Entenda por que a logística pode ser a salvação ou a ruína de uma empresa

Sabe aquela alface bonita que você adora? E a calça jeans que usou no último passeio em família? Ou a capa do celular que você trocou no mês passado? O que esses produtos têm em comum? Eles passaram por um processo logístico antes de chegar até você!  

Desde o produtor rural que plantou a alface, passando pela empresa de confecção que produziu a calça, até a indústria que fabricou a capa do celular, todos precisaram, ao final do processo de produção, escoar seus produtos. Em outras palavras, eles tiveram de fazer essas mercadorias chegarem às mãos certas. Neste caso, nas mãos do consumidor final. 

 O ponto em questão é: se esses produtos não chegam no tempo certo, ou são entregues com avarias, naturalmente, isso irá trazer prejuízos. No caso dos alimentos, por exemplo, pode até levar à perda total do produto, já que sua perecibilidade não tolera grandes atrasos.  

E é nesta hora que ter uma boa estratégia logística fará toda a diferença! 

Mas o que é logística? 

Resumidamente, logística engloba a série de ações que uma empresa toma para que seus produtos sejam entregues corretamente, no tempo combinado e para o cliente certo. Mas ela não se restringe à entrega. Processos logísticos englobam desde os insumos até o transporte final. E até a forma como o produto acabado fica estocado tem relação com a logística. 

Quais são os processos envolvidos na logística? 

Dentre os processos envolvidos na logística, os principais são: a estimativa de demanda – para evitar a subprodução ou a superprodução, de modo a manter equilibrados oferta e procura, estoque e vendas; a gestão do estoque, incluindo a armazenagem; e as estratégias de distribuição, contemplando os tipos de transporte mais adequados aos seus produtos. 

Percebeu o quanto praticamente todas as atividades da empresa são englobadas? 

Quando a logística joga contra 

Não é difícil imaginar que, se a logística deixa de ser uma aliada, rapidamente pode se transformar numa grande vilã para o seu negócio. E para que isso ocorra, basta que os processos a ela relacionados comecem a ser deixados “de lado”, ou não ganhem atenção. 

Quer um exemplo? Imagine que você fabrica janelas de vidro temperado. Empenha um grande esforço na produção, na capacitação dos colaboradores, entre outras ações. Tudo para entregar “as melhores janelas do mundo”. Mas na hora da entrega, os profissionais “tratam” as janelas como se fossem “qualquer coisa”. Será que uma ou outra não poderia quebrar nesse percurso? Certamente que sim. E isso anularia todo o esforço que você fez lá atrás. 

E quando joga a favor 

Agora vamos pensar no caso de um horticultor. Ele produz couve e cenoura, tudo de modo orgânico. Mas por se tratar de uma carga extremamente perecível e delicada, a logística disso não pode errar: a entrega deve ser rápida, no lugar certo. E o transporte tem que ter condições especiais, como resfriamento. Na hora do carregamento e descarregamento do caminhão, os responsáveis precisam ter cuidado para não “machucar” as hortaliças. 

Como resultado, o consumidor final vai ver um “produto final” bem cuidado, com cara de saudável, sem machucados, manchas e adequadamente conservados (resfriados). A chance desse produto ser comprado no lugar de outros que vem com uma aparência ruim é enorme. 

Neste caso, temos a logística não só jogando a favor, mas marcando um golaço!  

A importância da localização 

A localização talvez esteja entre os fatores de maior impacto para a logística. Se um centro de distribuição está localizado às margens de rodovias, próximo a portos, aeroportos e linhas férreas, consequentemente o escoamento dos produtos se dará de modo mais dinâmico.  

No entanto, nem todas as empresas conseguem estar localizadas em lugares tão privilegiados. Nesse caso, há duas coisas que podem ser feitas. A primeira é investir pesado no seu processo logístico, de modo que ele consiga driblar as dificuldades naturais da sua localização. 

A segunda opção é usar um segundo local para a guarda de mercadoria ou centro de depósito fechado ou um armazém geral (alugado). A legislação tributária diz o seguinte sobre eles: 

Considera-se armazém geral o estabelecimento destinado à recepção, manutenção e guarda de mercadorias ou bens de terceiros, mediante o pagamento pelo serviço prestado.” 

Considera-se depósito fechado o armazém pertencente ao contribuinte, situado no mesmo estado e destinado à recepção e movimentação da mercadoria própria, com simples função de guarda e proteção, podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados necessitar.” 

Assim, enquanto “o armazém destina-se à armazenagem e guarda de mercadorias pertencentes a terceiros”, o depósito fechado armazena e guarda “mercadorias do próprio contribuinte, ou seja, trata-se de um estabelecimento pertencente à mesma empresa”. 

Qual a vantagem do depósito fechado ou do armazém? Facilitar o escoamento, uma vez que a empresa pode ter um depósito fechado ou alugar um armazém geral em locais de fácil acesso. 

Cross docking: uma alternativa 

O cross docking é a estratégia que muitas empresas utilizam quando precisam manter estoque em endereços diferentes ao da empresa (sede). Assim, ela produz seus materiais (produtos) em um lugar X, mas armazena/distribui a partir de um lugar Y. Se o local for de propriedade da empresa, este será um depósito fechado. Se for alugado, armazém geral

A “meta dos sonhos” de quem adota o cross docking é não armazenar os produtos por muito tempo. O depósito fechado ou o armazém seriam mais lugares de “passagem”: a mercadoria sai da fábrica, chega ao centro de distribuição (depósito ou armazém) e dali já é despachada. 

Claro que para dar certo, é preciso planejamento, uma vez que prazos das entregas precisam ser respeitados. Assim, deve haver uma sincronia grande entre os fornecedores (que trazem a mercadoria da empresa) e os distribuidores (que fazem a distribuição desses produtos). 

Solução WK para depósito fechado 

Do ponto de vista fiscal, quando um produto que estava armazenado em depósito fechado é vendido ao cliente final, é necessária a geração de uma Nota Fiscal de Retorno Simbólico

Mas ter que gerar manualmente todas essas Notas Fiscais de Retorno dá muito trabalho! 

A boa notícia é que com o WK Radar você automatiza esse processo, e a geração dessas notas de retorno é feita de modo automático. 

Outra dificuldade neste processo é a valoração dos produtos que “retornam simbolicamente” – exigência legal às indústrias. Essa valoração deve ser feita com base no valor remetido ao depósito fechado, e não pelo valor que foi vendido ao cliente. 

O WK Radar preenche, também automaticamente, esses valores de retorno, remetendo tudo isso ao seu controle fiscal. É mais compliance para a sua indústria!  

E mais tempo para a sua equipe planejar as próximas entregas!

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Fonte: WK Sistemas

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