/COFINS</td><td>Valor do PIS (1,65%)</td><td>Valor do COFINS (7,6%)</td></tr><tr><td>240,00</td><td>2.000,000</td><td>33,00</td><td>152,00</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Cenário após decisão do STF | Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td>Valor do ICMS</td><td>BC do PIS/COFINS</td><td>Valor do PIS (1,65%)</td><td>Valor do COFINS (7,6%)</td></tr><tr><td>240,00</td><td>1.760,00</td><td>29,04</td><td>133,76</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Apuração | Diferença de PIS/COFINS| Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td><strong>Diferença PIS</strong></td><td><strong>Diferença COFINS</strong></td></tr><tr><td>33,00 – 29,04 =</td><td><strong>3,96</strong></td><td>152,00 – 133,76 =</td><td><strong>18,24</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para apurar a base de cálculo do&nbsp;PIS/COFINS sem o ICMS, devemos subtrair o valor do ICMS pago R$ 240,00 da base previamente calculada de R$ 2.000,00, tendo como base de cálculo correta do&nbsp;PIS/COFINS o valor de R$ 1.760,00 que multiplicada pelos percentuais do&nbsp;PIS/COFINS de 1,65% e 7,6% (alíquotas das empresas tributadas pelo lucro real) teremos o valor das contribuições devidas de PIS R$ 29,04 e COFINS R$ 133,76. Neste cenário o contribuinte pagou a mais R$ 22,20 (R$ 3,96 + R$ 18,24) cuja diferença deve ser atualizada e restituída.</p>



<p>Importante mencionar que no exemplo acima foi considerado apenas a diferença em relação a operação de venda (saída). Para uma apuração com as equivalências dos créditos tomados (regime não cumulativo) entende-se que deve ser considerado o efeito da exclusão do ICMS da BC do PIS/COFINS também para as compras, no entanto, não temos uma posição clara publicada pela Receita Federal sobre esse último cenário.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h1>



<p><strong>O que é o ICMS, PIS e COFINS?</strong></p>



<p>O&nbsp;ICMS&nbsp;(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) é um imposto de competência estadual, cobrado sobre a circulação e venda de produtos. As suas alíquotas são definidas pelos estados e podem variar de acordo com a operação e tipo da mercadoria.</p>



<p>O&nbsp;PIS&nbsp;(Programa de Integração Social) é uma contribuição de competência federal, ligada ao faturamento das empresas e destinado aos benefícios dos trabalhadores do setor privado.</p>



<p>A&nbsp;COFINS&nbsp;(Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) também é contribuição de competência federal, ligada ao faturamento das empresas e destinado à previdência social, saúde pública e assistência social.</p>



<p><strong>O que é o SPED EFD Contribuições? Quem está obrigado? E Qual o prazo de entrega?</strong></p>



<p>Mais um dos módulos do SPED, a EFD Contribuições apura os valores referentes as contribuições do PIS e COFINS das empresas. Os contribuintes sujeitos a entrega são os com regime de apuração cumulativo (Lucro Presumido) e o regime não cumulativo (Lucro Real). A apresentação do arquivo é mensal, devendo ser transmitido, após a sua validação e assinatura digital, até o 10º (décimo) dia útil do segundo mês subsequente ao de referência da escrituração.</p>



<p><strong>O que é&nbsp;Per/Dcomp?</strong></p>



<p>O&nbsp;Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação –&nbsp;Per/Dcomp é um programa do Portal e-CAC que permite ao contribuinte realizar o pedido de restituição e a declaração de compensação do pagamento indevido ou a maior em DARF.</p>



<p><strong>Empresas optantes pelo Simples Nacional poderão solicitar a restituição do PIS/COFINS com a decisão do STF?</strong></p>



<p>Não, o entendimento do STF cabe somente para as empresas tributadas pelo lucro real e presumido.</p>



<p><strong>Houve alguma norma publicada pela Receita Federal?</strong></p>



<p>A Receita Federal se manifestou somente através do Guia Prático da EFD Contribuições versão 1.35, que não é considerado uma norma legal. As normas que tratam sobre o tema até o momento da publicação deste texto não sofreram alteração (Lei nº 9.718/1998, Lei nº 10.637/2002, Lei 10.833/2003 e Instrução Normativa nº 1.911/2019).</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>O que muda com a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 17:11:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entenda a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS. Muitas empresas já têm contabilizado valores milionários de créditos após a decisão do Supremo Tribunal Federal que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. As organizações têm conseguido uma economia que varia entre 0,15% e 1,85% em relação ao faturamento. [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Entenda a decisão do STF de excluir o ICMS da BC do PIS/COFINS.</h2>



<p>Muitas empresas já têm contabilizado valores milionários de créditos após a decisão do Supremo Tribunal Federal que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. As organizações têm conseguido uma economia que varia entre 0,15% e 1,85% em relação ao faturamento.</p>



<p>Apesar do tempo e dedicação que os contribuintes terão que tirar para buscar esses créditos, os esforços não são considerados tão complexos. Ainda com a publicação da Receita Federal do novo guia prático da EFD Contribuições, as empresas já podem iniciar os procedimentos de restituições dos valores, como veremos a seguir.</p>



<p>Essa decisão é um marco no âmbito tributário do país, ela estava em tramitação há décadas no Supremo Tribunal Federal.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>A Decisão</strong></h1>



<p>Com base no parecer SEI nº 7698/2021/ME publicado em maio de 2021, o STF decidiu a partir Repercussão Extraordinária nº 574.706/PR, que os tributos PIS e COFINS devem ser calculados apenas sobre a receita da venda de mercadorias e da prestação de serviços, não permitindo a inclusão do ICMS na base de cálculo dessas contribuições destacados nos documentos fiscais.</p>



<p>Após a decisão, o Ministério da Economia através do Despacho nº 246/2021 publicado no Diário Oficial da União confirmou a decisão do direito das empresas em aproveitar de maneira administrativa e imediata os créditos, reforçando que:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>o ICMS não compõe a base de cálculo para incidência do PIS e da COFINS;</li><li>os efeitos dessa decisão devem se dar após 15/03/2017, ressalvadas as ações judiciais e administrativas protocoladas até 15/03/2017;</li><li>o ICMS que não compõe a base de cálculo das contribuições do PIS e da COFINS é o destacado nas notas fiscais.</li></ul>



<p>Com o despacho encaminhado à Receita Federal, para definição dos procedimentos acerca do assunto, tivemos recentemente a publicação do novo Guia Prático do SPED EFD Contribuições trazendo a versão 1.35, com as orientações para as empresas que entraram com ação após 15/03/2017, pedindo autorização para eliminação do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para as empresas?</strong></h1>



<p>Com a decisão muitos contribuintes ficaram com dúvidas se poderiam utilizar o crédito imediatamente ou deveriam solicitar em um processo judicial.</p>



<p>Primeiramente para as empresas que entraram com uma ação judicial solicitando a recuperação desses valores&nbsp;<strong>até 15 de março de 2017</strong>, terão o direito desses créditos passados (5 anos), porém é necessário aguardar a decisão da ação para iniciar a recuperação.</p>



<p>Já para as empresas que&nbsp;<strong>depois do dia 15 de março de 2017</strong>&nbsp;pagaram o PIS e COFINS utilizando na Base de Cálculo o valor do ICMS, terão direito aos créditos somente após essa data buscando de forma administrativa, ou seja, por meio das obrigações acessórias. Importante considerar principalmente o impacto pelas empresas do lucro real, que precisarão reapurar seus resultados considerando esses ganhos, e consequentemente a necessidade de recalcular os tributos sobre o lucro.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Como ficam as entregas das obrigações acessórias?</strong></h1>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>EFD Contribuições</strong></li></ul>



<p>Os ajustes da base de cálculo com a exclusão da parcela do ICMS&nbsp;deverão&nbsp;ser efetuados mediante a entrega da EFD Contribuições, retificando mensalmente todas as escriturações caso já tenham sidos transmitidas. Ou enviada a original&nbsp;com&nbsp;os devidos ajustes, caso não tenha efetuado a transmissão referente ao período. A entrega&nbsp;deverá ser realizado de forma individualizada&nbsp;em cada um dos registros já existentes da EFD a que se referem aos documentos fiscais, seguindo as instruções do&nbsp;<a href="https://documentacao.senior.com.br/exigenciaslegais/#materias/erp/2021/2021-06-25-publicada-versao-1-35-guia-pratico-alteracoes-eliminacao-icms-base-pis-cofins.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia Prático 1.35</a>&nbsp;publicado pela Receita Federal.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Per/Dcomp e DCTF</strong></li></ul>



<p>O processo de pedido da Per/Dcomp é realizado após as retificações das declarações da EFD Contribuições e da DCTF de cada período, assim escriturando a compensação pelo&nbsp;Per/Dcomp&nbsp;mensalmente, quando neste processo os valores serão atualizados pela SELIC.</p>



<p>Para o recebimento dos créditos do PIS e da COFINS, em que a empresa já entrou com uma ação judicial antes de março de 2017, e a ação já foi transitada e julgada, é preciso levantar os créditos e realizar a compensação via&nbsp;Per/Dcomp.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que isso representa para o Governo Federal?</strong></h2>



<p>O Ministério da Economia ainda não divulgou o valor exato do impacto, mas&nbsp;conforme uma&nbsp;<a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/589508/NT48.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota técnica</a>&nbsp;publicada pela Instituição Fiscal Independente – IFI, órgão vinculado ao Senado. A decisão do STF pode representar em média uma perda de R$ 120,1 bilhões para a União ainda em 2021.</p>



<p>Entre 2021 e 2030 essa perda média de arrecadação para a união, pode girar em torno de R$ 64,9 bilhões por ano, equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB).&nbsp;De acordo com a simulações feitas, o valor acumulado considera o período entre 2017 e 2020, da qual as compensações precisarão ser pagas pelo governo às empresas este ano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E para o consumidor?</strong></h2>



<p>Com a novas mudanças o que é pago pelas empresas de PIS e COFINS irão consequentemente diminuir, mas segundo especialistas futuramente deverá haver uma possível elevação das alíquotas para compensar essa diminuição das receitas aos cofres públicos. Também é previsto que o impacto dessa redução tributária não traga um impacto significativo no valor dos produtos e serviços para os consumidores finais, isso porque o benefício tende a ser apropriados pelas próprias empresas para pagamento de empréstimos, investimos em ativos, por exemplo.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Como calcular o valor a restituir do PIS e da COFINS?</strong></h1>



<p>Veja de forma simples no exemplo a seguir, como calcular o valor do PIS e COFINS a restituir:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Cenário antes da decisão do STF | Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td>Valor do ICMS</td><td>BC do PIS/COFINS</td><td>Valor do PIS (1,65%)</td><td>Valor do COFINS (7,6%)</td></tr><tr><td>240,00</td><td>2.000,000</td><td>33,00</td><td>152,00</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Cenário após decisão do STF | Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td>Valor do ICMS</td><td>BC do PIS/COFINS</td><td>Valor do PIS (1,65%)</td><td>Valor do COFINS (7,6%)</td></tr><tr><td>240,00</td><td>1.760,00</td><td>29,04</td><td>133,76</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Apuração | Diferença de PIS/COFINS| Empresa Lucro Real | Saída</strong></td></tr><tr><td><strong>Diferença PIS</strong></td><td><strong>Diferença COFINS</strong></td></tr><tr><td>33,00 – 29,04 =</td><td><strong>3,96</strong></td><td>152,00 – 133,76 =</td><td><strong>18,24</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para apurar a base de cálculo do&nbsp;PIS/COFINS sem o ICMS, devemos subtrair o valor do ICMS pago R$ 240,00 da base previamente calculada de R$ 2.000,00, tendo como base de cálculo correta do&nbsp;PIS/COFINS o valor de R$ 1.760,00 que multiplicada pelos percentuais do&nbsp;PIS/COFINS de 1,65% e 7,6% (alíquotas das empresas tributadas pelo lucro real) teremos o valor das contribuições devidas de PIS R$ 29,04 e COFINS R$ 133,76. Neste cenário o contribuinte pagou a mais R$ 22,20 (R$ 3,96 + R$ 18,24) cuja diferença deve ser atualizada e restituída.</p>



<p>Importante mencionar que no exemplo acima foi considerado apenas a diferença em relação a operação de venda (saída). Para uma apuração com as equivalências dos créditos tomados (regime não cumulativo) entende-se que deve ser considerado o efeito da exclusão do ICMS da BC do PIS/COFINS também para as compras, no entanto, não temos uma posição clara publicada pela Receita Federal sobre esse último cenário.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h1>



<p><strong>O que é o ICMS, PIS e COFINS?</strong></p>



<p>O&nbsp;ICMS&nbsp;(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) é um imposto de competência estadual, cobrado sobre a circulação e venda de produtos. As suas alíquotas são definidas pelos estados e podem variar de acordo com a operação e tipo da mercadoria.</p>



<p>O&nbsp;PIS&nbsp;(Programa de Integração Social) é uma contribuição de competência federal, ligada ao faturamento das empresas e destinado aos benefícios dos trabalhadores do setor privado.</p>



<p>A&nbsp;COFINS&nbsp;(Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) também é contribuição de competência federal, ligada ao faturamento das empresas e destinado à previdência social, saúde pública e assistência social.</p>



<p><strong>O que é o SPED EFD Contribuições? Quem está obrigado? E Qual o prazo de entrega?</strong></p>



<p>Mais um dos módulos do SPED, a EFD Contribuições apura os valores referentes as contribuições do PIS e COFINS das empresas. Os contribuintes sujeitos a entrega são os com regime de apuração cumulativo (Lucro Presumido) e o regime não cumulativo (Lucro Real). A apresentação do arquivo é mensal, devendo ser transmitido, após a sua validação e assinatura digital, até o 10º (décimo) dia útil do segundo mês subsequente ao de referência da escrituração.</p>



<p><strong>O que é&nbsp;Per/Dcomp?</strong></p>



<p>O&nbsp;Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação –&nbsp;Per/Dcomp é um programa do Portal e-CAC que permite ao contribuinte realizar o pedido de restituição e a declaração de compensação do pagamento indevido ou a maior em DARF.</p>



<p><strong>Empresas optantes pelo Simples Nacional poderão solicitar a restituição do PIS/COFINS com a decisão do STF?</strong></p>



<p>Não, o entendimento do STF cabe somente para as empresas tributadas pelo lucro real e presumido.</p>



<p><strong>Houve alguma norma publicada pela Receita Federal?</strong></p>



<p>A Receita Federal se manifestou somente através do Guia Prático da EFD Contribuições versão 1.35, que não é considerado uma norma legal. As normas que tratam sobre o tema até o momento da publicação deste texto não sofreram alteração (Lei nº 9.718/1998, Lei nº 10.637/2002, Lei 10.833/2003 e Instrução Normativa nº 1.911/2019).</p>



<p>Para saber mais sobre essa solução, acesse o&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/">nosso site</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/contato/">entre em contato</a>&nbsp;conosco! Nós estamos a postos para ajudar!</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte:&nbsp;<strong>Senior Sistemas</strong></p>
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		<title>Varejo foca em profissionais de tecnologia para colaborar com o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 23:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a maior parte das lojas está fechada por causa do combate à epidemia do coronavírus, os departamentos de recursos humanos seguem na ativa nos bastidores para contratar centenas de profissionais de tecnologia para colocar em pé projetos digitais de gigantes do comércio tradicional. E estão conseguindo atrair profissionais que até pouco tempo atrás atuavam [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.mercadoeconsumo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/varejo-digital.jpg"><img decoding="async" src="https://www.mercadoeconsumo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/varejo-digital-696x392.jpg" alt="varejo digital" title="varejo digital"/></a></figure>



<p>Enquanto a maior parte das lojas está fechada por causa do combate à epidemia do coronavírus, os departamentos de recursos humanos seguem na ativa nos bastidores para contratar centenas de profissionais de tecnologia para colocar em pé projetos digitais de gigantes do comércio tradicional. E estão conseguindo atrair profissionais que até pouco tempo atrás atuavam em startups.</p>



<p>A Guararapes, dona da Riachuelo, montou em 15 dias um novo aplicativo de venda online. A solução permite a venda por celular, WhatsApp e por meio de uma rede de clientes criada por funcionários. Segundo o diretor executivo de tecnologia e inovação da empresa, Carlos Eduardo Alves, isso só foi possível porque, mesmo nesse período de isolamento social, a companhia continua com o pé no acelerador quando o assunto é RH.</p>



<p>No ano passado, a Guararapes adicionou 438 trabalhadores para à equipe. E, ao longo de 2020, planeja mais 140 contratações. “As pessoas estão em busca da segurança de empresas mais estabelecidas. Só não está mais fácil ainda de contratar porque várias grandes companhias estão indo a mercado para tirar projetos online do papel”, diz o executivo. Ou seja: a Guararapes agora disputa essa mão de obra com seus pares.</p>



<p>A gigante de eletroeletrônico, por exemplo, Via Varejo contratou 200 profissionais em plena quarentena. A companhia acelerou o processo de transformação digital iniciado no fim do ano passado. “Com a pandemia, decidimos acelerar os planos”, diz Rosi Purceti Balabram, diretora de pessoas e performance. A gigante tem ido atrás de profissionais que trabalhavam em startups.</p>



<p>A dona da Casas Bahia e Ponto Frio trabalha atualmente em nada menos de 400 estratégias para se tornar mais digital. “Estamos na contramão da crise. Queremos sair dela mais fortalecidos. Por isso, aceleramos nossos planos”, diz Rosi. A Via Varejo tenta recuperar o terreno perdido para o Magazine Luiza, sua concorrente direta e referência em atuação digital no varejo brasileiro.</p>



<p>O Grupo Boticário tem mais de 3 mil lojas, mas também está focado no desenvolvimento de soluções online. A expansão da área de inovação consumirá R$ 300 milhões e resultará em 200 contratações. Entre os projetos atuais está a construção de um novo app para as revendedoras porta a porta. Hoje, 37% das receitas da companhia já têm origem do segmento digital.</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Fonte <a href="https://www.mercadoeconsumo.com.br/2020/05/11/varejo-foca-em-profissionais-de-tecnologia-para-colaborar-com-o-setor/">Portal Estadão</a></strong></p>
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		<title>IA no varejo: sobrevivência dependerá de inteligência</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/ia-no-varejo-sobrevivencia-dependera-de-inteligencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 17:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Machine Learning está se tornando item obrigatório para varejistas. Custo inicial e preparação de dados continuam sendo obstáculo para a maioria O setor de varejo é o garoto-propaganda do uso da inteligência artificial. Robôs de entrega autônomos, armazéns automatizados, chatbots inteligentes, recomendações personalizadas e análises profundas da cadeia de suprimentos estão causando um impacto significativo [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Machine Learning está se tornando item obrigatório para varejistas. Custo inicial e preparação de dados continuam sendo obstáculo para a maioria</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cio.com.br/wp-content/uploads/2019/11/inteligencia-artificial.jpg" alt=""/></figure>



<p>O setor de varejo é o garoto-propaganda do uso da inteligência artificial. Robôs de entrega autônomos, armazéns automatizados, chatbots inteligentes, recomendações personalizadas e análises profundas da cadeia de suprimentos estão causando um impacto significativo nos resultados &#8211; principalmente se a sua empresa for a Amazon.com.</p>



<p>Outros varejistas, no entanto, estão lutando para se adaptar. De fato, apenas 19% dos grandes varejistas nos EUA, Reino Unido, Canadá e Europa implantaram a IA e estão utilizando a tecnologia na produção, segundo o Gartner.</p>



<p>Esse número mudará rapidamente nos próximos anos, com 31% dos varejistas adotando soluções de IA e outros 27% planejando implementar a tecnologia até o final de 2020. &#8220;Há muita experimentação em andamento&#8221;, diz Bob Hetu, analista do Gartner. Os varejistas que adotam a IA tem como objetivo a redução dos custos e o aumento das receitas. E embora o investimento inicial seja um obstáculo para muitas empresas, não investir em IA pode ser fatal.</p>



<p>&#8220;Nos próximos cinco anos, mais ou menos, a IA se tornará um dos principais elementos de diferenciação para os varejistas&#8221;, afirma Hutu. &#8220;É realmente urgente que eles sejam proficientes nisso.&#8221;</p>



<p>&#8220;Consideramos a IA um bloco de construção absoluto, não mais uma opção&#8221;, concorda Suketu Gandhi, parceiro na prática de transformação digital da AT Kearney. &#8220;Se você não estiver usando, deve contar os seus dias.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Melhorias na eficiência</h2>



<p>De acordo com Jon Duke, analista da IDC, varejo e bancos são os dois setores mais agressivos em investimentos em IA. &#8220;O varejo em particular é amplamente entendido como uma das indústrias mais promissoras para a aplicação da IA&#8221;, explica.</p>



<p>As aplicações atuais compreendem amplamente a automação de processos administrativos, atividades repetitivas e tarefas de tomada de decisão de baixo nível.</p>



<p>A varejista Build.com é uma das organizações que optou por adotar a IA para aumentar a eficiência. Patrick Berry, diretor sênior de tecnologia da empresa, afirma que o aprendizado de máquina está libertando os funcionários de tarefas básicas, permitindo que eles se concentrem em problemas de nível superior.</p>



<p>Por exemplo, a tecnologia está reduzindo o tempo de espera para chamadas de atendimento ao cliente. &#8220;Quando temos uma ideia melhor do que um cliente está procurando ou quer fazer com base nas ações que realiza em nosso site, podemos fornecer a eles um atendimento mais rápido&#8221;, explica Berry.</p>



<p>Os sistemas baseados em aprendizado de máquina também estão afetando a implantação de aplicativos na Build.com, onde a tecnologia é usada para estabelecer linhas de base e detectar anomalias. &#8220;Economizamos muito tempo sem que os engenheiros verifiquem os logs ou monitorem os sistemas&#8221;, acrescenta Berry.</p>



<p>A companhia também procura usar inteligência na revisão de código. &#8220;As análises automatizadas liberarão um tempo valioso da engenharia, removendo muitas das análises mundanas da fila. Isso permitirá que as nossas equipes aumentem a velocidade de entrega sem sacrificar a qualidade&#8221;, declara o executivo.</p>



<p>De acordo com o Gartner, 88% dos varejistas citam a economia como o maior impacto da IA, e as tecnologias relacionadas à eficiência estão entre as mais citadas para uso planejado, incluindo robôs nos armazéns (59%), IA para detecção de fraude ou anomalias (56%) e robôs de entrega (45%).</p>



<p>Mas apenas uma pequena minoria tem essas tecnologias em produção. Atualmente, somente 19% dos grandes varejistas contam com a detecção de fraudes com IA. Os robôs nos armazéns continuam sendo testados, com 41% na fase de experimentação.</p>



<p>&#8220;Há muita coisa acontecendo&#8221;, diz Hetu, do Gartner. Por exemplo, a Fedex e a Amazon e até a Domino&#8217;s Pizza estão experimentando robôs de entrega, e a UPS acaba de obter a autorização da FAA para os drones de entrega. &#8220;Isso pode acontecer mais rápido do que podemos imaginar.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma cadeia de suprimentos mais inteligente</h2>



<p>Os varejistas também estão recorrendo à IA para melhorar o gerenciamento da cadeia de suprimentos, com 77% fazendo uso da tecnologia, segundo a Coresight Research.</p>



<p>As principais oportunidades de melhoria incluem o gerenciamento de inventário, previsões de demanda e cálculos de preços, pois as reduções custaram US$ 300 bilhões aos varejistas norte-americanos no ano passado, ou cerca de 12% das vendas, principalmente por conta de más decisões de estoque que levam a um excesso de produtos ou ao tipo errado de produtos.</p>



<p>O Gartner descobriu que 64% dos grandes varejistas estão usando ou planejam usar a IA para desenvolvimento e seleção de produtos, e 60% estão usando ou planejam usar a tecnologia para melhorar os preços.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aprimorando a experiência do cliente</h2>



<p>Hoje, a experiência do cliente é um dos principais focos, e os varejistas buscam aproveitar a IA e o ML para obter recomendações de produtos e otimizar promoções. A personalização e os assistentes virtuais também são vistos como tecnologias que podem impulsionar o crescimento da receita.</p>



<p>&#8220;As expectativas dos consumidores mudaram&#8221;, observa Arpit Jain, vice-presidente de entrega multifuncional e recursos da Nerdery, consultoria de serviços digitais. &#8220;Temos maiores expectativas e queremos menor atrito.&#8221; Os chatbots são um exemplo disso. Outro item indispensável é poder apresentar o conteúdo certo para os consumidores, onde, quando e como eles desejam.</p>



<p>&#8220;Quatro ou cinco anos atrás, era bom ter isso. Agora, é fundamental&#8221;, explica Jain. Na Bluestem Brands, por exemplo, a IA é usada para melhorar a pesquisa, em um esforço para apresentar os produtos e serviços mais relevantes aos clientes. A empresa de comércio eletrônico com sede em Minneapolis, com US$ 2 bilhões em vendas anuais, possui sete sites, incluindo Fingerhut, Haband e Appleseed&#8217;s.</p>



<p>&#8220;IA e ML são ferramentas poderosas para discernir correlações e padrões no comportamento de busca e compra dos nossos clientes&#8221;, revela Jacob Wagner, diretor de TI da empresa. As ferramentas baseadas em IA ajudam a Bluestem a entender melhor o que os clientes acham interessante ​​e, em seguida, criam modelos para prever quais novos produtos ou serviços sugerir.</p>



<p>Por exemplo, se um cliente pesquisar algo como &#8220;jeggings&#8221;, que o mecanismo de pesquisa não indexou, o sistema entende que o cliente quis dizer &#8220;leggings&#8221; e fornece esses resultados. Quando o cliente acessa os resultados e clica nas leggings da cor jeans, o sistema toma nota. &#8220;Agora temos um sinal de que este produto específico é compatível com o termo &#8216;jeggings&#8217;, mesmo que o produto em si não use esse termo em nenhum lugar&#8221;, diz Wagner.</p>



<p>A mais recente tecnologia de IA &#8211; especificamente, redes neurais convolucionais &#8211; leva isso a outro nível. &#8220;Podemos ver as imagens do produto em que o usuário clicou&#8221;, explica o executivo. &#8220;Podemos então usar a pontuação de similaridade em relação às imagens de todos os outros produtos.&#8221;</p>



<p>Por exemplo, o sistema pode encontrar todos os itens com o formato de calças cor de jeans e adicioná-los às recomendações. &#8220;Na próxima vez que um cliente digitar &#8216;jeggings&#8217;, os produtos nos quais o usuário clicou usando esse termo poderão aparecer primeiro, os produtos com imagens semelhantes em segundo e o restante das leggings em terceiro&#8221;, relata.</p>



<p>A Wayfair é outra empresa de comércio eletrônico que usa a tecnologia de IA, incluindo visão computacional, para melhorar o atendimento ao cliente. A varejista de artigos para o lar, que teve receita de US$ 6,7 bilhões no ano passado, atende a mais de 15 milhões de clientes ativos.</p>



<p>&#8220;Em categorias como móveis e decoração, pode ser difícil descrever com precisão um item, principalmente para que os mecanismos de pesquisa possam entender&#8221;, diz Dan Wulin, chefe de ciência de dados e aprendizado de máquina da empresa. &#8220;Então, construímos uma ferramenta de pesquisa visual com inteligência artificial.&#8221;</p>



<p>Por exemplo, a Wayfair anunciou recentemente uma função &#8220;pesquisar com foto&#8221;, que usa fotos de smartphones para ajudar os usuários a encontrar produtos. O aplicativo, lançado no início de novembro, inclui uma ferramenta de realidade aumentada que permite aos clientes visualizar como os móveis ficarão em suas casas.</p>



<p>&#8220;Como nosso catálogo é muito grande e existe uma enorme variedade de produtos, e os nossos clientes compram de maneira tão visual, precisamos usar a IA de uma maneira diferente para ter sucesso&#8221;, acrescenta. Segundo Wulin, a IA e o aprendizado de máquina são tão importantes, que a Wayfair possui 2.300 engenheiros e cientistas de dados trabalhando na aplicação de técnicas de IA a problemas de negócios.</p>



<p>Uma área em que eles estão trabalhando é na utilização da visão computacional e processamento de linguagem natural juntos para criar novos modelos que espelhem melhor como o cérebro aprende. Mas a que custo? Poucos varejistas podem contratar dezenas de cientistas de dados, muito menos milhares.</p>



<p>Portanto, para a maioria das empresas, o grande investimento inicial em IA é um obstáculo, apesar da sua vantagem de longo prazo. &#8220;Os varejistas são econômicos&#8221;, afirma Kim Knickle, especialista no setor de varejo de inovação digital da consultoria Insight.</p>



<p>&#8220;A menos que eles saibam que isso afetará diretamente os negócios, eles serão cautelosos sobre a decisão dos investimentos em TI que farão.&#8221; Além disso, muitos ainda precisam executar etapas básicas de digitalização antes que a IA possa ser aplicada. Pegue a Ste Michelle, por exemplo. É a terceira maior empresa de vinhos premium dos EUA, com mais de 1.000 funcionários e 14 lojas físicas, além de distribuição adicional em pubs e o seu site de comércio eletrônico. A vinícola tinha três conjuntos de dados separados sobre os seus clientes em três canais diferentes, diz o CIO Joe Gregg. O primeiro passo para a IA foi resolver esse problema com os dados,. &#8220;Estamos realmente apenas começando essa jornada&#8221;, declara.</p>



<p>A empresa estava ciente do fato de que não competiria contra o Facebook e a Amazon no departamento de IA. &#8220;Podemos contratar os melhores produtores de vinho do mundo, e fazemos isso. Mas nunca poderemos contratar os melhores cientistas de dados&#8221;, acrescenta Gregg.</p>



<p>Pensando nisso, o CIO optou pelo Dynamics 365 Commerce da Microsoft, construído sobre o Dynamics 365 Retail. A implantação está prevista para ser concluída até o final do ano. Depois que o problema dos dados for resolvido, a vinícola começará a usar a plataforma para análises preditivas &#8211; por exemplo, para recomendar novos tipos de vinhos aos clientes com base no que eles compraram antes.</p>



<p>Isso exemplifica outra tendência: à medida que a IA se torna comoditizada, ela se torna muito mais acessível para os pequenos varejistas. &#8220;Com a tecnologia mais disponível, os varejistas especializados estão começando a obter vantagens&#8221;, comenta Tracie Kambies, líder da equipe de análises e gerenciamento de informações da Deloitte Consulting, nos EUA. &#8220;É apenas uma questão de tempo para tornar a tecnologia ainda mais acessível.&#8221; Uma questão que não tem dificultado a adoção da IA ​​é o aumento dos regulamentos de privacidade.</p>



<p>Na verdade, as novas legislações podem até estar ajudando. &#8220;Os regulamentos de privacidade, na verdade, fornecem algumas restrições sobre a prática&#8221;, diz Ray Wang, analista principal e fundador da Constellation Research. Para Wang, o GDPR da Europa e o CCPA da Califórnia tornaram mais fácil para os varejistas reunir e analisar dados de clientes, &#8220;pois agora existem algumas regras básicas&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <strong><a href="https://cio.com.br/ia-no-varejo-sobrevivencia-dependera-de-inteligencia/">CIO</a></strong></p>
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		<title>A melhor Folha de Pagamento do Brasil é da Senior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juarez Damasceno Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 01:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[BR Week reconhece operações de Varejo e fornecedores para o setor que proporcionam a melhor experiência de consumo do País. Reconhecida no segmento&#160;Folha de Pagamento, dentro da categoria&#160;Fornecedores e Parceiros de Negócios, pela terceira vez a&#160;Senior&#160;– empresa referência em tecnologia para gestão no Brasil – acaba de ser contemplada com o prêmio&#160;BR Week 2018&#160;– um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>BR Week reconhece operações de Varejo e fornecedores para o setor que proporcionam a melhor experiência de consumo do País.</em></strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3719" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/brweek2018-e1527689285899.png" alt="" width="600" height="358" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/brweek2018-e1527689285899.png 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/brweek2018-e1527689285899-300x179.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Reconhecida no segmento&nbsp;<strong>Folha de Pagamento</strong>, dentro da categoria&nbsp;<strong>Fornecedores e Parceiros de Negócios</strong>, pela terceira vez a&nbsp;<strong>Senior</strong>&nbsp;– empresa referência em tecnologia para gestão no Brasil – acaba de ser contemplada com o prêmio&nbsp;<a href="http://brweek.com.br/premio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>BR Week 2018</strong></a>&nbsp;– um reconhecimento à qualidade da experiência do consumidor no&nbsp;<strong>Varejo Brasileiro</strong>.</p>
<p><div id="attachment_3720" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3720" class="wp-image-3720 size-full" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/PHOTO-2018-06-11-21-45-04-e1528802738407.jpg" alt="" width="600" height="613" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/PHOTO-2018-06-11-21-45-04-e1528802738407.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2018/06/PHOTO-2018-06-11-21-45-04-e1528802738407-294x300.jpg 294w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-3720" class="wp-caption-text">Roberto Rossoni, Gerente da Filial RS da Senior, e Fernanda Jordão, Gerente Nacional de Canais, recebem o prêmio durante a cerimônia, realizada na noite desta segunda-feira, 11 de junho.</p></div></p>
<p>“Uma das atividades mais pioneiras que a sociedade conhece, o&nbsp;<strong>varejo</strong>&nbsp;é extremamente sensível às oscilações do mercado, respondendo rapidamente às alterações na conjuntura macroeconômica e no poder aquisitivo dos consumidores. Nesse cenário, a&nbsp;<strong>transformação digital</strong>&nbsp;tem reforçado a necessidade de as empresas incorporarem características que lhes permitam maior grau de&nbsp;<strong>flexibilidade</strong>&nbsp;e adaptação ao ambiente onde atuam, para que possam acompanhar esse movimento. E a&nbsp;<strong>Senior</strong>&nbsp;tem conseguido entregar aos seus clientes soluções que os permitem avançar na transformação digital, superando os desafios do varejo”, afirma o&nbsp;<strong>Diretor de Mercado&nbsp;</strong>da companhia,<strong>&nbsp;Hermínio Gastaldi</strong>.</p>
<p>De acordo com o executivo, quando um setor tão peculiar como o&nbsp;<strong>Varejo</strong>&nbsp;reconhece a&nbsp;<strong>Senior</strong>&nbsp;como a&nbsp;<strong>Melhor Folha de Pagamento do Brasil</strong>, é possível perceber que a marca já está solidificada em um dos segmentos mais exigentes do País. “A maneira como nos comunicamos, nos relacionamos e trocamos conhecimentos mudou e a&nbsp;<strong>tecnologia</strong>&nbsp;é a grande responsável por essa evolução. O mundo já é&nbsp;<strong>digital</strong>&nbsp;e os&nbsp;<strong>gestores de RH</strong>&nbsp;não podem esperar o futuro para mudar seu jeito de pensar sobre&nbsp;<strong>Gestão de Pessoas</strong>”, complementa o Diretor. Construída dentro dos conceitos de Usabilidade, Experiência do Usuário e Mobilidade, a plataforma de&nbsp;<strong>HCM da Senior</strong>&nbsp;integra o que há de mais moderno dentro das melhores práticas de&nbsp;<strong>RH</strong>.</p>
<p>Premiada internacionalmente pelas soluções inovadoras usando&nbsp;<strong>IoT e Inteligência Artificial</strong>, a&nbsp;<strong>Senior</strong>&nbsp;tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo, além de soluções para Gestão de Pessoas, soluções em Gestão Empresarial, Compliance Fiscal, Logística, Gestão de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. São mais de 100 mil contratos ativos em empresas de diversos portes e segmentos. “Todas essas soluções são aderentes às empresas varejistas. E contamos com grandes clientes do setor em nosso portfólio, como&nbsp;<strong>Magazine Luiza, Evino, Netshoes, Arezzo, InBrands</strong>&nbsp;e outras grandes marcas”, orgulha-se o executivo.</p>
<p>Em sua quarta edição, o&nbsp;<strong>Prêmio BR Week</strong>&nbsp;consiste em um o estudo analítico e quantitativo realizado a partir de questionários respondidos pelas&nbsp;<strong>principais empresas de varejo do Brasil</strong>&nbsp;e, posteriormente, pela avaliação dos critérios de experiência por consumidores, em colaboração com a empresa MindMiners. A partir desse escopo, as&nbsp;<strong>empresas varejistas</strong>&nbsp;dedicam-se a apontar e avaliar as empresas fornecedoras de tecnologias, serviços e benefícios da forma mais abrangente possível. Ou seja, além de apontar as empresas varejistas mais qualificadas na oferta da melhor experiência do cliente, a premiação traz um painel dos melhores fornecedores do ano.</p>
<p>A pontuação baseia-se nos seguintes indicadores:&nbsp;<strong>experiência do usuário</strong>,&nbsp;<strong>possibilidade de continuar/recomendar com o fornecedor</strong>,&nbsp;<strong>desempenho do sistema</strong>,&nbsp;<strong>custo x benefício</strong>,&nbsp;<strong>qualidade de atendimento</strong>,&nbsp;<strong>atendimento automatizado e integração com outros sistemas</strong>.</p>
<p>Neste ano, o prêmio traz uma&nbsp;<strong>nova proposta</strong>&nbsp;ao mercado: avaliar a&nbsp;<strong>experiência no varejo</strong>&nbsp;brasileiro no ambiente&nbsp;<strong>off-line e on-line</strong>,&nbsp;<strong>durante e pós-compra</strong>.</p>
<hr />
<p>Saiba mais sobre o solução&nbsp;<strong>Gestão de Pessoas | HCM</strong>, clique&nbsp;<a href="https://inovar-asc.com.br/erp/senior-gestao-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>A fórmula do Magazine Luiza para sobreviver na crise</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/formula-do-magazine-luiza-para-sobreviver-na-crise/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 14:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em matéria publicada na revista Exame, varejista mostra como cresceu mais do que os concorrentes ao apostar na integração entre lojas e vendas online. Cliente da solução de gestão de armazenagem da Senior, hoje, o Magazine Luiza vale 2 bilhões de reais na bolsa, quase o triplo de seu patrimônio. O Magazine Luiza sofria com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em </em><a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/a-nova-cara-da-luiza/"><em>matéria publicada na revista Exame</em></a><em>, varejista mostra como <strong>cresceu mais do que os concorrentes</strong> ao apostar na integração entre lojas e vendas online. Cliente da solução de <strong>gestão de armazenagem da Senior</strong>, hoje, o <strong>Magazine Luiza</strong> vale 2 bilhões de reais na bolsa, quase o triplo de seu patrimônio.</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2925" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine-luiza-cadastro.jpg" alt="magazine-luiza-cadastro" height="340" width="600" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine-luiza-cadastro.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine-luiza-cadastro-300x170.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O <a href="http://www.magazineluiza.com.br/"><strong>Magazine Luiza</strong></a> sofria com a queda nas vendas, tinha prejuízo e suas ações vinham de uma baixa de 70% em 2015. A virada obtida nos primeiros meses de 2016 foi de impressionar os mais otimistas. Depois de um prejuízo de 66 milhões de reais no ano passado, o varejista teve&nbsp;<strong>lucro&nbsp;de 16 milhões de reais</strong> no primeiro semestre deste ano. Num período em que as receitas do varejo de móveis e eletroeletrônicos diminuíram 15%, as vendas da empresa <strong>cresceram 3,6%, para 5,3 bilhões de reais</strong>, puxadas especialmente pelo aumento de 31% das vendas online (que hoje respondem por 22,5% das vendas totais).</p>
<blockquote><p><strong>A margem da geração de caixa quase dobrou: passou de 4%, em dezembro, para 7,6%, em junho. Os resultados ficaram tão acima do esperado que as ações da varejista já subiram 410% neste ano — de longe, a maior alta da Bovespa. Hoje, o Magazine Luiza vale 2 bilhões de reais na bolsa, quase o triplo de seu patrimônio — até o fim do ano passado, a empresa valia menos do que o patrimônio.</strong></p></blockquote>
<p>Como é comum em histórias de virada empresarial, uma combinação de fatores explica o bom desempenho da companhia neste ano. Um deles tem a ver com a recessão. “A estratégia de muitos concorrentes do Magazine Luiza nos anos de expansão do varejo foi fazer promoções agressivas, para crescer a qualquer custo, especialmente no comércio eletrônico. Muitos queimaram caixa por anos para financiar sua operação online. Com a crise, isso deixou de fazer sentido”, diz Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da consultoria de&nbsp;varejo&nbsp;GS&amp;MD. Com os concorrentes retraídos, o Magazine Luiza aproveitou para ganhar espaço.</p>
<blockquote><p><strong>Para crescer em meio à crise, a empresa decidiu investir no que tem de diferente de seus principais concorrentes: a forte integração entre as lojas de tijolo e as vendas online. “Estamos mudando a empresa para que ela seja verdadeiramente digital”, diz Frederico Trajano, filho de Luiza Trajano (presidente do conselho de administração da rede) e presidente do Magazine Luiza desde o início do ano.</strong></p></blockquote>
<p>Assim que assumiu o cargo, Trajano colocou 25 projetos em andamento. Os vendedores das lojas estão recebendo celulares para ajudar nas vendas. O plano é que, até o fim de 2017, os clientes não precisem mais ir a um caixa para pagar: os próprios vendedores receberão o pagamento pelo celular (como acontece, por exemplo, nas lojas da Apple). Hoje, com o CPF do consumidor, os vendedores têm acesso ao perfil dos clientes que compram pelo site e ver quais produtos foram pesquisados e o que foi comprado recentemente. Assim, têm mais chances de acertar no que oferecer ou qual promoção mostrar.</p>
<p>Com a maior automação das lojas, o tempo médio para processar uma venda caiu de 45 para 4 minutos. “O Magazine Luiza é a única empresa em que as operações física e digital são integradas de fato, e isso é percebido pelo consumidor”, afirmam os analistas do banco BTG Pactual num relatório.</p>
<p>Outra vantagem é a redução de custos, já que as áreas de logística, marketing e tecnologia são as mesmas. “A margem de lucro do varejo é baixa. Não podemos nos dar ao luxo de replicar estruturas”, diz Trajano.</p>
<h3><strong>Direção contrária</strong></h3>
<p>Na década de ouro do varejo brasileiro, de 2004 a 2014, essa integração era vista quase como um ponto fraco do Magazine Luiza. Seus principais concorrentes estavam separando a operação física do comércio eletrônico, com a justificativa de que isso mostrava melhor o valor de cada subsidiária. <strong>Fundado em 1957, em Franca, no interior de São Paulo, o Magazine Luiza sempre foi mais “digital” do que a concorrência, mas o fazia no improviso.</strong> Em vez de ter grandes lojas, lotadas de produtos, abria “lojas virtuais”, que são, na realidade, mostruários de produtos, onde os vendedores ajudam os clientes a comprar pelo site da companhia. Como não têm estoque, as lojas virtuais podem ser menores e, assim, mais baratas.</p>
<p>A estratégia funcionou bem até 2011, quando o Magazine Luiza abriu o capital e decidiu usar os recursos captados (quase 1 bilhão de reais) para crescer em diferentes regiões do país. Já havia comprado a Lojas Maia, uma das principais redes de varejo de eletroeletrônicos do Nordeste, e em 2011 comprou o Baú da Felicidade, do Grupo Silvio Santos. Também passou a abrir lojas na cidade de São Paulo — até então, operava em mercados menos competitivos no interior do estado.</p>
<blockquote><p>Integrar as novas empresas e ganhar dinheiro em São Paulo se mostrou mais difícil do que o esperado, e os resultados começaram a ratear. <strong>“Em 2014, fechamos o ciclo de crescimento acelerado e decidimos iniciar outro, de criar uma companhia digital”</strong>, diz Marcelo Silva, vice-presidente do conselho de administração do Magazine Luiza e ex-presidente da empresa.</p></blockquote>
<p>Os resultados foram fantásticos, mas daqui para a frente, a vida deve voltar a ficar difícil. “Crescemos sozinhos até agora, mas isso deve mudar.” Inclusive, como recado aos seus 19 000 funcionários, a cúpula do Magazine Luiza escolheu um vídeo sobre focas. O filme descrevia o habitat desses bichos e mostrava como o aquecimento global estava tornando a vida deles mais difícil. Para sobreviver, dizia o narrador, as focas tinham de “se adaptar” e “conquistar novos territórios”. Na pouco sutil metáfora escolhida, a lição que ficou foi: em meio à pior recessão da história brasileira, cada um tinha de se virar para sobreviver. Pois é, a luta pela sobrevivência não acaba nunca.</p>
<blockquote><p><strong><em>Com informações de <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/a-nova-cara-da-luiza/">matéria publicada</a> na revista Exame.</em></strong></p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2926" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine_l.jpg" alt="magazine_l" height="400" width="600" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine_l.jpg 1000w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine_l-300x200.jpg 300w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/11/magazine_l-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3><strong>TECNOLOGIA A FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA</strong></h3>
<p>“O <strong>varejo</strong> é um dos segmentos mais competitivos. Para se diferenciar e acompanhar essa dinâmica, as empresas precisam contar com soluções que garantam a gestão e o acesso rápido a informações, facilitando assim a tomada de decisão. Nesse cenário, a <strong>Senior</strong> tem apostado na oferta de um amplo portfólio de soluções para logística, que atendem às necessidades específicas do setor, agregando valor aos clientes, com total controle sobre custos e processos”, afirma Anderson Benetti, Gerente de Produto Logística da Senior.</p>
<p>Além do <strong>Magazine Luiza</strong>, outros grandes players do comércio eletrônico brasileiro utilizam as soluções da Senior, como Correios, Vivara, Mercado Livre, FastShop, Netshoes, Centauro, Ricardo Eletro e Carrefour.</p>
<p>Atualmente, a <strong>Senior</strong> conta com um portfólio completo de soluções integradas voltadas para a gestão logística e que atendem o segmento de e-commerce. Entre as principais tecnologias estão o <strong>WMS</strong> (Sistema de Gestão de Armazém utilizado pelo Magazine Luiza) e o <strong>TMS</strong> (Sistema de Gerenciamento de Transporte), ambos nos quais a Senior tem hoje liderança de mercado na América Latina.</p>
<p>A solução de <strong>WMS</strong> (Sistema de Gestão de Armazém), usada pelos <strong>maiores e-commerces varejistas do pais</strong>, é voltada para <strong>gestão de todo o processo logístico</strong> e atua desde a entrada de matérias‐primas até a expedição dos produtos acabados, gerenciando os equipamentos de movimentação e a equipe operacional, distribuição das atividades e convocação dos recursos produtivos, ditando o ritmo das operações e monitorando a execução das tarefas. A solução, também disponível na nuvem, permite que o cliente tenha acesso a todas as funcionalidades pela internet, sem necessidade de investimentos em hardware e licenças de software para servidores.</p>
<h3><strong>NOVIDADES EM AUTOMAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</strong></h3>
<p>Conheça também os recentes <strong>lançamentos da Senior para o varejo</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Picking by Voice Mobile</strong>: um aplicativo de comando de voz para o <strong>WMS</strong> (Sistema de Gestão de Armazém), voltado à separação e distribuição de materiais. Instalado em dispositivos móveis, funciona por meio de Bluetooth e prevê um <strong>ganho de até 25%</strong> na produtividade de separação das mercadorias, na medida em que reduz erros e agiliza processos. Outro grande diferencial é o baixo investimento em hardware uma vez que roda em smartphones com sistemas operacional Android.</li>
<li><strong>Solução de planejamento inteligente de carga: </strong>oferece automação e inteligência computacional no processo de formação de carga, permitindo que as empresas consigam dimensionar o carregamento de acordo com o espaço, distribuição de peso por eixo e sequencia de entrega.</li>
<li><strong>Plataforma omnichannel</strong> (que engloba os diversos canais de atendimento) voltada ao e-commerce: única solução do mercado a integrar o ambiente de comércio eletrônico ao ERP (sistema de gestão empresarial), PDV Móvel, sistema de gestão de centros de distribuição, gestão de transporte, algoritmo de recomendação e motor de promoção.</li>
<li><strong>PDV Móvel</strong>: permite que todas as funções desempenhadas no ponto de venda sejam realizadas pelo smartphone. Assim, o vendedor de uma loja física pode realizar todo o processo de venda em qualquer lugar do estabelecimento, consultando estoques (físicos e virtuais) e realizando a cobrança e o pagamento por cartão, sem sair do local, o que traz uma facilidade e agilidade, bem como uma melhor experiência para o cliente.</li>
</ul>
<p>A <strong>plataforma omnichannel</strong> e o <strong>PDV móvel</strong> da Senior permitem que os varejistas atuem em diversos canais e ganhem uma vantagem competitiva. A integração das tecnologias possibilita, por exemplo, que o cliente compre online e retire o produto na loja física ou que vendedores consigam comercializar produtos do e-commerce quando não houver estoque na loja física. As soluções também podem ser adquiridas como módulos independentes, facilitando a integração com o legado de TI.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>Senior no Fórum E-commerce 2016: inspirações e insights</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2016 16:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum E-commerce 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dias 26 e 27 de julho foram de pura inspiração em tecnologia e inovação para quem esteve no Fórum E-commerce 2016 ou nos acompanhou via Twitter. Clientes, parceiros muitos interessados estiveram presentes interagindo na feira. A Senior assistiu às palestras e reuniu insights bem interessantes para quem busca novas informações sobre e-commerce. Trazemos a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias 26 e 27 de julho foram de pura inspiração em tecnologia e inovação para quem esteve no Fórum E-commerce 2016 ou nos acompanhou via <a href="https://twitter.com/sistemas_senior">Twitter</a>. Clientes, parceiros muitos interessados estiveram presentes interagindo na feira.</p>
<p>A Senior assistiu às palestras e reuniu insights bem interessantes para quem busca novas informações sobre e-commerce. Trazemos a seguir um resumo do que teve de melhor.</p>
<p><b>Maurício Bastos, Gerente de E-commerce da Arezzo&amp;Co</b>, cliente da Senior, fez sua palestra sobre como a empresa usa as estratégias omnichannel.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">“E se o digital pudesse reinventar o mundo físico e resultar em experiência, com foco no cliente?” – Maurício Bastos da <a href="https://twitter.com/AREZZO_">@AREZZO_</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/omni?src=hash">#omni</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/757917042725023744">July 26, 2016</a></p></blockquote>
<p>Para Maurício, a essência do omnichannel faz o cliente sentir e saber que a Arezzo é uma só. Ele considera os canais online tão importantes a ponto de influenciarem em até 65% o processo de compra até 2020.</p>
<p><b>André Fatala, CTO da Luiza Labs</b>, projeto do Magazine Luiza, falou sobre a digitalização do ponto físico, integrando o uso da internet das coisas no varejo e e-commerce. Em primeiro lugar, ele acredita que a TI não deve ser só uma área de recebimento e entrega de demandas, mas de desenvolvimento de tecnologia. Nesse processo, ele revelou o principal desafio do Magazine: transformar uma empresa tradicional com departamento digital em uma empresa digital com pontos físicos e calor humano.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">23% das vendas da <a href="https://twitter.com/magazineluiza">@magazineluiza</a>, que também é cliente da Senior, vem do digital, e continua crescendo –<a href="https://twitter.com/andrefatala">@andrefatala</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/ForumEcommerce2016?src=hash">#ForumEcommerce2016</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/757931173532368896">July 26, 2016</a></p></blockquote>
<p><b>Mauro Freitag, Diretor de Operações da Oppa</b>, cliente da Senior, compareceu para falar sobre a automação de centros de logísticas no e-commerce. Ele afirma que a cadeia de logística envolve o inbound, as operações internas e o outbound. O inbound é fornecedor, transporte, qualidade e recebimento e o cross-docking é o segredo da entrega rápida através do software WMS.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">Freitag da <a href="https://twitter.com/oppadesign">@oppadesign</a> – WMS, ERP, plataforma e-commerce: você nunca será tão bom para o cliente se não tiver bons softwares dentro de casa.</p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/757973733436956673">July 26, 2016</a></p></blockquote>
<p><b>Mariana Zao, Gerente de RH da OLX, e Sacha Juanuk, Gestor de Processos da Mormaii</b>, participaram do painel sobre gestão de pessoas no e-commerce e falaram sobre os desafios de montar a melhor equipe.</p>
<p>Para Mariana, há 3 tipos de retenção de pessoas: dinheiro, conforto e aprendizado; a OLX aposta em compartilhar conhecimento. O conceito da empresa envolve testar rápido e errar rápido para aprender rápido, inclusive em RH.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">“A melhor coisa que uma empresa pode dar ao colaborador, além do conhecimento, é a liberdade”. Sacha Juanuk, da <a href="https://twitter.com/mormaiioficial">@mormaiioficial</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/758024220530081793">July 26, 2016</a></p></blockquote>
<p>Juanuk reforça que para equilibrar flexibilidade e resultado, é essencial que os colaboradores compartilhem o propósito da empresa.</p>
<p><b>Laszlo Varga, CEO da Euroflorist</b>, veio de longe para compartilhar suas experiências em 21 anos de e-commerce e o crescimento em diferentes regiões. Diferenças culturais são relevantes: ter gerentes de e-commerce específicos para cada país elevou imediatamente o ROI da empresa.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">“Se você não está ouvindo seu consumidor, alguém está”. Laszlo Varga <a href="https://twitter.com/hashtag/ForumEcommerce2016?src=hash">#ForumEcommerce2016</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/758283130340007936">July 27, 2016</a></p></blockquote>
<p>Varga aconselha: para melhorar a usabilidade, é preciso testar. “Assim que você entender que não pode prever o futuro, mais rápido terá resultados. ” Além disso, ouça, seja inovador, adapte. Mas o mais importante: seja RÁPIDO.</p>
<p><b>Neil Patel, co-fundador da Crazy Egg &amp; Hello Bar</b>, apresentou dicas de como alavancar as vendas do varejo online:</p>
<p>– Se você converte 1 cliente de 100, seu objetivo deve ser 2. Quando converter 2, deve ser sempre mais. ”</p>
<p>– Faça perguntas à sua lista de e-mails. “Pergunte, faça quizes – entenda seu público e ofereça produtos adequados. ” O engajamento através do quiz pode aumentar até 8,37% nas vendas do e-commerce</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">Primeiro insight: o dinheiro está nas pessoas que dizem não. “Consumidores que não compram imediatamente têm enorme potencial de voltar”.</p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/758326694923079681">July 27, 2016</a></p></blockquote>
<p>– Usar a localização dos usuários é um importante fator de engajamento para gerar conversão.</p>
<p>– “É essencial saber que o que funciona para cada tipo de e-commerce pode não funcionar para outro. Sempre faça testes.”</p>
<p>– No varejo online, “foque em ofertas de longo prazo, não em receita de curto prazo.”</p>
<p><b>Juliana Perlingiere, Diretora de Planejamento Estratégico do enjoei :P, e Diego Kilian, Gerente de Vendas Multicanal da Raia Drogasil</b>, palestraram sobre como encantar o cliente com modelos de serviços e atendimento para e-commerce. Juliana acredita que atendimento é o feedback vivo do produto que se entrega, e afirmou: o produto evoluiu para o serviço, que evoluiu para a experiência completa, da criação da marca à satisfação do cliente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">Juliana do <a href="https://twitter.com/enjoei">@enjoei</a>: se cada pessoa que comprou online em 2015 vendesse uma peça que não usa, esse mercado valeria R$3 bi <a href="https://twitter.com/hashtag/ForumEcommerce2016?src=hash">#ForumEcommerce2016</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/758376925299630080">July 27, 2016</a></p></blockquote>
<p>Diego deu a dica: preocupe-se mais com operação. Operação boa é venda. E alertou: o cliente no e-commerce compra quando recebe a mercadoria.</p>
<p><b>Victor Bayata, Experienced Senior Executive da IKEA</b>, fechou o Fórum E-commerce 2016 falando sobre como o mobile se adapta no omnichannel e qual a importância disso para o futuro do varejo. Ele defende que a tecnologia permite explorar novas experiências e conhecer o cliente e revelou a fórmula para o multichannel: conhecer o mercado e suas formas de compra e ter uma rede de distribuição.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en">
<p dir="ltr" lang="pt">Para Bayata, da <a href="https://twitter.com/IKEA">@ikea</a>, tudo gira em torno de experiências únicas, relevantes e integradas para o consumidor.<a href="https://twitter.com/hashtag/ForumEcommerce2016?src=hash">#ForumEcommerce2016</a></p>
<p>— Senior (@sistemas_senior) <a href="https://twitter.com/sistemas_senior/status/758403495674478594">July 27, 2016</a></p></blockquote>
<p>E acrescentou: a experiência se torna melhor quando se conecta todos os canais, fortalece sua unicidade e oferece experiência de marca completa.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>Prêmio BR Week: A melhor Folha de Pagamento do Brasil é da Senior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 18:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Além de melhor fornecedor na categoria, companhia também foi reconhecida como um dos melhores parceiros de negócios do varejo, de acordo com estudo do Brazil Retail Week. Referência nacional em softwares para gestão, a Senior conquistou pela segunda vez consecutiva o Prêmio BR Week na categoria Folha de Pagamento. A companhia também foi reconhecida como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Além de melhor fornecedor na categoria, companhia também foi reconhecida como um dos melhores parceiros de negócios do varejo, de acordo com estudo do Brazil Retail Week.</em></p>
<p style="text-align: left;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2767" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/PREMIOBRWEEK_2-1-e1467105838221.jpg" alt="PREMIOBRWEEK_2-1-e1467105838221" width="600" height="315" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/PREMIOBRWEEK_2-1-e1467105838221.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/PREMIOBRWEEK_2-1-e1467105838221-300x158.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Referência nacional em softwares para gestão, a <strong>Senior</strong> conquistou pela segunda vez consecutiva o <strong>Prêmio BR Week</strong> na categoria <strong>Folha de Pagamento</strong>. A companhia também foi reconhecida como um dos melhores parceiros de negócios do setor, ao lado de empresas como Google e Amazon.</p>
<p>Segundo <strong>Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior,</strong> em momentos de crise as empresas costumam se voltar para dentro, pensando em como melhorar a produtividade e os processos, o que intensifica o investimento em tecnologias para gestão. “O varejo vem buscando qualidade e eficiência, priorizando a produtividade e a evolução dos colaboradores. Receber esse reconhecimento demonstra que os serviços da Senior não só cumprem seu papel de potencializar a rede varejista, como se destaca no segmento pela qualidade e pelos resultados”, afirma.</p>
<p>O <strong>Prêmio BR Week </strong>é um reconhecimento exclusivo que avalia mais de 30 indicadores de performance e desempenho das empresas varejistas como rentabilidade, estratégia, vendas por m² e eficiência da estrutura de TI. São avaliados fornecedores e parceiros de negócios, assim como as próprias redes de varejistas, com o objetivo de contribuir com o crescimento, fortalecimento e desenvolvimento das redes varejistas e, também, contribuir com os fornecedores e parceiros de negócios na adequação de suas ofertas ao setor. É um reconhecimento essencial para o aprimoramento da performance do varejo nacional, sobretudo em tempos nos quais crise e incerteza econômica são constantes.</p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2768" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/BRWEEK1-e1467105505315.jpg" alt="BRWEEK1-e1467105505315" width="600" height="450" srcset="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/BRWEEK1-e1467105505315.jpg 600w, https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/07/BRWEEK1-e1467105505315-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><em>Executivos da Senior recebem os Prêmios BR Week 2016: Renato Morcelli, Gerente Nacional e Vendas, Carlênio Castelo branco, CEO, Tainah Oliveira, Gerente da Filial SP e Hermínio Gastaldi, Diretor de Mercado.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Big Data define tendências para o futuro do e-commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2016 19:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Big Data]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp, aponta 3 tendências que podemos esperar para o futuro do e-commerce e explica o que há por traz do conceito de Big Data. “Nesta era em que temos uma quantidade sem precedentes de informação ao nosso alcance, o desafio não está mais em como trabalhar com os dados, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp, aponta <strong>3 tendências</strong> que podemos esperar para o <strong>futuro do e-commerce</strong> e explica o que há por traz do conceito de </em><em>Big Data</em><em>.</em></p>
<blockquote><p><em>“Nesta era em que temos uma quantidade sem precedentes de informação ao nosso alcance, o desafio não está mais em como trabalhar com os dados, mas sim em como trabalhar com eles de forma efetiva”, afirma.</em></p></blockquote>
<p>Confira as <a href="http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/119860/tres-tendencias-para-esperar-no-futuro-do-varejo-on-line-no-pais">tendências</a>:</p>
<h3><strong>1. Experiência móvel</strong></h3>
<p>Segundo Rodrigues, a maioria das compras acontece por meio do celular e, também por esse motivo, as empresas estão investindo mais na <strong>experiência móvel</strong> do usuário. “A responsabilidade de desenvolver uma experiência para o mobile está cada vez mais fundamental”, observa o especialista, apontando a importância do desenvolvimento de sites responsivos.</p>
<h3><strong>2. Novas formas de vendas</strong></h3>
<p>Mais da metade dos e-commerces (60,71%) já utiliza <strong>plataformas de mídias sociais</strong> como ferramenta para implementar o relacionamento cliente-empresa, mas um movimento interessante é que elas estão se tornando <strong>canais diretos</strong> para novos negócios, sendo, inclusive, fonte de renda para alguns novos empreendedores. “Provavelmente a tendência é viabilizar melhora na descoberta para o produto e o ideal é que a pessoa nem saia da plataforma”, observa Rodrigues.</p>
<h3><strong>3. Híbrido de loja física e on-line</strong></h3>
<p>Apesar das lojas físicas estarem perdendo força, Rodrigues não acredita que elas deixarão de existir. “Talvez, no futuro, tenhamos um modelo híbrido, em que o usuário pede o produto on-line e marca para retirar na loja física”, comenta.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-35723" src="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2016/05/thoran.jpg" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" srcset="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2016/05/thoran-160x160.jpg 160w, http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2016/05/thoran.jpg 512w" alt="Thoran Rodrigues" /></p>
<p>Em conversa com a Senior, <em>Thoran Rodrigues explica que, p</em>ara realmente tirar proveito do <em>Big Data</em> em seus negócios, as empresas precisam entender que a <strong>automação</strong> do trabalho está intimamente aliada à <strong>informação</strong>.</p>
<blockquote><p>“Empresas modernas são movidas a informação: informação sobre seus clientes, sobre o mercado, sobre a concorrência, sobre seus processos internos”, diz. E o valor das coisas não está só no valor do produto, mas na natureza da informação inserida em determinado produto. “A <strong>matéria prima</strong> é a mesma, como um DNA, que compõe todas as coisas. A qualidade de <strong>conhecimento</strong> que você ganhou ao longo da vida muda seu conteúdo organizacional, muda sua constituição e o torna mais <strong>valioso</strong>”, compara o executivo, levando para nossas vidas, nossas escolhas e nossas carreiras o mesmo conceito de informação que defende em produtos.</p>
<p>“É a plasticidade do <strong>aprendizado</strong> que nos permite nos tornarmos diferentes um dos outros. Somos artesãos de informação e isso limita o que a gente consegue fazer. Afinal de contas, quanto mais informação coletamos, mais complexo é a tarefa de cruzar esses dados”, explica, alertando para os perigos da estatística mal elaborada. “Nosso cérebro é preparado para criar correlações. Ficamos buscando relações de causa e efeito o tempo todo. Porém, correlação não significa causalidade”, diz.</p></blockquote>
<p>Estamos no meio de uma revolução informacional, é verdade. Entretanto, ainda estamos muito orientados ao ferramental. Precisamos olhar para a informação de forma diferente para entendermos que é o <strong>conteúdo informacional</strong>inserido em cada produto que vai torna-lo valioso. Isso é <strong><em>Big Data</em></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35725 size-full" src="http://www.senior.com.br/wp-content/uploads/2016/05/shutterstock_401323870-e1463591183260.jpg" alt="e-commerce + big data" width="600" height="400" /></p>
<p><strong>INTERNET COMO ALIADA</strong></p>
<p>De acordo com uma <a href="http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/119213/numero-de-lojas-on-line-no-brasil-cresce-90-mil-nos-ultimos-12-meses">pesquisa realizada pela Big Data Corp</a>, um misto de crise e muitas oportunidades fizeram com que o <strong>e-commerce no Brasil</strong> crescesse 21,52% nos últimos 12 meses (encerrados em fevereiro). Dos cerca de 450 mil sites de varejo on-line, o País agora conta com quase 550 mil. Ao mesmo tempo em que mais de 80 mil lojas fecharam as portas em 2015, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio, novos e-commerces foram abertos – seja novo negócio ou complemento à loja física já existente. A internet, portanto, passa a ser forte aliada e um dos motivos é infraestrutura mais barata, que não apresenta tantos entraves iniciais para se estabelecer um negócio.</p>
<p>Isso também pode ser visto nos seguintes números da pesquisa: a maior fatia (92,64%) do mercado é composta por pequenos e-commerces (até 10 mil visitantes por mês). O número é seguido por lojas on-line de médio (até 500 mil visitantes por mês, com 6,61%) e grande portes (mais de 500 mil visitantes por mês, com 0,76%).</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>Pesquisa global em quase 50 países aponta mudança no comportamento do consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 13:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[“O Big Data e a proliferação dos dispositivos e plataformas entre os consumidores significa que os varejistas online estão aprendendo o que os compradores querem e, em seguida, oferecendo conteúdo de acordo com os targets, trazendo informações relevantes para suas decisões de compras”, dizem especialistas da TNS – maior empresa de pesquisa customizada do mundo. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>“O Big Data e a proliferação dos dispositivos e plataformas entre os consumidores significa que os varejistas online estão aprendendo o que os compradores querem e, em seguida, oferecendo conteúdo de acordo com os targets, trazendo informações relevantes para suas decisões de compras”, dizem especialistas da TNS – maior empresa de pesquisa customizada do mundo.</em></p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2588" src="https://inovar-asc.com.br/wp-content/uploads/2016/03/comportamento-do-consumidor-e1458652333403.jpg" alt="comportamento-do-consumidor" width="600" height="174" /></p>
<p>De acordo com o Connected Life, estudo publicado pela TNS com mais de 60 mil consumidores conectados ao redor de 50 países, quase nove entre 10 (88%) shoppers no Brasil dizem que realizam algum tipo de pesquisa antes de fazer uma compra, em comparação com um percentual um pouco inferior (84%) de shoppers em todo o mundo. Quase sete entre dez (68%) shoppers brasileiros fazem essas pesquisas pré-compra off-line, comparado com quase três quartos (74%) que fazem online.  Os dados mostram pouca diferença na quantidade de pesquisa pré-compra por faixa etária: entre 16-24 anos, consultam aproximadamente 4.9 fontes de informação pré-compra, comparado com 3.8 fontes para a faixa entre 55-65 anos.</p>
<p>Não é apenas sobre os itens caros, como carros, voos, tecnologia, turismo e serviços financeiros que os consumidores procuram informações – eles também consultam produtos baratos e de uso diário, como gel de banho, cosméticos, fraldas e alimentos para animais de estimação. A maioria dos shoppers brasileiros já adotou a chamada abordagem pré-planejada (antes utilizada somente para itens de valor elevado), nas compras de itens de baixo e médio valores do carrinho de compras. Três quartos (77%) dos shoppers, dizem que fazem pesquisa pré-compra para produtos de cuidados pessoais, tais como perfumes e cosméticos, 91% para produtos de cuidados com bebês e 69% para itens de higiene, tais como desodorantes e gel de banho.</p>
<blockquote><p>Sobre o desafio que isso impõe aos varejistas, especialistas da TNS dizem que “o Big Data e a proliferação dos dispositivos e plataformas entre os consumidores significa que os varejistas online estão aprendendo o que os compradores querem e, em seguida, oferecendo conteúdo de acordo com os targets, trazendo informações relevantes para suas decisões de compras. Os varejistas tradicionais estão lutando para manter-se com esta experiência de um varejo cada vez mais automatizado, o que significa que podemos ver um declínio nas compras de impulso no interior das lojas. Novos modelos de negócios estão se desenvolvendo, onde as marcas vendem diretamente para os consumidores, o que lhes permite navegar ao redor de todos os varejistas off-line.”</p></blockquote>
<p>Mais da metade dos consumidores Brasileiros decide suas compras antes de efetivá-las, levando o Brand equity em consideração. Seja pesquisando off-line ou online, o estudo revela que 51% dos shoppers globalmente, tomam suas decisões sobre a marca exata que querem comprar antes de efetivar a compra. No Brasil, uma proporção similar (53%) de shoppers “Decididos” mantiveram suas decisões e compraram exatamente a marca planejada. Apenas 10% foram ‘corrompidos’ enquanto compravam, e na última hora compraram uma marca diferente da planejada.</p>
<p>Ainda, de acordo com os especialistas da TNS, construir o brand equity é essencial. O melhor caminho para ganhar esses shoppers é ajudá-los a encontrar rapidamente o que eles procuram. Uma boa experiência com a marca e com site dela, vão direcionar repetições em futuras compras. A maioria dos shoppers começa sua missão com uma boa ideia da marca que quer comprar. Equipes de Brand e Shopper precisam trabalhar juntas para vencer: equipes de Brand aumentam a cota de shoppers decididos sobre a marca, e as de Shopper Marketing fecham os negócios no ponto de vendas. Ainda há oportunidade de influenciar os shoppers a mudarem de ideia: próximo de quatro entre dez (38%) consumidores brasileiros estão abertos à escolha de marcas quando eles começam suas compras. Ofertas relevantes e incentivos feitos no momento certo – seja online ou na loja – são cruciais para ganhar os shoppers indecisos, assim como estimulam o impulso de comprar.”</p>
<blockquote><p>O único caminho é o omnichannel. Cada “touchpoint” da marca com o consumidor é uma oportunidade de venda.  No Brasil, os shoppers pesquisam suas potenciais compras em uma média de 4.6 ‘touchpoints’ antes de tomar uma decisão. Metade (2.6) deles é online.   Pessoas na América Latina e na Ásia desenvolvida e emergente, estão mais propensas a consultar diversas fontes de informação antes de fazer uma compra, sendo os Malaios considerados de longe os maiores shoppers do mundo, consultando 7.1 touchpoints (4.1 deles online). Em comparação, os shoppers na Turquia consultam (1.9) e na África do Sul (2.0) touchpoints, os menores números globalmente.</p></blockquote>
<p>Especialistas da TNS dizem que “é impossível que os compradores não estejam cientes da quantidade de opções que eles têm em qualquer categoria. A lista de ‘favoritos’ é justamente o objetivo para muitas marcas, mas a batalha para entrar nesta lista é travada no nível de igualdade mais alto que já vimos. Esta mudança drástica no hábito de compras, tanto online quanto off-line, está forçando as marcas e os varejistas a adaptarem-se rapidamente à maneira como as pessoas compram ao redor do mundo”.</p>
<p>Entender a mentalidade dos compradores é a chave para encorajar a ruptura. Enquanto muitos shoppers brasileiros chegam às lojas com uma pré-definição de compra de uma marca em particular, o estudo Connected Life mostra que ainda há “apetite” para novos produtos. Os então chamados compradores ‘Exploradores’ querem explorar os produtos disponíveis que atendam às suas necessidades. Essa mentalidade representa uma oportunidade real para as marcas, particularmente em Fast Moving Consumer Goods (FMCG) e outras categorias de produtos de baixo envolvimento, que são cada vez mais convenientes. Shoppers com este tipo de mentalidade são mais fáceis de influenciar, pois a maioria prefere pesquisar online; são os que mais gastam e predominam em certas categorias, como a de cuidados pessoais (24%).</p>
<p>Os especialistas da TNS concluem: “Como os consumidores ao redor do mundo estão adotando uma abordagem mais ponderada em suas compras, as marcas e os varejistas podem fornecer as informações e os incentivos necessários para convencê-los. Isso significa que eles devem parar de pensar apenas em publicidade e começar a se tornar verdadeiros provedores de conteúdo, que oferecem informações e ofertas relevantes em cada etapa da jornada de consumo. Para ter sucesso, as marcas, os varejistas e os fabricantes precisam de um profundo entendimento de “como” e “onde” as pessoas pesquisam suas compras, para assegurar o tipo certo de informação, no lugar certo, e na hora certa.”</p>
<blockquote><p><strong>Sobre o Connected Life</strong></p>
<p><a href="http://www.tnsglobal.com/connectedlife">Connected Life</a> é o estudo  da TNS – maior empresa de pesquisa customizada do mundo – sobre as atitudes e comportamentos de mais de 60.500 usuários de internet em mais de 50 países e explora como a tecnologia está transformando a vida dos consumidores ao redor do mundo. Oferece um insight essencial sobre o impacto do crescimento no ecossistema digital e no panorama de mídia.  Também descobre oportunidades novas e relevantes para que os comerciantes se conectem com os consumidores neste ambiente cada vez mais complexo; é uma ferramenta que ajuda as marcas a tomar melhores decisões no mundo digital. A <a href="http://www.tnsglobal.com/get-connected/connected-life">pesquisa</a> foi realizada em todos os mercados entre maio e agosto de 2015. O tamanho da amostra no Brasil foi 1.070.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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		<title>Diretor da Senior traz do NRF Big Show as 9 tendências que vão ditar o varejo em 2016</title>
		<link>https://inovar-asc.com.br/diretor-da-senior-traz-do-nrf-big-show-as-9-tendencias-que-vao-ditar-o-varejo-em-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 18:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[NRF Big Show]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Big Data e Internet das Coisas já não são mais conceitos, são estratégias de personalização e evolução de negócios. Da mesma forma, o Omnichannel. As lojas continuam do mesmo jeito que eram há 50 anos, mas o comportamento dos consumidores mudou. E muito. Sempre atuando forte em novas tecnologias, a voz desta vez do NRF [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Big Data e Internet das Coisas já não são mais conceitos, são estratégias de personalização e evolução de negócios. Da mesma forma, o Omnichannel. As lojas continuam do mesmo jeito que eram há 50 anos, mas o comportamento dos consumidores mudou. E muito.</em></p>
<p>Sempre atuando forte em novas tecnologias, a voz desta vez do <a href="http://bigshow16.nrf.com/">NRF Retail’s Big Show</a>, maior evento de varejo do mundo, foi a humanização. “Claro que as tecnologias apoiam todo o processo de venda, mas hoje elas já podem ser consideradas coadjuvantes. Empresa nenhuma sobrevive sem tecnologia atualmente, porém, o resultado só acontece quando experiências personalizadas permitem que as empresas se diferenciem por suas marcas”, afirma <strong>Jean Paul Vieira</strong>, diretor de Desenvolvimento da Senior.</p>
<blockquote><p>Jean esteve no NRF Big Show 2016 e de lá trouxe as <strong>9 tendências</strong> que vão ditar o varejo em 2016. “A briga por preço não é garantia de fidelidade. É preciso investir em aplicativos próprios, <em>inside maps</em> e ações exclusivas para criar e manter vínculos perenes com os consumidores”, diz. Acompanhe:</p></blockquote>
<ol>
<li><strong>Go mobile or go home:</strong> as pessoas preferem consultar o celular a falar com um vendedor, por isso, as lojas que souberem usar o Big Data para trabalhar promoções customizadas de acordo com as informações disponibilizadas pelos clientes, ganham espaço.</li>
</ol>
<ol start="2">
<li><strong>Consciência sustentável e alimentação saudável:</strong> o varejo precisa se reinventar da mesma forma que as pessoas estão se reinventando para diminuir o consumo desenfreado. Nesse cenário, as lojas precisam investir na redução, reciclagem e reuso, apostando em ações que despertem e incentivem o consumo consciente e a economia criativa. Para ganhar dinheiro com a crise, que tal dar desconto para quem trouxer a roupa que comprou no ano passado? Ou ter uma sessão de “brechó”? E por aí vai. Em paralelo, o nicho alimentício movimenta grandes investimentos. Alternativas de incremento consideram supermercado cooperados e painéis inteligentes que não apenas disponibilizam informações sobre os alimentos disponíveis, mas coletam dados sobre preferências dos consumidores e sugerem opções, promoções ou combinações.</li>
</ol>
<ol start="3">
<li><strong>Inteligência cognitiva:</strong> reforçando a importância da diferenciação pela marca como prerrogativa de sucesso de uma empresa varejista, estratégias de gameficação, identificação e empatia foram amplamente discutidas no NRF 2016. Taí uma tendência para a ser considerada nos próximos projetos que deverá trazer bons resultados.</li>
</ol>
<ol start="4">
<li><strong>Espelhos virtuais:</strong> via aplicativos, no próprio provador ou no balcão das lojas, os espelhos virtuais ganham adeptos ao simular roupas, maquiagem, óculos e acessórios sem que o consumidor precise efetivamente provar esses itens. Ganha a marca, que promove uma experiência de compra diferenciada, e ganha o cliente, que adquire até mais produtos, já que a simulação é capaz de criar combinações criativas e imperdíveis.</li>
</ol>
<ol start="5">
<li><strong>Impressão 3D:</strong> no evento havia até impressão de comida. A personalização enquanto prerrogativa permite que o cliente leve de presente um chocolate no formato do pet do aniversariante, por exemplo. Ideias não faltam para incrementar as vendas, basta usar a tecnologia em prol da exclusividade.</li>
</ol>
<ol start="6">
<li><strong>Dinheiro virtual:</strong> presidentes de operadoras de cartão de crédito já apostam no fim do dinheiro real. Segundo eles, até o cartão está fadado a sumir do mapa em muito breve. De aplicativos no celular que fazem leitura via etiquetas NFC à dispositivos físicos que você espalha pela casa e aciona quando precisa repor algum item, como o <a href="http://olhardigital.uol.com.br/noticia/dash-button-um-botao-para-receber-produtos-na-porta-de-casa/47763">dash button</a>, da Amazon. Criações tecnológicas buscam facilitar o processo de compra de tal modo que ele deixa existir – ou pelo menos passe essa sensação.</li>
</ol>
<ol start="7">
<li><strong>Frete grátis:</strong> todo mundo quer receber os produtos adquiridos em casa, mas ninguém quer pagar frete. Frete é um atrito no relacionamento entre consumidores e marcas e grande responsável pelo abandono de carrinhos cheios de itens desejados. Para reduzir esse atrito, muitas marcas têm criado pontos de distribuição pela cidade, facilitando a retirada da compra. Couriers também têm sido usados para entrega em pontos específicos – não necessariamente em casa ou no escritório, dentro do conceito de trabalho em espaços de coworking ou viagens de negócios. A Volvo inovou o conceito de entrega com o “in-car delivery” entregando dentro do porta-malas do carro do cliente.</li>
</ol>
<ol start="8">
<li><strong>Lojas 24×7:</strong> são quiosques instalados em diferentes pontos da cidade compostos por grandes telas que fazem papel de vitrines. Não há produtos a vender, nem empregados para atender. Mas você toca na tela, avalia o catálogo e faz a compra, podendo escolher entrega via courier em qualquer ponto da cidade, até o banco da praça.</li>
</ol>
<ol start="9">
<li><strong>Algoritmos de recomendação:</strong> em todos os tópicos listados, o Big Data está presente nos mínimos detalhes. Aqui, entretanto, ele protagoniza todas as estratégias e assume responsabilidade frente a resultados ainda mais assertivos. O sentimento que fica é que o cliente foi impactado de forma única e especial.</li>
</ol>
<p style="text-align: right;">Fonte: <strong>Senior</strong></p>
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